Isso levou Villas Boas a anular o pedido de “união estável” de um casal homossexual e estendeu a proibição para todos os cartórios de Goiânia.
Para você, leitor, a atitude do juiz foi correta?
(ZENIT) A diocese de Roma emitiu uma nota comentando o artigo publicado no semanário italiano Panorama, chamado “As noites loucas dos padres homossexuais”. Como noticiado, o comunicado da Igreja foi duro e taxativo na condenação da "vida dupla", sem esquecer das motivações mais obscuras do interessa da mass media em tal temática; difamar o clero e enfraquecer a autoridade eclesiástica. A união homossexual não pode ser reconhecida pela lei civil
Nada há de mais contraditório em aceitar a união homossexual: os militantes defendem que os casais gays podem levar uma vida estável, e por isso poderiam gozar dos mesmos direitos civis que os casais heterossexuais. Em primeiro lugar, não se pode acreditar nesta opinião do movimento gay, ao mesmo tempo que este mesmo movimento ridiculariza e destrói a instituição familiar, publicando toda espécie de cartilhas contra a "heteronormatividade" e o chamado "modelo patriarcal"´. Em segundo, não se pode chamar de união estável duas pessoas que praticam o amor livre, e dizem morar sobre o mesmo teto. A relação homossexual é transgressora de todos os padrões estabelecidos, e pela mesma razão não pode oferecer aos filhos da sociedade uma educação que continue a existência da mesma. O estado está legitimando a própria ruína quando reconhece que casais gays podem reclamar os direitos matrimoniais ou adotar crianças.
A sociedade deve a sua sobrevivência à família fundada sobre o matrimônio.¹ A união homossexual não produz fruto algum, pois é estéril por sua própria concepção, e como apontou o Pe.Paulo Ricardo na sua homilia contra o PNDH-3, só produz excrementos. Todo indivíduo homossexual deve sua existência à uma relação heterossexual - a existência gay no mundo é solitária, sem continuidade nas gerações vindouras, interrompe a árvore genealógica e não pode construir nada que sua própria descendência possa dar continuidade. Não se trata, portanto, de reclamar apenas a anti-naturalidade da relação homossexual, mas é preciso também chamar atenção para o fato de que toda a sociedade perde, em patrimônio, reconhecendo civilmente a união gay.
Quando o Estado se propõe a oferecer ao casal homossexual os mesmos direitos civis, está também se propondo a pagar muito caro por estes direitos. O divórcio já trouxe em si prejuízos irreparáveis para a sociedade, mas nada se compara a custear uma relação que já nasce fadada ao fracasso, que já anuncia que nenhum retorno será possível para a sociedade. Até mesmo os resultados de quaisquer esforços profissionais dos indíviduos homossexuais dependem dos frutos alheios, uma vez que sendo homossexual a pessoa nega a si mesma o direito de propagar a vida, e todo o investimento que por ventura tenha feito para os bens sociais, morre com ela. Se atualmente a sociedade pode contar com sólidos investimentos comerciais e empresariais, tudo isso depende e dependerá sempre da instituição familiar, que de geração em geração garante a continuidade dos mesmos. Reconhecer a união homossexual é uma atitude tipicamente esquerdista e liberal, pois sua ideologia busca justamente suprimir a família e o direito a propriedade privada - eles querem acabar definitivamente com estes valores porque sabem que somente assim poderão implantar a cruel ditadura comunista. Atualmente, a maneira mais rápida de acabar com a família é favorecer em tudo os interesses homossexuais e o aborto.
Nota
¹ Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais - Congregação para a doutrina da fé. 03 de junho de 2003

Já de noite nos deparamos com o estupendo Big Brother Brasil! A Globo ama o BBB porque pode usá-lo como laboratório para todos os tipos de bizarrices e sequer se expor. Vejamos. A emissora nunca colocou um beijo homossexual nas suas novelas temendo a reação do público. Com certeza não faltou vontade nos seus autores, mas a direção deve ter vetado. Pondo dois homossexuais afetados na casa do BBB a Globo prepara o terreno, abre a porteira, sem sujar as suas mãos; se os homossexuais do programa se beijarem, se são estereótipos da cultura gay mais grotesca, a "culpa" é deles, a Globo não tem nada a ver com isso, pensam eles. O que o programa faz é incitar a glamourização da "viadagem". Como a linha da emissora é altamente politicamente correta, a começar pelo apresentador Pedro Bial, a afetação aviadada fica blindada e protegida de qualquer incursão "homofóbica".
