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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini: "Sigo minha Consciência, não a CNBB".


Pivô da polêmica mobilização contra Dilma Rousseff, o bispo de Guarulhos (SP), D. Luiz Gonzaga Bergonzini [foto] afirma que não recuará e levará sua manifestação de veto à presidenciável às missas e celebrações das 37 paróquias da cidade.Ele considera o PT favorável à descriminalização do aborto e divulgou artigo recomendando aos católicos que boicotem a petista.Bispo de Guarulhos recomenda a católicos que não votem em Dilma que nega defender aborto e diz que opinião de bispo não é uma posição da CNBB. [sic!]Governado desde 2001 pelo PT, o município é o segundo colégio eleitoral do Estado, com 788 mil votantes. A campanha informal alicerçada na diocese desagradou o prefeito Sebastião Almeida."Sou católica e respeito a posição do religioso. Mas não posso concordar com a transformação de uma posição doutrinária da Igreja Católica em apoio ou rejeição a qualquer candidato."Em entrevista à Folha, D. Luiz Gonzaga, 74 anos, diz não ter nada pessoal contra a candidata, mas é irredutível, mesmo após as recorrentes negativas da ex-ministra da Casa Civil.Diz o Bispo: "Ela [Dilma] segue o partido, ela é a candidata. Então eu vou matar a cobra na cabeça. Pessoalmente não tenho nada contra ela. Mas o direito à vida é o maior direito humano. O aborto é atitude covarde e criminosa. Eu não arredo o pé, não."Leia os principais trechos da entrevista concedida pelo bispo.
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Folha - Mesmo com a recomendação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) pela neutralidade na campanha, o senhor decidiu explicitar sua posição contrária à candidata Dilma Rousseff. Por quê?
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D. Luiz Gonzaga Bergonzini - Em primeiro ligar, que recomendação é essa? A CNBB não tem autoridade nenhuma sobre os bispos. Eu segui a voz da minha consciência. Sou cristão de verdade e defendo o mandamento "não matarás". Não tem esse negócio de "meio termo".
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Folha - A candidata afirma que não defende a descriminalização do aborto. Mesmo assim, o senhor cita o nome dela no artigo.
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Ela [Dilma] segue o partido, ela é a candidata. Então eu vou matar a cobra na cabeça. Pessoalmente não tenho nada contra ela. Mas o direito à vida é o maior direito humano. O aborto é atitude covarde e criminosa. Eu não arredo o pé, não.
.Folha - Como o senhor concluiu que ela tem essa posição? Isso nunca ficou claro e ela nega.
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É o terceiro plano de governo que ela adota. Como percebeu que havia reação, foi mudando. Não vou recuar.
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Folha - O senhor pretende levar ao conhecimento dos fiéis da diocese essa recomendação de não votar na candidata Dilma?
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Os padres devem notificar ao povo a orientação do bispo. Eu não vou arredar o pé, não importa as consequências que eu venha sofrer, mas o que importa é minha consciência e seguir o Evangelho. Eu não tenho medo. O que pode acontecer? Deus saberá!
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Folha - Inclusive nas missas, os padres vão tratar do tema? Vão citar o nome da candidata?
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Tratar do tema, não. Podem citar o nome dela, porque vou mandar uma carta para os padres notificarem as pessoas da minha recomendação nas missas. Como cidadão, tenho direito de expressar minha opinião e, como bispo, tenho a obrigação de orientar os fiéis.
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Folha - O senhor teme algum tipo de retaliação ou reação negativa, seja por parte da CNBB ou de partidários da candidata Dilma?Sempre tem alguma coisa. Tenho recebido muitos e-mails. Não sei se são ameaças, mas contestando. Mas posso te dizer que muitos de apoio. As pessoas dizem: "finalmente alguém que usa calça comprida resolveu reagir".

