Pivô da polêmica mobilização contra Dilma Rousseff, o bispo de Guarulhos (SP), D. Luiz Gonzaga Bergonzini [foto] afirma que não recuará e levará sua manifestação de veto à presidenciável às missas e celebrações das 37 paróquias da cidade.Ele considera o PT favorável à descriminalização do aborto e divulgou artigo recomendando aos católicos que boicotem a petista.Bispo de Guarulhos recomenda a católicos que não votem em Dilma que nega defender aborto e diz que opinião de bispo não é uma posição da CNBB. [sic!]Governado desde 2001 pelo PT, o município é o segundo colégio eleitoral do Estado, com 788 mil votantes. A campanha informal alicerçada na diocese desagradou o prefeito Sebastião Almeida."Sou católica e respeito a posição do religioso. Mas não posso concordar com a transformação de uma posição doutrinária da Igreja Católica em apoio ou rejeição a qualquer candidato."Em entrevista à Folha, D. Luiz Gonzaga, 74 anos, diz não ter nada pessoal contra a candidata, mas é irredutível, mesmo após as recorrentes negativas da ex-ministra da Casa Civil.Diz o Bispo: "Ela [Dilma] segue o partido, ela é a candidata. Então eu vou matar a cobra na cabeça. Pessoalmente não tenho nada contra ela. Mas o direito à vida é o maior direito humano. O aborto é atitude covarde e criminosa. Eu não arredo o pé, não."Leia os principais trechos da entrevista concedida pelo bispo.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini: "Sigo minha Consciência, não a CNBB".
Pivô da polêmica mobilização contra Dilma Rousseff, o bispo de Guarulhos (SP), D. Luiz Gonzaga Bergonzini [foto] afirma que não recuará e levará sua manifestação de veto à presidenciável às missas e celebrações das 37 paróquias da cidade.Ele considera o PT favorável à descriminalização do aborto e divulgou artigo recomendando aos católicos que boicotem a petista.Bispo de Guarulhos recomenda a católicos que não votem em Dilma que nega defender aborto e diz que opinião de bispo não é uma posição da CNBB. [sic!]Governado desde 2001 pelo PT, o município é o segundo colégio eleitoral do Estado, com 788 mil votantes. A campanha informal alicerçada na diocese desagradou o prefeito Sebastião Almeida."Sou católica e respeito a posição do religioso. Mas não posso concordar com a transformação de uma posição doutrinária da Igreja Católica em apoio ou rejeição a qualquer candidato."Em entrevista à Folha, D. Luiz Gonzaga, 74 anos, diz não ter nada pessoal contra a candidata, mas é irredutível, mesmo após as recorrentes negativas da ex-ministra da Casa Civil.Diz o Bispo: "Ela [Dilma] segue o partido, ela é a candidata. Então eu vou matar a cobra na cabeça. Pessoalmente não tenho nada contra ela. Mas o direito à vida é o maior direito humano. O aborto é atitude covarde e criminosa. Eu não arredo o pé, não."Leia os principais trechos da entrevista concedida pelo bispo.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
O site da CNBB é da CNBB?
Tudo muito bem! Fiquei contente e até confortado ao perceber que nas eleições 2010 os Bispos se movimentavam na defesa da Igreja e acordavam diante do forte lobby da cultura de morte no ambiente político-partidário nacional. Ademais, para aumentar a nossa felicidade, Dom Cristiano Krapf, Bispo de Jequié, aqui na Bahia, fez uma pertinente reflexão acerca do revolucionário plebiscito que pretende limitar a posse da propriedade de terra, que conta com o apoio de algumas pastorais sociais da CNBB (tenha medo!)
O site da CNBB, não satisfeito com tamanho reacionarismo resolve, então, retirar da página o artigo de D. Luiz Gonzaga Bergonzini, sendo que nem mesmo publicou o texto de Dom Cristiano Krap. Muito bem! Já por outro lado:
Reunidas em Brasília, nos dias 14, 15 e 16 de Junho, as coordenações regionais e nacionais das Pastorais Sociais e Organismos da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, assumem o compromisso de participar do 16⁰ Grito dos Excluídos e da organização do Plebiscito Popular por um Limite da Propriedade da Terra no Brasil. (link)A página da CNBB agora é patrulhada?! Pelo jeito os sequazes libertadores estão afiadíssimos nas estratégias pensadas por Lênin, o Genocida! E o nome da Conferência virou refém das ditas pastorais sociais e de assessores embebidos na perspectiva socializante?! Os grandes Bispos desse país têm suas palavras boicotadas pelos arautos da revolução no próprio ambiente!
Chega!
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O artigo do Bispo de Garulhos está sendo muito comentado pela mídia. Saiu no Portal G1 uma reportagem de tamanho considerável a respeito. Dom Luiz reforça o seu posicionamento e diz que mandará "uma circular para os padres da diocese pedindo que eles façam o pedido na missa, para que os nossos fiéis não votem na candidata do PT e em nenhum outro candidato que defenda o aborto." Entretanto, o Subsecretário-geral adjunto da CNBB, o padre Antônio da Paixão, afirma que "A CNBB não entra nessas questões políticas” e que "E isso pode não refletir um posicionamento da CNBB".
