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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Enquete: O que pensa o leitor da atitude do juiz que anulou contrato de união estável entre homossexuais no Estado de Goiás?

Supremo Tribunal Federal reconheceu como “entidade familiar” o contrato de “união estável” de casais homossexuais. Mas, para o juiz da 1º Vara de Fazenda Pública de Goiânia, Jerônymo Pedro Villas Boas, “o Supremo mudou a Constituição”. “Apenas o Congresso tem competência para isso”, disse o magistrado ao portal de notícias G1 (Cfr.: “Juiz anula contrato de união estável entre homossexuais”, 19/6/2011).

Isso levou Villas Boas a anular o pedido de “união estável” de um casal homossexual e estendeu a proibição para todos os cartórios de Goiânia.

Para você, leitor, a atitude do juiz foi correta?

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Grupo homossexual da Bahia tenta atrapalhar caravana católica, mas não consegue…


Em passagem por Salvador, a caravana Terra de Santa Cruz fez uma bela campanha na Praça da Sé recolhendo assinaturas contra o PNDH-3 que visa, entre outras coisas, descriminalizar o aborto e legalizar o "casamento" homossexual.

Logo no inicio, o GGB (Grupo Gay da Bahia) com a presença de seu presidente e fundador Luiz Mott - mentor e articulador do PL 122/2006 (a "lei da homofobia") - que fazia uma manifestação na mesma praça, se posicionou em frente aos jovens para contrarrestar a campanha, mas sem sucesso, como mostra o vídeo abaixo.

Minutos depois, chegou um carro do jornal A Tarde que tirou fotos da campanha, mas apenas entrevistou alguns dos homossexuais. No outro dia, o diário soteropolitano noticiava a manifestação dos homossexuais e nenhuma única menção a ordeira campanha do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

Depois do vídeo, transcreverei a carta que enviei ao jornal A Tarde em protesto pela parcialidade ridícula.



[Carta ao jornal A Tarde, não publicada)

Salvador, 29 de Janeiro de 2011


Prezado Sr. Editor,

Há tempos eu temia uma das metas do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) que visava controlar a imprensa em nossa pátria, mas agora vejo que minha preocupação é em vão, pois parece que a mesma já se encontra controlada. Ontem na Praça da Sé havia uma manifestação de jovens com faixas e bandeiras protestando contra o PNDH-3. Havia também estacionado na rua o carro de A Tarde e um fotógrafo de vocês registrando o evento, mas hoje ao ler vosso jornal, nada encontro sobre isso, somente uma matéria a respeito da manifestação do GGB onde nem sequer há uma menção aos jovens contrários ao PNDH-3. O que é isso? Censura? A imprensa já se encontra controlada?

Cordialmente,
Edson Carlos de Oliveira

terça-feira, 27 de julho de 2010

Sacerdotes segundo o Coração de Jesus

(ZENIT) A diocese de Roma emitiu uma nota comentando o artigo publicado no semanário italiano Panorama, chamado “As noites loucas dos padres homossexuais”. Como noticiado, o comunicado da Igreja foi duro e taxativo na condenação da "vida dupla", sem esquecer das motivações mais obscuras do interessa da mass media em tal temática; difamar o clero e enfraquecer a autoridade eclesiástica.

Entretanto, o que considero mais pertinente é o clamor da diocese de Roma para que os Sacerdotes com duplicidade - homossexualismo - abandonem o exercício de seu ministério. Sem dúvida alguma é um pedido forte e radical. Não obstante, devemos entender, ou ao menos questionar, o funcionamento da mentalidade de um homem com tamanha capacidade de manter uma mentira imensamente bizarra durante toda a vida. Trata-se de um tema digno de um estudo sociológico profundo.


A origem de todo o problema está na formação da consciência. Vamos imaginar o cenário ordinário; jovens que largam tudo para seguir apenas a Cristo, deixam o conforto de seus lares, a possibilidade da constituição familiar, para viver pela Igreja. As consciências mal formadas já dão os seus sintomas desde a maturação da caminhada sacerdotal; homens escolhem a vida presbiteral tendo em vista a projeção social, a ascensão, o poder, o dinheiro. Podemos regredir mais ainda e chegar em famílias desestruturadas, com problemas de relacionamento profundos e com pouca ou nenhuma probabilidade de mudança da realidade financeira. O sacerdócio, então, surge como a grande chance de transformação da própria história.


Entretanto, os casos mais aberrantes são aqueles de homens que procuram no seminário e no presbitério os locais oportunos para esconder os desvios sexuais que carregam. Claro que tal motivação tende, naturalmente, para a completa destruição da consciência. A vida dupla quebra todos os paradigmas morais. O sacerdócio é um chamado de Deus, é consagrar a sua existência ao serviço de Cristo. Viver de amor e pregar o amor! Se não existe esse ardor no peito inevitavelmente o homem consagrado destina-se para a total pertubação, numa vida falseada, hipócrita e mentirosa, surgindo, daí, os escândalos sexuais.


O homem moderno, de forma geral, tem um sério problema de consciência, com uma perspectiva relativista da realidade, fundamentado em opiniões e crente da fé sentimental típica da atualidade. Quando esse mesmo homem destina-se para a vida sacerdotal, quando não há o chamado que capacita e transforma o mais profundo da natureza decaída, a hipocrisia assola e torna-se extremamente sintomática. A vida dupla é apenas a conseqüência dessa incapacidade de enxergar tanto o sentido mais profundo do sacerdócio como do déficit de honestidade consigo mesmo.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Qual a ligação entre o movimento homossexual e o MST?



Quer saber que ligação há entre o movimento homossexual e o MST?

Então pergunte para a presidente do conselho do movimento homossexual de Ribeirão Preto. Pois foi a ajuda deles que ela clamou - quando percebeu a insuficiência numérica de seus colegas sodomitas - para fazer "uma revolução" contra a caravana Terra de Santa Cruz que estava no centro da cidade alertando a população contra os malefícios do PNDH 3.

Clique aqui e veja a foto que o site da UOL divulgou sobre o ocorrido, na frente, aparecem três homossexuais que atrapalharam a campanha. Na verdade, ajudaram, pois o radicalismo e a intolerância deles despertaram os transeuntes para a verdadeira perseguição que haverá no Brasil com a aprovação de leis que favoreçam essa minoria.

Nota-se que o site da UOL destacou na foto os homossexuais, como se eles tivessem prevalecido perante a campanha dos jovens caravanistas.

Mas bem outra foi a realidade.

Para confirmar isto, assista ao vídeo em que coordenador da caravana, Daniel Martins, explica com detalhes e imagens a luta vitoriosa, pela Opinião Pública, dos caravanistas em Ribeirão Preto.


