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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Encontro com Annette Kirk

Edson Carlos de Oliveira 
Na noite de ontem, tive a honra de conhecer pessoalmente a Sra. Annette Kirk (foto ao lado), viúva do filósofo Russell Kirk (1918-1994) e presidente daRussell Kirk Center for Cultural Renewal.

Estando em São Paulo para o lançamento, pela editora É Realizações, de quatro livros de autoria de seu falecido esposo - um dos maître à penser do conservadorismo americano -, Annette Kirk visitou a sede do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) acompanhada de sua filha e do pesquisador Alex Catharino.

A pequena comitiva americana foi recebida pelo príncipe Dom Bertrand, Dr. Adolpho Lindenber, presidente do IPCO, Mário Navarro da Costa, dirigente do Bureau-TFP de Washington, Daniel Martins, coordenador de campanhas do IPCO e por mim.

Daniel Martins apresentou a Sra. Annette Kirk os trabalhos que o Instituto desenvolve com as caravanas de jovens que percorrem o Brasil em defesa da família. Em contato frente a frente com o público, os jovens sacrificam suas férias escolares de início e meio de ano para combater ideologicamente o aborto, "casamento" homossexual, invasões de terras, PNDH-3, etc.

Através da Sra. Kirk, fiquei sabendo de um xará. Quando me apresentei como "Edson Oliveira, ela me disse em seguida: "It's the same name of the publisher!". Só então soube que o editor da É Realizações chama-se Edson Manoel de Oliveira Filho e que este deveria ter-se apresentado a ela também como "Edson Oliveira".

E por incrível que pareça, a sede da É Realizações fica apenas a algumas quadras de onde resido. Que coisa, precisou a Sra. Kirk vir ao Brasil para eu ficar sabendo disso. O mundo gira mesmo.

sábado, 24 de setembro de 2011

Batalha de Iwo Jima e o heroísmo católico, detalhes desconhecidos sobre a famosa foto



Escrevi este artigo depois de pesquisar em fontes norte-americanas, pois não encontrei dados - mesmo irrelevantes - em nenhum site ou blog de língua portuguesa. Talvez até – pode ser uma pura pretensão minha - seja a primeira vez que ela é contada, ao menos na internet, em nosso idioma. Submeto-a para apreciação de nossos leitores.


***

A foto famosa ao lado, intitulada Raising the flag on Iwo Jima, registrou o momento em que os marines conquistaram, no dia 23 de fevereiro de 1945, o cume do vulcão Suribachi (foto acima), ponto mais alto da ilha de Iwo Jima. Esta foto foi tirada por Joe Rosenthal na segunda vez em que a bandeira norte-americana foi levantada.

Mas o que não é muito conhecido é lado da bravura profundamente católica que envolveu o primeiro hasteamento da bandeira.

O livro do padre jesuíta Donald Crosby, Battlefield Chaplains: Catholic Priests in World War II, narra os feitos dos padres católicos que participaram da segunda Guerra Mundial. Entre eles, Pe. Crosby conta a história do sacerdote jesuíta Charles F. Suver, com então 38 anos de idade, pertencente ao 5ª Divisão de Fuzileiros Navais. Ele era um dos 19 capelães que ministravam os sacramentos para as três divisões marines que participaram da mais sangrenta batalha no Pacífico.

Localização da ilha vulcânica de Iwo Jima.
Pe. Suver nasceu em Ellensburg, Washington, no ano de 1907. Formou-se na faculdade de Seattle, em 1924, e foi ordenado padre em 1937. Pouco depois do ataque japonês em Pearl Harbor, ele entrou para a marinha como capelão e foi designado para acompanhar os soldados na batalha de Iwo Jima.

Um dia antes do desembarque na ilha, a tensão aumentava entre os soldados que sentiam a morte se aproximar na medida em que o navio ficava mais perto de seu destino. Eles sabiam que teriam que enfrentar, em breve, mais de 23.000 japoneses liderados por um dos mais capazes generais do Japão. A coragem dos marines seria testada ao máximo.

Alguns fuzileiros foram, então, após o jantar, até a cabine do Pe. Charles Suver para conversar sobre a invasão que ocorreria ao amanhecer. Em certo momento, um jovem oficial disse que se ele tivesse uma bandeira americana, a levaria até o alto do monte e talvez alguém a hasteasse lá em cima.

O tenente Haynes, desafiando o oficial, imediatamente respondeu: "Certo, você leva a bandeira que eu a coloco lá em cima". Com uma santa ousadia, Pe. Suver acrescentou: "Vocês colocam ela lá em cima e eu celebro uma missa embaixo dela!"

Às 5:30 da manhã do dia seguinte, 19 de fevereiro, ainda a bordo do navio (LST 684), o Pe. Suver celebrou uma missa para os fuzileiros navais. Logo após, alguns marines fizeram várias perguntas a ele, especialmente sobre coragem. Então, o sacerdote jesuíta respondeu: "Um homem corajoso cumpre o seu dever, apesar do medo atroz. Muitos homens têm medo, por muitas razões diferentes, mas poucos são corajosos".

Padre Suver desembarcou naquele dia às 9:40 da manhã, na mais perigosa de todas as praias, a Green Beach. Sob o fogo de metralhadoras que começaram de repente a disparar, ele foi forçando a se atirar no chão. Mais tarde soube que tinha estado atrás das linhas japonesas e no território controlado por cinco metralhadoras.

