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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Grey's Anatomy e as bandeiras liberais

A série Grey's Anatomy se destaca por ostentar, orgulhosamente, as bandeiras do politicamente correto liberal. A trama conta com as temáticas mais freqüentes da esfera progressista; homossexualismo, adoção homossexual, aborto, eutanásia, religião, sentimentalismo, relativismo. E não estou exagerando quando digo que a abordagem é direta e objetiva, com discursos açucarados que defendem de forma contundente um modelo de vida fabricado nas mentes insanas dos arautos da "modernidade".

Entretanto, no episódio derradeiro da última temporada americana a doutrinação liberal se superou, e muito. Todo o enredo do episódio se centrou no drama de um senhor que tomado de fúria pela morte da sua esposa, que havia falecido depois que alguns médicos desligaram o aparelho, entra no hospital Seattle Greace com o claro e simples propósito de assassinar os cirurgiões responsáveis pelo óbito de sua senhora. Não obstante, até a conclusão do macabro objetivo acaba matando não sei quantos e ferindo gravemente outros mais.


Qualquer telespectador minimamente precavido já entende a clara intenção dos autores; não só defender a eutanásia como menosprezar o trabalho dos defensores da vida. O senhor desesperado, antes de atirar no cirurgião chefe, afirma que não era certo ele brincar de Deus, que ele não era Deus! De fato, se tratava de uma ironia muito bem armada - o mesmo senhor havia manchado as suas mãos com o sangue de médicos, policiais e enfermeiros assassinados, tudo para fazer valer a vingança. Matou para honrar a vida! Ademais, além de defender a eutanásia, a série ainda critica ferozmente o comércio de armas nos EUA, outro corriqueiro alvo dos políticos liberais americanos. O viúvo, no auge do desespero, próximo de se suicidar, comenta com boas risadas como era fácil adquirir armas e munição em qualquer loja de departamento! Ora, ao colocar um assassino em série, responsável por uma chacina, tocando em tal tema, a direção constrói uma natural e óbvia contra-argumentação ao livre comércio.


Eutanásia e comércio de armas, falta mais alguma coisa? Sim! No episódio ainda teve espaço para a defesa da adoção homossexual - Grey's Anatomy é marcada pelo número relevante de personagens gays e de temáticas relativas ao mundo gls - e do velho discurso sentimentalista que marca toda a série, romantismo que endossa a promiscuidade freqüente nas tramas.

E essa série ainda é extremamente popular!

terça-feira, 13 de julho de 2010

E Kardec inventou a novela...

O "Nosso Lar" kardecista; "Prédio da Governadoria ao centro, e os seis (6) Ministérios; os Ministérios de Regeneração, Auxílio, Comunicação e Esclarecimento que estão ligadas às atividades da esfera terrestre e os Ministérios de União Divina e Elevação estão ligadas ás Hierarquias Planetárias Superiores."

A enxurrada espírita na televisão e no cinema brasileiro é assustadora! Não é de hoje que a Globo promove novelas que vão desde uma escancarada doutrinação espírita até a defesa implícita das doutrinas kardecistas. Ademais, propaga ou o anticlericalismo ou, como ocorre comumente, uma percepção relativista, adotando o discurso conciliatório que busca a "harmonia" entre o catolicismo e o espiritismo.

Além das novelas "A Viagem", "O Profeta", "Alma Gêmea", "Páginas da Vida", "Mulheres Apaixonadas", que tinham uma clara temática kardecista, contando com exposições doutrinais e apologia escancarada, diversos outros folhetins gozaram da presença de "fantasminhas kamaradas"; "Sinhá Moça", "Prova de Amor", "A Casa das Sete Mulheres" etc. Atualmente a Rede Globo transmite "Escrito nas Estrelas", que tem o mesmo enredo reencarnacionista, até mesmo com direito a núcleo totalmente fantasmagórico - buuu! Ademais, em breve estreará uma série tendo como corpo central a história de um médico que realiza cirurgias espirituais.

Entretanto, além dessa clara abordagem kardecista na televisão, convivemos com a doutrinação na tela dos Cinemas. Não satisfeitos com o filme "Bezerra de Menezes" e "Chico Xavier", ambos retratando a vida de médiuns, será lançado o filme "Nosso Lar", inspirado na obra do "psicografista" mineiro , que conta os dilemas espirituais dos espíritos - tão peculiar essa redundância - numa cidade mítica em que todos vivem fraternalmente esperando a reencarnação! Belíssimo!

Por muito menos em relação ao catolicismo tem protesto e acusações de favorecimento! O máximo que as novelas fazem em relação à Igreja é colocar um Padre bonachão e malandro. Não obstante, é muito mais fácil encontramos Sacerdotes escrupulosos, freiras complexadas, beatas rancorosas, católicos relativistas e que fazem apologia ao espiritismo.

