Mostrando postagens com marcador Pedofilia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pedofilia. Mostrar todas as postagens

sábado, 1 de maio de 2010

Lágrimas de crocodilo

A Igreja vem passando por um momento conturbado e preocupante, de ataques ferozes à instituição voltados, principalmente, à figura do Santo Padre. Tamanha violência - que me parece muito bem orquestrada - parte de um dado real e verídico; os escândalos sexuais. Entretanto, a cruzada, em sua real intenção, levantada contra a Esposa de Cristo, se origina numa motivação essencialmente revolucionária e anticlerical.

Nesse sentido, o não-crente, teoricamente, seria o primeiro, numa atitude compatível com a postura adotado por este, a pouco se interessar pelos assuntos que envolvem a Igreja Católica e a realidade religiosa. Não obstante, o empenho e esforço despendidos nas afrontas à hierarquia eclesiástica, à doutrina e aos princípios morais, refletem uma compreensão muito clara das bases civilizacionais. Sem dúvida alguma, podemos afirmar que o ataque ao Sumo Pontífice tem, como claro objetivo, macular aquele que, por direito e por tradição, tem autoridade e envergadura para falar em nome da ética, da moral e dos valores. A ânsia pela descontrução do respeito gozado pelo Papado é atestado da vontade do homem moderno de libertar a consciência da "opressão" moral tão bem representada e defendida no Trono Petrino.

Infelizmente, toda essa triste realidade reflete uma problemática mais profunda. A ascensão do liberalismo teológico, com sua terrível condescendência aos erros e a postura relativista diante da moral, fomentou o contexto no qual tomou forma um espírito diametralmente oposto ao necessário. O secularismo progressista, relativizando as estruturas formativas, assolou os seminários e a educação católica.

Ademais, não só o liberalismo propiciou o problema instaurado como também o inadequado discernimento vocacional. Jovens sem grandes expectativas de ascensão social, com problemas de índole moral e sozinhos diante do devido tratamento, buscam, infelizmente, na vida religiosa, a escapatória e o destino conveniente para os seus anseios.

Oxalá, a Igreja trata o problema de frente e busca, com sabedoria e prudência, contornar os erros que sancionam, mesmo que indiretamente, os escândalos que hoje enfrentamos!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Deixe sua assinatura em solidariedade ao Papa


Os perseguidores da Santa Igreja estão contando com nossa omissão.

Nas últimas semanas, Sua Santidade Bento XVI tem sido alvo de uma violenta onda de ataques contra sua Sagrada Pessoa. Com o apoio pernicioso de certos setores da imprensa e de grupos que se arvoram em atacar tudo que diz respeito a Deus e à Santa Igreja, este verdadeiro “tsunami publicitário” visa atingir a dignidade e a santidade da Cátedra de Pedro, com a intenção de minar o papel da Santa Igreja em nossa sociedade.

Por isso, convidamos a você, amigo católico, a enviar sua assinatura de apoio ao Papa, neste abaixo-assinado que será encaminhado ao Vaticano, por iniciativa do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

Leia a carta que será enviada e confira como você pode assinar este abaixo-assinado de solidariedade a Bento XVI diante dos ataques e calúnias das últimas semanas.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O Movimento Gay: sexo com animais, partido pedófilo e mais.