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O povo argentino disse NÂO ao "casamento" homossexual

A mídia anunciou que a Argentina se tornou o primeiro país na América Latina a aprovar a união civil entre pessoas do mesmo sexo - mas esqueceu de esclarecer que esta decisão não foi de forma alguma aprovada pelo povo. Da maneira como é colocada, parece ser a Argentina um país mais liberal que os outros, como se por lá é que andasse a falsa maior parada gay do mundo, como se os torcedores brasileiros tivessem razão nas suas ofensas contra os hermanos. Mas ao contrário disso, o povo argentino foi apenas ignorado, enquanto uns poucos atropelam a democracia para fazer valer suas vontades, não respeitam sequer quem os elegeram.

Milhares de argentinos foram protestar na frente do Congresso, e dizer não à essa aprovação absurda, como se uma lei pudesse igualar o matrimônio (que só pode existir entre um homem e uma mulher) e a estéril união homossexual.


A união homossexual não pode ser reconhecida pela lei civil

Nada há de mais contraditório em aceitar a união homossexual: os militantes defendem que os casais gays podem levar uma vida estável, e por isso poderiam gozar dos mesmos direitos civis que os casais heterossexuais. Em primeiro lugar, não se pode acreditar nesta opinião do movimento gay, ao mesmo tempo que este mesmo movimento ridiculariza e destrói a instituição familiar, publicando toda espécie de cartilhas contra a "heteronormatividade" e o chamado "modelo patriarcal"´. Em segundo, não se pode chamar de união estável duas pessoas que praticam o amor livre, e dizem morar sobre o mesmo teto. A relação homossexual é transgressora de todos os padrões estabelecidos, e pela mesma razão não pode oferecer aos filhos da sociedade uma educação que continue a existência da mesma. O estado está legitimando a própria ruína quando reconhece que casais gays podem reclamar os direitos matrimoniais ou adotar crianças.

A sociedade deve a sua sobrevivência à família fundada sobre o matrimônio.¹ A união homossexual não produz fruto algum, pois é estéril por sua própria concepção, e como apontou o Pe.Paulo Ricardo na sua homilia contra o PNDH-3, só produz excrementos. Todo indivíduo homossexual deve sua existência à uma relação heterossexual - a existência gay no mundo é solitária, sem continuidade nas gerações vindouras, interrompe a árvore genealógica e não pode construir nada que sua própria descendência possa dar continuidade. Não se trata, portanto, de reclamar apenas a anti-naturalidade da relação homossexual, mas é preciso também chamar atenção para o fato de que toda a sociedade perde, em patrimônio, reconhecendo civilmente a união gay.

Quando o Estado se propõe a oferecer ao casal homossexual os mesmos direitos civis, está também se propondo a pagar muito caro por estes direitos. O divórcio já trouxe em si prejuízos irreparáveis para a sociedade, mas nada se compara a custear uma relação que já nasce fadada ao fracasso, que já anuncia que nenhum retorno será possível para a sociedade. Até mesmo os resultados de quaisquer esforços profissionais dos indíviduos homossexuais dependem dos frutos alheios, uma vez que sendo homossexual a pessoa nega a si mesma o direito de propagar a vida, e todo o investimento que por ventura tenha feito para os bens sociais, morre com ela. Se atualmente a sociedade pode contar com sólidos investimentos comerciais e empresariais, tudo isso depende e dependerá sempre da instituição familiar, que de geração em geração garante a continuidade dos mesmos. Reconhecer a união homossexual é uma atitude tipicamente esquerdista e liberal, pois sua ideologia busca justamente suprimir a família e o direito a propriedade privada - eles querem acabar definitivamente com estes valores porque sabem que somente assim poderão implantar a cruel ditadura comunista. Atualmente, a maneira mais rápida de acabar com a família é favorecer em tudo os interesses homossexuais e o aborto.

Nota

¹ Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais - Congregação para a doutrina da fé. 03 de junho de 2003

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Breve História da Moda na França: 1900-2000



É interessante ver como a mulher termina com um vestido que é muito menor do que a roupa íntima (!!) do vestido inicial.
No quesito moda a Revolução avançou a passos largos neste século.

Comparem o vídeo com a sequência de fotos abaixo. As fotos mostram as mudanças ocorridas na vestimenta feminina da Idade Média até o século XIX.

