sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

As Passionistas; filhas do Cristo Crucificado




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Qual é a do Titãs?


Que as novelas são um grande instrumento para disseminar, e porque não, educar, e fomentar uma sociedade indiferente e cheia de contra-valores, isso não é novidade. Cada novela traz consigo as concepções ideológicas dos seus autores, portanto, basta fazer uma rápida e simples pesquisa biográfica para compreender o norte que certas novelas tomam durante sua exibição na televisão.

Lembremo-nos apenas de Benedito Rui Barbosa, que confessou, para o programa Roda Viva, ter tentado manipular a opinião pública acerca da questão agrária durante a exibição da novela O Rei do gado.

Mas por hora, não detenhamos nossos esforços por entender o poder persuasivo e imoral da novela. Quero apenas fazer uma pequena reflexão acerca do grupo musical Titãs.

Há alguns anos o Titãs gravou uma música cujo nome é Igreja. Desde então, por amar a Igreja incondicionalmente e saber que ela é a Coluna e Sustentáculo da Verdade, nutro um sentimento de desprezo por este grupo que numa atitude explicitamente rebelde, canta para os quatro cantos do mundo, não crêr na Graça de Deus. Note-se que existe na letra da música um certo ódio, ou melhor dizendo, um profundo ódio pela Igreja, e aqui entende-se Igreja Católica Apostólica Romana, pois conforme os elementos citados, não há o que duvidar disso. Segue:

IGREJA (Titãs)

Eu não gosto de padre
Eu não gosto de madre
Eu não gosto de frei.
Eu não gosto de bispo
Eu não gosto de Cristo
Eu não digo amém.
Eu não monto presépio
Eu não gosto do vigário
Nem da missa das seis.
Não! Não!
Eu não gosto do terço
Eu não gosto do berço
De Jesus de Belém.
Eu não gosto do papa
Eu não creio na graça
Do milagre de Deus.
Eu não gosto da igreja
Eu não entro na igreja
Não tenho religião.
Não!
Não! Não gosto! Eu não gosto!
Não! Não gosto! Eu não gosto!

Como podemos observar, para cada frase da música, há um elemento explicitamente reprovado pelo grupo. Mas o que me intriga, é: afinal, por que tanto ódio contra a Igreja? Com quais objetivos se compõe a letra de uma música com um teor de repúdio tão explícito?

Mas o Titãs não para por aí. Recentemente, o grupo gravou mais uma música com um teor estranho, e explicitamente rebelde, (É esta a bandeira do rock?), tema de abertura da novela global Cama de Gato.

Segue:

PELO AVESSO – (Titãs)
Vamos deixar que entrem
Que invadam o seu lar
Pedir que quebrem
Que acabem com seu bem-estar
Vamos pedir que quebrem
O que eu construi pra mim
Que joguem lixo
Que destruam o meu jardim
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro
Vamos deixar que entrem
Que invadam o meu quintal
Que sujem a casa
E rasguem as roupas no varal
Vamos pedir que quebrem
Sua sala de jantar
Que quebrem os móveis
E queimem tudo o que restar
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
O mesmo desespero
Vamos deixar que entrem
Como uma interrogação
Até os inocentes
Aqui já não tem perdão
Vamos pedir que quebrem
Destruir qualquer certeza
Até o que é mesmo belo
Aqui já não tem beleza
Vamos deixar que entrem
E fiquem com o que você tem
Até o que é de todos
Já não é de ninguém
Pedir que quebrem
Mendigar pelas esquinas
Até o que é novo
Já esta em ruinas
Vamos deixar que entrem
Nada é como você pensa
Pedir que sentem
Aos que entraram sem licença
Pedir que quebrem
Que derrubem o meu muro
Atrás de tantas cercas
Quem é que pode estar seguro?
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
O mesmo desespero

Pelo visto, a música me parece ter um teor revolucionário e irônico. Ou haveria uma outra interpretação? Qual seria, afinal de contas, o objetivo da letra? Edificar? Bem, o que sei é que as palavras “tão edificantes da música” entram através da novela nos lares, minando gradativamente a fé de tantos. Lendo a letra desta música, me recordo das palavras de Eduardo Alves da Costa no poema “No Caminho, com Maiakóvski”:

...Tu sabes,
conheces melhor do que eu
a velha história.
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada..

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Pe. Fábio de Melo...de novo?!


Pe. Fábio de Melo - o mesmo que disse que protestantes não precisam se converter e que em conversa com Pe. Joãozinho usou de uma linguagem nada católica para definir a Eucaristia - nos brindou com uma chuva de pérolas. Para qualquer católico centrado os comentários do Sacerdote não são surpresas, apenas se juntam às outras afirmações duvidosas feita pelo ex-dehoniano.

