Por Pedro Ravazzano
O Dep. Bassuma (PT-BA) desponta como um dos maiores políticos pró-vida da história da República. Podemos afirmar que a sua luta é contra aquilo que S.S João Paulo II chamava de “cultura de morte.” Se, por um lado, ficamos contentes em saber que o Parlamento tem um consciente soldado da vida, por outro lado nos entristecemos ao constatar, com pesar, que representantes católicos não encarnam com tanto afinco o apostolado contra o aborto. Ademais, muitos são os religiosos e fiéis que partindo do relativismo religioso e moral camuflam a defesa da interrupção da gravidez num discurso embebido em clichês de cunho socializante. A própria Conferência dos Bispos do Brasil fez uma defesa fraca da vida na Campanha da Fraternidade de 2008; “Fraternidade e Defesa da Vida”, com o lema “Escolhe, pois, a vida.”
Algumas pessoas enxergaram contradição no PT; relevou os casos de corrupção enquanto puniu com todo o rigor um parlamentar que apenas lutava em defesa da vida. Eu, sinceramente, não vejo nenhuma antítese, ao contrário, tais atitudes fazem total sentido e estão em plena consonância. O projeto de poder construído pelo Partido dos Trabalhadores perpassava pela obrigatoriedade de tomar as estruturas e instituições republicanas. A corrupção, dentro da mentalidade ideológica, não desponta como um artifício imoral – vamos partir da premissa de que há senso moral objetivo dentro das fileiras petistas -, mas sim como uma ferramenta lícita para a concretização de um alvorecer. De fato, é o mesmo raciocínio revolucionário do séc. XX.
O relativismo moral é peça chave no projeto de poder, afinal ele desconstrói tudo aquilo que a sociedade entende como natural. A promoção do liberalismo social é parte integrante de toda a revolução. Quando a idéia do direito natural é retirada da comunidade, os indivíduos ficam à mercê de um Estado todo-poderoso que define os padrões morais e comportamentais. A luta contra o aborto enfatiza a defesa de valores fundamentais, se origina da premissa basilar de que existe, em concreto, um norte moral. Sem dúvida alguma é uma batalha que impede o fortalecimento do relativismo. Ademais, vale frisar que a destruição do arcabouço moral da sociedade é um objetivo antigo e já coroado no desenrolar da história revolucionária. Antônio Gramsci, um destacado intelectual do comunismo europeu, havia pontuado que a hegemonia política da “burguesia” era reflexo da direção intelectual e moral. Portanto, o sucesso revolucionário surgiria da reforma cultural e moral. O mais importante pilar de sustentação da Civilização Ocidental, o pilar cristão, deveria ser derrubado e, com isso, as duas outras pilastras – filosofia grega e direito romano – cairiam em sequência.
Ora, não é de estranhar que um partido dentro de especto ideológico da esquerda alimente tão enfaticamente o aborto. Além da sua descriminalização fortalecer o poder do próprio Estado, ainda há o fato de que a causa feminista é plenamente instrumentalizada e transformada em massa de manobra dentro do jogo político. O PT e o governo Lula não estão interessados na quantidade de mulheres mortas nas clínicas de aborto clandestino – clínicas abertas com verba repassada por grandes Fundações e ONGs que promovem o aborto em todo o mundo. A real motivação dessa bandeira é a entronização do relativismo moral na sociedade brasileira, uma grande vitória da ideologia; a coroação do Estado Absoluto que com a força do braço legaliza o que o povo brasileiro, em sua maioria, condena. Entretanto, para o sucesso da incursão vale tudo, até mesmo falsear estatísticas, como fez o Ministro da Saúde que transformou menos de quinhentos óbitos maternos em “milhares de mortes.” De fato, é um dado preocupante, mas não é caso de saúde pública como pretende pintar a política atual governista.
A luta pessoal do Dep. Bassuma é muito grandiosa e importante para se encontrar submetida a um partido que não apenas não a entende como a combate. O Partido dos Trabalhadores não é digno o suficiente para ter nas suas fileiras um soldado da vida tão consciente da batalha. O parlamentar baiano – que é espírita – é exemplo para todos os cristãos, em destaque os católicos. Quantos são os fiéis que vivem apaticamente a religião, com uma crença submersa no genuíno relativismo? Como é penoso perceber que muitos são os religiosos e teólogos que, descaradamente, defendem o aborto de forma mitigada, envolvendo o discurso nos clichês de cunho social. Estes são católicos que preterem a moral e os ensinamentos da Igreja pela fidelidade ideológica, agentes conscientes do projeto revolucionário. Por isso que são promotores do politicamente correto da fé, onde viver honestamente a sua crença, sendo fiel aos preceitos fundamentais da religião, passa a ser visto como radicalismo. Obviamente, uma religião açucarada, humilhada por teologias liberais, transformada em ferramenta de “libertação” - sinônimo da visão rasa, simplória e socializante de “justiça social” – é interessante para o fortalecimento do sentimento relativista junto ao povo.
Que vergonha Bettos, Boffs e Gebaras! Enquanto se calam frente ao poder triunfante de uma ideologia e de um partido, o Dep. Bassuma, que diferentemente de vocês não professou votos perpétuos em fidelidade a Cristo e à Sua Igreja, vai bravamente a julgamento por não macular e deformar a luta contra a interrupção da gravidez! Que irônica inversão! O parlamentar formado dentro do PT encarna com mais coragem o apostolado em defesa da vida do que certos religiosos católicos muito ocupados na promoção do relativismo religioso e moral.