É assustadora a velocidade com que a moda mudou no último século. Mesmo aqueles espíritos que vêem nisto apenas uma mudança natural de costumes - como sempre ocorreu -, têm dificuldade em explicar porque no sec. XX esta mudança foi tão rápida e porque houveram mudanças tão radicais.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Personagem gay na Turma da Mônica: ditadura homossexual chega às bancas infantis

Como o objetivo do movimento homossexual é ensinar às suas crianças o que é melhor para elas, chega à Turma da Mônica um personagem gay - e se a revista já não está sendo usada nas classes do primário, não tardará muito. Esta, aliás, deve ser a única utilidade de uma revistinha chata politicamente correta: ir parar na mão de professores engajados com qualquer causa do momento, que tratam as crianças feito retardados mentais, achando que qualquer material supostamente lúdico é capaz de motivar discussão. E, diga-se, Mauricio de Souza já não sabe mais o que fazer para continuar vendendo a Turma da Mônica; as vendas estavam caindo a cada ano quando ele resolveu criar a turma da Mônica Jovem (recheada de gírias gays); ninguém mantém mais o que ele ainda vende do que pais saudosistas que "cresceram lendo a turma"; de mediamente criativas nos anos 90, as histórias passaram a ser um senso-comum de cunho educativo massante - que o diga todo o lenga-lenga ecologista dos últimos dez anos. Pois bem, em tempos em que os pais dão mesadas aos filhos (que gastam como querem e nunca prestam contas) revistas como essa são facilmente assimiladas pelas crianças, que são bombardeadas por todos os lados quando o assunto está em pauta. E como os mesmos pais já não se importam com o que os filhos assistem/lêem/ouvem - os próprios acreditam que escolher tudo é direito da criança - os "lados" estão cada vez mais numerosos: a música que o professor leva pra sala de aula é sobre lésbicas, a moda das meninas e dos meninos são sempre andróginas, os personagens infantis são duvidosos. Já que, obviamente, nenhum gay pode ensinar o próprio filho, mas o filho de outros, o universo infanto-juvenil tem sido o preferido da causa gay ultimamente. Eles estão intensificando cada vez mais a propaganda ideológica - e para isso não precisam contar apenas com os próprios homossexuais (coisa muito difícil, já que eles não são nem 5% da população), mas com toda a massa de idiotas-utéis. E que papel a universidade brasileira vem desempenhando em prol disso, já que toda a pesquisa acadêmica foi reduzida à "desconstrução", "quebra de paradigmas" e "discuros periféricos". Cabe aos pais, com algum compromisso de (ainda) educar os filhos, observar bem o que estes andam consumindo. Difícil, no entanto, quando não se tem valores familiares estabelecidos, onde a primeira quebra de paradigma ocorre dentro de casa: pais omissos, separados, imorais, violentos, sem religião.

Confira o personagem gay da Turma: Caio, o amigo de Tina (aquela que já foi hipponga e baranga nos anos 70 e acabou virando a jovem que só usa roupas-mini, mas que agora também é "estudante universitária": perfeita caracterização!):

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Apostolado Moda e Modéstia e o modo católico de vestir

por Luciana Lachance

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Antes de apresentar e falar um pouco sobre o Apostolado Moda e Modéstia, gostaria de convidar a todos a fazer uma reflexão: há alguma importância no modo como nós católicos nos vestimos – e se há, eu mesmo me visto de maneira que corresponda à essa importância? Começo com este questionamento pois existe uma estranha convicção de que católicos podem usar todo e qualquer tipo de roupa, e que o catolicismo não se preocupa com essas questões. Desse modo, independente do que nós conheçamos sobre o que a Igreja diz acerca disso, o bom senso ainda é capaz de nos apontar que atualmente a extensa maioria dos católicos não dá importância ao que veste. Com isso quero dizer que vivemos, ironicamente, num paradoxo: de um lado, compramos a idéia de que nenhuma roupa nos é proibida, de outro, quando questionados, quase sempre afirmamos que o vestir tem importância para o católico. Procurarei demonstrar um pouco essa situação na Igreja, e em seguida, oferecer caminhos para aqueles que desejam deixar o paradoxo.



