terça-feira, 30 de junho de 2009

Quiz Tradicional!

You are a 100% traditional Catholic!

Congratulations! You are more knowlegeable than most modern theologians! You have achieved mastery over the most important doctrines of the Catholic Faith! You should share your incredible understanding with others!

Do You Know Your Baltimore Catechism?
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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Viva São Josemaría Escrivá

Hoje é dia de São Josemaría Escrivá, Fundador do Opus Dei. Um santo de ilustre memória, amante de Cristo, da Sua Igreja e do Seu Vigário! Exemplo para a modernidade!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Paes de Lira contrário à participação de Minc na “marcha da maconha”

Extraído do blog Pela Legítima Defesa

DEPUTADO PAES DE LIRA AFIRMA EM AUDIÊNCIA PÚBLICA QUE OS USUÁRIOS DE DROGAS ESTÃO COM AS MÃOS SUJAS DE SANGUE POR MORTES DE PM’s

Durante audiência da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado na Câmara dos Deputados, que contou com a presença do Ministro Carlos Minc, o Parlamentar fez uso da palavra para esclarecer que, ao contrário do que é divulgado equivocadamente, ainda é crime o ato de portar ou consumir entorpecente, mesmo em pequena quantidade.

Paes de Lira manifestou-se contrário a participação do Ministro na chamada “marcha da maconha” por ele ser uma figura pública e tal ato pode ser caracterizado como apologia, bem como da decisão do juiz, que autorizou a realização do evento, por ter violado a lei.

O parlamentar ainda afirmou que todos os usuários de drogas estão com as mãos manchadas de sangue pelas mortes de civis e policiais que indiretamente causam ao alimentar o tráfico de entorpecentes.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Dica cultural: Instituto Feminino - Salvador, BA

Visitem o Instituto Feminino! É impressionante como lá percebemos quão rica era a sociedade brasileira e, refletindo sobre isto, temos noção da profundidade da crise atual; a decadência do espírito civilizacional. O Instituto Feminino foi fundado por Mons. Flaviano Osório Pimentel e D. Henriqueta Catharino; uma senhora de fervorosa formação católica, de tradição monarquista, criada sobre a mais genuína cultura ocidental - dominava a língua inglesa, alemã e francesa, além de saber tocar piano, harpa e ter um delicado dom para artes. Muitos são os historiadores que querem transformar D. Henriqueta numa dessas feministas que queiman sutiã e se levantam contra o que eles consideram a opressão machista. Muito pelo contrário, esta ilustre dama baiana apenas buscava a digna formação das moças da sociedade, dando a elas a pérola do conhecimento. Esta luta em nada se apróxima do fanatismo feminista!
O Instituto Feminino, nos seus cinco andares é totalmente adornado com o simbolismo sacro católico. As imagens de santos, de Nosso Senhor, da Virgem Santíssima, e até mesmo telas e fotos dos Bispos de Salvador, são facilmente encontradas nos ambientes. Além de esculturas barrocas e clássicas, existem muitos quadros feitos pela própria D. Henriqueta, onde a senhora, usando da sua apitadão, montava pequenos altares embelezados com retratos de santos e, em seguida, os emoldurava. E como não falar do espírito monarquista? Uma das salas homenageia a Princesa Isabel, levando seu nome escupido na fronte. Este ambiente é enfeitado com retratos robustos do Imperador D. Pedro II, da Imperatriz Teresa Cristina e, obviamente, com uma belíssima pintura d'A Redentora. Nesta sala ainda encontramos uma fotografia da família imperial e as honrarias recebidas pela família da ilustre dama no período monárquico. Percebemos com clareza esta estima quando, em visita ao museu do vestuário, num dos andares da casa, encontramos o vestido usado pela Princesa Isabel no dia em que assinou a Lei Áurea, peça doada na década de 50 por D. João de Orleans e Bragança à D. Henriqueta.Neste museu do vestuário ainda apreciamos muitas casulas romanas, dalmáticas, uma capa magna cardinalícia, outros paramentos litúrgicos e vasos sagrados. Até mesmo encontramos uma relíquia de São João Bosco e o solidéu de S.S Pio XII. E não podemos nos esquecer, é claro, da belíssima capela particular, de extrema dignidade e honrando com sua beleza a grandeza do Senhor.Visitar o Instituto Feminino é sair da teoria e ir para a prática, é entender visualmente a triste decadência da nossa sociedade e civilização. Percebendo a dignidade e esplendor de um passado não levamos apenas em conta os fatores temporais. Não houve simplesmente uma mudança de estilo arquitetônico, de vestuário etc, mas no cerne da transformação existe um radical rompimento com as noções mais básicas da Civilização. O Instituto ainda guarda um tesouro bibliotecário, em poucos minutos de visita encontrei facilmente obras de Pe. Leonel Franca, Gilberto Freyre, Teodoro Ratisbonne, São Francisco de Sales, Alceu Amoroso Lima, Chateaubriand, Pe. Antonio Vieira, Missais, Breviários etc. Inclusive Bruno Tolentino, quando morava em Salvador, chegou a ministrar palestras no Instituto.Visitar o Instituto Feminino é entender o que perdemos para que, assim, possamos lutar pelo que queremos!