Leia a reportagem da Agência Bom Dia (Transcrita no Diário de São Paulo):

http://bomdiasorocaba.com.br/Noticias/Dia-a-dia/25315/Religiosos+contra+o+casamento+gay

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O povo argentino disse NÂO ao "casamento" homossexual

A mídia anunciou que a Argentina se tornou o primeiro país na América Latina a aprovar a união civil entre pessoas do mesmo sexo - mas esqueceu de esclarecer que esta decisão não foi de forma alguma aprovada pelo povo. Da maneira como é colocada, parece ser a Argentina um país mais liberal que os outros, como se por lá é que andasse a falsa maior parada gay do mundo, como se os torcedores brasileiros tivessem razão nas suas ofensas contra os hermanos. Mas ao contrário disso, o povo argentino foi apenas ignorado, enquanto uns poucos atropelam a democracia para fazer valer suas vontades, não respeitam sequer quem os elegeram.

Milhares de argentinos foram protestar na frente do Congresso, e dizer não à essa aprovação absurda, como se uma lei pudesse igualar o matrimônio (que só pode existir entre um homem e uma mulher) e a estéril união homossexual.


A união homossexual não pode ser reconhecida pela lei civil

Nada há de mais contraditório em aceitar a união homossexual: os militantes defendem que os casais gays podem levar uma vida estável, e por isso poderiam gozar dos mesmos direitos civis que os casais heterossexuais. Em primeiro lugar, não se pode acreditar nesta opinião do movimento gay, ao mesmo tempo que este mesmo movimento ridiculariza e destrói a instituição familiar, publicando toda espécie de cartilhas contra a "heteronormatividade" e o chamado "modelo patriarcal"´. Em segundo, não se pode chamar de união estável duas pessoas que praticam o amor livre, e dizem morar sobre o mesmo teto. A relação homossexual é transgressora de todos os padrões estabelecidos, e pela mesma razão não pode oferecer aos filhos da sociedade uma educação que continue a existência da mesma. O estado está legitimando a própria ruína quando reconhece que casais gays podem reclamar os direitos matrimoniais ou adotar crianças.

A sociedade deve a sua sobrevivência à família fundada sobre o matrimônio.¹ A união homossexual não produz fruto algum, pois é estéril por sua própria concepção, e como apontou o Pe.Paulo Ricardo na sua homilia contra o PNDH-3, só produz excrementos. Todo indivíduo homossexual deve sua existência à uma relação heterossexual - a existência gay no mundo é solitária, sem continuidade nas gerações vindouras, interrompe a árvore genealógica e não pode construir nada que sua própria descendência possa dar continuidade. Não se trata, portanto, de reclamar apenas a anti-naturalidade da relação homossexual, mas é preciso também chamar atenção para o fato de que toda a sociedade perde, em patrimônio, reconhecendo civilmente a união gay.

Quando o Estado se propõe a oferecer ao casal homossexual os mesmos direitos civis, está também se propondo a pagar muito caro por estes direitos. O divórcio já trouxe em si prejuízos irreparáveis para a sociedade, mas nada se compara a custear uma relação que já nasce fadada ao fracasso, que já anuncia que nenhum retorno será possível para a sociedade. Até mesmo os resultados de quaisquer esforços profissionais dos indíviduos homossexuais dependem dos frutos alheios, uma vez que sendo homossexual a pessoa nega a si mesma o direito de propagar a vida, e todo o investimento que por ventura tenha feito para os bens sociais, morre com ela. Se atualmente a sociedade pode contar com sólidos investimentos comerciais e empresariais, tudo isso depende e dependerá sempre da instituição familiar, que de geração em geração garante a continuidade dos mesmos. Reconhecer a união homossexual é uma atitude tipicamente esquerdista e liberal, pois sua ideologia busca justamente suprimir a família e o direito a propriedade privada - eles querem acabar definitivamente com estes valores porque sabem que somente assim poderão implantar a cruel ditadura comunista. Atualmente, a maneira mais rápida de acabar com a família é favorecer em tudo os interesses homossexuais e o aborto.

Nota

¹ Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais - Congregação para a doutrina da fé. 03 de junho de 2003

sábado, 1 de maio de 2010

Lágrimas de crocodilo

A Igreja vem passando por um momento conturbado e preocupante, de ataques ferozes à instituição voltados, principalmente, à figura do Santo Padre. Tamanha violência - que me parece muito bem orquestrada - parte de um dado real e verídico; os escândalos sexuais. Entretanto, a cruzada, em sua real intenção, levantada contra a Esposa de Cristo, se origina numa motivação essencialmente revolucionária e anticlerical.

Nesse sentido, o não-crente, teoricamente, seria o primeiro, numa atitude compatível com a postura adotado por este, a pouco se interessar pelos assuntos que envolvem a Igreja Católica e a realidade religiosa. Não obstante, o empenho e esforço despendidos nas afrontas à hierarquia eclesiástica, à doutrina e aos princípios morais, refletem uma compreensão muito clara das bases civilizacionais. Sem dúvida alguma, podemos afirmar que o ataque ao Sumo Pontífice tem, como claro objetivo, macular aquele que, por direito e por tradição, tem autoridade e envergadura para falar em nome da ética, da moral e dos valores. A ânsia pela descontrução do respeito gozado pelo Papado é atestado da vontade do homem moderno de libertar a consciência da "opressão" moral tão bem representada e defendida no Trono Petrino.

Infelizmente, toda essa triste realidade reflete uma problemática mais profunda. A ascensão do liberalismo teológico, com sua terrível condescendência aos erros e a postura relativista diante da moral, fomentou o contexto no qual tomou forma um espírito diametralmente oposto ao necessário. O secularismo progressista, relativizando as estruturas formativas, assolou os seminários e a educação católica.

Ademais, não só o liberalismo propiciou o problema instaurado como também o inadequado discernimento vocacional. Jovens sem grandes expectativas de ascensão social, com problemas de índole moral e sozinhos diante do devido tratamento, buscam, infelizmente, na vida religiosa, a escapatória e o destino conveniente para os seus anseios.

Oxalá, a Igreja trata o problema de frente e busca, com sabedoria e prudência, contornar os erros que sancionam, mesmo que indiretamente, os escândalos que hoje enfrentamos!

domingo, 28 de março de 2010

O politicamente incorreto BBB

Ao entrar no site da Globo.com "descobri" que Marcelo Dourado, do BBB10, se encontra na grande final do programa global. Continuo afirmando categoricamente que o Big Brother Brasil reproduz a decadência da sociedade e contém um alto nível de imoralidade. De fato, o programa é a nossa "Holanda", ou seja, laboratório de novas "tendências" e modismos.

Ademais, o BBB10 foi feito para os homossexuais; três membros eram "homoafetivos"(sic!!) declarados; uma mulher masculinizada, um travesti e um rapaz afeminado ao extremo. O que era para ser a concretização da cultura "gay" na televisão brasileira na verdade fez o trabalho inverso; o tiro saiu pela culatra. Marcelo Dourado, visto como politicamente incorreto pela sua objetividade e posturas "heterossexuais", conseguiu retirar do programa todas os representantes da bandeira rosa. Além disso, os telespectadores mostraram proximidade com o participante e com suas posições "inadequadas" para o programa que tinha como pretensão acabar com as mentalidades "preconceituosas" do homem comum do Brasil.

A Globo quer transformar o Brasil numa "moderna" e "progressista" Europa!