O Dep. Bassuma (PT-BA) desponta como um dos maiores políticos pró-vida da história da República. Podemos afirmar que a sua luta é contra aquilo que S.S João Paulo II chamava de “cultura de morte.” Se, por um lado, ficamos contentes em saber que o Parlamento tem um consciente soldado da vida, por outro lado nos entristecemos ao constatar, com pesar, que representantes católicos não encarnam com tanto afinco o apostolado contra o aborto. Ademais, muitos são os religiosos e fiéis que partindo do relativismo religioso e moral camuflam a defesa da interrupção da gravidez num discurso embebido em clichês de cunho socializante. A própria Conferência dos Bispos do Brasil fez uma defesa fraca da vida na Campanha da Fraternidade de 2008; “Fraternidade e Defesa da Vida”, com o lema “Escolhe, pois, a vida.”
Algumas pessoas enxergaram contradição no PT; relevou os casos de corrupção enquanto puniu com todo o rigor um parlamentar que apenas lutava em defesa da vida. Eu, sinceramente, não vejo nenhuma antítese, ao contrário, tais atitudes fazem total sentido e estão em plena consonância. O projeto de poder construído pelo Partido dos Trabalhadores perpassava pela obrigatoriedade de tomar as estruturas e instituições republicanas. A corrupção, dentro da mentalidade ideológica, não desponta como um artifício imoral – vamos partir da premissa de que há senso moral objetivo dentro das fileiras petistas -, mas sim como uma ferramenta lícita para a concretização de um alvorecer. De fato, é o mesmo raciocínio revolucionário do séc. XX.
O relativismo moral é peça chave no projeto de poder, afinal ele desconstrói tudo aquilo que a sociedade entende como natural. A promoção do liberalismo social é parte integrante de toda a revolução. Quando a idéia do direito natural é retirada da comunidade, os indivíduos ficam à mercê de um Estado todo-poderoso que define os padrões morais e comportamentais. A luta contra o aborto enfatiza a defesa de valores fundamentais, se origina da premissa basilar de que existe, em concreto, um norte moral. Sem dúvida alguma é uma batalha que impede o fortalecimento do relativismo. Ademais, vale frisar que a destruição do arcabouço moral da sociedade é um objetivo antigo e já coroado no desenrolar da história revolucionária. Antônio Gramsci, um destacado intelectual do comunismo europeu, havia pontuado que a hegemonia política da “burguesia” era reflexo da direção intelectual e moral. Portanto, o sucesso revolucionário surgiria da reforma cultural e moral. O mais importante pilar de sustentação da Civilização Ocidental, o pilar cristão, deveria ser derrubado e, com isso, as duas outras pilastras – filosofia grega e direito romano – cairiam em sequência.
Ora, não é de estranhar que um partido dentro de especto ideológico da esquerda alimente tão enfaticamente o aborto. Além da sua descriminalização fortalecer o poder do próprio Estado, ainda há o fato de que a causa feminista é plenamente instrumentalizada e transformada em massa de manobra dentro do jogo político. O PT e o governo Lula não estão interessados na quantidade de mulheres mortas nas clínicas de aborto clandestino – clínicas abertas com verba repassada por grandes Fundações e ONGs que promovem o aborto em todo o mundo. A real motivação dessa bandeira é a entronização do relativismo moral na sociedade brasileira, uma grande vitória da ideologia; a coroação do Estado Absoluto que com a força do braço legaliza o que o povo brasileiro, em sua maioria, condena. Entretanto, para o sucesso da incursão vale tudo, até mesmo falsear estatísticas, como fez o Ministro da Saúde que transformou menos de quinhentos óbitos maternos em “milhares de mortes.” De fato, é um dado preocupante, mas não é caso de saúde pública como pretende pintar a política atual governista.
A luta pessoal do Dep. Bassuma é muito grandiosa e importante para se encontrar submetida a um partido que não apenas não a entende como a combate. O Partido dos Trabalhadores não é digno o suficiente para ter nas suas fileiras um soldado da vida tão consciente da batalha. O parlamentar baiano – que é espírita – é exemplo para todos os cristãos, em destaque os católicos. Quantos são os fiéis que vivem apaticamente a religião, com uma crença submersa no genuíno relativismo? Como é penoso perceber que muitos são os religiosos e teólogos que, descaradamente, defendem o aborto de forma mitigada, envolvendo o discurso nos clichês de cunho social. Estes são católicos que preterem a moral e os ensinamentos da Igreja pela fidelidade ideológica, agentes conscientes do projeto revolucionário. Por isso que são promotores do politicamente correto da fé, onde viver honestamente a sua crença, sendo fiel aos preceitos fundamentais da religião, passa a ser visto como radicalismo. Obviamente, uma religião açucarada, humilhada por teologias liberais, transformada em ferramenta de “libertação” - sinônimo da visão rasa, simplória e socializante de “justiça social” – é interessante para o fortalecimento do sentimento relativista junto ao povo.
Que vergonha Bettos, Boffs e Gebaras! Enquanto se calam frente ao poder triunfante de uma ideologia e de um partido, o Dep. Bassuma, que diferentemente de vocês não professou votos perpétuos em fidelidade a Cristo e à Sua Igreja, vai bravamente a julgamento por não macular e deformar a luta contra a interrupção da gravidez! Que irônica inversão! O parlamentar formado dentro do PT encarna com mais coragem o apostolado em defesa da vida do que certos religiosos católicos muito ocupados na promoção do relativismo religioso e moral.
Nenhum comentário:
Postar um comentário