O Bispo de Garulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, escreveu um fabuloso artigo abordando com seriedade, objetividade e espírito cristão a postura dos católicos diante de uma eleição importantíssima para o futuro do país e decisiva na defesa da vida. Além de ser categórico; "Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto." foi muito corajoso ao pedir a "a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam."
Tudo muito bem! Fiquei contente e até confortado ao perceber que nas eleições 2010 os Bispos se movimentavam na defesa da Igreja e acordavam diante do forte lobby da cultura de morte no ambiente político-partidário nacional. Ademais, para aumentar a nossa felicidade, Dom Cristiano Krapf, Bispo de Jequié, aqui na Bahia, fez uma pertinente reflexão acerca do revolucionário plebiscito que pretende limitar a posse da propriedade de terra, que conta com o apoio de algumas pastorais sociais da CNBB (tenha medo!)
O site da CNBB, não satisfeito com tamanho reacionarismo resolve, então, retirar da página o artigo de D. Luiz Gonzaga Bergonzini, sendo que nem mesmo publicou o texto de Dom Cristiano Krap. Muito bem! Já por outro lado:
Chega!
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O artigo do Bispo de Garulhos está sendo muito comentado pela mídia. Saiu no Portal G1 uma reportagem de tamanho considerável a respeito. Dom Luiz reforça o seu posicionamento e diz que mandará "uma circular para os padres da diocese pedindo que eles façam o pedido na missa, para que os nossos fiéis não votem na candidata do PT e em nenhum outro candidato que defenda o aborto." Entretanto, o Subsecretário-geral adjunto da CNBB, o padre Antônio da Paixão, afirma que "A CNBB não entra nessas questões políticas” e que "E isso pode não refletir um posicionamento da CNBB".
Sinceramente, as vezes eu acho que esses assessores "cnbbistas" crêem que a Conferência é uma entidade metafísica. A CNBB é composta pelos...Bispos, portanto são os Bispos os responsáveis, em teoria, pelos pronunciamentos desta. Além de não ser parte da hierarquia da Igreja mesmo quando, constantemente, pretendem colocar a CNBB como autoridade contrária aos Bispos falastrões (reacionários), esses assessores têm a audácia de publicamente mostrar a inconformidade com o episcopado corajoso e coerente do país.
Tudo muito bem! Fiquei contente e até confortado ao perceber que nas eleições 2010 os Bispos se movimentavam na defesa da Igreja e acordavam diante do forte lobby da cultura de morte no ambiente político-partidário nacional. Ademais, para aumentar a nossa felicidade, Dom Cristiano Krapf, Bispo de Jequié, aqui na Bahia, fez uma pertinente reflexão acerca do revolucionário plebiscito que pretende limitar a posse da propriedade de terra, que conta com o apoio de algumas pastorais sociais da CNBB (tenha medo!)
O site da CNBB, não satisfeito com tamanho reacionarismo resolve, então, retirar da página o artigo de D. Luiz Gonzaga Bergonzini, sendo que nem mesmo publicou o texto de Dom Cristiano Krap. Muito bem! Já por outro lado:
Reunidas em Brasília, nos dias 14, 15 e 16 de Junho, as coordenações regionais e nacionais das Pastorais Sociais e Organismos da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, assumem o compromisso de participar do 16⁰ Grito dos Excluídos e da organização do Plebiscito Popular por um Limite da Propriedade da Terra no Brasil. (link)A página da CNBB agora é patrulhada?! Pelo jeito os sequazes libertadores estão afiadíssimos nas estratégias pensadas por Lênin, o Genocida! E o nome da Conferência virou refém das ditas pastorais sociais e de assessores embebidos na perspectiva socializante?! Os grandes Bispos desse país têm suas palavras boicotadas pelos arautos da revolução no próprio ambiente!
Chega!
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O artigo do Bispo de Garulhos está sendo muito comentado pela mídia. Saiu no Portal G1 uma reportagem de tamanho considerável a respeito. Dom Luiz reforça o seu posicionamento e diz que mandará "uma circular para os padres da diocese pedindo que eles façam o pedido na missa, para que os nossos fiéis não votem na candidata do PT e em nenhum outro candidato que defenda o aborto." Entretanto, o Subsecretário-geral adjunto da CNBB, o padre Antônio da Paixão, afirma que "A CNBB não entra nessas questões políticas” e que "E isso pode não refletir um posicionamento da CNBB".
Sinceramente, as vezes eu acho que esses assessores "cnbbistas" crêem que a Conferência é uma entidade metafísica. A CNBB é composta pelos...Bispos, portanto são os Bispos os responsáveis, em teoria, pelos pronunciamentos desta. Além de não ser parte da hierarquia da Igreja mesmo quando, constantemente, pretendem colocar a CNBB como autoridade contrária aos Bispos falastrões (reacionários), esses assessores têm a audácia de publicamente mostrar a inconformidade com o episcopado corajoso e coerente do país.
Um comentário:
Mas só não é mais palhaçada por falta de espaço. Que patifaria, CNBB!
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