Rezemos para que possamos continuar, então, "atrasados"!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

As bandeiras da Rede Globo

Tem gente que passa toda a vida se esforçando para definir qual o posicionamento político e religioso da Rede Globo. Sinceramente, é um trabalho inócuo, afinal é mais do que comprovado que a emissora do Plim-Plim reflete, apenas, as intemperanças da sociedade brasileira, leia-se nada com maré.

A Globo passa pela manhã a Santa Missa e logo depois vem o programa Sagrado, altamente relativista e politicamente correto; numa chamada aparecia uma mãe-de-santo defendendo o laicismo do Estado como se este se fizesse na retirada de símbolos religiosos das repartições públicas. O mais engraçado é que a Globo, que pela edição deixou claro o seu apoio, não passa uma mesa branca espírita ou ritual de candomblé pelas manhãs, mas sim a Liturgia católica, justamente por refletir a crença majoritária dos brasileiros, ou seja, IBOPE. A mesma maioria que assiste a Missa pela TV Globo é a mesma maioria que defende o Crucifixo nas Câmaras, Juizados etc.

Já pela tarde vem a novela "Alma Gêmea" com todo o seu espiritismo escancarado e a noite temos "Viver a Vida" com mulheres que vão até a cartomante para saber se devem trair o marido, onde as relações matrimôniais são sempre falidas e pecaminosas. Nas novelas de Manoel Carlos apenas os "casais" homossexuais são felizes e amorosos, além disso, não faltam falas das personagens com críticas diretas à Igreja, coisas do tipo; "A família da fulana era muito católica, para eles tudo era pecado", como já foi dito na atual novela, ou como na predecessora do mesmo autor que tinha uma menininha racista e o pai veio dizer que era porque os avós eram católicos.
Já de noite nos deparamos com o estupendo Big Brother Brasil! A Globo ama o BBB porque pode usá-lo como laboratório para todos os tipos de bizarrices e sequer se expor. Vejamos. A emissora nunca colocou um beijo homossexual nas suas novelas temendo a reação do público. Com certeza não faltou vontade nos seus autores, mas a direção deve ter vetado. Pondo dois homossexuais afetados na casa do BBB a Globo prepara o terreno, abre a porteira, sem sujar as suas mãos; se os homossexuais do programa se beijarem, se são estereótipos da cultura gay mais grotesca, a "culpa" é deles, a Globo não tem nada a ver com isso, pensam eles. O que o programa faz é incitar a glamourização da "viadagem". Como a linha da emissora é altamente politicamente correta, a começar pelo apresentador Pedro Bial, a afetação aviadada fica blindada e protegida de qualquer incursão "homofóbica".

E o que a Globo pretende? Simples, ela quer que os brasileiros acabem o Big Brother Brasil 10 achando a coisa mais natural do mundo um homem se vestir de "Priscila a Rainha do Deserto "e um garoto de 20 anos que mais parece uma Lady Gaga tupiniquim.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A Polônia de São Casimiro, João Paulo II, Donald Tusk e Lech Kasczinski


Um amigo, da Faculdade de Ciências Econômicas da UFBA, me indicou essa excelente artigo do Peter Schiff, no Instituto von Mises Brasil - sim, ainda existe vida inteligente na FCE. O mais interessante do texto não é a sua forma ou até mesmo a capacidade do autor de expressar idéias, mas os dados colocados.

Depois que li o artigo tive uma impressão muito nítida; a mesma Polônia que vem se tornando um bastião de racionalidade econômica - racionalidade nada
neoclássica, diga-se de passagem, rsrs - e do free-market numa Europa submersa nos princípios politicamente corretos, com países embriagados com a estatolatria moderna, é a mesma Polônia que já é uma das poucas nações do continente que resiste às pressões do Parlamento Europeu que tenta, a todo custo, transformar o valente país polaco numa sucursal eslava da Holanda.

Mas essa "coincidência" não é nada estranha, ao contrário, muito natural. Nos países em que o Estado regula a economia, tolhe a criatividade do mercado e renega o princípio da subsidiariedade, o mesmo Estado, incensado e entroniza
do como dono das almas e dos corpos, legisla, até mesmo, sobre o direito natural, define a moral e a relativiza.

O partido responsável pelo progresso polonês, a Plataforma Cívica (PO), defende iniciativas econômicas liberais, próximas aos modelos austríacos, e, ao mesmo tempo, adota posições conservadoras na defesa da família e da sadia moralidade. Alguém pode questionar que, assim como as nações estatólatras, o Estado polonês também vai além dos seus poderes quando tolhe o direito dos homossexuais ao casamento ou das mulheres ao aborto, por exemplo. Entretanto, o que o Estado polaco faz é, simplesmente, resguardar o jusnaturalismo e, justamente por zelar por esse direito, é que não intervém para reformular leis permitindo, assim, o aborto ou a união entre homossexuais.

Um partido fundado em 2001 hoje tem 209 cadeiras das 460 do Sejm e
60 cadeiras das 100 do Senado além, é claro, de Donald Tusk, presidente da PO, ser o atual Primeiro-Ministro da Polônia. Ademais, a presidência da república polonesa é encabeça por Lech Kasczinski, um homem de grande fé, conservador convicto e ativo na defesa da família. O seu partido, Lei e Justiça (PiS), a atual segunda força política do país, também fundado em 2001, é muito importante na manutenção dos princípios no governo da PO, numa saudável tensão partidária.

A Polônia moderna é a junção de três grandes fatores; uma nação vigorosamente católica, um país com uma história nacional gloriosa e um povo traumatizado com as atrocidades comunistas
.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Presente de natal do Governo Lula

Segue abaixo o vídeo da intervenção do deputado federal Paes de Lira sobre o presente do governo Lula ao povo brasileiro: o Plano Nacional de Direitos Humanos.


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Gandalf e as páginas rasgadas da Bíblia

(FAITH AND REASON) Quando o ator e gay assumido Sir Ian McKellen (Gandalf em O Senhor dos Anéis, entre outros papéis memoráveis) ficou em um hotel com a tradicional Bíblia na gaveta do criado-mudo, rasgou as páginas que contêm uma certa passagem de Levítico, de acordo com a entrevista dada por ele a revista Details.

(A passagem diz: "Do not lie with a man as one lies with a woman; that is detestable," ("Não se deite com um homem, como se fosse mulher. Isso é abominação"), como traduzido pela Nova Versão Internacional, a King James Version usa a palavra "abominável".)