A mass media faz a doutrinação espírita e o mundo cult aplaude as superstições e a "mística" kardecista - todo o esoterismo barato vem juntamente no pacote. Nós católicos devemos não só atuar no combate a essa influência em nossos meios - por isso a crucial importância da formação catequética, doutrinal e apologética - como agir no mundo para conquistar para Cristo os homens perdidos nas falsas doutrinas.

Se o gnosticismo é a filosofia do mundo moderno politicamente correto, o espiritismo, com toda a sua retórica açucarada e relativista, é a religião!

domingo, 28 de março de 2010

O politicamente incorreto BBB

Ao entrar no site da Globo.com "descobri" que Marcelo Dourado, do BBB10, se encontra na grande final do programa global. Continuo afirmando categoricamente que o Big Brother Brasil reproduz a decadência da sociedade e contém um alto nível de imoralidade. De fato, o programa é a nossa "Holanda", ou seja, laboratório de novas "tendências" e modismos.

Ademais, o BBB10 foi feito para os homossexuais; três membros eram "homoafetivos"(sic!!) declarados; uma mulher masculinizada, um travesti e um rapaz afeminado ao extremo. O que era para ser a concretização da cultura "gay" na televisão brasileira na verdade fez o trabalho inverso; o tiro saiu pela culatra. Marcelo Dourado, visto como politicamente incorreto pela sua objetividade e posturas "heterossexuais", conseguiu retirar do programa todas os representantes da bandeira rosa. Além disso, os telespectadores mostraram proximidade com o participante e com suas posições "inadequadas" para o programa que tinha como pretensão acabar com as mentalidades "preconceituosas" do homem comum do Brasil.

A Globo quer transformar o Brasil numa "moderna" e "progressista" Europa!

Rezemos para que possamos continuar, então, "atrasados"!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

As bandeiras da Rede Globo

Tem gente que passa toda a vida se esforçando para definir qual o posicionamento político e religioso da Rede Globo. Sinceramente, é um trabalho inócuo, afinal é mais do que comprovado que a emissora do Plim-Plim reflete, apenas, as intemperanças da sociedade brasileira, leia-se nada com maré.

A Globo passa pela manhã a Santa Missa e logo depois vem o programa Sagrado, altamente relativista e politicamente correto; numa chamada aparecia uma mãe-de-santo defendendo o laicismo do Estado como se este se fizesse na retirada de símbolos religiosos das repartições públicas. O mais engraçado é que a Globo, que pela edição deixou claro o seu apoio, não passa uma mesa branca espírita ou ritual de candomblé pelas manhãs, mas sim a Liturgia católica, justamente por refletir a crença majoritária dos brasileiros, ou seja, IBOPE. A mesma maioria que assiste a Missa pela TV Globo é a mesma maioria que defende o Crucifixo nas Câmaras, Juizados etc.

Já pela tarde vem a novela "Alma Gêmea" com todo o seu espiritismo escancarado e a noite temos "Viver a Vida" com mulheres que vão até a cartomante para saber se devem trair o marido, onde as relações matrimôniais são sempre falidas e pecaminosas. Nas novelas de Manoel Carlos apenas os "casais" homossexuais são felizes e amorosos, além disso, não faltam falas das personagens com críticas diretas à Igreja, coisas do tipo; "A família da fulana era muito católica, para eles tudo era pecado", como já foi dito na atual novela, ou como na predecessora do mesmo autor que tinha uma menininha racista e o pai veio dizer que era porque os avós eram católicos.
Já de noite nos deparamos com o estupendo Big Brother Brasil! A Globo ama o BBB porque pode usá-lo como laboratório para todos os tipos de bizarrices e sequer se expor. Vejamos. A emissora nunca colocou um beijo homossexual nas suas novelas temendo a reação do público. Com certeza não faltou vontade nos seus autores, mas a direção deve ter vetado. Pondo dois homossexuais afetados na casa do BBB a Globo prepara o terreno, abre a porteira, sem sujar as suas mãos; se os homossexuais do programa se beijarem, se são estereótipos da cultura gay mais grotesca, a "culpa" é deles, a Globo não tem nada a ver com isso, pensam eles. O que o programa faz é incitar a glamourização da "viadagem". Como a linha da emissora é altamente politicamente correta, a começar pelo apresentador Pedro Bial, a afetação aviadada fica blindada e protegida de qualquer incursão "homofóbica".

E o que a Globo pretende? Simples, ela quer que os brasileiros acabem o Big Brother Brasil 10 achando a coisa mais natural do mundo um homem se vestir de "Priscila a Rainha do Deserto "e um garoto de 20 anos que mais parece uma Lady Gaga tupiniquim.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Atriz defende personagem

"As pessoas estão desatualizadas. Sexo está na boca de todo mundo, como bala na boca de criança" (*)

 Assim afirmou Lúcia Berta, atriz que fez a personagem da avó-hippie-moderna que incentivou sua neta a fazer sexo quanto esta falou em casamento. (vide post: Propaganda dos chinelos Havaianas incentiva promiscuidade)

Um dos problemas dessa defesa é que "crianças com bala na boca" estavam vendo televisão quando a avó-hippie deu aquele conselho imoral. Nada mais constrangedor para qualquer pai de família.

