Há alguns dias um casal gay foi convidado a se retirar do Shopping Iguatemi [de Salvador] porque a sua conduta [eles estavam se beijando em público] causou constrangimento ás demais pessoas. Em resposta a isso, o movimento homossexual da cidade resolveu invadir o mesmo shopping com faixas e bandeiras de protesto: já que as pessoas não podiam agüentar um casal de homens se beijando, agora teriam de ver dezenas deles fazendo o mesmo. Inconformados com o fato de que a maioria das pessoas se sente bastante desconfortável vendo tais cenas, os gays alegam que tal desaprovação é “homofobia” (termo inventado, não vou nem me dar o trabalho de comentar a controvérsia), que eles sofrem o “preconceito” da sociedade machista e hipócrita. Outro caso recente foi o do professor Márcio Bagrios, que alega ter sido afastado da escola em que ensinava depois de fazer apologia ao homossexualismo para crianças entre 12 e 14 anos, passando, entre tantas músicas capazes de ensinar a forma verbal do passado no inglês, “I kissed a girl”, sobre uma garota bêbada que resolve beijar uma outra garota. Com a maior cara-de-pau, ele ainda deu entrevistas tentando argumentar que, de fato, a canção tem vários verbos no passado, o que seria uma forma bastante didática de ensinar os alunos – e mais uma vez, a exemplo de tantos outros, explica que foi “vítima” de preconceito por parte da escola, que, segundo ele, “ria pelas costas” quando ele ia trabalhar com os cabelos coloridos e “roupas modernas”.
Que fique bem claro que o interesse dessas pessoas envolvidas nos dois casos não é proteger o segmento homossexual de uma suposta perseguição, a exemplo do que eles alegam, como se toda morte de gays fosse causada por pessoas motivadas pelo ódio a eles, ou por grupos organizados – e não em conseqüência do próprio estilo de vida dos gays, geralmente bastante violento e suscetível a mais riscos, especialmente com relação à saúde. Os homossexuais não querem proteção contra espancamento de “homofóbicos” ou qualquer situação semelhante. O que eles querem é que o seu desvio seja aceito como uma “opção” - tão normal quanto a atração natural entre homens e mulheres - e que apenas ocorreria em bem menor escala (algo entre 3% da população mundial). Eles querem proteção para atitudes como a do professor Márcio, para assim promover esse tipo de comportamento – e que todas as outras pessoas fiquem caladas, já que eles terão várias instâncias para recorrer. E a pior proteção que eles podem ter, sem dúvida, é o pensamento politicamente correto de hoje que não admite qualquer crítica a alguns segmentos sociais e outras ideologias. O que essas pessoas precisam entender é que o homossexualismo não pode ser simplesmente empurrado como um comportamento natural, pois tal premissa é uma arbitrariedade que limita a liberdade religiosa e constrange as pessoas, impedindo-as de manifestar a sua fé, cuja expressão deveria ser livre. Querer que todas as pessoas da sociedade deixem de criticar o homossexualismo ou querer “educar” os filhos dos outros (sim, porque não poderiam ser deles) para isso é impor não apenas um estilo de vida do qual apenas eles compartilham, mas também negar o direito que as pessoas têm de viver de acordo com a sua religião – e eu poderia citar várias que condenam a prática homossexual. Portanto, o que o movimento gay quer assegurar é que todas as demais pessoas concordem com o que eles próprios teorizaram sobre si mesmos: que não existe nada de errado quanto a uma pessoa se relacionar com outra do mesmo sexo. Como eles não podem fazer isso mostrando as conseqüências desta escolha (e de maneira mais justa, servindo como exemplo), precisam de algum instrumento repressor: a lei que eles pretendem aprovar contra a homofobia – e que em algumas cidades do país já está funcionando – servirá apenas para que este tipo de opinião seja levada como consenso e direito natural, e para que qualquer acusação contra algum gay seja dificultada, já que eles tratam a questão como o preconceito racial, e a simples menção pode ser enquadrada como ofensa. Não concordar com o ato homossexual (e condená-lo) virou crime, ou virará, a julgar pelos passos. A liberdade de expressão permite que se faça apologia ao comunismo, ao aborto e outros crimes, permite ridicularizar a religião das outras pessoas, mas não pode mais permitir discordar do que se faz na cama - e quando isso estiver bem delimitado, já não poderá mais se questionar o quê ou quem esteja nela, independente se humano ou animal, ou da idade que tenha.
