Eu não sei vocês, mas eu já perdi a paciência com esse pessoal dito politizado que só faz repetir chavões politicamente corretos. Nessas horas eu bato palma para a esquerda e o globalismo. De fato, a manipulação das massas, a ideologização de movimentos sociais, a maciça infiltração nas “superestruturas”, criaram uma sólida base na qual se ergueu o idiota útil. É chato e muito repetitivo esse discurso, o mais assustador é que faz sucesso. Tente você mesmo, faça um sermão que tenha as palavras; “opressor”, “oprimido”, “burguesia”, “elite”, “capitalismo selvagem”, “capital”, “alienação” etc, pronto, você vai passar a ser admirado e possivelmente visto como exemplo de “consciência social”. Foi com esse bela articulação que eu tirei uma excelente nota na redação do vestibular. Ah, não podemos nos esquecer da também forte presença do clichê anti-religioso. É cômico ouvir alguém dizer que religiosos são ignorantes, os inteligentes são ateus, aqueles que se livraram das “amarras” da crença. Realmente. Tomás de Aquino, Agostinho de Hipona, Leonel Franca, Jacob Boehme etc, todos exemplos de uma humanidade subdesenvolvida, longe do esplendor da liberdade, liberdade esse fincada no ateísmo e agnosticismo. Enfim, o clichê politicamente correto bebe no triunfo do pensamento socializante, do lobby feminista, ecochato, politicamente correto, se fundamenta na aparente vitória do relativismo frente a defesa da Verdade.
Pedro Ravazzano
Pedro Ravazzano
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