(D. Henriqueta deixou em testamento tudo para a Arquidiocese de São Salvador.)

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Nota de Dom Luiz de Orleans e Bragança sobre o desaparecimento de seu sobrinho

Transcrevo a Nota de S.A.I.R. Dom Luiz de Orleans e Bragança por ocasião da Missa celebrada na intenção de seu sobrinho o Príncipe Dom Pedro Luiz na igreja de Nossa Senhora do Brasil.

Príncipe Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança

Transido de pesar, cabe-me o dever de registrar, enquanto Chefe da Casa Imperial do Brasil, o desaparecimento de meu querido e já saudoso sobrinho, D. Pedro Luiz de Orleans e Bragança, no fatídico acidente do vôo da Air France (Rio-Paris), ocorrido no dia 31 de maio, em pleno Oceano.
Diante da pungente dor de seus pais, D. Antonio e D. Christine, de seus irmãos, D. Amélia, D. Rafael e D. Maria Gabriela, e de minha querida Mãe, D. Maria, volto para eles minha especial solicitude e meu particular afeto. Solicitude e afeto que volto igualmente – e, junto comigo, toda a Família Imperial - para aqueles que perderam seus entes queridos no referido acidente aéreo. A todas estas famílias - de modo muito especial às brasileiras – a Família Imperial estende seus sentimentos e roga a Deus pelo descanso eterno de cada vítima.

Nestes dias, de todo o Brasil e até do exterior, chegaram aos pais de D. Pedro Luiz, bem como a mim e a toda a Família Imperial, numerosas e sinceras manifestações de pesar por tão trágico sucesso. Não posso deixar de ver nessas sentidas manifestações a expressão viva e autêntica do sentimento familiar e dos laços de afeto que sempre uniram a Família Imperial e os brasileiros, monarquistas ou não.

D. Pedro Luiz – até então, 4º na linha de sucessão dinástica – era um jovem Príncipe que despontava na sua geração como uma promessa, suscitando o interesse e a atenção de muitos, por seu modo aprazível, por suas inegáveis qualidades e pela tradição que representava.
Como fruto da exímia formação e do senso do dever, incutidos por seus pais, após se ter formado em Administração de Empresas pelo IBMEC do Rio de Janeiro, e se pós-graduado pela FGV, dava ele os passos iniciais de uma promissora carreira profissional, no BNP Paribas, no Luxemburgo, tendo a preocupação e o empenho de fazer ver aos estrangeiros as grandes potencialidades de nosso País.

Mas sua presença era especialmente querida entre aqueles que acreditam ser o regime monárquico uma solução adequada para o Brasil hodierno.

Foi D. Pedro Luiz presidente de honra da Juventude Monárquica e participou de ações e eventos de relevo em prol dos ideais monárquicos - muitas vezes na companhia de seus pais - chegando até a representar a Casa Imperial, em mais de uma ocasião, sendo-me especialmente grato recordar sua presença, em Portugal, em comemorações dos 500 anos do Descobrimento do Brasil.

Se o momento é de apreensão e de tristeza, não pode ele ser desprovido de esperança. Esperança que se volta, de modo particular, para D. Rafael – irmão do desaparecido – a quem auguro ânimo e determinação diante do infortúnio, e exorto a que seja, na sua geração, um exemplo de verdadeiro Príncipe, voltado para o bem do Brasil e exemplo de virtudes cristãs.

Ao encerrar esta dolorosa comunicação, volto meu olhar a Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, a quem suplico confiante que acolha na eternidade a D. Pedro Luiz. E rogo especiais orações por ele, bem como por seus pais, irmãos e por minha querida Mãe, a todos aqueles que, com espírito de fé, acompanham a Família Imperial neste momento de luto.

São Paulo, 8 de junho de 2009

Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil

Consumismo Comunista

"Maldito capitalismo opressor! Morte aos neoliberais! O capital aliena! A burguesia é estúpida (...) Mãe, eu quero 50 reais para eu comprar a nova camisa do Che?!"
Samba Canção do Che
Incenso do Che

Cachimbos para fumar maconha do CheEstampa do CheCamisas do Che
Bongs para fumar maconha do CheCinzeiros do CheCigarros do Che
Cristal do CheSedas para enrolar maconha do Che
Porta-maconha do Che


Bolsas do CheEmblemas e imãs do Che

domingo, 7 de junho de 2009

“Discriminação” de cunho ideológico

Roger Vargas

ABIM (7/6/2009) - A propósito de um artigo da “Folha de São Paulo”, de 27 abril, sobre a discriminação e as cotas para estudantes universitários, veio-me uma recordação saudosa da época em que não havia quotas raciais nas universidades...