O fato é que o comportamento homossexual recebe críticas não apenas das pessoas cuja religião ensine que isso seja condenável, mas de outros setores aparentemente desinteressados nesse viés, quer o estude do ponto de vista físico-mental (sobretudo as pesquisas científicas que procuram entender o comportamento dessas pessoas) ou do ponto de vista dos efeitos práticos resultantes desse estilo de vida: tendência à promiscuidade, alta ocorrência de pedofilia, redução na expectativa de vida e distúrbios emocionais variados. Tentando escapar de tudo isso, o movimento gay tenta lançar a imagem do homossexual monogâmico, interessado em união civil estável e adoção de crianças - mas aí vem um filho da mãe como Elton John dando declarações de que nada disso combina com ele ou seus amigos, e que estão tentando dar uma imagem falsa e conservadora dos gays, o que, para o cantor, é uma contradição. Em número, os homossexuais são poucos, e mesmo para defender a própria causa teriam de esperar que todos eles fossem militantes e engajados; mas o pior é saber que mesmo alguns deles (digamos, um Foucault da vida, que após contaminado com o vírus da Aids o espalhou propositalmente para muita gente, entre amigos e inimigos) não servem como exemplo. E é por isso que eles contam comigo e com você, de preferência com emprego e filhos, para endossar a moção de apoio. Eles precisam subverter a opinião alheia, e geralmente são as pessoas que terão mais medo de serem taxadas como preconceituosas, e falam, como um amigo deste blog escreveu num texto, “em pleno século 21”...
Que fique bem claro que o interesse dessas pessoas envolvidas nos dois casos não é proteger o segmento homossexual de uma suposta perseguição, a exemplo do que eles alegam, como se toda morte de gays fosse causada por pessoas motivadas pelo ódio a eles, ou por grupos organizados – e não em conseqüência do próprio estilo de vida dos gays, geralmente bastante violento e suscetível a mais riscos, especialmente com relação à saúde. Os homossexuais não querem proteção contra espancamento de “homofóbicos” ou qualquer situação semelhante. O que eles querem é que o seu desvio seja aceito como uma “opção” - tão normal quanto a atração natural entre homens e mulheres - e que apenas ocorreria em bem menor escala (algo entre 3% da população mundial). Eles querem proteção para atitudes como a do professor Márcio, para assim promover esse tipo de comportamento – e que todas as outras pessoas fiquem caladas, já que eles terão várias instâncias para recorrer. E a pior proteção que eles podem ter, sem dúvida, é o pensamento politicamente correto de hoje que não admite qualquer crítica a alguns segmentos sociais e outras ideologias. O que essas pessoas precisam entender é que o homossexualismo não pode ser simplesmente empurrado como um comportamento natural, pois tal premissa é uma arbitrariedade que limita a liberdade religiosa e constrange as pessoas, impedindo-as de manifestar a sua fé, cuja expressão deveria ser livre. Querer que todas as pessoas da sociedade deixem de criticar o homossexualismo ou querer “educar” os filhos dos outros (sim, porque não poderiam ser deles) para isso é impor não apenas um estilo de vida do qual apenas eles compartilham, mas também negar o direito que as pessoas têm de viver de acordo com a sua religião – e eu poderia citar várias que condenam a prática homossexual. Portanto, o que o movimento gay quer assegurar é que todas as demais pessoas concordem com o que eles próprios teorizaram sobre si mesmos: que não existe nada de errado quanto a uma pessoa se relacionar com outra do mesmo sexo. Como eles não podem fazer isso mostrando as conseqüências desta escolha (e de maneira mais justa, servindo como exemplo), precisam de algum instrumento repressor: a lei que eles pretendem aprovar contra a homofobia – e que em algumas cidades do país já está funcionando – servirá apenas para que este tipo de opinião seja levada como consenso e direito natural, e para que qualquer acusação contra algum gay seja dificultada, já que eles tratam a questão como o preconceito racial, e a simples menção pode ser enquadrada como ofensa. Não concordar com o ato homossexual (e condená-lo) virou crime, ou virará, a julgar pelos passos. A liberdade de expressão permite que se faça apologia ao comunismo, ao aborto e outros crimes, permite ridicularizar a religião das outras pessoas, mas não pode mais permitir discordar do que se faz na cama - e quando isso estiver bem delimitado, já não poderá mais se questionar o quê ou quem esteja nela, independente se humano ou animal, ou da idade que tenha.