Ele se arrastou imediatamente para o próximo trincheira. Apesar destas situações enervantes, padre Suver não abandonou a ideia de rezar uma missa no Monte Suribachi assim que a bandeira americana fosse hasteada lá. Sua vida esteve em risco diversas vezes durante a batalha, mas ele conseguiu sempre manter o domínio de si mesmo e continuou a exercer sua função.

Cinco dias de combates sangrentos se passaram. Pe. Suver estava trabalhando em um posto de socorro com seu ajudante Jim Fisk (durante a batalha foram designados assistentes para transportar os equipamentos dos capelães) quando percebeu que os marines cautelosamente escalavam o Monte Suribachi. Embora a situação fosse extremamente perigosa, ele decidiu que este era o momento. Convocou seu ajudante, pegou sua mala com o material necessário para celebrar a Missa e correu em direção do vulcão.

Enquanto subiam, viu a bandeira tremulando no cume do monte. Uma onda de entusiasmo tomou conta de todos os marines, alguns até choraram de alegria quando viram a bandeira americana balançando ao sabor do vento. "Todos nós experimentamos uma emoção que nenhum de nós nunca vai ser capaz de descrever", disse o padre Suver.

Infelizmente, o tenente Haynes, que tinha se prontificado a hastear a bandeira no alto do monte, foi baleado nas costas momentos antes e ficou paralisado até o fim de sua vida

Foto: Primeira missa em Iwo Jima, celebrada pelo padre jesuíta Charles Suver no
cume do monte Suribachi. Autor: Louis Burmeister.
Pe. Suver chegou ao topo e, com a aprovação do comandante, preparou-se para celebrar o Santo Sacrifício da Missa. Dois tambores de gás vazio com uma placa colocada em cima eram tudo o que podiam encontrar para servir de altar. Mais ou menos vinte soldados vieram assistir à Missa com suas armas em riste, pois a resistência japonesa ainda estava muito acirrada.

Para proteger o sacerdote e os utensílios sagrados, dois marines segurava um manto contra o vento feroz. Os fuzileiros navais protegiam o sacerdote não só do vento, mas também de um possível ataque que poderia ser eminente.

As cavernas próximas ainda abrigavam soldados japoneses e estavam tão perto que o padre Suver podia ouvir os japoneses falando sobre aquela desconhecida cerimônia religiosa. Providencialmente, os japoneses não atacaram e Pe. Suver conseguiu realizar a histórica primeira missa da ilha de Iwo Jima. 

Joe Rosenthal, judeu convertido ao
catolicismo.
Jim Fisk, o ajudante do Pe. Suver, publicou posteriormente um artigo afirmando que a missa foi celebrada durante o hasteamento da primeira bandeira, cerca das 10:30 da manhã. O segundo levantamento da bandeira - fotografada por Joe Rosenthal, vide foto no início deste artigo - ocorreu entre 12:00 e 12:30.

Sobre o momento em que a missa foi celebrada, há uma versão do padre jesuíta Jerry Chapdelaine, que foi amigo do Pe. Suver e que conviveu com ele na escola jesuíta Bellarmine, em Tacoma, Washington. Segundo ele, o padre Suver lhe disse pessoalmente que a missa foi rezada antes do hasteamento da bandeira e não depois. Pe. Chapdelaine conta que o padre Suver disse aos seus homens: "Eu vou rezar missa para vocês e, em seguida, vocês levantam a bandeira".

"Ele era um cara durão", comenta o Pe Chapdelaine sobre o Pe. Suver, "era fisicamente forte e tinha muita coragem. Mas ele era um homem muito gentil, também". Pe. Suver morreu de câncer em 1993 aos 86 anos. Era domingo de Páscoa. "Ele queria morrer na Sexta-Feira Santa - segundo ele próprio me disse", contou o padre Chapdelaine, que celebrou seu funeral na Igreja St. Joseph, em Seattle.

Sobre o papel dos capelães jesuítas, o fotógrafo Joe Rosenthal - a quem, antes de desembarcar, o tenente Haynes se gabou de que ia levantar uma bandeira no cume do Suribachi e que o padre Suver prometeu celebrar uma missa debaixo dela - comenta que  que tinha boas recordações dos sacerdotes corajosos que serviram como capelão durante a Segunda Guerra Mundial. "A maioria dos capelães foram bons (...). Os jesuítas foram admirados por todos os Marines. (...) Se eles encontravam um fuzileiro naval morrendo, eles iam até lá [correndo o risco de serem atingidos], como uma coisa natural. Eles eram tão heroicos quanto os marines".

Pe. Suver e os seus homens tinham cumprido a sua promessa, apesar do grande perigo que encontraram. Muita batalha ainda havia pela frente em Iwo Jima, mas o levantamento da bandeira e a missa encorajaram os marines para manter a luta em uma combinação sublime de bravura patriótica e fervor religioso.

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Fontes consultadas:

Something Else Sublime Happened on Mount Suribachi, Blog The America Needs Fatima, http://americaneedsfatima.blogspot.com/2008/11/something-else-sublime-happened-on.html, acessado em 22/9/2011.

Fr. Charles F. Suver, S.J. "The Jesuit of Iwo Jima", Blog Good Jesuit, Bad Jesuit, http://goodjesuitbadjesuit.blogspot.com/2011/01/fr-charles-f-suver-sj-jesuit-of-iwo.html, acessado em 22/9/2011.