Coitada das fabetes! As seguidoras de Pe. Fábio sempre aparecem por aqui, nos chamando de hipócritas, invejosos e caluniadores. E os nossos argumentos lógicos e coesos? São simplesmente descartados, afinal qualquer crítica ao Padre cantor não será tolerada. Agora estou curioso para ver o malabarismo que vão fazer para justificar e defender os absurdos proferidos pelo Sacerdote. Vejamos alguns trechos selecionados:

"Se não tenho como mudar a maneira como a Igreja interpreta os homossexuais, posso mudar a maneira como os trato." Quer dizer, então, que a maneira como a Igreja trata os homossexuais é digna de mudança? A Igreja estaria errada e Pe. Fábio estaria lançando mão da caridade? Pelo histórico do Sacerdote, que disse no Programa do Jô que a Igreja chegou a defender o sexo apenas com fim procriativo, acho mais fácil acreditar que este se enganou.

"A proposta de Jesus é socialista, né? O socialismo tem sido mal interpretado. Bem aplicada, sem os exageros da antiga União Soviética, a proposta socialista só edifica." Seria Nosso Senhor um Che Guevara? Pe. Fábio diz que sim! O Sacerdote em questão está impregnado do pior espírito politicamente correto. Nem mesmo tem a "audácia" de criticar um regime que matou mais de 100 milhões de pessoas.

Pe. Fábio diz: "A proposta socialista só edifica"

O Magistério ensina, pela voz de S.S Pio XI: "Socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista"

Depois Pe. Fábio, questionado a respeito da Teologia da Libertação, diz; "Também foi importante. Admiro seu fundador, o peruano e dominicano Gustavo Gutiérrez-Merino. No Brasil, Leonardo Boff teve importância na espiritualidade desses tempos. Foi coerente ao abandonar a Igreja e concluir que estava no lugar errado. Exerceu um direito." Foi importante onde? Na destruição dos seminários, noviciados e colégios católicos do Brasil! Pe. Fábio se choca, mais uma vez, com o Magistério que condenou a Teologia da Libertação no documento "Libertatis Nuntius". Este disse, entre outras coisas, que a TL causava "uma interpretação inovadora do conteúdo da fé e da existência cristã, interpretação que se afasta gravemente da fé da Igreja, mais ainda, constitui uma negação prática dessa fé”. Leonardo Boff teve importância na espiritualidade desses tempos? O ex-frade que comentou, no Jornal do Brasil, que a Teologia da Libertação "não é Teologia dentro do marxismo, mas marxismo (materialismo histórico) dentro da Teologia"? O próprio Santo Padre foi taxativo ao dizer, aos Bispos do Brasil, na visita Ad limina, que as sequelas da TL são "mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas." É isso que Pe. Fábio chamou de importante?

Não satisfeito em defender o socialismo e a Teologia da Libertação, Pe. Fábio afirmou; "Acho que gosto de todos [Dilma, Serra, Ciro e Marina]." Sim, meus caros, o Sacerdote gosta dos três candidatos abortistas! O mesmo Sacerdote que disse, na mesma entrevista, que era "contra o aborto, em qualquer ocasião e qualquer situação." Tenho certeza que o Presbítero é um valoroso soldado em defesa da vida, mas a sua mentalidade tendente ao politicamente correto - e o politicamente correto moderno é abortista, anticlerical - faz com que caia em tais contradições.

Por fim, quero acabar comentando sobre a rotina do Pe. Fábio, relatada pelo próprio; "Rapaz, eu me desdobro no ofício de cantar, de compor, de escrever, de ser filho da dona Ana, minha mãe, viúva, que vive comigo em Taubaté, tem 72 anos." E celebrar a Santa Missa, rezar o Breviário? Só fico preocupado; Pe. Fábio saiu dos Padres do Sagrado Coração porque a agenda de artista e a Regra da Congregação estavam se chocando. Espero que, ao menos, pare por aí..

Entrevista completa: http://www.novoeste.com/news_Refletir+%E9+preciso,+orar+n%E3o+%E9+preciso.html

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

"Sou contra o aborto, porém..."

A Revolução no mundo moderno age de maneira silenciosa e sorrateira. Se antes nós víamos revolucionários pegando em armas e ostentando bandeiras com a foice-e-martelo, hoje estes mesmos revolucionários atuam nos gabinetes políticos, nas salas de aula e na Academia.

O processo revolucionário se expande de forma pontual, conquistando fatias e impondo, em doses homeopáticas, um novo paradigma. O fim último é a descontrução, muito mais danosa do que a destruição, da mentalidade cristã do homem ocidental. Vejamos, por exemplo, a questão do aborto. Existem os dois naturais grupos; contra e a favor. O primeiro grupo pouco se interessa pelas discussões morais, já que para os seus membros a vida não começa na fecundação.