O fato é que o comportamento homossexual recebe críticas não apenas das pessoas cuja religião ensine que isso seja condenável, mas de outros setores aparentemente desinteressados nesse viés, quer o estude do ponto de vista físico-mental (sobretudo as pesquisas científicas que procuram entender o comportamento dessas pessoas) ou do ponto de vista dos efeitos práticos resultantes desse estilo de vida: tendência à promiscuidade, alta ocorrência de pedofilia, redução na expectativa de vida e distúrbios emocionais variados. Tentando escapar de tudo isso, o movimento gay tenta lançar a imagem do homossexual monogâmico, interessado em união civil estável e adoção de crianças - mas aí vem um filho da mãe como Elton John dando declarações de que nada disso combina com ele ou seus amigos, e que estão tentando dar uma imagem falsa e conservadora dos gays, o que, para o cantor, é uma contradição. Em número, os homossexuais são poucos, e mesmo para defender a própria causa teriam de esperar que todos eles fossem militantes e engajados; mas o pior é saber que mesmo alguns deles (digamos, um Foucault da vida, que após contaminado com o vírus da Aids o espalhou propositalmente para muita gente, entre amigos e inimigos) não servem como exemplo. E é por isso que eles contam comigo e com você, de preferência com emprego e filhos, para endossar a moção de apoio. Eles precisam subverter a opinião alheia, e geralmente são as pessoas que terão mais medo de serem taxadas como preconceituosas, e falam, como um amigo deste blog escreveu num texto, “em pleno século 21”...
11 comentários:
MUITO BOM,POSTEI ESTA REPORTAGEM NA COMUNIDADE.
A sociedade está cada vez mais engessada,as pessoas se calam a tudo,precisamos reagir.
Luciana,
Muito bom seu artigo! Você foi no ponto crucial da questão; os homossexuais buscam, através do politicamente correto, alienar a grande sociedade - nem precisa conquistá-la. O simples fato de induzir os homens e mulheres a terem a "mente aberta" e achar "natural" e "normal" - mesmo quando não acham - o homossexualismo, é uma grande vitória. O mais impressionante é que o politicamente correto já criou no mundo o espírito anti-conservador, ou seja, ser "moderno" - coloco propositalmente entre aspas, já que falamos da concepção de modernidade construída pelos grandes articuladores - virou a regra, mesmo que você não seja, você tem que se dizer. É por essa brecha que o homossexualismo militante tenta enfiar seu discurso. Outra grande ironia é que com a aprovação dessa lei "homofacista" a liberdade individual vai ser radicalmente tolhida. Para piorar a situação o Estado irá praticamente se intrometer em assuntos religiosos e impedir que as doutrinas afirmem a artificialidade e corrupção de prática homossexual, ou seja, nem nos templos os fiéis poderão pregar com segurança os ensinamentos da fé.
Interessante é que, na matéria do Correio que Conservador postou na comunidade, os 12 comentários são quase todos desfavoráveis à manifestação, à exceção de um, e talvez de mais outro que, ininteligível, não permitiu perceber a posição do leitor. E a matéria é tendenciosa para favorecer o movimento gay.
Os politicamente corretos e os militantes gays não se conformam, mas a esmagadora maioria das pessoas realmente não concorda com o homossexualismo e toda essa apologia. Eles querem propagar que um protesto como aquele recebeu "apoio" das pessoas do shopping, mas isso não é verdade.
Luciana, o que aconteceu com vc? Quando vc era da frente única, era outra pessoa? Como pode pedir que as pessoas tenham livre expressão da fé se, para vc, os gays não podem ter livre expressão de sentimento? Claro que vc pode citar várias religiões que são contra a homossexualidade, todo mundo pode. Não abomino a sua liberdade de opinião, só acho ridículo que você, uma pessoa com quem convivi durante todo o período da frente única e no mpl, depois de começar a namorar e entrar para esse blog,começar a esbanjar esse conservadorismo patético. Queria entender como conseguiu mudar completamente, virou um frankenstain da luciana que conheci. É uma pena. Bem que luís tinha me dito que vc andava escrevendo um monte de coisas ridículas.
Ainda por cima, questiona as atitudes dos gays... É uma opinião bem típica de religiosos que nem sequer convivem com gays e que acreditam em tudo o que lêem ou assistem na tv sobre o assunto. Você acha que todo gay é promiscuo? Já experimentou ir numa boate hetero e perguntar a um homem heterossexual quantas mulheres ele beijou só aquela noite?
Não porque a religião não permite.
Aline Cruz,
Seu comentário parte de um pressuposto muito infantil; que não conhecemos gays e que somos puritanos. Pois bem, primeiramente, é bom frisar, boa parte dos membros do Grupo estuda em Universidades públicas, que têm ambientes fortemente ideologizados através da tomada dos movimentos sociais pelo pensamento esquerdista mais simplista. Luciana estuda Letras na UFBA, que já é um curso conhecido por ter um número representativo de homossexuais. De todo o modo, repito, esse seu argumento entra numa esfera que é do seu desconhecimento. O outro ponto a ser frisado é sua última afirmação. O puritanismo, caso não saiba, era uma corrente religiosa formada na Inglaterra graças a influência calvinista. Ela pregava um ascetismo caricato para toda a comunidade, enxergava pecado em todos os atos cotidianos e confundia a vivência da fé com distanciamento do mundo. Católicos não são puritanos. Creio que todos os membros do grupo já tenham tido a experiência de ir a uma boate e constatar a promiscuidade que reina entre heterossexuais. Isso por acaso ameniza alguma coisa? Não, apenas deixa mais claro que a sexualização da sociedade se faz presente em todos os ambientes.