The Forgotten Mass on Iwo Jima, site The Remnant Newspaper, http://www.remnantnewspaper.com/Archives/archive-2006-0831-iwo-jima.htm, acessado em 22/9/2011.

The Mass on Mount Suribachi, site The American Catholic, http://the-american-catholic.com/2009/03/30/the-mass-on-mount-suribachi/, acessado em 22/9/2011.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Enquete: Na Itália, desagregação familiar se soma a crise econômica

O portal de notícias IG reproduziu em 7 de agosto um artigo da agência EFE sobre o importante papel que a família, na Itália, teria neste momento de crise financeira, não fossem os fatores de decadência que nela penetraram.

"A família é o amortecedor secreto da crise social", disse Marco Ferraroti, sociólogo e professor da Universidade La Sapienza de Roma. Ferraroti observa que, pela influência da Igreja Católica, a Itália ainda "é muito mais familiar do que qualquer outro país da Europa” e que “a crise da sociedade enfatizou o papel da família”. “Quando nada funciona em uma sociedade, a família é que resolve os problemas", explicou.

Para Giussepe Roma, diretor-geral do Centro de Sociologia Censis, a família italiana "é o grande motor do país", mas constata que a instituição já não é mais como outrora. A baixa natalidade fez com que no país a metade da população seja constituída atualmente por idosos. Além disso, os divórcios e a falta de casamentos entre pessoas abaixo de 35 anos tornou a família menor e mais fraca. “Nos encontramos diante de uma forte crise de valores e, portanto, a família como pilar da sociedade corre sério risco”, afirmou Giussepe Roma.

Para o leitor, quais dos fatores abaixo contribuem mais para aumentar a crise e a decadência da família?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Enquete: O que pensa o leitor da atitude do juiz que anulou contrato de união estável entre homossexuais no Estado de Goiás?

Supremo Tribunal Federal reconheceu como “entidade familiar” o contrato de “união estável” de casais homossexuais. Mas, para o juiz da 1º Vara de Fazenda Pública de Goiânia, Jerônymo Pedro Villas Boas, “o Supremo mudou a Constituição”. “Apenas o Congresso tem competência para isso”, disse o magistrado ao portal de notícias G1 (Cfr.: “Juiz anula contrato de união estável entre homossexuais”, 19/6/2011).

Isso levou Villas Boas a anular o pedido de “união estável” de um casal homossexual e estendeu a proibição para todos os cartórios de Goiânia.

Para você, leitor, a atitude do juiz foi correta?

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Por que 2 bilhões de pessoas assistiram ao casamento do Príncipe William?


O fato de as mídias divulgarem escândalos cometidos por membros das famílias reais comprova que, conscientemente ou não, para a opinião pública a nobreza deve ser integra em sua apresentação e em suas ações e ser exemplo para as demais famílias do país.

Uma família real é, antes de tudo e simplesmente, uma família. Mas não qualquer família, é a família por excelência da Nação. Aquela que tem por vocação ser modelo e arquétipo do trato familiar em seu país. Os povos tendem a querer que, o que há de bom e saudável em seus lares, exista de maneira ainda mais excelente naquela residência que os representa: a casa real.

Uma nação é um conjunto de famílias, e, por isso, o modelo monárquico naturalmente o de todos os povos, desde que se tem notícia na História da Humanidade, até a Revolução Francesa de 1789. Antes disso houve algumas repúblicas, é certo, como entre os gregos da Antiguidade e, na Idade Média, as repúblicas aristocráticas, como as de Veneza e Gênova. Mas todas elas tinham por base a desigualdade de classes sociais. Entre os gregos antigos, essa desigualdade admitia até a escravidão. Na Idade Média, sob o maternal bafejo da Igreja Católica, o relacionamento entre as classes era de harmonia e cooperação. Seja como for, o fato é que a regra absolutamente generalizada era a monarquia.

A recente proliferação de repúblicas – estamos falando de séculos, portanto, é recente - foi algo imposto por minorias ideológicas fanatizadas pelo princípio da igualdade social, elevado à categoria de dogma absoluto. Surgiram então as repúblicas revolucionárias, nascidas das convulsões do final do século XVIII, sob o impulso das seitas iluministas na França, carbonárias na Itália e outras do gênero.

No Brasil, o golpe militar de Deodoro, que destituiu D. Pedro II e exilou a família imperial, não se deveu à aclamação do povo. O próprio Aristides Lobo, considerado um dos “pais” da República brasileira, confessou em suas memórias que “o povo assistiu bestificado a proclamação da República”.

Em uma república moderna revolucionária, o líder máximo é muitas vezes um simples qualquer – como eu, às vezes pior, acredite – que nada tem de representativo das das qualidades de um povo. Ele exerce legitimamente a Suprema Magistratura do país, mas não é representativo de suas qualidades, de seus sonhos, em suma de sua alma. É um simples gerente.

E é justamente essa ausência sistemática de representatividade familiar em numerosos governos do mundo moderno, um dos elementos - acredito eu - que fez com que 2.000.000.000 de pessoas voltassem ansiosas e comprazidas suas atenções para o casamento do herdeiro do trono da Inglaterra, país que ainda conserva algo dessa autenticidade monárquica, ao menos simbolicamente, independente de escândalos e decepções que membros da família real possam dar e que a mídia esquerdista habilmente explora.






quarta-feira, 27 de abril de 2011

Perseguição religiosa no Paquistão



No Paquistão, num mar de 167 milhões de habitantes, os cristãos somam menos de 3% da população. Nesse país dominado por fundamentalistas mulçumanos, criticas ao islamismo são punidas severamente e certas leis facilitam a perseguição religiosa.