Sinceramente, as vezes eu acho que esses assessores "cnbbistas" crêem que a Conferência é uma entidade metafísica. A CNBB é composta pelos...Bispos, portanto são os Bispos os responsáveis, em teoria, pelos pronunciamentos desta. Além de não ser parte da hierarquia da Igreja mesmo quando, constantemente, pretendem colocar a CNBB como autoridade contrária aos Bispos falastrões (reacionários), esses assessores têm a audácia de publicamente mostrar a inconformidade com o episcopado corajoso e coerente do país.
sábado, 14 de novembro de 2009
Bispos de São Paulo em Roma
Versus Deum, casulas, mitras, CNBB! É muita novidade para uma pessoa só!






segunda-feira, 12 de outubro de 2009
A CNBB precisa estagiar com a USCCB
Em português "- Dominus Vobiscum - Et cum spiritu tuo" virou "- O Senhor esteja convosco - Ele está no meio de nós (O correto seria "E com o teu Espírito")" Em inglês foi traduzido como "- The Lord be with you. - And also with you." E, depois da correção da tradução, ficou; "- The Lord be with you. - And with your spirit."
Para mais informações sobre a reforma da tradução do missal nos EUA: http://www.usccb.org/romanmissal/examples.shtml
Ademais, é muito gritante a diferença de postura, através da reverência aos símbolos e às normas, entre uma Assembléia da CNBB e uma da USCCB. Vejam e descubram quais as fotos são no Brasil e quais as fotos são nos EUA.



sexta-feira, 13 de março de 2009
A CNBB é tão clara como a noite!
O pronunciamento não foi exato, claro e simples, como pede a caridosa postura da Igreja, afinal isso é o que se espera daquela que se sustenta na Verdade.
O Portal G1 veiculou a notícia com essa título: "Para CNBB, ninguém foi excomungado em caso de aborto de menina de 9 anos" (http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1040654-5598,00.html)
O Jornal do Brasil veiculou a mesma notícia com o seguinte título: "CNBB apóia excomunhão dos envolvidos no aborto de criança pernambucana" (http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/03/12/e120322282.asp)
Isso é uma prova de como o pronunciamento da CNBB que, mesmo não contradizendo a posição do Arcebispo - que se sustenta no Direito Canônico que afirma categoricamente a pena de excomunhão latae sententiae aos fiéis (católicos maiores de 16 anos) que realizam o aborto - não foi em nada enfático na defesa de D. José e do lamentável transcorrer dos fatos. Tristes conseqüências são geradas dessa falta de postura; primeiro que parece, para o grande público, que a Igreja sequer consegue chegar a um consenso quanto as suas normas canônicas, em segundo lugar o valoroso D. José passa a se enxergar praticamente sozinho na luta em defesa da vida - poucos são os Sucessores dos Apóstolos que aparecem em seu apoio - e, em terceiro lugar, para piorar, muitos Sacerdotes árduos opositores da cultura de morte, que defenderam com fidelidade a postura da Igreja, se encontram desacreditados já que, por meio dessa aparente oposição da CNBB, são contraditos pelos Bispos da Conferência. Em suma, faltou objetividade e clareza nas palavras, faltou cuidado e zelo ao tratar de um tema tão polêmico envolto em opiniões pessoais e usado pelos anti-clericais como a ponta da lança na luta contra a Igreja.
Veja o pronunciamente dos Bispos na íntegra: http://www.cnbb.org.br/ns/modules/news/article.php?storyid=1149
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Leia "Tribalismo Indígena..." e entenda o que se passa com os índios
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Tal revelação foi feita por Plínio Corrêa de Oliveira em sua obra Tribalismo Indígena (1977) – matéria da Parte I da presente edição – que contou com sete edições, perfazendo 76 mil exemplares de tiragem.
Hoje, uma avalanche demarcatória de terras indígenas atropela o direito de propriedade através de decretos e portarias, aliás, sem nenhum amparo constitucional. O governo Lula anunciou mais 129 áreas a ser delimitadas até 2010.
Nelson Ramos Barretto e Paulo Henrique Chaves, autores da Parte II, visitaram a reserva Raposa/Serra do Sol, em Roraima, e apontaram a ameaça à soberania nacional naquela região de fronteira.
A FUNAI, num afã demarcatório acaba de delimitar no Mato Grosso do Sul – região fronteiriça com o Paraguai – novas reservas que podem alcançar 12 milhões de hectares de terras férteis e produtivas.
Tais medidas vêm despertando reações indignadas por todo o Brasil. A questão indígena acrescida à Reforma Agrária, à Revolução Quilombola e às questões ambientais forma um quadro impressionante de coletivização das terras brasileiras.
Este livro entra no âmago da questão indígena!
Vejam no mapa o tamanho da encrenca!
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Quem quer essa confusão toda para o Brasil?
Aliás, já estamos nela!
Assentamentos = vermelho
Acampamentos da Reforma Agrária = verdes
Terras de quilombolas = azuis
Não se encontram no mapa as áreas de reservas ambientais...
Fonte do mapa: IBGE, MAPA, Conab, ABRAF, NCRA, MMA. CNA
O Conselho Indigenista Missionário, a CNBB, o governo federal, governos estrangeiros e ONGs querem fragmentar e coletivizar as terras do País. Para quê?
SOLICITE SEU EXEMPLAR AGORA. Editora Artpress, 255 páginas, ilustrado:
http://www.artpress.com.br/ De: R$ 28,70 por: R$ 25,00
(fonte: Blog GPS do Agronegócio)