Um amigo, da Faculdade de Ciências Econômicas da UFBA, me indicou essa excelente artigo do Peter Schiff, no Instituto von Mises Brasil - sim, ainda existe vida inteligente na FCE. O mais interessante do texto não é a sua forma ou até mesmo a capacidade do autor de expressar idéias, mas os dados colocados.
(FAITH AND REASON) Quando o ator e gay assumido Sir Ian McKellen (Gandalf em O Senhor dos Anéis, entre outros papéis memoráveis) ficou em um hotel com a tradicional Bíblia na gaveta do criado-mudo, rasgou as páginas que contêm uma certa passagem de Levítico, de acordo com a entrevista dada por ele a revista Details.
Lady GaGa, ícone atual da cultura pop - leia-se cultura gay -, ao ganhar o prêmio de "artista revelação" o dedicou a Deus - provavelmente a típica crença nova era de uma "energia superior" estática - e aos gays. De fato, o que essa "cantora" representa é o genuíno padrão cultural saído dos guetos homossexuais. Os gays a muito deixaram de lutar por "diretos iguais", existe, concretamente, um projeto de imposição da mentalidade "homoafetiva" - para usar um termo dentro da cartilha do politicamente correto. Além de fazer triunfar os seus gostos em todos os cantos do Ocidente - reflexo da abertura dada pela mídia, tomada por um pensamento de sabor liberal - , a ditadura gay pretende descontruir a própria base familiar e entronizar o relativismo moral nas estruturas sociais. Nada impede, então, que a pedofilia e o pansexualismo sejam vistos como estilos sexuais normais num futuro não muito distante. A abertura dada ao homossexualismo já incapacita todo o arcabouço moral e invalida qualquer oposição que parte de um raciocínio natural das relações humanas. Se o homossexualismo é socialmente aceito e louvável, por que não a zoofilia? LONDRES, Inglaterra, 21 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — As igrejas britânicas serão forçadas a aceitar homossexuais ou “transexuais” praticantes em posições de líderes de jovens e funções semelhantes, sob a lei de igualdade que está para vir, disse o governo. A Lei de Igualdade do governo trabalhista proibirá que as igrejas recusem empregar homossexuais ativos mesmo que a religião delas sustente que tal conduta é pecado, disse a vice-ministra Maria Eagle, do Ministério da Igualdade.
A lei entrará em vigor no próximo ano, e as igrejas temem que ela as force a agir contra suas convicções religiosas numa ampla extensão de áreas. Eagle indicou na conferência chamada “Fé, Homofobia, Transfobia & Direitos Humanos” em Londres, que a lei “cobrirá quase todos os que trabalham em igrejas”.
“As circunstâncias em que as instituições religiosas poderão praticar qualquer coisa sem plena igualdade são poucas e raras”, ela disse aos delegados. “Embora o Estado não intervirá em assuntos estritamente rituais e doutrinários dentro dos grupos religiosos, esses grupos não poderão afirmar que tudo o que administram está fora do alcance da lei anti-discriminação. Os membros dos grupos religiosos têm o papel de discutir em seu próprio meio a questão de maior aceitação dos LGBT, mas no meio tempo o Estado tem o dever de proteger as pessoas de tratamento injusto”.
A lei permite isenção religiosa para papéis considerados importantes “para os propósitos de uma religião organizada”, mas restringe essa definição para aqueles que conduzem celebrações litúrgicas ou passam seu tempo ensinando doutrina.
O jornal Daily Telegraph citou Neil Addison, advogado católico e especialista em lei de discriminação religiosa. Ele disse que a lei deixará as igrejas sem forças para defenderem a estrutura de suas organizações. “Essa é uma ameaça à identidade religiosa. O que estamos perdendo é o direito de as organizações fazerem escolhas livres”, disse ele.
Os membros do Ministério da Igualdade incluem o lobista homossexual Ben Summerskill, diretor do Stonewall, principal grupo homossexual britânico. Summerskill reivindicou que as igrejas sejam forçadas a empregar homossexuais e que a polícia detenha cristãos que protestam pacificamente contra as leis homossexuais do lado de fora do Parlamento.
