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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Enquete: Na Itália, desagregação familiar se soma a crise econômica

O portal de notícias IG reproduziu em 7 de agosto um artigo da agência EFE sobre o importante papel que a família, na Itália, teria neste momento de crise financeira, não fossem os fatores de decadência que nela penetraram.

"A família é o amortecedor secreto da crise social", disse Marco Ferraroti, sociólogo e professor da Universidade La Sapienza de Roma. Ferraroti observa que, pela influência da Igreja Católica, a Itália ainda "é muito mais familiar do que qualquer outro país da Europa” e que “a crise da sociedade enfatizou o papel da família”. “Quando nada funciona em uma sociedade, a família é que resolve os problemas", explicou.

Para Giussepe Roma, diretor-geral do Centro de Sociologia Censis, a família italiana "é o grande motor do país", mas constata que a instituição já não é mais como outrora. A baixa natalidade fez com que no país a metade da população seja constituída atualmente por idosos. Além disso, os divórcios e a falta de casamentos entre pessoas abaixo de 35 anos tornou a família menor e mais fraca. “Nos encontramos diante de uma forte crise de valores e, portanto, a família como pilar da sociedade corre sério risco”, afirmou Giussepe Roma.

Para o leitor, quais dos fatores abaixo contribuem mais para aumentar a crise e a decadência da família?

sexta-feira, 1 de maio de 2009

A crise econômica mundial

Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente.

Ele não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia o melhor cachorro quente da região.

Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.

As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha.

Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.

E o negócio prosperava e prosperava . . .

Seu cachorro quente era o melhor!

Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho.

O menino cresceu, e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.

Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo, agradando e prosperando e teve uma séria conversa com o pai :

- Pai, então você não ouve radio? Você não vê televisão? Não acessa a Internet e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Está tudo ruim. O Brasil vai quebrar.

Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: Bem, se meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isto, então só pode estar com a razão!

Com medo da crise, o pai procurou um Fornecedor de pão mais barato ( e é claro, pior ).

Começou a comprar salsichas mais barata ( que era, também, a pior ).

Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada.

Abatido pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.

Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar Economia na melhor Faculdade... quebrou.

O pai, triste, então falou para o filho: - 'Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise. 'e comentou com os amigos, orgulhoso:

- 'Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar economia, ele me avisou da crise ...'

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Aprendemos uma grande lição :

Vivemos em um mundo contaminado de más noticias e se não tomarmos o devido cuidado, essas más noticias nos influenciarão a ponto de roubar a prosperidade de nossas vidas.

O texto original foi publicado em 24 de fevereiro de 1958 em um anúncio da Quaker State Metais Co. Em novembro de 1990 foi divulgado pela agência ELLCE, de São Paulo.