-

Ele pode até rasgar as páginas, mas não pode mudar a Lei Natural, a ordem divina!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Personagem gay na Turma da Mônica: ditadura homossexual chega às bancas infantis

Como o objetivo do movimento homossexual é ensinar às suas crianças o que é melhor para elas, chega à Turma da Mônica um personagem gay - e se a revista já não está sendo usada nas classes do primário, não tardará muito. Esta, aliás, deve ser a única utilidade de uma revistinha chata politicamente correta: ir parar na mão de professores engajados com qualquer causa do momento, que tratam as crianças feito retardados mentais, achando que qualquer material supostamente lúdico é capaz de motivar discussão. E, diga-se, Mauricio de Souza já não sabe mais o que fazer para continuar vendendo a Turma da Mônica; as vendas estavam caindo a cada ano quando ele resolveu criar a turma da Mônica Jovem (recheada de gírias gays); ninguém mantém mais o que ele ainda vende do que pais saudosistas que "cresceram lendo a turma"; de mediamente criativas nos anos 90, as histórias passaram a ser um senso-comum de cunho educativo massante - que o diga todo o lenga-lenga ecologista dos últimos dez anos. Pois bem, em tempos em que os pais dão mesadas aos filhos (que gastam como querem e nunca prestam contas) revistas como essa são facilmente assimiladas pelas crianças, que são bombardeadas por todos os lados quando o assunto está em pauta. E como os mesmos pais já não se importam com o que os filhos assistem/lêem/ouvem - os próprios acreditam que escolher tudo é direito da criança - os "lados" estão cada vez mais numerosos: a música que o professor leva pra sala de aula é sobre lésbicas, a moda das meninas e dos meninos são sempre andróginas, os personagens infantis são duvidosos. Já que, obviamente, nenhum gay pode ensinar o próprio filho, mas o filho de outros, o universo infanto-juvenil tem sido o preferido da causa gay ultimamente. Eles estão intensificando cada vez mais a propaganda ideológica - e para isso não precisam contar apenas com os próprios homossexuais (coisa muito difícil, já que eles não são nem 5% da população), mas com toda a massa de idiotas-utéis. E que papel a universidade brasileira vem desempenhando em prol disso, já que toda a pesquisa acadêmica foi reduzida à "desconstrução", "quebra de paradigmas" e "discuros periféricos". Cabe aos pais, com algum compromisso de (ainda) educar os filhos, observar bem o que estes andam consumindo. Difícil, no entanto, quando não se tem valores familiares estabelecidos, onde a primeira quebra de paradigma ocorre dentro de casa: pais omissos, separados, imorais, violentos, sem religião.

Confira o personagem gay da Turma: Caio, o amigo de Tina (aquela que já foi hipponga e baranga nos anos 70 e acabou virando a jovem que só usa roupas-mini, mas que agora também é "estudante universitária": perfeita caracterização!):

domingo, 20 de setembro de 2009

Lady GaGa e Dostoievski

Lady GaGa - conhecida pelas suas excentricidades - ganhou o prêmio de "artista revelação" no Video Music Awards, a premiação dada pela MTV aos músicos do ano. A MTV é o ápice do politicamente correto liberal, reproduz os típicos clichês defendidos por uma casta ideológica essencialmente revolucionária. Assim, é comum encontrar as simplórias e rasas críticas ao conservadorismo e à religião. Do mesmo modo, reina absoluta a obamania e o relativismo moral. Lady GaGa, ícone atual da cultura pop - leia-se cultura gay -, ao ganhar o prêmio de "artista revelação" o dedicou a Deus - provavelmente a típica crença nova era de uma "energia superior" estática - e aos gays. De fato, o que essa "cantora" representa é o genuíno padrão cultural saído dos guetos homossexuais. Os gays a muito deixaram de lutar por "diretos iguais", existe, concretamente, um projeto de imposição da mentalidade "homoafetiva" - para usar um termo dentro da cartilha do politicamente correto. Além de fazer triunfar os seus gostos em todos os cantos do Ocidente - reflexo da abertura dada pela mídia, tomada por um pensamento de sabor liberal - , a ditadura gay pretende descontruir a própria base familiar e entronizar o relativismo moral nas estruturas sociais. Nada impede, então, que a pedofilia e o pansexualismo sejam vistos como estilos sexuais normais num futuro não muito distante. A abertura dada ao homossexualismo já incapacita todo o arcabouço moral e invalida qualquer oposição que parte de um raciocínio natural das relações humanas. Se o homossexualismo é socialmente aceito e louvável, por que não a zoofilia?

Se Lady GaGa se encontrasse com Dostoievski e este a questionasse; "
Se não há Deus, tudo é permitido?", o fenomenal autor russo ouviria um sonoro "SIM"

domingo, 30 de agosto de 2009

Sou católico: posso apoiar o Criança Esperança?

Vladimir Lachance
***
Aviso: Este texto leva em consideração a moral católica. Para muitos, os projetos apoiados pelo CE não representarão qualquer afronta à dignidade da pessoa humana, mas não é para estes que o texto se direciona.

Este texto é um esclarecimento sobre alguns fatos relacionados à campanha “Criança Esperança”. Depois de ver inúmeros católicos perguntando se esta campanha da Rede Globo seria uma boa iniciativa, se haveria problema em doar, etc., decidi pontuar algumas coisas que encontrei numa rápida pesquisa pela internet. Minha fonte foi o próprio site da campanha: http://criancaesperanca.globo.com/. A partir daí, simplesmente fui clicando e copiando algumas informações relevantes. Reproduzirei trechos do material colhido e farei breves comentários.

No site da campanha há uma seção chamada “Projetos Apoiados”; nesta área encontrei o Projeto Amazona, que é um projeto de Prevenção à AIDS. Vejamos alguns dos objetivos deste projeto:

1. Prevenção junto aos Profissionais do Sexo, seus Parceiros, Caminhoneiros e Portuários - contribui para a redução da transmissão do vírus HIV e das DST junto aos profissionais do sexo e seus parceiros na região metropolitana de João Pessoa e em Campina Grande. (1)

2. Adolescentes e jovens - Objetiva informar, sensibilizar e influenciar comportamentos preventivos em relação às DST/HIV/AIDS, promover atividades de formação humana e qualificação profissional para o primeiro emprego. (1)

Prostitutas, pervertidos, caminhoneiros(!), portuários(!!), adolescentes e jovens... E as crianças? Só consigo vê-las na seguinte situação: A) Abortadas pelas prostitutas, que, vez ou outra, acabam engravidando e logo tratam de tirar aquele “incomodo” do útero para voltar a “trabalhar”; B) Sendo elas mesmas as prostitutas, pois é coisa já muita noticiada que inúmeros caminhoneiros praticam pedofilia pelas estradas do Brasil, e não só eles, já que praticamente todas as pessoas envolvidas com prostituição costumam não se importar com o fato de ser uma criança, homem ou mulher, etc. Há duas coisas ainda a serem frisadas: “comportamentos preventivos em relação às DST/HIV/AIDS” entre adolescentes e jovens, vem a ser, de acordo com o projeto, a distribuição de camisinhas, que, entre outras coisas, “pode ser usada como método contraceptivo”. Ou seja, a ajuda que eles dão às crianças é impedi-las de nascer e também incentivá-las à iniciação sexual precoce.

