quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Eugenia: fetos anencéfalos são subumanos "por excelência", afirma antropóloga
Conhecida militante pró-aborto, a antropóloga Debora Diniz (foto acima) escreveu um artigo em defesa da "interrupção seletiva da gravidez" (ISG) - tradução: assassinato de bebês por possuírem deficiências graves - no qual nos fornece as sinistras razões que há por detrás da luta pela descriminalização desse tipo de aborto.
No texto pedante e cheio de neologismos com ar pretensamente acadêmico, Debora Diniz afirma:
"Primeiramente, a anencefalia sustenta seu reinado dentre as patologias por seu caráter clínico extremo: a ausência dos hemisférios cerebrais. Mas esta, no meu entender, não é a razão suficiente para fazer dos fetos portadores de anencefalia a metáfora do movimento em prol da legitimação do aborto seletivo."
Por quê? Porque o assim chamado "aborto seletivo" visa não somente bebês com essa deficiência, mas a todos aqueles que forem caracterizados pelos abortistas como sendo subumanos. Leiam:
"A ausência dos hemisférios cerebrais, ou no linguajar comum 'a ausência de cérebro', torna o feto anencéfalo a representação do subumano por excelência."
O anencéfalo seria, então, o subumano "por excelência", deixando claro que haveria outras formas "não tão excelentes" de "subumanidade". O que seriam esses subumanos? Aqueles que logo morreriam depois de nascer ou mesmo antes do parto? Não.
"Os subumanos são aqueles que, segundo o sentido dicionarizado do termo, se encontram aquém do nível do humano. Ou, como prefere Jacquard, aqueles não aptos a compartilharem da "humanitude", a cultura dos seres humanos. Os fetos anencéfalos são, assim, alguns dentre os subumanos - os que não atingiram o patamar mínimo de desenvolvimento biológico exigido para a entrada na humanitude (...)".
Debora Diniz cita a seu favor o padre progressista "Fernando Altemeyer Junior, vigário coadjutor da Comunicação da Arquidiocese de São Paulo, em artigo publicado no Jornal do Brasil, em 1 de abril de 1996, que dizia o seguinte sobre o aborto seletivo em casos de anencefalia: '...Muitos moralistas católicos de renome têm se posicionado em favor desta operação cirúrgica no caso específico da anencefalia, pois não são seres humanos os frutos desta gestação e portanto não se poderia exigir desta mãe o sacrifício de uma gravidez que não pudesse oferecer vida humana a uma criança destinada a sobreviver...'." (Altemeyer F. A única exceção. Jornal do Brasil 1996, Abril 1.)
Continua a antropóloga:
"Os subumanos são aqueles para quem a vida é fadada ao "fracasso" - como considera Dworkin, um jurista liberal norte-americano estudioso do aborto - ou para quem, no mínimo, o conceito de vida não se adequa. Os subumanos são a alteridade humana extrema, aqueles não esperados pelo milagre da procriação."
Mesmo os aleijados não escapariam do "aborto seletivo":
"... Existe uma expectativa de vida muito mais ampla e é exatamente isto o que une um feto anencéfalo a um feto portador de trissomia do cromossomo vinte e um e até a fetos com ausências de membros distais como potenciais alvos da ISG. É uma idéia social de vida, respaldada, é claro, pela plenitude biológica, o que justifica grande parte das solicitações de aborto seletivo."
Como não pensar em eugenia - favorecida e "justificada" como na ditadura nazista, embora, de momento, ainda não obrigatória - lendo as afirmações acima?
Com a crescente paganização da sociedade, pululam idéias destoantes das virtudes excelsas da justiça e da caridade para com o próximo deficiente e aos poucos somos encaminhados para uma ditadura pseudo-científica e darwinista onde só aqueles que o Estado considerar como "perfeitos" terão direito à vida.
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6 comentários:
Mulher nojenta!!!!!
Depois os conservadores de Direita é que são os demônios, por irem contra os 'direitos' da mulher, dentre outras coisas.
A filosofia esquerdista de amante dos socialmente menos favorecidos nada tem. Ela beira e muito o discurso hitlerista e as letras em negrito dessa senhora sugerem uma espécie de eugenia que deva ser posta em prática na primeira oportunidade.
Gostei muito do seu blog.
Um grande abraço!
Não vemos muitos anencéfalos andando pela rua, mas já vimos grandes feitos de pessoas, vamos usar seus termos, aleijados e mesmo este segundo grupo não sendo citado em parte nenhuma da entrevista, no mesmo segundo o autor deste...Texto interpreta a passagem "ou para quem, no minimo, o conceito de vida não se adequa" diretamente para os deficientes.
Capaz de não ter sido a intenção, digamos que foi o calor do momento, mas existe um conselho popular que não está na bíblia, e acho válido compartilhar: no inferno faz calor.
Ou talvez esteja na bíblia sim..
Prezado Anônimo,
A referência aos aleijados está na "ausência de membros distais" e não na frase que você citou.
Não porque, mas lembrei-me do Hitler.
Como perguntar não ofende,pergunto:como classificar esse monstro saído de uma universidade?!
Parece que as universidades estão formando verdadeiros monstros...
Comunistas/nazistas/ateístas/feministas/abortistas etc.,babam de contentamento diante de manifestações desumanas,amorais,esquizóides e abomináveis como essas!
LAMENTÁVEL!
Almirante Kirk
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