Algumas pessoas se irritaram comigo quando postei artigos que falavam da conduta dos homossexuais. Elas me perguntaram "com que direito eu questionava o direito (sic) dos outros de amar" e disseram ainda que "eu não sabia nada sobre eles". Na verdade, preocupo-me, sobretudo, com os privilégios que essa minoria pretende alcançar em todos os setores da sociedade. Para as pessoas que, apoiando os homossexuais, acreditam que estão apenas apoiando o caminho da diversidade, da aceitação da diferença e da tolerância com o ser humano que decide se relacionar com pessoas do mesmo sexo, eu não tenho nada a dizer. E não é que eu concorde com elas, mas porque se algum dia tal definição da causa gay realmente angariou simpatizantes honestos (isto é, aqueles que realmente acreditavam que a causa se resumia apenas à isto), atualmente a situação está difícil até para estes. Atualmente, é claro, eles não são apenas os gays e as lésbicas, mas um sem-número de definições que aumenta a sigla do movimento a cada dia. Não estão mais atrás do reconhecimento - que a sociedade, ainda que contaminada pelo politicamente correto, custa a dar - da relação entre pessoas do mesmo sexo, mas também reclamam o reconhecimento (legitimado, obviamente, por instâncias legais) daqueles que gostam de espancar uns aos outros (os sadomasoquistas) e dos que se relacionam com partes amputadas do próprio corpo (aquelas pessoas que, digamos, cortam parte do braço, de modo que a mutilação possa ser usada como órgão sexual). Já sabemos - pelo menos a maioria de nós sabe - que eles até mesmo têm um partido pró-pedofilia homossexual (NAMBLA), que sempre foi vinculado à Associação Internacional de Gays e Lésbicas, até que esta foi obrigada pela ONU a romper relações (caso contrário, a Associação perderia o rico financiamento de sempre). E ele é homossexual, pois é dedicado exclusivamente às relações de "homens e meninos, desde que haja consentimento".

Infelizmente, algumas pessoas ainda ficam chocadas quando tomam conhecimento, de maneira indireta (numa conversa, por exemplo) de algumas bandeiras desse movimento, ou se poderia dizer, no que de fato consistem as suas reivindicações. Eu digo infelizmente porque isso demonstra certo grau de desinformação, especialmente para simpatizantes da causa gay. Um amigo meu achou improvável que o Movimento Gay - de maneira organizada, isto é, reunido enquanto tal, e não apenas partindo de indivíduos - tenha reclamado o direito de se fazer sexo com animais. Ele achou improvável que exista, como de fato existem, partidos, associações e outros grupos organizados pró-pedofilia agindo dentro dos limites legais de determinados países, como acontece na Holanda. E achou bastante difícil que lésbicas em Portugal tenham "ensinado" nas aulas de educação sexual, para crianças de 8 anos, a maneira correta das meninas usarem os dedos numa relação sexual gay, umas com as outras. E ele me pergunta: "e quanto aos padres pedófilos?" É curioso que a maioria das denúncias contra estes padres seja justamente de uma relação pedófila homossexual.

Para as pessoas que se sentiram ofendidas e chocadas com textos anteriores - que estão neste blog, e são tão poucos, e não são polêmicos - eu estou fazendo um serviço de utilidade pública, pois só gostaria de respondê-las caso elas sejam, de fato, simpatizantes da causa gay ( da verdadeira causa gay, e não de um conto de fadas gay, ou de indivíduos em particular) : o serviço consiste na divulgação de pequenas notícias como essa, que não aparecem como aparece a divulgação das floreadas paradas gays, com cores do arco-íris, pervertendo o símbolo que Deus nos deixou de sua aliança. Por algum motivo, essas informações não estão chegando para boa parte desses simpatizantes, que me fazem perder tempo com discussões anacrônicas; ademais, é justo que as pessoas tomem conhecimento desse tipo de notícia, uma vez que textos e discussões sobre "diversidade e poder", "ninguém nasce mulher" e outros pedantismos são tão bem divulgados.

"Homossexuais marcham em Madri dando vivas ao sexo com animais e exigindo “diversidade afetivo-sexual” nas escolas"

MADRI, Espanha, 14 de julho de 2009 — “Gosto de cães, gosto de maçãs, em minha cama durmo com quem quero”, essa foi uma das principais melodias na Parada do Orgulho gay da semana passada em Madri, onde centenas de milhares marcharam pelas ruas para defender os “direitos gays” e a ideologia homossexualista, de acordo com o que relatou a mídia local.

A parada deu destaque a uma ampla variedade de homens vestidos em trajes de couro sadomasoquistas, enquanto outros vestiam biquínis, cobriam o corpo com maquilagem e pintura, e ostentavam chapeis elaborados e coloridos.

Entre outros slogans obscenos demais para relatar, os participantes da marcha denunciaram líderes religiosos, entoando: “Padre, imam ou rabino, não bloqueie meu caminho”.