Tony Grew, ativista homossexual e ex-editor do site PinkNews.co.uk, escreveu recentemente que a Lei de Igualdade “estabelecerá de forma muito forte direitos homossexuais em todos os aspectos da vida pública”. Grew escreveu no PinkNews que a lei abrirá oportunidades sem precedentes para os homossexuais.
A lei, disse ele, cobrirá os ministérios principais do governo, as autoridades locais, as agências de educação, saúde e segurança policial e um grande número de outras agências públicas e particulares, inclusive igrejas e instituições administradas por igrejas. A lei imporá o “Dever da Igualdade” em todas as organizações que dão serviços públicos, disse ele, tais como casas de repouso que “terão de considerar as necessidades de casais do mesmo sexo”.
Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Enforced “Diversity” will make Britain “First Modern Soft Totalitarian State”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09050602.html
UK: Religious Schools May Not Teach Christian Sexual Morals “As if They Were Objectively True”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/mar/07030504.html
Even an Openly Homosexual Actor has Condemned New UK Law Which Would Criminalize Criticizing Homosexuality
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/oct/07101101.html
“Climate of Fear” Growing in Britain for Christian Civil Marriage Registrars
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08052204.html
Traduzido por Julio Severo
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Estamos sob a ditadura do politicamente correto. O Ocidente vive uma realidade totalmente absurda. A ascensão desta cartilha se deu com a invasão de comunistas e agentes socializantes nos movimentos sociais, ambientais, sexuais, raciais etc. A queda da URSS, o fracasso do tal "socialismo real", somado com a estruturação de uma nova leitura do processo revolucionário - Gramsci e Escola de Frankfurt - possibilitaram a estruturação de novas táticas, distantes daquela práxis ativista militante. Assim, norteados por arejados métodos, os marxistas e similares tomaram todas as grandes discussões que, de algum modo, poderiam abraçar um princípio dialético. Conseqüentemente, houve a ideologização das revindicações; o ambientalismo passou a lutar contra o capitalismo opressor, a questão racial adotou um discurso de classes, os homossexuais começaram a atacar a moral - não passava de ferramenta de domínio. Claro que o projeto revolucionário luta contra o espírito cristão, metafísico, sobrenatural e tradicional. Sobre tais entendimentos a Civilização Ocidental se ergueu. Assim, dentro da cartilha politicamente correta, não há espaço para honestidade intelectual, religião, discussão séria e pautada em sólidos argumentos. É o reino do relativismo! Entretanto, este relativismo não é tão relativo. Na verdade a afirmação de que tudo é relativo carrega uma contradição intrínseca - se tudo é relativo, logo "tudo é relativo" é relativo, ou seja, nem tudo é relativo. Mesmo afirmando que tudo é relativo, os apóstolos do modernismo sabem que não há espaço para defesas enfáticas da Verdade.
Aquele papo democrático de um mundo livre de grilhões, distante do fundamentalismo, se choca com a própria prática! Vejamos! Tais homens são os primeiros que se levantam na defesa do relativismo moral, intelectual, religioso. Usando um discurso açucarado e apaziguador, dizem que não há mais espaço para radicalismo. Dentro da idéia de "radicalismo" eles colocam até mesmo aqueles que, simplesmente, acreditam fielmente numa Verdade. Agora entra uma contradição; estes homens são os primeiros que, piamente, seguem uma doutrina, mesmo que tal doutrina combata doutrinas e diga que ter doutrinas é ultrapassado. Não adianta! Eles são adeptos de uma crença - sociológica e filosófica - extremamente radical, tão radical que luta contra outros pensamentos e persegue opositores. Não obstante, enquanto uma religião diz claramente o que é certo e o que é errado, a fé relativista instaura o patrulhamento em nome da democracia: "Não há mais lugar para um mundo de crenças religiosas e princípios metafísicos. Tudo é relativo, nós cremos nisto e vamos perseguir os que não crêem". Ou seja, democraticamente eles instauram uma perseguição em nome da democracia mesmo quando estão sendo antidemocráticos quando impedem a livre expressão.
É justamente o que ocorre na Inglaterra: o homossexual, protegido pela cartilha politicamente correta, vai participar da vida religiosa, em nome da democracia, mesmo quando a comunidade religiosa é impedida, numa atitude antidemocrática, de professar livremente a sua crença. O homossexual é um cidadão de primeiro escalão, já o crente é pária; o crente não pode sequer dizer no que crê; já o homossexual determina o que o crente deve dizer.
Pedro Ravazzano