sábado, 21 de novembro de 2009

Nostra gloria è la Croce


NOSTRA GLORIA È LA CROCE DI CRISTO,

IN LEI LA VITTORIA;

IL SIGNORE È LA NOSTRA SALVEZZA,

LA VITA, LA RISURREZIONE.


Non c’è amore più grande

di chi dona la sua vita.

O Croce tu doni la vita

e splendi di gloria immortale.



O Albero della vita

che ti innalzi come un vessillo,

tu guidaci verso la meta,

o segno potente di grazia.



Tu insegni ogni sapienza

e confondi ogni stoltezza;

in te contempliamo l’amore,

da te riceviamo la vita.

Celso Pitta para patrono do Movimento Negro!

Celso Pitta morreu no dia da Consciência Negra! O que aprendemos com isso? O esterótipo do negão, de cabelo trançado, tocador de timbal, militante do PT e iniciado no candomblé, como pinta o movimento negro, simplesmente não existe e, se passou a existir, foi conseqüência do lobby racialista financiado com muitos dólares da Fundação Ford.

Negros e mestiços - estes último sim são maioria no Brasil, mas o movimento negro quer transformá-los em estatisticamente pretos - são brasileiros, ou melhor, brasileiros são negros, mestiços e brancos. Portanto, estão propensos aos mesmos pecados dos homens-brancos-opressores-descendentes-de-senhores-de-escravos-e-que-se-perpetuam-no-poder-através-de-partidos-reacionários.

Iniciemos a campanha "Celso Pitta para patrono do movimento negro"; negão - ou "afro-descendente de grande porte", para ser politicamente correto - e corrupto! Isso que é brasilidade!

Goodbye bad Bishops!

(Clique na imagem)
Haja criatividade! A idéia desse site é simplesmente fabulosa!

Se houvesse uma versão brasileira, vixe, ia travar de tão demorada que seria o carregamento da página...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Welcome to Rwanda...

Pedro Ravazzano

Eu, um tútsi brasileiro, escrevo uma breve reflexão nesse dia da Consciência Hutu. O nosso país caminha para a edificação de uma sociedade bipolar, dividida entre brancos e negros. A começar, bem sabemos que o Brasil jamais foi um Estado racista, com uma política de discriminação oficial. Ademais, devemos pontuar que até mesmo a triste escravidão, com um estudo muito ideologizado hoje em dia diga-se de passagem, não teve motivação racial; brancos não escravizavam negros, dominadores escravizavam subjugados. Além disso, é importante frisar que o alvorecer do racismo cientifico se consolidou apenas no séc. XIX.


O mesmo racismo científico que favoreceu políticas oficiais de discriminação, plantou a semente do que veio a ser, no futuro, o caricato pan-africanismo. Inicialmente liderado por intelectuais americanos que sequer conheciam a África, a utopia da união do continente "negro" refletia, cruelmente, o simplismo assustador do racismo reverso. O pan-africanismo, fadado ao fracasso desde o seu nascimento, desconhecia, ou pretendia desconhecer, a incrível riqueza cultural da África. Os americanos negros, os primeiros pensadores do sonho africanista, formados sobre a ótica do racismo científico, simplificavam e sintetizavam as plurais caraterísticas africanas na cor de pele. A utopia não agüentou a realidade de um continente composto por culturas das mais variadas; foi o fim do pan-africanismo.

Entretanto, mesmo o sonho da unidade africana morrendo, persistiu o espírito racialista da pior forma possível. Na África do Sul, onde a discriminação era institucionalizada, os brancos africâneres impunham um regime de segregação oficial, uma realidade surreal em terras majoritariamente negras. Interessantemente, o delírio de uma nação branca se uniu à promoção do orgulho étnico. A política da África do Sul arquitetava um plano que passava pela independência dos bantustões, zonas tribais criadas pelo regime do apartheid. Entretanto, era essencial que a luta pela liberdade fosse alimentada através da criação do mito da etnia. Assim, etnólogos, geógrafos, historiadores etc, construíram identidades étnicas e raciais. Universidades passaram a ter centros de estudos de cultura africana e institutos foram fundados com o propósito de levantar o edifício do orgulho da raça negra. O projeto não foi eficiente, os bantustões não lutaram pela independência e os negros continuaram fascinados pelas grande metrópoles "brancas", mas conseguiu criar, em laboratório, um mito. Alguma semelhança com o Brasil?

O exemplo mais assustador dos péssimos frutos do pensamento racialista se encarna na triste história de Ruanda, um país encravado no coração da África. A nação, que tinha um reino centralizado, se dividia entre tútsis e hutus. Os primeiros compunham a elite nobiliárquica da nação. Os reis de Ruanda reinavam gloriosamente e, até hoje, perpetuam sua história na figura de Kigeli V que atua em defesa do seu povo e da tradição ruandense. Vale lembrar, por sua vez, que não havia identidade étnica encrustada no espírito social; tútsis pobres eram hutus e hutus ricos eram tútsis. Os belgas, que tomaram posse de Ruanda depois da derrota alemã na Primeira Guerra Mundial, perpetuaram o poder tútsi e a estrutura monárquica. Não obstante, para consolidar o domínio favoreceu e divulgou o orgulho étnico numa nação que o desconhecia. Pesquisas foram feitas com o propósito de comprovar a origem superior dos tútsis. Estes não eram mais irmãos dos hutus - como relatava o antigo mito de criação nacional - mas sim descendentes dos nobres etíopes. Uma origem tão elevada se confirmava na diferença de porte, estrutura facial etc, dos tútsis comparados aos hutus. Os primeiros eram mais altos, com narizes mais finos, elegantes e garbosos. Entretanto, as diferenças entre ambas as “etnias” simplesmente não existiam. E se, por acaso, tútsis eram maiores estruturalmente que os hutus, isso se devia a alimentação mais balanceada que estes tinham - o que podemos comprovar ao comparar coreanos do norte e do sul.

O mito foi criado pelos belgas e usado como a bandeira do levante hutu. Depois da queda da monarquia, com a morte de Mutara III Charles, e a ascensão da República, o governo, de maioria hutu, deu início às políticas de repressão (expulsão e morte) contra a população tútsi. Tudo era justificado como dentro da aceitada reparação histórica. Os choques entre Frente Patriótica Ruandesa (RPF), composta por tútsis refugiados, e o governo de Habyarimana, se converteram em conflitos com numerosos mortos. Não obstante, no Acordo de Arusha, assinado entre as duas forças, ficou acertado um cessar-fogo e a construção de um governo de transição, composto pelas dois “povos”. Todavia, num atentado que até hoje não se sabe ao certo quem promoveu, o presidente de Ruanda, Habyarimana, foi assassinado. Esse foi o estopim para que a Interahamwe, milícias armadas hutus, lideradas por George Rutaganda, treinadas pelo exército ruandense e estimulada por extremados membros do governo, desse início ao genocídio. Cerca de 800 mil pessoas foram assassinadas em 100 dias - o número é incerto, alguns falam de 1 milhão ou até 2 milhões - 11% da população e 4/5 dos tútsis - entre eles 300 clérigos e freiras. O genocídio só acabou com a ocupação do país pela RPF, dirigida por Paul Kagame, atual Presidente.

As rádios conclamavam a expulsão dos tútsis, alegando que, como ocupantes da nação, descendentes dos etíopes, deveriam ser exterminados; “matem as baratas!” Os corpos de centenas de milhares de tútsis eram jogados no rio Nyabarongo que flui até o Lago Vitória, na nascente do Nilo; os tútsis, supostamente imigrantes abissínios, deveriam voltar para o vale do Rio Nilo, vivos ou mortos.

O mito da raça foi criado em Ruanda e promoveu uma cadeia de ódio e rancor que refletiu no genocídio. Tanto a triste história ruandense como a edificação da dialética racial no Brasil partem da mesma ótica desatualizada. O que triunfa é a pré-destinação; o indivíduo é condicionado pela sua cor de pele, pela sua ascendência. Dentro dessa mentalidade a cultura é genética, um polilogismo racial digno do nazismo. O tútsi tinha que ser exterminado porque, sendo tútsi, e condicionado pela cultura "tútsi", era um artífice da prevaricação e opressão contra os hutus. Assim como o judeu deveria ser massacrado porque, sendo judeu, estava fadado a fabricar a usura. Do mesmo modo, no Brasil, alguém que é fenotipicamente negro, mestiço, é obrigado a carregar uma carga cultural pré-fabricada, com direito a cabelos trançados, iniciação no candomblé e engajamento em políticas raciais.

Triste mundo moderno. Estamos regredindo, decaindo. Triunfa a pré-destinação racial; o homem não é mais aquilo que ele quer ser, mas aquilo que o seu antepassado foi.

Tútsis brasileiros, corram que os hutus vem aí!

Não acredito em bruxas...

... mas que elas existem, existem!

Em outubro, realizou-se na cidade de Tucumán, Argentina, o 24º Encuentro Nacional de Mujeres que, como aconteceu em suas versões anteriores, terminou com uma marcha pacífica pela cidade - sim, estou sendo irônico.

No texto de convocação encontra-se entre as bandeiras defendidas pelas feministas, como não podia deixar de ser, " los derechos sexuales y reproductivos" e "la despenalización y legalización del aborto".

Ainda na redação, elas afirmam que uma das notas desses encontros é a democracia. Bem entendido, democracia é aceitar o que elas querem, qualquer oposição é sinal de ditadura. Não aceitam nem mesmo a oposição daqueles que heroicamente rezam o terço e se interpõe entre a marcha e a Igreja para evitar pichações e atos de vandalismos contra o templo.

Veja o vídeo (até mesmo para entender o título do artigo) e algumas fotos da pacífica marcha:





Foi tão pacífica a manifestação que este opositor dormiu durante marcha, seu sono continuou no Hospital:



Em nenhum momento houve qualquer provocação por parte das manifestantes:





Elas roubaram um rosário dos opositores e, depois de fazerem coisas indescritíveis, o destroçaram num sinal de respeito a opinião alheia:

 

Nem os policiais escaparam das consequências pacíficas da marcha democrática:

 

Abaixo vê-se qual é a maneira democrática com que as participantes da marcha trataram quem a elas se opuseram: cuspiram no rosto.



Outra manifestação democrática e pacífica: pichar nas roupas dos opositores e desenhar bigodes no rosto deles:



Isso tudo porque esses jovens opositores baderneiros atrapalharam a marcha recitando em voz alta as orações do Rosário e impediram a democrática depredação da Catedral.


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Pe. Fábio e a sua chinesa

D. Rafael Cifuentes, Bispo de Nova Friburgo, contou uma história interessante no programa "Escola da Fé", do prof. Felipe Aquino, que passou agora há pouco.

Um homem, apaixonado por uma moça chinesa, se viu obrigado, numa compreensão bem apurada do seu amor, a estudar chinês. Dominar a língua da amada era parte essencial da conquista do tesouro que tanto sonhava. Entretanto, o que era um aprendizado com um fim se perdeu no meio. O homem, apaixonado pela chinesa, não só aprendeu chinês e a cultura da milenar nação como se tornou um destacado sinólogo, fazendo palestras e seminários sobre a civilização chinesa.

Em nome do amor o homem estudou chinês, mas perdido na sua busca ele esqueceu do que o motivou; a moça chinesa, a amada.

Essa breve história nos obriga a refletir a respeito da crescente laicização do Sacerdote, esquecido nos meios e embriagado com a fama, sucesso, estrelismo, mundo. Vale frisar que não são apenas os Presbíteros de destaque que correm perigo com essa letargia espiritual. Sempre que o Padre é contaminado pela mentalidade indiferentista e relativista, que impõe um certa democracia doutrinal, como se a Verdade fosse definida pelo tempo e pela maioria, ele perde o foco do que segue, de quem segue.

De fato, a Verdade sem caridade é mesquinha, mas a Verdade não pode ser tolhida em nome da caridade. Em concreto, a caridade se faz na defesa inconteste da Verdade, afinal se a Verdade liberta, e se nós amamos o próximo e, portanto, queremos libertá-lo, nada mais sensato do que apresentá-lo ao Caminho e a Vida, que é Cristo presente plenamente em Sua Igreja.

O Fratres in Unum noticiou que Monsenhor Mauro Piacenza, secretário da Congregação para o Clero, fez um comentário muito oportuno na jornada de estudos “A comunicação na missão do sacerdote”:
“A comunicação deve favorecer a comunhão na Igreja, de outro modo se converte em protagonista, ou pior ainda, introduz divisão. Para a evangelização não servem os sacerdotes showman que vão à TV [...] O sacerdote não deve improvisar quando utiliza os meios de comunicação, nem pode comunicar a si mesmo, mas [comunicar] dois mil anos de comunhão na Fé. Esta mensagem pode ser transmitida apenas através de sua própria experiência e de sua vida interior”.
Não tem como não pensar em Pe. Fábio de Melo, um Sacerdote dividido entre a fama e o politicamente correto religioso. O Padre, ex-dehoniano, parece com o homem apaixonado pela chinesa do exemplo citado por D. Rafael. Todo o seu sucesso e estrelismo são justificados como baseados na divulgação do Evangelho. Mas fazendo uma reflexão honesta, será que Pe. Fábio não se esqueceu no caminho e hoje vive uma auto-promoção e uma vanglória de shows com gritos histéricos das fãs e de posteres em revistas jovens? Pe. Fábio de Melo vende, seu nome e sua figura se tornaram marcas, sua presença em programas garante bom ibope, seus caros shows são sucesso na certa.

A fidelidade a Cristo, vivida na Sua Igreja, deve ser sempre o sinal inconteste da entrega ao Reino. Divulgar uma Boa Nova compreendida com olhos humanos e falíveis é envenenar o Evangelho anunciado. Devemos ter como norte claro a vivência integral dos ensinamentos da Igreja - a Verdade - e anunciá-los aos homens - a caridade.

Gandalf e as páginas rasgadas da Bíblia

(FAITH AND REASON) Quando o ator e gay assumido Sir Ian McKellen (Gandalf em O Senhor dos Anéis, entre outros papéis memoráveis) ficou em um hotel com a tradicional Bíblia na gaveta do criado-mudo, rasgou as páginas que contêm uma certa passagem de Levítico, de acordo com a entrevista dada por ele a revista Details.

(A passagem diz: "Do not lie with a man as one lies with a woman; that is detestable," ("Não se deite com um homem, como se fosse mulher. Isso é abominação"), como traduzido pela Nova Versão Internacional, a King James Version usa a palavra "abominável".)

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Ele pode até rasgar as páginas, mas não pode mudar a Lei Natural, a ordem divina!