A situação na Igreja


Em primeiro lugar, é preciso reconhecer a crise moral que o mundo atravessa hoje; em segundo, esta crise não pode ser distinta da crise da Igreja. Há, portanto, todo um processo revolucionário que visa desestabilizar e desconstruir os valores morais, que em última instância remontam sobre a metafísica ocidental, ou seja, o Deus cristão, representado pela Igreja Católica. Não é preciso ser um estudioso ou teólogo para perceber que há uma certa mudança das mentalidades e das tendências em todos os aspectos (religião, família, comportamento, política, etc.), e o mais interessante é nos determos sobre estas mudanças no plano religioso e notar o quanto elas corroboram para a idéia de uma crise na Igreja: padres que não crêem no inferno, outros que ensinam que independente de religião todos já estão salvos, religiosos que promovem aborto e homossexualismo, teólogos da libertação, progressistas, igrejas-galpão, hábitos abolidos, declínio da devoção mariana, desaparecimento das imagens sacras dos templos, etc. Ter domínio disso é de extrema importância para não começarmos a julgar as moças católicas que se vestem de maneira impudica na missa como únicas responsáveis pela decadência moral da paróquia. Outra coisa que devemos ter domínio é que aquilo que consideramos inadequado também passou por uma revolução, daí depreendemos a facilidade que temos em apontar o top e a mini-saia como impróprios para mulheres católicas, mas não apontamos como impróprias as calças e as blusas cavadas que constantemente mostram a barriga, as costas e parte dos seios (e que também fizeram, um dia, parte da revolução).


Apostolado Moda e Modéstia


Dito isto, podemos nos voltar para a idéia apresentada no primeiro parágrafo: a de que o catolicismo não se preocupa com o modo como os seus fiéis se vestem. À primeira vista podemos olhar para um apostolado chamado Moda e Modéstia e questionar se de fato a moda merece tanta atenção assim, e se esta moda se refere a uma moda especificamente católica, como se vê em diversas seitas protestantes em que as mulheres se vestem praticamente uniformizadas (nosso primeiro olhar recai sobre a mulher, mas para o homem também é importante o modo de vestir e de se comportar). De fato o Apostolado Moda e Modéstia refere-se, sobretudo, à virtude da modéstia, que é a virtude que diz respeito a como o católico deve refletir a Deus no seu modo de ser, vestir e agir; sendo assim, trata-se de um valor imutável e transcendente, ao passo que a moda é temporal, fugaz e tendenciosa. Nesta visão, não há uma moda católica, mas uma compreensão de que, através da modéstia, somos capazes de escolher com responsabilidade o que (na moda) representa um verdadeiro modo de ser católico. Ora, esse apostolado poderia chamar-se simplesmente Modéstia Católica, mas o fato de que justamente se chama Moda e Modéstia reflete o estado agonizante em que se encontra o modo de se vestir da mulher católica; e o objetivo do apostolado é elevar a consciência dessa mulher de seu papel na sacralização do mundo. É principalmente a moda – como mostra o trabalho do M&M - que vem atacando a virtude da modéstia, de modo que a mulher não pode vestir uma roupa justa sem que seu andar se modifique, seus gestos, sua fala, e em suma toda a sua psicologia seja alterada. O apostolado criado por Julie Maria ressalta que sua maior meta é a “revalorização da dignidade e vocação feminina e a evangelização da família, onde a mulher – como mãe e esposa – tem um papel essencial e insubstituível”. Julie Maria, que é mestre em Ciências da Família, estudou também Ética Sexual Católica e Teologia do Corpo. Apostolados e movimentos análogos, assim como áreas de estudos nas universidades católicas, vêm surgindo em todo o mundo, baseados nos ensinamentos do Magistério da Igreja, mostrando a relevância do assunto. Pio XII, na tese do Consecratio Mundi, diz que é papel do leigo sacralizar o mundo, e não apenas viver o catolicismo dentro do templo. O católico precisa ser católico todo o tempo, na faculdade, no trabalho, nas escolhas. Sacralizar o mundo significa levar a Igreja Católica em toda parte que se vá, e não transformar a si mesmo naquilo que o ambiente pede.