O tema da marcha deste ano foi “Educação Sem Armários”. A meta desse tema é promover a “diversidade afetivo-sexual” nas escolas do país, um conceito que os organizadores descreveram como “um instrumento político para normalizar o homossexualismo nas escolas” e para “evitar a prejudicial homofobia, transfobia e bifobia nas gerações futuras”.

Os organizadores criaram um vídeo mostrando cenas de escolas secundárias com casais homossexuais adolescentes abraçando-se e beijando-se nos lábios, enquanto ao mesmo tempo eram socialmente rejeitados ou ameaçados por outros adolescentes. Uma vara mágica com a palavra “educação” é então abanada, e os oponentes são transformados em apoiadores.

Depois das festividades e da parada, que duraram um total de dez dias, os residentes da área de “Chueca” requisitaram às autoridades municipais que transferissem o evento para outra parte de Madri, afirmando que os excessos e tumultos dos participantes deixam suas vidas e vizinhança de cabeça para baixo.

Nos últimos vários anos, os residentes da área repetidamente se queixaram de agressões contra eles, prostituição aberta, tráfico de drogas, brigas, barulhos, lixos nas ruas e outros delitos cometidos durante a marcha. Muita gente deixa o próprio lar e vai residir em outro lugar durante o evento, e alguns dizem que estão se preparando para partir permanentemente.

Os meios de comunicação espanhóis locais noticiam que os participantes homossexuais da marcha deixaram em seu rastro quase 100 mil kilos de lixo este ano.
(continua no site citado)

quarta-feira, 4 de março de 2009

Menina de 4 anos que vivia com “casal” gay é violentada

Julio Severo

O cabeleireiro Orani Fogari Redondo, de 28 anos, foi preso na noite de 31 de outubro de 2008, em Araraquara, interior de São Paulo, suspeito de estuprar uma menina de 4 anos. A criança morava com ele e com o tio, um homossexual de 54 anos.

Redondo e o tio da menina moravam juntos há quase 10 anos e, há cerca de um ano e meio, o tio ficou com a guarda definitiva da garota porque os pais dela foram presos, condenados por tráfico de drogas.

Uma denúncia anônima levou a polícia até o cabeleireiro. Em sua defesa, o tio, que é enfermeiro aposentado, disse que deixou a sobrinha com o parceiro para ir ao médico e quando voltou viu sangue escorrendo pelas pernas da menina.

Segundo o noticiário da Record de 1 de novembro de 2008, a menininha precisou passar por uma cirurgia por causa da gravidade da agressão e continuará sob acompanhamento médico.
Pressionado pela polícia, o tio confessou que não foi a primeira vez que seu parceiro havia abusado da menina. Em entrevista, a polícia destacou que o rapaz tem outras passagens pela polícia pelo mesmo crime de abuso sexual de crianças.

Pelo fato de que o tio é portador do vírus HIV, existe agora a suspeita de que seu amante mais jovem possa também estar infectado, o que aumenta a probabilidade de a menina ter sido contaminada.

A pedido do tio, a imprensa ocultou seu nome. Aliás, ocultou muito mais — em nenhuma das notícias sobre o caso a palavra “homossexual” ou “homossexualidade” foi utilizada para se referir ao tio e seu relacionamento com um homem mais jovem. Um código “moral” anti-discriminação politicamente correto está pressionando a mídia brasileira a não expor o homossexualismo em notícias desfavoráveis aos interesses da agenda gay, porém dando-lhe tratamento totalmente inverso quando as notícias lhe são favoráveis.

A meta parece ser incomodar o menos possível os homossexuais e seu comportamento, e esse pode ser o motivo por que nenhum assistente social estatal — que são notoriamente xeretas e intrometidos — se interessou em “xeretar” a ficha suja do amante do tio durante o processo de transferência da guarda da menininha. Mas é ao custo da saúde e vida dos inocentes que o homossexualismo recebe tal acobertamento.

As perguntas que não querem calar são:

Qual foi o órgão estatal que entregou a guarda da menininha a um homossexual vivendo com outro homem durante vários anos?

Se o estuprador já tinha passagens pela polícia por crimes sexuais contra crianças, o que ele estava fazendo solto?