Creio que não, mas apenas para tentar me exprimir, se no lar da atriz ou nos estudios de marketing  isso é dito com frequência perto de menores de idade, pelo menos não levem isso para os lares alheios.


(*) Censuraram a vovó do comercial de TV

***

Propaganda dos chinelos Havaianas incentiva promiscuidade


Observação: a análise abaixo diz respeito aos personagens da propaganda e não aos atores que desempenharam os papéis.

Recentemente ocorreu uma polêmica sobre a nova propaganda dos chinelos Havaianas onde uma avó incentiva sua jovem neta a ter uma vida promiscua.

Na cena, sob protesto da avó que vê sua neta usando chinelos dentro do restaurante, a jovem defende o uso da indumentária como um sinal de modernidade: “Deixa de ser atrasada, né, vó!”.

Até aí nada de extraordinário. Cena comum e típica. Abstraindo-se do chinelo, o argumento é conhecido. Ele foi utilizado em quase todo século XX e os maiores disparates ganharam direito de cidadania assim: acusando seus opositores de “anti-modernos”, “atrasados”, “caretas”, etc. A propaganda revolucionária não dispensava essa tática para fazer caminhar a sociedade no sentido da utopia marxista. Tudo quanto era obstáculos a eles logo ficava taxado como anti-moderno. E a mídia a isso tanto ajudou – e ajuda!

A Igreja, a moral, a ética, o papado, as monarquias, os reis, os nobres, os proprietários, as tradições, as elites, a aristocracia, até os sapatos, tudo entrou para o Index Anti-Modernorum Prohibitorum. Quem a isso defendesse estava excomungado pelas leis da modernidade que encaminha a sociedade para uma igualdade cada vez mais radical, uma liberdade total, mas numa fraternidade onde a liberdade não postule desigualdade. Ideal esse tão caro ao antigo morador da casa localizada na Brückenstrasse, nº 664, atualmente nº 10, em Trier, Alemanha.

Os jovens da década de 60, para satisfazer seus caprichos libertários, assim também taxavam seus pais e avós que se calavam envergonhados, como se estivessem diante de um forte argumento. Argumento vazio de idéia, mas cheio de ameaças.

Explico.

Aristóteles ensinou que o Homem é um ser sociável por natureza. A modernidade com suas doutrinas filosóficas loucas e gagás combate esse velho pensador, mas usa uma de suas máximas sociológicas como arma para fazer a sociedade aceitar suas bandeiras. Quando alguém é taxado de “atrasado” fica dito indiretamente algo assim: “Olha, tome cuidado, o mundo não é mais assim, você vai ficar isolado!”.

É a chantagem do isolamento social. E diante da ameaça de ter que cumprir essa pena dolorosa, aplicada a todos que comentem o crime hediondo de contrariar os ventos modernos, a reação do instinto de conservação sugere aos réus da modernidade o famoso “ceder para não perder”. Exemplo disso é o elogio que a velha faz ao chinelo depois que a neta a chama de atrasada. A avó muda até de aparência, desfaz a cara de carrancuda e passa para um sorriso amigável.

A novidade da propaganda vem agora.

Entra em cena um “menino da televisão”. Um jovem que aparenta ter a mesma idade da moça. A avó então diz que a neta “tinha que arrumar um rapaz assim”. Mas a neta contra-argumenta dizendo que devia ser muito ruim casar com alguém famoso. A velha avó que deve ter vivido sua terceira década de vida nos anos 60, pegando em cheio toda aquela revolta sexual, diz com uma voz desolada: “Mas quem falou em casamento, tô falando em sexo!”.

Ao contrário da reação que teria um hippie baderneiro da Woodstock, cujos cantores a avó-hippie deve ter vinis guardados, a neta sorriu desconcertada como quem não esperava tal atitude de uma senhora de idade. Então a velha-avó-hippie conclui o comercial: “Depois eu que sou atrasada?”

Não sei se foi intenção dos marqueteiros, mas ao menos o vídeo demonstra, salvo melhor juízo, certa realidade ao frisar que as gerações mais novas não acompanharam em certo sentido o ardor do prazer suíno da Revolução de 68, a qual a personagem avó-hippie pegou em cheio.

Aquela velha ameaça que um jovem libertário falaria para seus maiores tempos atrás, agora uma velha libertária fala para seus menores. O mundo gira mesmo! O pêndulo do velho relógio da História está voltando para o outro lado.

Em todo caso, o comercial passava durante o dia e inúmeras crianças assistiram ao convite da avó-hippie. Novamente a mídia acolitando a Revolução cultural.

Veja o comercial:



A propaganda, a contragosto dos produtores, não é mais transmitida pela TV por causa dos inúmeros protestos que recebeu. A prova do desgosto deles é a mensagem televisiva que eles colocaram no lugar: