O portal de notícias IG reproduziu em 7 de agosto um artigo da agência EFE sobre o importante papel que a família, na Itália, teria neste momento de crise financeira, não fossem os fatores de decadência que nela penetraram."A família é o amortecedor secreto da crise social", disse Marco Ferraroti, sociólogo e professor da Universidade La Sapienza de Roma. Ferraroti observa que, pela influência da Igreja Católica, a Itália ainda "é muito mais familiar do que qualquer outro país da Europa” e que “a crise da sociedade enfatizou o papel da família”. “Quando nada funciona em uma sociedade, a família é que resolve os problemas", explicou.
Para Giussepe Roma, diretor-geral do Centro de Sociologia Censis, a família italiana "é o grande motor do país", mas constata que a instituição já não é mais como outrora. A baixa natalidade fez com que no país a metade da população seja constituída atualmente por idosos. Além disso, os divórcios e a falta de casamentos entre pessoas abaixo de 35 anos tornou a família menor e mais fraca. “Nos encontramos diante de uma forte crise de valores e, portanto, a família como pilar da sociedade corre sério risco”, afirmou Giussepe Roma.
Para o leitor, quais dos fatores abaixo contribuem mais para aumentar a crise e a decadência da família?
Um comentário:
Na raiz a crise religiosa, raiz esta de todas as outras crises, o Estado laico, aos moldes maçônico (estilo USA) ou marxista (Cuba). Pouco adianta a religião se ela é relativa ou falsa. Religião relativa gera família e economia relativas, portanto, instáveis. Religião falsa gera família e economia com o germe da incoerência ontológica (não consegue ser o que deve ser por aquilo que é). Ainda bem que o Vaticano não é um Estado laico nem de falsa religião.
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