Outro projeto apoiado pelo Criança Esperança é o Instituto Caruanas do Marajó. Trata-se de uma escola que ensina rituais tribais às crianças: pajeísmo! Leiam a citação:

O Pajeísmo, segundo Zeneida, é o encontro do homem com as energias da Natureza, os Encantados ou Caruanas. O Pajé nada mais é que um instrumento para a manifestação dos Caruanas, energias viventes sob as águas. É ele que propicia a vinda dos Encantados em Terra para auxiliar os viventes em suas doenças ou dificuldades.A iniciação de Zeneida no Pajeísmo se deu pelo Pajé Mestre Mundico do Maruacá, região do município de Salvaterra, na Ilha de Marajó, e durou um ano e 17 dias para que todos os rituais e preceitos antigos fossem cumpridos. Ela aprendeu sobre o Mundo Encantado e seus mistérios, como as Sete Cidades Encantadas que existe sob o mar e onde vivem os Caruanas. Disse-lhe Mestre Mundico que tais cidades são formadas por elementos mágicos que só os Pajés podem conhecer. Explicou que Zeneida seria conduzida para esse mundo pelo Peixe de Sete Asas Coloridas.” (2)

Zeneida Lima: A pajé educadora! A foto fala por si.
Para os que vivem de acordo com o mundo, pode ser que não haja problema algum no fato de uma escola ser dirigida por um pajé que professe este tipo de doutrina, mas para um católico isto é heresia, impossível de ser aceita em qualquer circunstância. Pobre Pedro Álvares Cabral! Pobres jesuítas! Tanto trabalho para converter os indígenas para agora estarmos nesta situação.

Ainda no site do Porjeto Amazona, clicando no tópico “Links”, encontramos a Sociedade Viva Cazuza, do Rio de Janeiro: no site desta sociedade há uma seção chamada “Fórum Científico”; cliquei nele. O texto em destaque é: “A SEXUALIDADE HUMANA - UMA QUESTÃO DE EDUCAÇÃO!“. Nele lemos:

O que é CAMISINHA? Usá-la ou não? O que é sexo oral? É pecado? Faz mal para a saúde? O que é masturbação? É certo ou é errado? É normal ou é um desvio? O que ato sexual? É proibido? É bom? É necessário? Quando? E a homossexualidade, o que vem a ser isso? É errado? É um direito de a pessoa escolher o seu sexo comportamental? (...) A sexualidade humana é uma fonte de energia psicossomática (alma e corpo), que integra a personalidade no seu sentido mais amplo de liberdade e capacidade de amar. Consegue-se a felicidade quando há uma unidade, uma integração do corpo e da alma, direcionada pela capacidade e pela liberdade de amar. (...)

O autor deste texto parte de uma série de perguntas, que em si já são tendenciosas, bombardeando o leitor com questões confusas, misturando moral, medicina, etc., terminando com uma definição de sexualidade humana que provavelmente foi tirada de algum livro de lunáticos como Wilhelm Reich. Seguindo esta definição, parece que o ser humano só se completa através do ato sexual: quanto mais ligado à sexualidade mais feliz o homem se torna! Agora o autor começa a responder as questões que formulou acima:

“- A masturbação - Sabe-se, e é normal, que o despertar sexual do adolescente, principalmente no menino, se faz sob a forma individual, egoísta, solitária. Isso, dentro de um limite, não é pecado, não está errado, não faz mal para a saúde. Não pode interferir nas outras atividades do adolescente. Faz parte da auto-descoberta.”

Primeiro: sabe-se? Quem sabe? Qual é a fonte desta informação? Imagino que a fonte seja a mente pervertida e viciada do próprio autor do texto. Segundo: e é normal? Desde quando é normal um adolescente pecar contra o sexto mandamento? Terceiro: não é pecado? Este tipo de resposta é dada exatamente para confundir os cristãos despreparados, que lendo qualquer coisa se convencem. Vendo aqui a palavra “pecado” o cristão inclinado a este tipo de perversão logo se força a aceitar a sentença como verdadeira para justificar o vício. Quarto: o que uma Sociedade com o nome de um homossexual praticante, promíscuo, nada cristão, tem haver com pecado? Fico somente nas perguntas, para não me estender demais. Quem ainda tem bom senso pode responder sozinho.
Continua o texto:

“· Virgindade - Há que se diferenciar a virgindade biológica (presença do hímem) e a virgindade moral (integridade mental e emocional da menina). Santo Agostinho já afirmava, no século IV, que a virgindade não é um estado físico e sim um fato moral.”

Quanta malícia utilizar as palavras de um Doutor da Igreja para justificar a promiscuidade. Pelo argumento deste texto: Santo Agostinho fez diferença entre as duas virgindades; a virgindade não é um estado físico, mas moral; logo, não é necessário manter o corpo na virgindade!!!

Bom, pensemos um minuto: a virgindade física só pode ser perdida se o indivíduo pratica o ato sexual; para praticá-lo é preciso desejá-lo; se o indivíduo desejou tal coisa, já não tem virgindade moral! (Subentende-se aqui que se fala do ato sexual fora do casamento) O que Santo Agostinho quis dizer foi que, para aquelas pessoas que pecaram contra a castidade e depois descobriram se tratar de um pecado gravíssimo, e realmente se arrependeram (e pretendem não mais pecar), já que não possuem mais a virgindade do corpo, resgataram a pureza no sentido da moral.

Continuando o texto da Sociedade Viva Cazuza:

“·Homossexualismo - Alguma relação HOMOSSEXUAL acidentais na adolescência não autoriza se concluir que se trata de uma pessoa HOMOSSEXUAL. A definição da "preferência" sexual do nosso filho pode passar por experimentações sem que isso exerça papel definitivo no seu futuro.” (3)

Incentivo à sodomia! Só não vê quem não quer. Não é necessário fazer comentários.

Para ver a ligação do Criança Esperança com o financiamento do aborto no mundo, ver o texto do prof. Felipe Aquino: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2008/05/15/a-unicef-financia-o-aborto-de-meninas-na-africa/

Abaixo do texto do professor há um comentário que diz: “A reiterada participação da Unicef em programas de redução dos nascimentos levou a Santa Sé a retirar em 1996 a simbólica contribuição anual que efetuava e que pretendia alentar a generosidade dos católicos.

“O anúncio teve lugar depois de um comunicado de imprensa da Unicef ter anunciado que tinha distribuído substâncias abortivas no Ruanda e no Zaire.“

Aí está! Este é apenas um pequeno recorte dos grupos apoiados e de suas propostas. Para uma vista mais geral sugiro que os leitores vão diretamente ao site da campanha Criança Esperança que está no início do texto e façam a pesquisa vocês mesmos.

Mas, com o que pontuamos aqui, já podemos responder sem qualquer medo de errar:

Um bom católico não deve, em hipótese alguma, apoiar uma campanha como esta.

Vejam que estarrecedor: Prêmio Luiz Mott: http://www.vivacazuza.org.br/sec_noticias.php?page=1&id=37

(1) http://www.amazona.org.br/ppal.htm
(2) http://www.caruanasdomarajo.com.br/apajelanca.php
(3) http://www.vivacazuza.org.br/

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O Movimento Gay: sexo com animais, partido pedófilo e mais.