O caso de Asia Bibi Noreen

Atualmente, um caso está comovendo o mundo. Asia Bibi Noreen, paquistanesa de 45 anos, casada e mãe de várias filhas, foi condenada à morte por “crime de blasfêmia” em novembro do ano passado e será enforcada se a Alta Corte apoiar a sentença.

terça-feira, 5 de abril de 2011

“Deus abençoe os húngaros!”

Eis a frase que inicia o preâmbulo da nova constituição hungara planejada pelo governo do primeiro-ministro Victor Orban, que visa professar claramente a identidade cristã da Hungria: “Deus abençoe os húngaros!”

Segundo o site alemão Kath.net (30/3/2011), a apresentação do projeto de reforma constitucional deixou a oposição esquerdista preocupada – o que em geral é bom sinal -, pois o novo texto dará proteção à vida desde sua concepção e definirá o matrimônio como uma instituição composta entre um homem e uma mulher.

As intenções do governo húngaro não agradaram também a União Europeia, cuja agenda laicista e imoral visa impor o oposto em todos os países integrantes.

“Somos orgulhosos pelo fato de nosso rei Santo Estevão ter criado o Estado húngaro e colocado nossa pátria como parte da Europa Cristã”, lê-se na redação do preâmbulo.

Além de professar diversas vezes sua adesão à Cristandade, a Constituição se refere à “Santa Coroa” (foto acima), que pertenceu a Santo Estevão e com a qual cerca de outros 55 reis foram coroados, como símbolo da nacionalidade.

Com uma maioria de dois terços no Parlamento, o governo pretende implementar a nova constituição a partir da próxima Páscoa.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Enquete: É correto usar imagens católicas nos desfiles das escolas de samba?

A escola de samba Nilópolis, com autorização da Arquidiocese do Rio de Janeiro, levará para o meio da imoralidade do sambódromo uma imagem de Cristo Redentor (foto ao lado), de dez metros de altura, tendo ao fundo uma outra de Nossa Senhora.

Segundo O Globo do dia 26 deste mês, a advogada da Arquidiocese do Rio, Claudine Dutra, afirmou que não se trata de Jesus Cristo, mas de um “ser de luz” e que os direitos autorais da imagem pertencem à cúria arquidiocesana.

Além disso, nesse ambiente de imoralidade carnavalesca, 300 crianças rodearão a imagem de Cristo Redentor no desfile.

E qual é a sua opinião, leitor, sobre isso? Você acha correto utilizar imagens católicas pelas escolas de samba? Responda na enquete abaixo.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Havana: O fantasma de Honecker e os ressuscitadores

Das ruínas da revolução, sectores eclesiásticos, uma vez mais, tratam de ressuscitar as supostas conquistas do sistema comunista cubano, como se de uma arvore intrínseca e satanicamente má, pudesse brotar frutos bons.

Por Armando F. Valladares, 14 de fevereiro de 2011 - Tradução: Edson Carlos de Oliveira

Raúl Castro cumprimentando D. Dionísio García, arcebispo de Santiago de Cuba e o cardeal Jaime Ortega (dir.), arcebispo de Havana, o "Pastor-carcereiro" que, ao invés de dar a vida por suas ovelhas, faz todo o possível para ajudar aos Lobos e asfixiar ao rebanho.

Em Havana, um fantasma de mal agouro rodeia os centros nevrálgicos do poder e causa preocupação ao ditador. Uns dizem que é o fantasma do egípcio ditador Mubarak, recentemente deposto; outros suspeitam que seja o do romeno ditador comunista Ceaucescu, derrubado e condenado a morte em 1989. Mas fontes de minha absoluta confiança, que viram o fantasma com seus próprios olhos, me disseram que mais se parece com Eric Honecker, o último ditador comunista da Alemanha Oriental, que caiu também em 1989, junto com o infame Muro de Berlim.

Parece que o ditador de Cuba está realmente preocupado, seus aparelhos de segurança possuem uma maquiavélica experiência de meio século em reprimir e esmagar pessoas de carne e osso, mas se mostram impotentes para lidar com fantasmas.

Reunido com seus sequazes, nos antros mais tenebrosos, o ditador cubano decidiu pedir ajuda a seus mais eficazes aliados de décadas, especialistas na repressão espiritual e no controle das almas que se opõe ao comunismo. Quem sabe se eles teriam alguma ideia para reprimir e afugentar da ilha o fantasma de Honecker.

O Pastor-Carcereiro, como invariavelmente tem feito, se dispôs a prestar a solicitada ajuda junto com seus colaboradores. Mas lhe pareceu mais prudente canalizar sua colaboração com mão de gato, fazendo publicar o artigo "La urgencia de un nuevo pacto social" na revista "Espacio laical", do Conselho Arquidiocesano de Leigos de Havana. A agência católica Zenit, de Roma, reproduziu e difundiu o texto do artigo.