Entretanto, os contrários se dividem em dois subgrupos; os "radicalmente contra" e os "contra porém...". Esses últimos servem como exemplo da atuação da Revolução já que estão, de forma inconteste, infectados pelo espírito revolucionário. Os membros de tal ala já fizeram concessões morais que, pela razão, os transformaram em abortistas práticos. O que os difere dos promotores escancarados do aborto é que esses são, ao menos, honestos dentro da realidade em que se inserem.

Os "sou contra, porém..." vivem uma contradição tamanha; dizem que se opõem ao aborto assegurando que a vida começa desde a concepção, e portanto deve ser protegida, entretanto, quando lançam mão de falácias retóricas para defender a interrupção da gravidez em caso de anencefalia, estupro, contra-testemunham aquilo que, teoricamente, defendem. Seria, então, a vida do feto menos vida que a vida da mãe, dos irmãos? Isso é um eugenismo doentio, quando a "qualidade" do ser vivente é definido pelas suas características físicas e mentais. Agora me lembro daquela velha história da mãe que foi ao médico dizendo que queria abortar, que não aguentava ter mais filhos, aí o médico propôs que matasse o seu filho de cinco anos. A mãe, obviamente, se assustou, mas o que o médico estava ensinando era que a vida do seu filho no útero valia tanto quanto a do garoto que estava sentado com ela.

A Revolução soltou rojões de alegria quando do caso do estupro da menina em Pernambuco. Foi uma grande vitória para os arautos da cultura de morte. Boa parte da opinião pública se colocou contra Dom José, em defesa da legalidade do aborto, da sua coesão moral. O entristecedor foi perceber que brasileiros que pareciam lutar contra esse crime, que diziam assegurar que a vida começava na concepção, estavam, na prática, comungando do discurso abortista, afirmando que a vida no ventre da garotinha era menos vida que a nossa e, portanto, a interrupção da gravidez não seria configurada como morte, assassinato.

Assim, a Revolução conquistou uma fatia, angariou a simpatia de homens e mulheres que, no passado, repudiavam vigorosamente o aborto enquanto hoje já colocam um "porém..." no fim da frase.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Estudantes profissionais, uma praga que ainda persiste

Estava vendo cenas do choque entre os policiais militares do Distrito Federal e os estudantes universitários esquerdistas (redundância?). Achei tudo muito engraçado! Qualquer pessoa que estuda numa Universidade Federal sabe como os nossos colegas são, coitadinhos, traumatizados pela opressão do regime militar. Não querem ver polícia nem pintada de vermelho. Recordo-me que quando houve o caso de estupro, na UFBA, a assembléia dos estudantes vetou a entrada dos PMs alegando que eram instrumentos-de-opressão-da-burguesia, aquele velho discurso foucaultiano de aparelhos de repressão do Estado.

A moral da classe estudantil ideologizada é partidária; no mensalão do PT não só se calaram como protestaram quando a classe média se organizou, chamando-a de burguesia alienada e golpista. Já no mensalão do DEM puderam vivenciar os seus melhores sonhos; confrontos com a polícia com direito a bomba, gás de pimenta, cavalaria. Com certeza esse povinho não dormiu de noite só lembrando da marcha dos cem mil versão séc. XXI.

Os estudantes profissionais são picaretas profissionais. Pousam de democráticos quando carregam a semente da revolução totalitária dentro do peito. Além de crias dos partidos políticos, os estudantes patrulham as Universidades e instituem a perseguição ideológica. Aqui mesmo na UFBA encontramos essa pérola:
"Art. 5° - São fins do DCE-UFBA:
(...)
V - defender o projeto histórico socialista de sociedade; "
Infelizmente esses estudantes não estão sozinhos. Além do crucial apoio que recebem dos partidos - PT, PC do B, PSOL, PCB, PSTU -, com brigas internas entre o fulano que é marxista ortodoxo e beltrano que é gramsciano etc, gozam da proteção da academia, dos professores que reproduzem os mesmos clichês revolucionários.

Por conta dessa triste realidade surgem situações "engraçadas", que hoje se tornaram comuns. O politicamente correto, de óbvio sabor esquerdista, impõe suas falácias para toda a sociedade. Por exemplo, nos Jogos Pan-Americanos, na música oficial, invocavam Iemanjá, a entidade de uma religião que não representa nem 1% dos brasileiros. Entretanto, se houvesse alguma referência a Nossa Senhora Aparecida, por exemplo, a esquerdalha iria alegar que a invocação afrontava a laicidade do Estado, que era uma ofensa aos não-católicos, mesmo estes sendo a maioria absoluta da nação - nação formada sobre a identidade católica, diga-se de passagem.

Os estudantes profissionais não prejudicam apenas as Universidades, mas toda a sociedade brasileira, ainda mais quando o nosso país é governado por um partido que os protege e difunde o mesmo espírito, vide, por exemplo, o programa "ProJovem Adolescente", que assiste milhões de jovens, pensado pelos intelectuais da USP e recheado dos clichês esquerdistas.