Algumas pessoas se irritaram comigo quando postei artigos que falavam da conduta dos homossexuais. Elas me perguntaram "com que direito eu questionava o direito (sic) dos outros de amar" e disseram ainda que "eu não sabia nada sobre eles". Na verdade, preocupo-me, sobretudo, com os privilégios que essa minoria pretende alcançar em todos os setores da sociedade. Para as pessoas que, apoiando os homossexuais, acreditam que estão apenas apoiando o caminho da diversidade, da aceitação da diferença e da tolerância com o ser humano que decide se relacionar com pessoas do mesmo sexo, eu não tenho nada a dizer. E não é que eu concorde com elas, mas porque se algum dia tal definição da causa gay realmente angariou simpatizantes honestos (isto é, aqueles que realmente acreditavam que a causa se resumia apenas à isto), atualmente a situação está difícil até para estes. Atualmente, é claro, eles não são apenas os gays e as lésbicas, mas um sem-número de definições que aumenta a sigla do movimento a cada dia. Não estão mais atrás do reconhecimento - que a sociedade, ainda que contaminada pelo politicamente correto, custa a dar - da relação entre pessoas do mesmo sexo, mas também reclamam o reconhecimento (legitimado, obviamente, por instâncias legais) daqueles que gostam de espancar uns aos outros (os sadomasoquistas) e dos que se relacionam com partes amputadas do próprio corpo (aquelas pessoas que, digamos, cortam parte do braço, de modo que a mutilação possa ser usada como órgão sexual). Já sabemos - pelo menos a maioria de nós sabe - que eles até mesmo têm um partido pró-pedofilia homossexual (NAMBLA), que sempre foi vinculado à Associação Internacional de Gays e Lésbicas, até que esta foi obrigada pela ONU a romper relações (caso contrário, a Associação perderia o rico financiamento de sempre). E ele é homossexual, pois é dedicado exclusivamente às relações de "homens e meninos, desde que haja consentimento".

Infelizmente, algumas pessoas ainda ficam chocadas quando tomam conhecimento, de maneira indireta (numa conversa, por exemplo) de algumas bandeiras desse movimento, ou se poderia dizer, no que de fato consistem as suas reivindicações. Eu digo infelizmente porque isso demonstra certo grau de desinformação, especialmente para simpatizantes da causa gay. Um amigo meu achou improvável que o Movimento Gay - de maneira organizada, isto é, reunido enquanto tal, e não apenas partindo de indivíduos - tenha reclamado o direito de se fazer sexo com animais. Ele achou improvável que exista, como de fato existem, partidos, associações e outros grupos organizados pró-pedofilia agindo dentro dos limites legais de determinados países, como acontece na Holanda. E achou bastante difícil que lésbicas em Portugal tenham "ensinado" nas aulas de educação sexual, para crianças de 8 anos, a maneira correta das meninas usarem os dedos numa relação sexual gay, umas com as outras. E ele me pergunta: "e quanto aos padres pedófilos?" É curioso que a maioria das denúncias contra estes padres seja justamente de uma relação pedófila homossexual.

Para as pessoas que se sentiram ofendidas e chocadas com textos anteriores - que estão neste blog, e são tão poucos, e não são polêmicos - eu estou fazendo um serviço de utilidade pública, pois só gostaria de respondê-las caso elas sejam, de fato, simpatizantes da causa gay ( da verdadeira causa gay, e não de um conto de fadas gay, ou de indivíduos em particular) : o serviço consiste na divulgação de pequenas notícias como essa, que não aparecem como aparece a divulgação das floreadas paradas gays, com cores do arco-íris, pervertendo o símbolo que Deus nos deixou de sua aliança. Por algum motivo, essas informações não estão chegando para boa parte desses simpatizantes, que me fazem perder tempo com discussões anacrônicas; ademais, é justo que as pessoas tomem conhecimento desse tipo de notícia, uma vez que textos e discussões sobre "diversidade e poder", "ninguém nasce mulher" e outros pedantismos são tão bem divulgados.

"Homossexuais marcham em Madri dando vivas ao sexo com animais e exigindo “diversidade afetivo-sexual” nas escolas"

MADRI, Espanha, 14 de julho de 2009 — “Gosto de cães, gosto de maçãs, em minha cama durmo com quem quero”, essa foi uma das principais melodias na Parada do Orgulho gay da semana passada em Madri, onde centenas de milhares marcharam pelas ruas para defender os “direitos gays” e a ideologia homossexualista, de acordo com o que relatou a mídia local.

A parada deu destaque a uma ampla variedade de homens vestidos em trajes de couro sadomasoquistas, enquanto outros vestiam biquínis, cobriam o corpo com maquilagem e pintura, e ostentavam chapeis elaborados e coloridos.

Entre outros slogans obscenos demais para relatar, os participantes da marcha denunciaram líderes religiosos, entoando: “Padre, imam ou rabino, não bloqueie meu caminho”.

O tema da marcha deste ano foi “Educação Sem Armários”. A meta desse tema é promover a “diversidade afetivo-sexual” nas escolas do país, um conceito que os organizadores descreveram como “um instrumento político para normalizar o homossexualismo nas escolas” e para “evitar a prejudicial homofobia, transfobia e bifobia nas gerações futuras”.

Os organizadores criaram um vídeo mostrando cenas de escolas secundárias com casais homossexuais adolescentes abraçando-se e beijando-se nos lábios, enquanto ao mesmo tempo eram socialmente rejeitados ou ameaçados por outros adolescentes. Uma vara mágica com a palavra “educação” é então abanada, e os oponentes são transformados em apoiadores.

Depois das festividades e da parada, que duraram um total de dez dias, os residentes da área de “Chueca” requisitaram às autoridades municipais que transferissem o evento para outra parte de Madri, afirmando que os excessos e tumultos dos participantes deixam suas vidas e vizinhança de cabeça para baixo.

Nos últimos vários anos, os residentes da área repetidamente se queixaram de agressões contra eles, prostituição aberta, tráfico de drogas, brigas, barulhos, lixos nas ruas e outros delitos cometidos durante a marcha. Muita gente deixa o próprio lar e vai residir em outro lugar durante o evento, e alguns dizem que estão se preparando para partir permanentemente.

Os meios de comunicação espanhóis locais noticiam que os participantes homossexuais da marcha deixaram em seu rastro quase 100 mil kilos de lixo este ano.
(continua no site citado)

sábado, 30 de maio de 2009

A ditadura do politicamente correto avança!

LONDRES, Inglaterra, 21 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — As igrejas britânicas serão forçadas a aceitar homossexuais ou “transexuais” praticantes em posições de líderes de jovens e funções semelhantes, sob a lei de igualdade que está para vir, disse o governo. A Lei de Igualdade do governo trabalhista proibirá que as igrejas recusem empregar homossexuais ativos mesmo que a religião delas sustente que tal conduta é pecado, disse a vice-ministra Maria Eagle, do Ministério da Igualdade.

A lei entrará em vigor no próximo ano, e as igrejas temem que ela as force a agir contra suas convicções religiosas numa ampla extensão de áreas. Eagle indicou na conferência chamada “Fé, Homofobia, Transfobia & Direitos Humanos” em Londres, que a lei “cobrirá quase todos os que trabalham em igrejas”.

“As circunstâncias em que as instituições religiosas poderão praticar qualquer coisa sem plena igualdade são poucas e raras”, ela disse aos delegados. “Embora o Estado não intervirá em assuntos estritamente rituais e doutrinários dentro dos grupos religiosos, esses grupos não poderão afirmar que tudo o que administram está fora do alcance da lei anti-discriminação. Os membros dos grupos religiosos têm o papel de discutir em seu próprio meio a questão de maior aceitação dos LGBT, mas no meio tempo o Estado tem o dever de proteger as pessoas de tratamento injusto”.