Sem citar diretamente ao fantasma que ronda Havana, o artigo constata um perigoso "processo de fratura" na sociedade comunista que poderia levar, "em pouco tempo", segundo se encarrega de advertir, a uma "perda de governabilidade" e a um "estágio muito difícil" para o atual regime. O seja, em outras palavras, se prevê um colapso do regime se este não fizer algo com urgência. O artigo, de maneira servil em relação ao regime, acusa como primeiros responsáveis da atual situação de Cuba não ao Partido Comunista, que está na raiz dos males cubanos, mas aos "setores" que discrepam do regime, aos quais o arcebispo reprova a "incapacidade enorme" para reconhecer a "legitimidade" do regime e que se negam a "dialogar" com o ditador. Finalmente, o artigo lança como solução um "novo pacto social" que atue como galvanizador e ressuscitador do regime agonizante.

Fontes de minha confiança também me informaram que na sexta-feira de 11 de fevereiro estava em Havana, participando em reuniões sigilosas com eclesiásticos da ilha, o arcebispo de Miami, monsenhor Thomas Wenski, membro do comitê de política internacional da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, conhecido defensor do "diálogo" com o regime comunista.

Das ruínas da revolução, sectores eclesiásticos, uma vez mais, tratam de ressuscitar as supostas conquistas do sistema comunista cubano, como se de uma arvore intrínseca e satanicamente má, pudesse brotar frutos bons.

Que a Providência ilumine aos cubanos da ilha e do desterro para resistir com a força das ideias e da fé às manobras do ditador, dos "pastores-carcereiros" e dos ressuscitadores de plantão.

Armando Valladares, escritor, pintor e poeta. Passou 22 anos nas prisões políticas de Cuba. É autor do best-seller "Contra toda esperanza", onde narra o horror das prisões castristas. Foi embaixador dos Estados Unidos ante a Comissão de Direitos Humanos da ONU sob as administrações Reagan e Bush. Recebeu a Medalha Presidencial de Cidadão e o Superior Award do Departamento de Estado.

No começo de fevereiro, Valladares escreveu o artigo "Cuba, el preso político y el Pastor-carcelero".

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Grupo homossexual da Bahia tenta atrapalhar caravana católica, mas não consegue…


Em passagem por Salvador, a caravana Terra de Santa Cruz fez uma bela campanha na Praça da Sé recolhendo assinaturas contra o PNDH-3 que visa, entre outras coisas, descriminalizar o aborto e legalizar o "casamento" homossexual.

Logo no inicio, o GGB (Grupo Gay da Bahia) com a presença de seu presidente e fundador Luiz Mott - mentor e articulador do PL 122/2006 (a "lei da homofobia") - que fazia uma manifestação na mesma praça, se posicionou em frente aos jovens para contrarrestar a campanha, mas sem sucesso, como mostra o vídeo abaixo.

Minutos depois, chegou um carro do jornal A Tarde que tirou fotos da campanha, mas apenas entrevistou alguns dos homossexuais. No outro dia, o diário soteropolitano noticiava a manifestação dos homossexuais e nenhuma única menção a ordeira campanha do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

Depois do vídeo, transcreverei a carta que enviei ao jornal A Tarde em protesto pela parcialidade ridícula.



[Carta ao jornal A Tarde, não publicada)

Salvador, 29 de Janeiro de 2011


Prezado Sr. Editor,

Há tempos eu temia uma das metas do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) que visava controlar a imprensa em nossa pátria, mas agora vejo que minha preocupação é em vão, pois parece que a mesma já se encontra controlada. Ontem na Praça da Sé havia uma manifestação de jovens com faixas e bandeiras protestando contra o PNDH-3. Havia também estacionado na rua o carro de A Tarde e um fotógrafo de vocês registrando o evento, mas hoje ao ler vosso jornal, nada encontro sobre isso, somente uma matéria a respeito da manifestação do GGB onde nem sequer há uma menção aos jovens contrários ao PNDH-3. O que é isso? Censura? A imprensa já se encontra controlada?

Cordialmente,
Edson Carlos de Oliveira

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Eugenia: fetos anencéfalos são subumanos "por excelência", afirma antropóloga


Conhecida militante pró-aborto, a antropóloga Debora Diniz (foto acima) escreveu um artigo em defesa da "interrupção seletiva da gravidez" (ISG) - tradução: assassinato de bebês por possuírem deficiências graves - no qual nos fornece as sinistras razões que há por detrás da luta pela descriminalização desse tipo de aborto.

No texto pedante e cheio de neologismos com ar pretensamente acadêmico, Debora Diniz afirma:

"Primeiramente, a anencefalia sustenta seu reinado dentre as patologias por seu caráter clínico extremo: a ausência dos hemisférios cerebrais. Mas esta, no meu entender, não é a razão suficiente para fazer dos fetos portadores de anencefalia a metáfora do movimento em prol da legitimação do aborto seletivo."

Por quê? Porque o assim chamado "aborto seletivo" visa não somente bebês com essa deficiência, mas a todos aqueles que forem caracterizados pelos abortistas como sendo subumanos. Leiam:

"A ausência dos hemisférios cerebrais, ou no linguajar comum 'a ausência de cérebro', torna o feto anencéfalo a representação do subumano por excelência."

O anencéfalo seria, então, o subumano "por excelência", deixando claro que haveria outras formas "não tão excelentes" de "subumanidade". O que seriam esses subumanos? Aqueles que logo morreriam depois de nascer ou mesmo antes do parto? Não.