E o futuro do nosso país? Bem, prefiro nem pensar nisso...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

As bandeiras da Rede Globo

Tem gente que passa toda a vida se esforçando para definir qual o posicionamento político e religioso da Rede Globo. Sinceramente, é um trabalho inócuo, afinal é mais do que comprovado que a emissora do Plim-Plim reflete, apenas, as intemperanças da sociedade brasileira, leia-se nada com maré.

A Globo passa pela manhã a Santa Missa e logo depois vem o programa Sagrado, altamente relativista e politicamente correto; numa chamada aparecia uma mãe-de-santo defendendo o laicismo do Estado como se este se fizesse na retirada de símbolos religiosos das repartições públicas. O mais engraçado é que a Globo, que pela edição deixou claro o seu apoio, não passa uma mesa branca espírita ou ritual de candomblé pelas manhãs, mas sim a Liturgia católica, justamente por refletir a crença majoritária dos brasileiros, ou seja, IBOPE. A mesma maioria que assiste a Missa pela TV Globo é a mesma maioria que defende o Crucifixo nas Câmaras, Juizados etc.

Já pela tarde vem a novela "Alma Gêmea" com todo o seu espiritismo escancarado e a noite temos "Viver a Vida" com mulheres que vão até a cartomante para saber se devem trair o marido, onde as relações matrimôniais são sempre falidas e pecaminosas. Nas novelas de Manoel Carlos apenas os "casais" homossexuais são felizes e amorosos, além disso, não faltam falas das personagens com críticas diretas à Igreja, coisas do tipo; "A família da fulana era muito católica, para eles tudo era pecado", como já foi dito na atual novela, ou como na predecessora do mesmo autor que tinha uma menininha racista e o pai veio dizer que era porque os avós eram católicos.
Já de noite nos deparamos com o estupendo Big Brother Brasil! A Globo ama o BBB porque pode usá-lo como laboratório para todos os tipos de bizarrices e sequer se expor. Vejamos. A emissora nunca colocou um beijo homossexual nas suas novelas temendo a reação do público. Com certeza não faltou vontade nos seus autores, mas a direção deve ter vetado. Pondo dois homossexuais afetados na casa do BBB a Globo prepara o terreno, abre a porteira, sem sujar as suas mãos; se os homossexuais do programa se beijarem, se são estereótipos da cultura gay mais grotesca, a "culpa" é deles, a Globo não tem nada a ver com isso, pensam eles. O que o programa faz é incitar a glamourização da "viadagem". Como a linha da emissora é altamente politicamente correta, a começar pelo apresentador Pedro Bial, a afetação aviadada fica blindada e protegida de qualquer incursão "homofóbica".

E o que a Globo pretende? Simples, ela quer que os brasileiros acabem o Big Brother Brasil 10 achando a coisa mais natural do mundo um homem se vestir de "Priscila a Rainha do Deserto "e um garoto de 20 anos que mais parece uma Lady Gaga tupiniquim.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Inversão de valores!

Na publicação "Tá chovendo freira! Aleluia!" eu fiz um breve comentário a respeito do caríssimo cachê cobrado por Pe. Fábio de Melo. Ademais, coloquei um engraçadíssimo vídeo, produzido pelo programa "Hermes e Renato", que ironiza os Padres Fashions, em especial aquele-que-não-pode-ser-criticado.

Entretanto, um comentário feito por um leitor(a) me chamou atenção:
"Vcs não tem o que fazer não?
Bando de invejosos.Queriam ser tão lindos e cheios da grana e tão amados pelas mulheres quanto ele!E certamente tão abençoados tb. Ihhh...mas não chegam nem perto...HAHAHA
Tadinhos de vcs.

Ah, e o padre é muiiiiito mais bonito e muito mais abençoado q o mocinho do vídeo.
Quem sabe um dia vcs chegam lá!
Torço por vcs!
beisous!"
Que inversão de valores! Normalmente as fabetes dizem que nós estamos julgando Pe. Fábio e, logo depois disso, falam que temos pouca fé, que somos hipócritas etc, enfim, mesmo caindo em contradição ficam na esfera espiritual, mas já esse(a) fã foi além!

Agora invejamos o dinheiro, a beleza de Pe. Fábio, assim como o sucesso que faz com as mulheres?! Quer dizer que é isso que importa? Quer dizer que esses frutos são positivos e santos na vida de um Sacerdote com voto de pobreza e castidade?! Se um católico chega ao nível de vangloriar um Presbítero pela sua beleza, dinheiro e capacidade de conquistar mulheres, meu Deus, então precisa URGENTEMENTE de uma catequese básica.

Rezemos!