A lei permite isenção religiosa para papéis considerados importantes “para os propósitos de uma religião organizada”, mas restringe essa definição para aqueles que conduzem celebrações litúrgicas ou passam seu tempo ensinando doutrina.

O jornal Daily Telegraph citou Neil Addison, advogado católico e especialista em lei de discriminação religiosa. Ele disse que a lei deixará as igrejas sem forças para defenderem a estrutura de suas organizações. “Essa é uma ameaça à identidade religiosa. O que estamos perdendo é o direito de as organizações fazerem escolhas livres”, disse ele.

Os membros do Ministério da Igualdade incluem o lobista homossexual Ben Summerskill, diretor do Stonewall, principal grupo homossexual britânico. Summerskill reivindicou que as igrejas sejam forçadas a empregar homossexuais e que a polícia detenha cristãos que protestam pacificamente contra as leis homossexuais do lado de fora do Parlamento.

Tony Grew, ativista homossexual e ex-editor do site PinkNews.co.uk, escreveu recentemente que a Lei de Igualdade “estabelecerá de forma muito forte direitos homossexuais em todos os aspectos da vida pública”. Grew escreveu no PinkNews que a lei abrirá oportunidades sem precedentes para os homossexuais.

A lei, disse ele, cobrirá os ministérios principais do governo, as autoridades locais, as agências de educação, saúde e segurança policial e um grande número de outras agências públicas e particulares, inclusive igrejas e instituições administradas por igrejas. A lei imporá o “Dever da Igualdade” em todas as organizações que dão serviços públicos, disse ele, tais como casas de repouso que “terão de considerar as necessidades de casais do mesmo sexo”.

Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Enforced “Diversity” will make Britain “First Modern Soft Totalitarian State”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09050602.html

UK: Religious Schools May Not Teach Christian Sexual Morals “As if They Were Objectively True”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/mar/07030504.html

Even an Openly Homosexual Actor has Condemned New UK Law Which Would Criminalize Criticizing Homosexuality
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/oct/07101101.html

“Climate of Fear” Growing in Britain for Christian Civil Marriage Registrars
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08052204.html

Traduzido por Julio Severo

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Estamos sob a ditadura do politicamente correto. O Ocidente vive uma realidade totalmente absurda. A ascensão desta cartilha se deu com a invasão de comunistas e agentes socializantes nos movimentos sociais, ambientais, sexuais, raciais etc. A queda da URSS, o fracasso do tal "socialismo real", somado com a estruturação de uma nova leitura do processo revolucionário - Gramsci e Escola de Frankfurt - possibilitaram a estruturação de novas táticas, distantes daquela práxis ativista militante. Assim, norteados por arejados métodos, os marxistas e similares tomaram todas as grandes discussões que, de algum modo, poderiam abraçar um princípio dialético. Conseqüentemente, houve a ideologização das revindicações; o ambientalismo passou a lutar contra o capitalismo opressor, a questão racial adotou um discurso de classes, os homossexuais começaram a atacar a moral - não passava de ferramenta de domínio. Claro que o projeto revolucionário luta contra o espírito cristão, metafísico, sobrenatural e tradicional. Sobre tais entendimentos a Civilização Ocidental se ergueu. Assim, dentro da cartilha politicamente correta, não há espaço para honestidade intelectual, religião, discussão séria e pautada em sólidos argumentos. É o reino do relativismo! Entretanto, este relativismo não é tão relativo. Na verdade a afirmação de que tudo é relativo carrega uma contradição intrínseca - se tudo é relativo, logo "tudo é relativo" é relativo, ou seja, nem tudo é relativo. Mesmo afirmando que tudo é relativo, os apóstolos do modernismo sabem que não há espaço para defesas enfáticas da Verdade.

Aquele papo democrático de um mundo livre de grilhões, distante do fundamentalismo, se choca com a própria prática! Vejamos! Tais homens são os primeiros que se levantam na defesa do relativismo moral, intelectual, religioso. Usando um discurso açucarado e apaziguador, dizem que não há mais espaço para radicalismo. Dentro da idéia de "radicalismo" eles colocam até mesmo aqueles que, simplesmente, acreditam fielmente numa Verdade. Agora entra uma contradição; estes homens são os primeiros que, piamente, seguem uma doutrina, mesmo que tal doutrina combata doutrinas e diga que ter doutrinas é ultrapassado. Não adianta! Eles são adeptos de uma crença - sociológica e filosófica - extremamente radical, tão radical que luta contra outros pensamentos e persegue opositores. Não obstante, enquanto uma religião diz claramente o que é certo e o que é errado, a fé relativista instaura o patrulhamento em nome da democracia: "Não há mais lugar para um mundo de crenças religiosas e princípios metafísicos. Tudo é relativo, nós cremos nisto e vamos perseguir os que não crêem". Ou seja, democraticamente eles instauram uma perseguição em nome da democracia mesmo quando estão sendo antidemocráticos quando impedem a livre expressão.

É justamente o que ocorre na Inglaterra: o homossexual, protegido pela cartilha politicamente correta, vai participar da vida religiosa, em nome da democracia, mesmo quando a comunidade religiosa é impedida, numa atitude antidemocrática, de professar livremente a sua crença. O homossexual é um cidadão de primeiro escalão, já o crente é pária; o crente não pode sequer dizer no que crê; já o homossexual determina o que o crente deve dizer.

Pedro Ravazzano

quarta-feira, 4 de março de 2009

Menina de 4 anos que vivia com “casal” gay é violentada

Julio Severo

O cabeleireiro Orani Fogari Redondo, de 28 anos, foi preso na noite de 31 de outubro de 2008, em Araraquara, interior de São Paulo, suspeito de estuprar uma menina de 4 anos. A criança morava com ele e com o tio, um homossexual de 54 anos.

Redondo e o tio da menina moravam juntos há quase 10 anos e, há cerca de um ano e meio, o tio ficou com a guarda definitiva da garota porque os pais dela foram presos, condenados por tráfico de drogas.

Uma denúncia anônima levou a polícia até o cabeleireiro. Em sua defesa, o tio, que é enfermeiro aposentado, disse que deixou a sobrinha com o parceiro para ir ao médico e quando voltou viu sangue escorrendo pelas pernas da menina.

Segundo o noticiário da Record de 1 de novembro de 2008, a menininha precisou passar por uma cirurgia por causa da gravidade da agressão e continuará sob acompanhamento médico.
Pressionado pela polícia, o tio confessou que não foi a primeira vez que seu parceiro havia abusado da menina. Em entrevista, a polícia destacou que o rapaz tem outras passagens pela polícia pelo mesmo crime de abuso sexual de crianças.

Pelo fato de que o tio é portador do vírus HIV, existe agora a suspeita de que seu amante mais jovem possa também estar infectado, o que aumenta a probabilidade de a menina ter sido contaminada.