Discriminação é um termo que significa apenas ato de distinguir, separar, apartar. Porém, a palavra discriminação, como é entendida hoje em dia, tomou um sentido acentuadamente ideológico.

Não muito tempo atrás, recordo-me que quando pedíamos –– “Pode me dar uma nota discriminada?” –– isso significava tão somente classificar nela os produtos comprados.

Infelizmente, a significação da palavra mudou, e discriminação com sentido ideológico está atingindo, pouco a pouco, todos os setores da sociedade. No ensino, ela encontrou seu caminho através do sistema de cotas que obriga, por lei, ser reservada uma quantia de vagas nas universidades a alunos considerados “discriminados”.

Baseando-se no modelo de tribunais da Revolução Francesa, o candidato é entrevistado “por uma comissão que inclui professores, técnicos da universidade, estudantes e ativistas de organizações pró-direito dos negros: um autêntico e estapafúrdio tribunal racial”, comenta a “Folha”. Em tal entrevista, são feitas perguntas por essa “banca racial”. Dentre elas, a indagação se a pessoa alguma vez já se declarou negra ou parda, ou mesmo se já foi vítima de preconceito.

Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, uma caloura que afirmara nunca ter sofrido discriminação foi desqualificada pela comissão, por causa dessa afirmação!

Também na Universidade Federal de São Carlos (SP), segundo o matutino paulista, 25% dos alunos que haviam sido aprovados no vestibular por tal sistema tiveram suas matrículas canceladas, após serem questionados pela “banca racial”. E é clamoroso o fato de dois gêmeos univitelinos na UnB de Brasília, onde esse tipo de banca considerou um deles negro e o outro não...

Com a adoção de critério tão absurdo, quem é prejudicado? O próprio negro que, mais cedo ou mais tarde, não se orgulhará de não ter conquistado uma vaga por seu próprio esforço, mas sim por ter sido considerado “discriminado”...

E quem sai lucrando com tal situação? Os movimentos de esquerda que, cada vez mais vão incrementando no Brasil o espírito de revolta. Uma vez que falharam em seu intuito de levar o povo brasileiro à luta de classes, agora tentam induzi-lo à luta das raças. Num País universalmente reconhecido como modelo de miscigenação e de harmonia racial!

A pergunta que resta: até quando a opinião pública brasileira resistirá a esse ataque à ordem e à harmonia de raças vigentes? Quantos inocentes serão perseguidos ou mesmo encarcerados até que as normas da verdadeira justiça e o bom senso do povo brasileiro eliminem a tentativa de implantar maciçamente tal “discriminação” e a luta de raças em nosso País?

Fonte: http://agenciaboaimprensa.blogspot.com

terça-feira, 2 de junho de 2009

O trágico desaparecimento do Príncipe D. Pedro Luiz

Enquanto a sociedade brasileira desconhece o primoroso trabalho da Família Imperial e o seu árduo engajamento na busca pela restauração monárquica - regime que coroou o Brasil de glórias e honras -, em Portugal a devida atenção é dada ao triste acontecimento:



Retirado de http://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Comunicado: Desaparecimento de D. Pedro Luiz

Transmitimos aqui a nota emitida pela Casal Imperial do Brasil:

Cumprimos o doloroso dever de informar que D. Pedro Luiz, filho mais velho de SS.AA.RR. os Príncipes D. Antonio e D. Christine e 4º na linha de sucessão ao Trono brasileiro, encontrava-se no avião da Air France desaparecido no vôo Rio de Janeiro - Paris.

Em razão do trágico desaparecimento do avião da Air France em que se encontrava seu sobrinho o Príncipe Dom Pedro Luiz, o Chefe da Casa Imperial do Brasil, Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança houve por bem cancelar a realização, no sábado dia 6 de junho, no Rio de Janeiro, do XX Encontro Monárquico, o qual fica adiado para nova data ainda a ser marcada. Pela mesma razão Sua Alteza suspendeu a Missa de Ação de Graças e almoço por seu 71º aniversário, que se realizariam no domingo dia 7.

Àqueles que já tenham efetuado pagamento relativo aos dois eventos, perguntamos se desejam a devolução imediata dos valores, ou se os mesmos podem ficar reservados para a nova data. Agradeceremos sua manifestação, preferentemente por e-mail gcprado@monarquia.org.br

Atenciosamente,
Pró Monarquia.

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