"Os subumanos são aqueles que, segundo o sentido dicionarizado do termo, se encontram aquém do nível do humano. Ou, como prefere Jacquard, aqueles não aptos a compartilharem da "humanitude", a cultura dos seres humanos. Os fetos anencéfalos são, assim, alguns dentre os subumanos - os que não atingiram o patamar mínimo de desenvolvimento biológico exigido para a entrada na humanitude (...)".

Debora Diniz cita a seu favor o padre progressista "Fernando Altemeyer Junior, vigário coadjutor da Comunicação da Arquidiocese de São Paulo, em artigo publicado no Jornal do Brasil, em 1 de abril de 1996, que dizia o seguinte sobre o aborto seletivo em casos de anencefalia: '...Muitos moralistas católicos de renome têm se posicionado em favor desta operação cirúrgica no caso específico da anencefalia, pois não são seres humanos os frutos desta gestação e portanto não se poderia exigir desta mãe o sacrifício de uma gravidez que não pudesse oferecer vida humana a uma criança destinada a sobreviver...'." (Altemeyer F. A única exceção. Jornal do Brasil 1996, Abril 1.)

Continua a antropóloga:

"Os subumanos são aqueles para quem a vida é fadada ao "fracasso" - como considera Dworkin, um jurista liberal norte-americano estudioso do aborto - ou para quem, no mínimo, o conceito de vida não se adequa. Os subumanos são a alteridade humana extrema, aqueles não esperados pelo milagre da procriação."

Mesmo os aleijados não escapariam do "aborto seletivo":

"... Existe uma expectativa de vida muito mais ampla e é exatamente isto o que une um feto anencéfalo a um feto portador de trissomia do cromossomo vinte e um e até a fetos com ausências de membros distais como potenciais alvos da ISG. É uma idéia social de vida, respaldada, é claro, pela plenitude biológica, o que justifica grande parte das solicitações de aborto seletivo."

Como não pensar em eugenia - favorecida e "justificada" como na ditadura nazista, embora, de momento, ainda não obrigatória - lendo as afirmações acima?

Com a crescente paganização da sociedade, pululam idéias destoantes das virtudes excelsas da justiça e da caridade para com o próximo deficiente e aos poucos somos encaminhados para uma ditadura pseudo-científica e darwinista onde só aqueles que o Estado considerar como "perfeitos" terão direito à vida.

domingo, 10 de outubro de 2010

Arcebispo da Paraíba denuncia metas do PT: "Não podemos ficar calados"

Em vídeo, Dom Aldo Pagotto, arcebispo da Paraíba, denuncia o programa político do Partido dos Trabalhadores.

Ao se referir sobre a tentativa petista de desmentir os pronunciamentos de Dilma apoiando a legalização do aborto, Dom Pagotto comenta: "Não posso como pastor compactuar com esse trabalho de desinformação e de manipulação das consciências (...) Quando os representantes do governo se expressam, em caso pensado, dessa maneira, não existe mais credibilidade para suas afirmações. A experiência política e a História advertem que quando a democracia se converte nesse tipo de demagogia para ganhar voto já é a ditadura que está no horizonte. (...)

"Não podemos ficar calados! (...) Estamos diante de um partido que está institucionalmente comprometido com a instalação da cultura do morte em nosso país, que proíbem seus membros de seguirem suas próprias consciências, que se utiliza calculadamente da mentira para enganar eleitores sobre seus verdadeiros projetos para a nação. (...) Não podemos nos calar!"

Assista na íntegra o pronunciamento de Dom Aldo Pagotto:

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Quando a despenalização vira direito – O caso da Colômbia: caça aos anti-abortistas

A Corte Constitucional da Colômbia, em 2006, despenalizou a prática do aborto em casos de estupro, riscos à saúde da mulher e de crianças com anencefalia. Para gestantes menores de idade, ficou apenas como obstáculo a necessidade de uma “permissão judicial”.

Tal despenalização foi logo entendida como um direito. E a corte passou a exigir, em 2009, que os Ministérios da Educação e Proteção Social promovessem programas educacionais para expor os assim chamados “direitos sexuais e reprodutivos”.

A sentença solicitou que se assegurasse que todas as entidades prestadoras de serviços de saúde “respeitem o direito das mulheres a abortar”. E aboliram a necessidade da “permissão judicial” para a prática do aborto em menores devido ao de fato de vários juízes, alegando o direito à objeção de consciência, se negarem outorgá-lo.

A Corte também buscou cercear o direito à objeção de Consciência nos centros médicos ao mandar o Tribunal Nacional de Ética Médica abrir investigações nos casos em que a realização do aborto seja negada.

Tais medidas foram tomadas por pressão da ONU que em 2007 pediu à representação colombiana para que liberalize ainda mais o aborto e desenvolva campanhas favoráveis a tal prática; enfim, uma maior aplicação do protocolo da “Convenção para a Eliminação de toda forma de Discriminação contra a Mulher” (CEDAW). (Cfr. Rádio Vaticano, 3/2/2007).

Despenalização e direito

Como bem observou Justo Aznar, diretor do Observatório de Bioética da Universidade Católica de Valência San Vicente Mártir, em entrevista à Zenit, “não é a mesma coisa descriminalizar um delito e exercer um direito”, pois, “tudo que é legal também é moral”. E a conseqüência disso, alerta Aznar, é que “certamente será ampliada no nosso país a ideia de que o aborto é um ato moralmente aceitável”.

