terça-feira, 5 de abril de 2011
“Deus abençoe os húngaros!”
Segundo o site alemão Kath.net (30/3/2011), a apresentação do projeto de reforma constitucional deixou a oposição esquerdista preocupada – o que em geral é bom sinal -, pois o novo texto dará proteção à vida desde sua concepção e definirá o matrimônio como uma instituição composta entre um homem e uma mulher.
As intenções do governo húngaro não agradaram também a União Europeia, cuja agenda laicista e imoral visa impor o oposto em todos os países integrantes.
“Somos orgulhosos pelo fato de nosso rei Santo Estevão ter criado o Estado húngaro e colocado nossa pátria como parte da Europa Cristã”, lê-se na redação do preâmbulo.
Além de professar diversas vezes sua adesão à Cristandade, a Constituição se refere à “Santa Coroa” (foto acima), que pertenceu a Santo Estevão e com a qual cerca de outros 55 reis foram coroados, como símbolo da nacionalidade.
Com uma maioria de dois terços no Parlamento, o governo pretende implementar a nova constituição a partir da próxima Páscoa.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Estudantes profissionais, uma praga que ainda persiste
A moral da classe estudantil ideologizada é partidária; no mensalão do PT não só se calaram como protestaram quando a classe média se organizou, chamando-a de burguesia alienada e golpista. Já no mensalão do DEM puderam vivenciar os seus melhores sonhos; confrontos com a polícia com direito a bomba, gás de pimenta, cavalaria. Com certeza esse povinho não dormiu de noite só lembrando da marcha dos cem mil versão séc. XXI.
Os estudantes profissionais são picaretas profissionais. Pousam de democráticos quando carregam a semente da revolução totalitária dentro do peito. Além de crias dos partidos políticos, os estudantes patrulham as Universidades e instituem a perseguição ideológica. Aqui mesmo na UFBA encontramos essa pérola:
"Art. 5° - São fins do DCE-UFBA:Infelizmente esses estudantes não estão sozinhos. Além do crucial apoio que recebem dos partidos - PT, PC do B, PSOL, PCB, PSTU -, com brigas internas entre o fulano que é marxista ortodoxo e beltrano que é gramsciano etc, gozam da proteção da academia, dos professores que reproduzem os mesmos clichês revolucionários.
(...)
V - defender o projeto histórico socialista de sociedade; "
Por conta dessa triste realidade surgem situações "engraçadas", que hoje se tornaram comuns. O politicamente correto, de óbvio sabor esquerdista, impõe suas falácias para toda a sociedade. Por exemplo, nos Jogos Pan-Americanos, na música oficial, invocavam Iemanjá, a entidade de uma religião que não representa nem 1% dos brasileiros. Entretanto, se houvesse alguma referência a Nossa Senhora Aparecida, por exemplo, a esquerdalha iria alegar que a invocação afrontava a laicidade do Estado, que era uma ofensa aos não-católicos, mesmo estes sendo a maioria absoluta da nação - nação formada sobre a identidade católica, diga-se de passagem.
Os estudantes profissionais não prejudicam apenas as Universidades, mas toda a sociedade brasileira, ainda mais quando o nosso país é governado por um partido que os protege e difunde o mesmo espírito, vide, por exemplo, o programa "ProJovem Adolescente", que assiste milhões de jovens, pensado pelos intelectuais da USP e recheado dos clichês esquerdistas.
E o futuro do nosso país? Bem, prefiro nem pensar nisso...
sábado, 9 de janeiro de 2010
A novilíngua da esquerda
A esquerda criou a sua novilíngua orwelliana e já tratou de implantá-la em todos os seguimentos da sociedade brasileira e mundial; esta vai desde as Universidades - e destaco as redações dos vestibulares - indo até aos documentos da Organizações das Nações Unidas.Palavras como "opressão", "capital", "domínio", "poder", "alienação" são repetidas a exaustão. Além dessas, tantas outras - "democracia", "liberdade", "povo", "elite" - têm seus reais sentidos reformulados, com aplicações que sustentam a retórica vazia do discurso da esquerda.
Por exemplo; "A opressão do povo é reflexo do sistema de domínio das elites que aliena o trabalhador e impede a libertação" Frase esta que elaborei em menos de um minuto, apenas organizando as palavras-chaves do vocabulário da novilíngua esquerdista. É pertinente frisar que essas criações lingüísticas escondem um radical totalitarismo por debaixo de uma aparente linguagem "democrática". O poder da repetição e o esvaziamento de sentido criam a idéia de que essas frases são inofensivas e inocentes quando, na verdade, carregam uma proposta política mui clara.
Obviamente, a religião não ficou de fora do novo idioma da esquerda. A Teologia da Libertação, lançando mão do vocabulário clichê, propiciou a divulgação da ótica dialética da fé e de classes através das falácias revolucionárias:
Credo das CEBs
1. Nós cremos em Deus Criador, fonte dos universos,
Senhor de toda religião e Pai de todo ser.
Pra longe a Inquisição! Os credos são diversos...
Nós cremos no mistério do Amor que vai vencer!
E nós cremos na Igreja-Mãe que é comunidade
E tem sabor de CEBs para nós! (2x)
2. Nós cremos em Jesus que prometeu justiça aos pobres,
Que ensinou discípulos a não querer poder!
Não cremos nos pastores aliados com os nobres!
"Primeiros serão últimos..." - é preciso crer pra ver!
E nós cremos na Igreja-Mãe que é comunidade
E tem sabor de CEBs para nós! (2x)
3. Nós cremos no Espírito que incita com seu fogo
Os corações proféticos a levantar a voz
Contra toda exclusão: A vida está em jogo!
Entrar na luta é pra já! "Aleluia" é pra depois...
E nós cremos na Igreja-Mãe que é comunidade
E tem sabor de CEBs para nós! (2x)
4. Estamos com Maria e também com Madalena!
Queremos mais amor de mãe, carinho de mulher!
Tradições de homens só não valem mais a pena...
Nós cremos, sim, em Débora, em Sara e Ester!
Os opressores que se cuidem...
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Não acredito em bruxas...
Em outubro, realizou-se na cidade de Tucumán, Argentina, o 24º Encuentro Nacional de Mujeres que, como aconteceu em suas versões anteriores, terminou com uma marcha pacífica pela cidade - sim, estou sendo irônico.
No texto de convocação encontra-se entre as bandeiras defendidas pelas feministas, como não podia deixar de ser, " los derechos sexuales y reproductivos" e "la despenalización y legalización del aborto".
Ainda na redação, elas afirmam que uma das notas desses encontros é a democracia. Bem entendido, democracia é aceitar o que elas querem, qualquer oposição é sinal de ditadura. Não aceitam nem mesmo a oposição daqueles que heroicamente rezam o terço e se interpõe entre a marcha e a Igreja para evitar pichações e atos de vandalismos contra o templo.
Veja o vídeo (até mesmo para entender o título do artigo) e algumas fotos da pacífica marcha:
Foi tão pacífica a manifestação que este opositor dormiu durante marcha, seu sono continuou no Hospital: Em nenhum momento houve qualquer provocação por parte das manifestantes: Elas roubaram um rosário dos opositores e, depois de fazerem coisas indescritíveis, o destroçaram num sinal de respeito a opinião alheia: Nem os policiais escaparam das consequências pacíficas da marcha democrática: Abaixo vê-se qual é a maneira democrática com que as participantes da marcha trataram quem a elas se opuseram: cuspiram no rosto. Outra manifestação democrática e pacífica: pichar nas roupas dos opositores e desenhar bigodes no rosto deles: |