Caminhos para deixar o paradoxo


Vimos que o paradoxo consiste em reconhecer a importância do vestir para sermos bons católicos e, ao mesmo tempo, viver a incoerência no nosso modo de vestir. Mas não podemos deixar o paradoxo se não formos capazes de compreender esta incoerência. Como saber se eu, seja homem ou mulher, me visto de forma inadequada? Se não vamos propor aqui uma uniformização, devemos levar em conta o que a Igreja nos ensina, sempre ressaltando o que há de sadio na cultura na qual estamos inseridos. Deste modo, se dizemos que a Igreja ensina que o homem não deve adquirir costumes de mulher no seu modo de vestir, estamos dizendo que é ilícito para este homem usar maquiagem ou brincos, deixar o cabelo longo ou usar saias. Não cabe, portanto, reivindicar que os índios usam “piercings” e fazem tatuagem, ou que os escoceses usam saias - com o risco de cair no ridículo usando tais argumentos. O mesmo vale para as mulheres: na maior parte da cultura ocidental o costume de usar calças tem menos de 100 anos, e surgiu como uma revolução nas tendências, em muito ligado com a causa do feminismo, que quis igualar em tudo a mulher ao homem. Não se trata apenas de uma mudança, mas uma mudança violenta, cujas conseqüências foram desastrosas.

Dando meu testemunho, sei que é muito difícil reconhecermos em nós mesmos nossos equívocos e deficiências no modo de vestir. Minha mudança no guarda-roupa começou há pouco mais de um ano, e ainda não está terminada. Esta mudança partiu de uma necessidade de seguir mais fielmente a Igreja, cujos alicerces principais foram a devoção a Nossa Senhora e a amizade com a TFP Fundadores. Como leiga, participo de grupos da Igreja, tenho vida de oração, etc., mas compreendi que para sacralizar o mundo, como nos pede o papa Pio XII, deveria ser testemunho vivo da minha fé, ainda que não pudesse falar, ainda que fosse simplesmente à padaria. Nisto não está apenas a identificação da igreja a que pertenço (pois isto poderia se resolver com qualquer camiseta estampada com a imagem de Nossa Senhora ou com um crucifixo pendurado no pescoço), mas o valor que esta Igreja reconhece em mim enquanto mulher, e como Nossa Senhora, Rainha do Céu, representa a humildade em tudo, a ponto de suas escravas refletirem a Sua dignidade.

Acima de tudo, como afirmou Julie Maria acerca da missão do seu apostolado Moda e Modéstia,não existe mudança autêntica de guarda roupa se ela não é fruto de um encontro com Cristo, de um grande desejo de amá-Lo, de brilhar como luz no mundo refletindo a Luz e a Beleza que vem de Deus. É ilusão pensar que uma mudança superficial de roupa possa mudar o coração humano.” Devemos, honestamente, nos perguntar se a nossa imagem corresponde a um verdadeiro encontro com Jesus Cristo e Sua Santa Mãe; se ao escolhermos a calça de cintura baixa, a blusa de costas nua, ou o vestido que mostra parte das coxas, estamos de fato escolhendo o evangelho e a vida dos Santos. Devemos nos questionar se o modo como nos vestimos não interfere verdadeiramente em nossas relações pessoais, as pessoas que temos amizade, quem escolhemos como companheiro(a), e se temos um namoro católico (puro, piedoso, virginal). Pensemos em Jacinta – uma das pastoras que viram Nossa Senhora de Fátima - quando disse, ao ver uma mulher usando decote nos seios (moda de 1917, vale frisar), que esta não sabia o mal que estava fazendo e o quanto isso desagradava a Nossa Senhora e seu Filho. Ora, sabemos que Deus é imutável. Estaria Deus, portanto, diferente hoje, porque a moda é outra?


Conheçam o Apostolado Moda e Modéstia: http://modaemodestia.wordpress.com/2009/08/16/apostolado-moda-e-modestia/


Poderíamos apontar, de acordo com o Magistério da Igreja, estas modas impróprias:






Em contrapartida, apontamos algumas opções da moda modesta:









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