O caso está cheirando a um horrendo escândalo de negligência estatal…

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Quando o monstro sai da tela - Um alerta para os pais que deixam seus filhos irem sozinhos ao cinema.

por Luciana Lachance

Quando eu era criança, os cinemas da cidade costumavam funcionar assim: você pagava uma entrada e podia assistir quantas sessões quisesse – mesmo que isso durasse o dia todo. Assisti desse modo a vários filmes, a maioria dos clássicos satânicos da Disney e filmes como Mudança de Hábito. Meus pais saíam para resolver as coisas deles, e minha irmã e eu chegávamos a assistir quatro sessões seguidas do mesmo filme. No final do dia, eles iam nos buscar e pronto. Era bom pra todo mundo.

Hoje não existe um cinema que funcione dessa maneira, e embora eu não esteja certa se acontecia com freqüência o que eu vou relatar agora, posso dizer pelo menos que atualmente é dessa forma. Há uns anos - pra ser mais precisa, desde 2003 - eu comecei a observar algo diferente nas sessões de filmes infantis (que costumo assistir bastante): a constante presença de homens solitários. No começo eu achei isso muito legal, pensava que no fundo ninguém crescia mesmo, e eu, que geralmente só ia nesses filmes para levar as crianças aqui de casa [afilhados e primos], ria dizendo que não teria coragem de entrar em High School Musical sem alguém de pelo menos 6 anos do lado. Com o tempo fui prestando um pouco mais de atenção nessas pessoas, que não me pareciam divertidas de maneira alguma. Foi um processo longo, porque no começo, você acha que está ficando paranóico. Ou que é muito errado julgar as pessoas pela aparência – digamos, pessoas de meia-idade com mochila nas costas assistem sozinhas O diário da Princesa? E quanto a um homem de uns 24 anos, com o corpo de Paulo Zulu, iria mesmo ver Ella Encantada? (pra se ter uma idéia exata do que estou falando, dêem um Google nesse filme) Por que esse pós-adolescente com a camisa de Cannibal Corpse estaria, sem a “galera”, num filme como Quatro Amigas e um jeans viajante? – a menos, é claro, que ele fosse explodir o local. A menina e seu porquinho realmente atrai os caras que eu vi lá dentro? Eu perdi alguma coisa, ou Camp Rock está fazendo sucesso também entre os cinquentões solitários? No último filme que assisti deste tipo, High School Musical 3, tinham tantos deles que eu mudei de lugar duas vezes: são os pedófilos do cinema, que costumam se aproximar de crianças desacompanhadas dos pais, geralmente para “puxar papo”, e assim conquistar a confiança e algum contato (telefone, orkut), ou para se masturbar e até mesmo assediar algumas delas. Confirmei alguns casos e alerto aos pais para que não deixem seus filhos sozinhos no cinema (na verdade, se possível, não os deixem sozinhos de jeito algum, pois estamos lembrados dos casos de estupro com garotas de doze anos no Aeroclube, e tantos outros casos que podemos citar). Esse tipo de ocorrência geralmente não tem denúncia, pois o crime propriamente dito (estupro) não acontece no cinema, e muitas vezes as vítimas nem se dão conta do que está acontecendo. Ás vezes os pais, a exemplo dos meus, acham que ganham tempo deixando os filhos fazerem seus programas sozinhos, e assim ficam com tempo livre para as suas próprias coisas, ou simplesmente seguem a tendência moderna de que crianças de 10 anos precisam de liberdade e que acompanhá-las, no meio de outros amiguinhos, é embaraçoso. Digo que os pedófilos sabem dessa tendência – celular próprio, orkut, msn, computador privado, meninas e meninos que saem em duplinhas e trios -, e se aproveitam desses espaços para agir com tranqüilidade. Eu não pude denunciar os homens que conversavam com as meninas de onze anos quando a sessão acabava, mas apenas interferir de maneira quase louca e dar conselhos do tipo “não fale com estranhos” ou “não venha sem seus pais”. Todos têm que ficar atentos e evitar que nossos filhos estejam expostos a situações semelhantes, pois os monstros são muitos e agem em todo lugar, das piores maneiras possíveis.