
O mundo moderno nutre uma verdadeira ojeriza ao conflito armado, à guerra. Não quero com essa breve reflexão abordar o sentido da guerra justa, mas sim acerca da mentalidade progressista que fundamenta o pacifismo caricato e a romantização da realidade. Obviamente, nenhum ser humano busca a violência como meio ordinário de alcançar a paz e a justiça, não obstante, a força pode e deve ser aplicada na defesa da verdade e da ordem afrontada pelos inimigos da Civilização.
Entretanto, para haver guerra é necessário que exista lados bem definidos, convicções firmes e certeza na posição adotada. A modernidade repudia mortalmente tudo isso! A perspectiva liberal rechaça qualquer posição que se considere verdadeira e suficiente, assim como anatemiza a integridade e a plenitude da coerência com aquilo que se crê. Ora, como relativizar a guerra? Impossível! Alguém está certo e alguém está errado! O desespero dos liberais ao estruturar opiniões em relação aos conflitos armados - Iraque, Afeganistão etc - chega a ser engraçado; ao mesmo tempo em que se colocam na radical oposição às ações dos Estados Unidos da América - aqui não interessa saber se são incursões lícitas ou não - procuram enlouquecidamente ponderar as afirmações para que não estejam pendentes à defesa dos ataques inimigos. Vivem, assim, num murismo assustador.
Ademais, a guerra necessita de valores que o mundo atual não aprecia; virilidade, hombridade, honra, respeito, convicção, radicalidade, patriotismo. É impossível pensar num conflito armado com a participação dos molengas homens modernos. O liberalismo pretende pintar o mundo de cor de rosa, ou seja, romantizá-lo. Esse paradigma se forma na mais profunda essência da filosofia típica da modernidade; o gnosticismo! A crença de que a sociedade pode ser perfeita, de que tudo depende da iniciativa e da propensão humana, destrói o discernimento do homem, impede a compreensão do real e abre as portas para as ideologias. A guerra, como constatação dos males do mundo, é o sinal vermelho que pisca diante de todos os indivíduos mostrando que a sociedade é sustentada sobre diferenças e que essas diferenças mantém a ordem cultural. Não há nada mais reacionário do que a guerra!
Entretanto, para haver guerra é necessário que exista lados bem definidos, convicções firmes e certeza na posição adotada. A modernidade repudia mortalmente tudo isso! A perspectiva liberal rechaça qualquer posição que se considere verdadeira e suficiente, assim como anatemiza a integridade e a plenitude da coerência com aquilo que se crê. Ora, como relativizar a guerra? Impossível! Alguém está certo e alguém está errado! O desespero dos liberais ao estruturar opiniões em relação aos conflitos armados - Iraque, Afeganistão etc - chega a ser engraçado; ao mesmo tempo em que se colocam na radical oposição às ações dos Estados Unidos da América - aqui não interessa saber se são incursões lícitas ou não - procuram enlouquecidamente ponderar as afirmações para que não estejam pendentes à defesa dos ataques inimigos. Vivem, assim, num murismo assustador.
Ademais, a guerra necessita de valores que o mundo atual não aprecia; virilidade, hombridade, honra, respeito, convicção, radicalidade, patriotismo. É impossível pensar num conflito armado com a participação dos molengas homens modernos. O liberalismo pretende pintar o mundo de cor de rosa, ou seja, romantizá-lo. Esse paradigma se forma na mais profunda essência da filosofia típica da modernidade; o gnosticismo! A crença de que a sociedade pode ser perfeita, de que tudo depende da iniciativa e da propensão humana, destrói o discernimento do homem, impede a compreensão do real e abre as portas para as ideologias. A guerra, como constatação dos males do mundo, é o sinal vermelho que pisca diante de todos os indivíduos mostrando que a sociedade é sustentada sobre diferenças e que essas diferenças mantém a ordem cultural. Não há nada mais reacionário do que a guerra!

Típico reducionismo progressista que busca escarnecer da guerra ao escarnecer da honra militar.
Um comentário:
muito bom Pedro e parabéns pelo blog não o conhecia muito bom mesmo
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