A pedido do tio, a imprensa ocultou seu nome. Aliás, ocultou muito mais — em nenhuma das notícias sobre o caso a palavra “homossexual” ou “homossexualidade” foi utilizada para se referir ao tio e seu relacionamento com um homem mais jovem. Um código “moral” anti-discriminação politicamente correto está pressionando a mídia brasileira a não expor o homossexualismo em notícias desfavoráveis aos interesses da agenda gay, porém dando-lhe tratamento totalmente inverso quando as notícias lhe são favoráveis.

A meta parece ser incomodar o menos possível os homossexuais e seu comportamento, e esse pode ser o motivo por que nenhum assistente social estatal — que são notoriamente xeretas e intrometidos — se interessou em “xeretar” a ficha suja do amante do tio durante o processo de transferência da guarda da menininha. Mas é ao custo da saúde e vida dos inocentes que o homossexualismo recebe tal acobertamento.

As perguntas que não querem calar são:

Qual foi o órgão estatal que entregou a guarda da menininha a um homossexual vivendo com outro homem durante vários anos?

Se o estuprador já tinha passagens pela polícia por crimes sexuais contra crianças, o que ele estava fazendo solto?

O caso está cheirando a um horrendo escândalo de negligência estatal…

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Beijaço Gay e Apologia ao Homossexualismo para crianças de 12 anos

por Luciana Lachance

Há alguns dias um casal gay foi convidado a se retirar do Shopping Iguatemi [de Salvador] porque a sua conduta [eles estavam se beijando em público] causou constrangimento ás demais pessoas. Em resposta a isso, o movimento homossexual da cidade resolveu invadir o mesmo shopping com faixas e bandeiras de protesto: já que as pessoas não podiam agüentar um casal de homens se beijando, agora teriam de ver dezenas deles fazendo o mesmo. Inconformados com o fato de que a maioria das pessoas se sente bastante desconfortável vendo tais cenas, os gays alegam que tal desaprovação é “homofobia” (termo inventado, não vou nem me dar o trabalho de comentar a controvérsia), que eles sofrem o “preconceito” da sociedade machista e hipócrita. Outro caso recente foi o do professor Márcio Bagrios, que alega ter sido afastado da escola em que ensinava depois de fazer apologia ao homossexualismo para crianças entre 12 e 14 anos, passando, entre tantas músicas capazes de ensinar a forma verbal do passado no inglês, “I kissed a girl”, sobre uma garota bêbada que resolve beijar uma outra garota. Com a maior cara-de-pau, ele ainda deu entrevistas tentando argumentar que, de fato, a canção tem vários verbos no passado, o que seria uma forma bastante didática de ensinar os alunos – e mais uma vez, a exemplo de tantos outros, explica que foi “vítima” de preconceito por parte da escola, que, segundo ele, “ria pelas costas” quando ele ia trabalhar com os cabelos coloridos e “roupas modernas”.

Que fique bem claro que o interesse dessas pessoas envolvidas nos dois casos não é proteger o segmento homossexual de uma suposta perseguição, a exemplo do que eles alegam, como se toda morte de gays fosse causada por pessoas motivadas pelo ódio a eles, ou por grupos organizados – e não em conseqüência do próprio estilo de vida dos gays, geralmente bastante violento e suscetível a mais riscos, especialmente com relação à saúde. Os homossexuais não querem proteção contra espancamento de “homofóbicos” ou qualquer situação semelhante. O que eles querem é que o seu desvio seja aceito como uma “opção” - tão normal quanto a atração natural entre homens e mulheres - e que apenas ocorreria em bem menor escala (algo entre 3% da população mundial). Eles querem proteção para atitudes como a do professor Márcio, para assim promover esse tipo de comportamento – e que todas as outras pessoas fiquem caladas, já que eles terão várias instâncias para recorrer. E a pior proteção que eles podem ter, sem dúvida, é o pensamento politicamente correto de hoje que não admite qualquer crítica a alguns segmentos sociais e outras ideologias. O que essas pessoas precisam entender é que o homossexualismo não pode ser simplesmente empurrado como um comportamento natural, pois tal premissa é uma arbitrariedade que limita a liberdade religiosa e constrange as pessoas, impedindo-as de manifestar a sua fé, cuja expressão deveria ser livre. Querer que todas as pessoas da sociedade deixem de criticar o homossexualismo ou querer “educar” os filhos dos outros (sim, porque não poderiam ser deles) para isso é impor não apenas um estilo de vida do qual apenas eles compartilham, mas também negar o direito que as pessoas têm de viver de acordo com a sua religião – e eu poderia citar várias que condenam a prática homossexual. Portanto, o que o movimento gay quer assegurar é que todas as demais pessoas concordem com o que eles próprios teorizaram sobre si mesmos: que não existe nada de errado quanto a uma pessoa se relacionar com outra do mesmo sexo. Como eles não podem fazer isso mostrando as conseqüências desta escolha (e de maneira mais justa, servindo como exemplo), precisam de algum instrumento repressor: a lei que eles pretendem aprovar contra a homofobia – e que em algumas cidades do país já está funcionando – servirá apenas para que este tipo de opinião seja levada como consenso e direito natural, e para que qualquer acusação contra algum gay seja dificultada, já que eles tratam a questão como o preconceito racial, e a simples menção pode ser enquadrada como ofensa. Não concordar com o ato homossexual (e condená-lo) virou crime, ou virará, a julgar pelos passos. A liberdade de expressão permite que se faça apologia ao comunismo, ao aborto e outros crimes, permite ridicularizar a religião das outras pessoas, mas não pode mais permitir discordar do que se faz na cama - e quando isso estiver bem delimitado, já não poderá mais se questionar o quê ou quem esteja nela, independente se humano ou animal, ou da idade que tenha.

O fato é que o comportamento homossexual recebe críticas não apenas das pessoas cuja religião ensine que isso seja condenável, mas de outros setores aparentemente desinteressados nesse viés, quer o estude do ponto de vista físico-mental (sobretudo as pesquisas científicas que procuram entender o comportamento dessas pessoas) ou do ponto de vista dos efeitos práticos resultantes desse estilo de vida: tendência à promiscuidade, alta ocorrência de pedofilia, redução na expectativa de vida e distúrbios emocionais variados. Tentando escapar de tudo isso, o movimento gay tenta lançar a imagem do homossexual monogâmico, interessado em união civil estável e adoção de crianças - mas aí vem um filho da mãe como Elton John dando declarações de que nada disso combina com ele ou seus amigos, e que estão tentando dar uma imagem falsa e conservadora dos gays, o que, para o cantor, é uma contradição. Em número, os homossexuais são poucos, e mesmo para defender a própria causa teriam de esperar que todos eles fossem militantes e engajados; mas o pior é saber que mesmo alguns deles (digamos, um Foucault da vida, que após contaminado com o vírus da Aids o espalhou propositalmente para muita gente, entre amigos e inimigos) não servem como exemplo. E é por isso que eles contam comigo e com você, de preferência com emprego e filhos, para endossar a moção de apoio. Eles precisam subverter a opinião alheia, e geralmente são as pessoas que terão mais medo de serem taxadas como preconceituosas, e falam, como um amigo deste blog escreveu num texto, “em pleno século 21”...