Transformar tal prática em um direito é a meta do movimento pró-aborto. Primeiro os abortistas costumam sensibilizar as pessoas dizendo que também são contra o aborto, mas que a penalidade legislativa imposta não ajuda em nada, apenas coloca as mulheres na ilegalidade e dificulta qualquer possível ajuda às mesmas. “Ninguém é favorável ao aborto”, dizem eles.

Mas é só despenalizar o aborto que o discurso muda, passando, então, a ser abordado como um direito da mulher. Como se bastasse o roubo de carteiras ser despenalizado para se transformar em um direito dos trombadinhas.

Aquilo que era defendido como um mal menor, transforma-se em uma necessidade ontológica feminina de direito natural que deve ser reconhecida por todas as constituições e, muito além disso, por todas as consciências.

Considerando o aborto um “direito sexual e reprodutivo” que uma mulher pode praticar livremente sem coerção externa em nenhum sentido, compreende-se a guerra que o movimento pró-aborto desenvolve no mundo inteiro contra a objeção de consciência.

É o caso do Dr. Germán Arango Rojas que perdeu, em 2008, o direito de exercer a medicina após se negar a realizar um aborto em uma menor de idade, a pedido dos pais. A penalidade foi imposta pelo Tribunal de Ética Médica Nacional ao médico colombiano que, sem direito à defesa, foi ainda obrigado a indenizar a menor.

Liberdade para o homem enquanto "revolucionário"

E assim a inversão de valores do mundo atual chega ao seu extremo colocando na ilegalidade os que lutam pela vida indefesa.

Em seu livro Revolução e Contra-Revolução, o professor Plinio Corrêa de Oliveira expõe com precisão essa característica do liberalismo moral mais exacerbado:

“Percebe-se que o liberalismo pouco se importa com a liberdade para o bem. Só lhe interessa a liberdade para o mal. Quando no poder, ele facilmente, e até alegremente, tolhe ao bem a liberdade, em toda a medida do possível. Mas protege, favorece, prestigia, de muitas maneiras, a liberdade para o mal. No que se mostra oposto à civilização católica, que dá ao bem todo o apoio e toda a liberdade, e cerceia quanto possível o mal.

“Ora, essa liberdade para o mal é precisamente a liberdade para o homem enquanto ‘revolucionário’ em seu interior.” (Parte I, Cap VII, pág 68, Art Press, 1998)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Governador mexicano é multado em 2 mil dólares por haver mencionado nome de Deus em campanha eleitoral

No passado, considerava-se delito blasfemar contra o nome de Deus, agora é crime mencioná-lo. Esse foi o caso do atual governador de Sinaloa, México, Mario López Valdez (foto acima) que venceu as recentes eleições para o governador e foi multado por ter, durante sua campanha eleitoral, pronunciado o nome de Deus.

O Tribunal Eleitoral do Poder Judiciário da Federação, órgão máximo na matéria no México, alegou a laicidade do estado e a proibição constitucional que proíbe o uso de expressões religiosas em disputa eleitoral, para justificar a punição.

Os Partidos derrotados ainda se acharam no dever de denunciar ao tribunal que Mario López invocou a proteção de Deus em outras ocasiões.

Como bem alertou o Professor Plinio Corrêa de Oliveira, em seu livro Revolução e Contra-Revolução, “o laicismo é uma forma de ateísmo. (...) Ele afirma a impossibilidade de se ter certeza da existência de Deus. De onde, na esfera temporal, o homem deve agir como se Deus não existisse. Ou seja, como pessoa que destronou a Deus.” (Parte I, Cap VII, pág 63, Art Press, 1998)

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Qual a ligação entre o movimento homossexual e o MST?



Quer saber que ligação há entre o movimento homossexual e o MST?

Então pergunte para a presidente do conselho do movimento homossexual de Ribeirão Preto. Pois foi a ajuda deles que ela clamou - quando percebeu a insuficiência numérica de seus colegas sodomitas - para fazer "uma revolução" contra a caravana Terra de Santa Cruz que estava no centro da cidade alertando a população contra os malefícios do PNDH 3.

Clique aqui e veja a foto que o site da UOL divulgou sobre o ocorrido, na frente, aparecem três homossexuais que atrapalharam a campanha. Na verdade, ajudaram, pois o radicalismo e a intolerância deles despertaram os transeuntes para a verdadeira perseguição que haverá no Brasil com a aprovação de leis que favoreçam essa minoria.

Nota-se que o site da UOL destacou na foto os homossexuais, como se eles tivessem prevalecido perante a campanha dos jovens caravanistas.

Mas bem outra foi a realidade.

Para confirmar isto, assista ao vídeo em que coordenador da caravana, Daniel Martins, explica com detalhes e imagens a luta vitoriosa, pela Opinião Pública, dos caravanistas em Ribeirão Preto.


Leia a reportagem da Agência Bom Dia (Transcrita no Diário de São Paulo):

http://bomdiasorocaba.com.br/Noticias/Dia-a-dia/25315/Religiosos+contra+o+casamento+gay

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sabe por que a Bolsa de Valores de Paris não abre na Sexta-Feira Santa?

(O Beijo de Judas, Giotto)

"Tradicionalmente hoje [Sexta-Feira Santa] a Bolsa [de Paris] esta fechada, em desaprovação da vergonhosa tratação de Judas, o qual vendeu seu Mestre por 30 moedas".