Ah, Luciana não mudou depois de entrar no blog, ela foi uma das responsáveis por ajudar a criá-lo!
Mudar é bom e sadio. O problema é que hoje, graças ao espírito esquerdista, as pessoas já são formadas dentro de uma linha já estabelecida. As pessoas mudam, minha cara, ninguém nasce militante.
Aline,
Ainda bem que você esclareceu que era da frente única, pois desde muito tempo não temos contato. Durante aqueles longos 2 meses em que convivemos não fomos muito íntimas, e você provavelmente nunca soube que eu sou católica desde que nasci, e que SEMPRE fui contra homossexualismo, aborto e pedofilia, assunto dos meus textos no blog. Deixei de ser aspirante a militante, mas creio que isso é um direito meu. Se você discorda da minha opinião, é um problema seu, só não venha discursar como se me conhecesse há muitos anos e eu tivesse traído a nossa amizade. Convivo com muitos gays, e minha melhor amiga é lésbica, mas rezo pela sua conversão todos os dias. Você é muito reducionista achando que todo mundo que é contra alguma coisa o é porque não conhece. Você não precisa ir muito longe para achar alguém da sua família que seja religioso, então pode começar conversando com eles, não precisa vir aqui achar o meu texto tão absurdo. Quanto a Luiz Paulo, posso apenas lamentar; ouvi tantas pessoas ridicularizando ele, e eu o defendi todas as vezes [porque nós sim éramos amigos] que fico muito triste sabendo que ele fala assim de mim - me lembro até hoje dos próprios colegas dele do Cefet dizendo que ele era um mentiroso sem tamanho, inventando estórias sobre derrubar um cara do segundo andar do colégio, ou de estar sendo perseguido pela polícia. É uma pena que ele não tenha tido a mesma atitude que a minha, que fiz questão de dizer que aquelas pessoas estavam erradas ao seu respeito, e seja ele hoje a se referir a mim dessa maneira. Lamento toda essa situação, mas pelo menos eu vejo que se ele não pôde ter esse caráter, meu amigo Pedro aí no comentário de cima, pôde.
Sou psicólogo e em primeiro lugar, não se usa o sufixo "ismo" pois o relacionamento homo-afetivo não é uma doença, se diz, Homossexualidade' Nada mais a declarar.
Parabéns,Luciana por tratar de um assunto como este com tanta clareza e tanta coragem, pois quem coloca este tipo de opinião aí sim sofre preconceito e retaliação. Obrigada.
Muito bom Luciana, estou indignada com o que acontece em nossa sociedade no momento. Sou contra qualquer tipo de preconceito, pois somos iguais, somos irmãos. Mas me causa muito espanto é essa apologia ao homosexualismo, como se fosse a coisa mais natural do mundo ser homosexual e NÃO É.
Assim como você tenho amigos gays eu os respeito, não os discrimino, mas fico penalizada por ver o quanto sofrem.
O que será de nossos jovens e crianças se não tomarmos a frente e defender os valores morais, os valores cristãos? Vão achar que devem experimentar? que ser gay é legal, está na moda? Ou pasmem, vão dizer que é algo nato no ser humano?
Também sou católica e a cada dia busco mais meu caminho na igreja, minha missão.
Continue firme em seus propósitos e lutando por aquilo que acredita. Guia-te por caminhos de amor, de retidão e de justiça!
Que o Espírito Santo te ilumine, abraços fraternos
Gente, sinceramente. Nem todos os gays são tão... promíscuos. Eu participo muito na igreja, e até ajudo na celebração, sempre. E sou gay. Então quer dizer que mesmo acreditando em Deus e sendo cristão com toda a fé, só por que prefiro homens eu devo queimar? E o caso do shopping, aposto que não chamariam guardas se fosse um casal hétero. As crianças, por exemplo, não são homofóbicas. Se ela está lendo um livro, vem um hétero e um gay, e os dois perguntam que livro ela está lendo, ela vai responder a mesma coisa. Ela não vai mudar o tom de voz ao responder. Então eu refaço a minha pergunta: só por que eu nasci gay, vou queimar? Nunca escolhi ser gay. Por mim, seria hétero. Mas a culpa não é minha se não sinto atração nenhuma por mulheres. E já me apaixonei por homens sem pensar apenas na cama. Daria minha vida pelo Eric, se preciso. E mesmo assim, queimaria. Agora me digam, que sentido isso faz? Deus vai passar a me odiar depois de tanto tempo, só por culpa disso?
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