sábado, 23 de janeiro de 2010

Estudantes profissionais, uma praga que ainda persiste

Estava vendo cenas do choque entre os policiais militares do Distrito Federal e os estudantes universitários esquerdistas (redundância?). Achei tudo muito engraçado! Qualquer pessoa que estuda numa Universidade Federal sabe como os nossos colegas são, coitadinhos, traumatizados pela opressão do regime militar. Não querem ver polícia nem pintada de vermelho. Recordo-me que quando houve o caso de estupro, na UFBA, a assembléia dos estudantes vetou a entrada dos PMs alegando que eram instrumentos-de-opressão-da-burguesia, aquele velho discurso foucaultiano de aparelhos de repressão do Estado.

A moral da classe estudantil ideologizada é partidária; no mensalão do PT não só se calaram como protestaram quando a classe média se organizou, chamando-a de burguesia alienada e golpista. Já no mensalão do DEM puderam vivenciar os seus melhores sonhos; confrontos com a polícia com direito a bomba, gás de pimenta, cavalaria. Com certeza esse povinho não dormiu de noite só lembrando da marcha dos cem mil versão séc. XXI.

Os estudantes profissionais são picaretas profissionais. Pousam de democráticos quando carregam a semente da revolução totalitária dentro do peito. Além de crias dos partidos políticos, os estudantes patrulham as Universidades e instituem a perseguição ideológica. Aqui mesmo na UFBA encontramos essa pérola:
"Art. 5° - São fins do DCE-UFBA:
(...)
V - defender o projeto histórico socialista de sociedade; "
Infelizmente esses estudantes não estão sozinhos. Além do crucial apoio que recebem dos partidos - PT, PC do B, PSOL, PCB, PSTU -, com brigas internas entre o fulano que é marxista ortodoxo e beltrano que é gramsciano etc, gozam da proteção da academia, dos professores que reproduzem os mesmos clichês revolucionários.

Por conta dessa triste realidade surgem situações "engraçadas", que hoje se tornaram comuns. O politicamente correto, de óbvio sabor esquerdista, impõe suas falácias para toda a sociedade. Por exemplo, nos Jogos Pan-Americanos, na música oficial, invocavam Iemanjá, a entidade de uma religião que não representa nem 1% dos brasileiros. Entretanto, se houvesse alguma referência a Nossa Senhora Aparecida, por exemplo, a esquerdalha iria alegar que a invocação afrontava a laicidade do Estado, que era uma ofensa aos não-católicos, mesmo estes sendo a maioria absoluta da nação - nação formada sobre a identidade católica, diga-se de passagem.

Os estudantes profissionais não prejudicam apenas as Universidades, mas toda a sociedade brasileira, ainda mais quando o nosso país é governado por um partido que os protege e difunde o mesmo espírito, vide, por exemplo, o programa "ProJovem Adolescente", que assiste milhões de jovens, pensado pelos intelectuais da USP e recheado dos clichês esquerdistas.

E o futuro do nosso país? Bem, prefiro nem pensar nisso...

Um comentário:

João disse...

Acompanhem este vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=VKpcr0EtZZg

rs rs É a cara desses jovens...