Em francês:
"Traditionnellement aujourd'hui la Bourse est fermée, réprouvant la honteuse tractation de Judas qui vend son Maître pour 30 deniers"
Fonte: In "Saint du Jour" Direct Matin n° 651 - 2 avril 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

Outdoor na Polônia relaciona aborto com Hitler


O PNDH 3 do governo Lula apoia a legalização total do aborto no Brasil como se isso fosse "moderno", sinal de "progresso", mas assim não pensam os poloneses, cuja temática é bem velha e lembra sistemas autoritários e antinaturais.

A associação Fundacja Pro publicou, no início deste mês, na cidade de Poznan, um outdoor com a foto de Hitler ao lado de fetos abortados

Cumpre lembrar que depois da Rússia, em 1924, subjugada pelo regime comunista, a Alemanha, sob o nazismo, em 1935, foi o segundo país do mundo a legalizar o aborto. Tal prática foi imposta na Polônia em 1943 a mando de Hitler.

Os militantes pró-aborto não gostaram nada da campanha, pois os movimentos feministas – como inclusive eu ouvi em nosso [será mesmo nosso?] Congresso Nacional em uma audiência pública sobre o aborto – usavam o termo “nazista” para caracterizar quem fosse contrário ao assassinato de inocentes.

Agora que o argumento mudou de lado, Dr. Pawel Lukow, por exemplo, segundo informa Gazeta Wyborcza (8/3/2010), acha que essa campanha “é uma provocação”, “não é um argumento que faz os outros pensarem”, “um insulto contra o inimigo ideológico ou a pessoas que têm opinião diferente”.

O jornal polonês menciona ainda que o Procurador Distrital não recebeu nenhuma reclamação e que os organizadores pensam em continuar com a manifestação.

sábado, 20 de março de 2010

Bancoop - "Uma organização criminosa", diz Promotor

Obs: O texto abaixo foi traduzido para esquerdioguês com auxílio do Dicionário Etimológico da Esquerda. Ao ler Carta Capital, Paulo Henrique Amorim, Caros Amigos, Portal Vermelho e congêneres, não deixe de ter seu exemplar sempre em mãos.

PNDH 3 Neles!!!

Camaradas, companheiros de luta. Vejam nos vídeos abaixo a nova tentativa da mídia golpista para prejudicar o ParTidão, sempre interpretando os fatos com seu viés burguês.

No auxílio dela, o Promotor de Justiça José Carlos Blat, um instrumento de opressão da estrutura imperialista, ainda diz que a Bancoop é "uma organização criminosa".

Os inimigos do povo querem julgar nossas atitudes com os parâmetros da moral burguesa que eles usaram para dominar a classe trabalhadora.

Ricardo Berzoini, na época fundador da Bancoop e atual presidente do PT, seguindo o método defensivo de Lula, afirma que nada sabe. Mas é isso mesmo, companheiro, não temos que dizer nada para esses marionetes dos EUA.

Precisamos apoiar o novo PNDH 3 para por fim a essa liberdade da imprensa burguesa:



sexta-feira, 12 de março de 2010

Excesso de democracia na Venezuela

Calma, o título não foi uma ironia - minha pelo menos -, afirmação é de Lula (Cfr: Folha Online, 29/9/2005).

Tão democrático é o ditador presidente venezuelano que, como prova de sua democraticidade, dirigiu um trator (não, eu não esqueci de colocar um risco em cima dessa palavra porque foi num trator mesmo!) desde sua residência oficial, o Palácio de Miraflores, até a praça "El Calvário" para comemorar, com seus camponeses democratas, os 151 anos do início da Guerra Federal (1859-1863).

Vejam as fotos abaixo.

Chegada alegre do presidente:

Agora, vejamos as fotos do povo alegre soltando balões coloridos com a chegada de Chávez, o democrata em excesso:

Pausa para uma breve explicação


Antes de continuarmos a ver as outras imagens desse feliz encontro de um presidente com seu povo, faço uma breve explanação sobre a foto acima.

O personagem na bandeira é Ezequiel Zamora, principal figura da Guerra Federal. Por ocasião do 192º aniversário de nascimento desse revolucionário democrata, foi realizado, mês passado, na Venezuela, o Fórum Internacional "Hombres a Caballo".

Elías Jaua , vice-presidente venezuelano, enfatizou bastante o caráter democrático de Zamorra:
"Un hombre que fue criminalizado, que fue satanizado y que por el contrario fue el líder de una gran revolución popular, campesina”. (Fonte: Ministerio del Poder Popular para la Agricultura y Tierras, 4/2/2010).
Esse econtro teve como finalidade homenagear outros líderes democráticos como o nosso Luiz Carlos Prestes, amante da democracia soviética.

Agora, direto de El Calvario, voltamos para as fotos do povo que vive sob a excessividade democrática.

Abaixo, bandeiras de duas nações democráticas:


Olhem para esta foto e vejam a alegria de um ancião no auge da liberdade democrática, ele segura em suas mãos o símbolo do diálogo com a oposição:

Felizmente não houve problemas durante o clamor popular, tal foi a calma que esse cidadão sentiu sono depois das enérgicas saudações:

Reparem novamente no clima de alegria e festividade, no colorido dos balões e nas faixas em honra ao presidente democrata:

Nada mais belo que um país sob o domínio da democracia em excesso.

Moral da história: democracia, democracia, quantos crimes cometidos em teu nome!

Para ver outras fotos, acesse:
http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/144419/en-imagenes-las-milicias-campesinas-con-fusiles-al-hombro-en-el-calvario/