Que no Brasil o Estado é absoluto todos sabem, mas as coisas ficam cada vez piores. Agora vigora em São Paulo a lei anti-fumo, que proíbe a fumaça em locais fechados. Isso é a total deformação da liberdade individual dos cidadãos. O eficiente Estado brasileiro passou a legislar até mesmo sobre a fumaça?
As conseqüências dessa lei são terríveis, o mais perigoso, sem dúvida, é a restrição da propriedade privada. Vejamos! Um dono de um estabelecimento comercial agora se encontra impedido de, livremente, definir o que bem entender dentro da sua propriedade. A ação coercitiva do Estado priva a liberdade de posse. A mesma coisa vale táxis; o motorista que fumar também poderá se multado.
A mentalidade que sustenta esse tipo de lei (lei anti-fumo, lei anti-coxinha etc) é o ápice do politicamente correto. O Estado, embriagado com o próprio poder, se dá ao direito de diminuir a liberdade e a subjetividade dos indivíduos, tolhendo a ação humana em toda a sua plenitude. Ora, o Mercado trata de definir a relação consumidores - fumo - baladas. Por exemplo, indivíduos que têm ojeriza ao cigarro, livremente optariam por não freqüentar bares onde este é permitido. Entretanto, o Estado, lançando mão desse espírito politicamente correto, busca o seu fortalecimento através da redução da individualidade dos cidadãos. Percebam que os anos passam e nossas vidas cada vez mais ficam atreladas à estatolatria.
Havia necessidade uma lei dessa? Claro que não! Os próprios consumidores tratariam de escolher os ambientes preferidos, livremente iriam selecionar os locais mais agradáveis dentro da perspectiva pessoal, subjetiva e intransponível, de prazer. Para uns a maximização do benefício se encontra em recintos onde há fumo, para outros em espaços sem fumaça. Ou seja, estamos falando de uma análise estritamente individual, que cabe, apenas, à consciência de cada cidadão.
Para piorar a situação, a lei engloba todo o tipo de fumaça, até mesmo incensos. Eu fiquei preocupado! Será que os fiscais da fumaça vão multar as Igrejas por que usam turíbulo?
As conseqüências dessa lei são terríveis, o mais perigoso, sem dúvida, é a restrição da propriedade privada. Vejamos! Um dono de um estabelecimento comercial agora se encontra impedido de, livremente, definir o que bem entender dentro da sua propriedade. A ação coercitiva do Estado priva a liberdade de posse. A mesma coisa vale táxis; o motorista que fumar também poderá se multado.
A mentalidade que sustenta esse tipo de lei (lei anti-fumo, lei anti-coxinha etc) é o ápice do politicamente correto. O Estado, embriagado com o próprio poder, se dá ao direito de diminuir a liberdade e a subjetividade dos indivíduos, tolhendo a ação humana em toda a sua plenitude. Ora, o Mercado trata de definir a relação consumidores - fumo - baladas. Por exemplo, indivíduos que têm ojeriza ao cigarro, livremente optariam por não freqüentar bares onde este é permitido. Entretanto, o Estado, lançando mão desse espírito politicamente correto, busca o seu fortalecimento através da redução da individualidade dos cidadãos. Percebam que os anos passam e nossas vidas cada vez mais ficam atreladas à estatolatria.
Havia necessidade uma lei dessa? Claro que não! Os próprios consumidores tratariam de escolher os ambientes preferidos, livremente iriam selecionar os locais mais agradáveis dentro da perspectiva pessoal, subjetiva e intransponível, de prazer. Para uns a maximização do benefício se encontra em recintos onde há fumo, para outros em espaços sem fumaça. Ou seja, estamos falando de uma análise estritamente individual, que cabe, apenas, à consciência de cada cidadão.
Para piorar a situação, a lei engloba todo o tipo de fumaça, até mesmo incensos. Eu fiquei preocupado! Será que os fiscais da fumaça vão multar as Igrejas por que usam turíbulo?
Um comentário:
Repito aqui o que disse em http://www.deuslovult.org/2009/08/05/fumaca-e-garoa/#comments . Você também ignora parte do argumento dos favoráveis a essa lei.
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"Será que os fiscais da fumaça vão multar as Igrejas por que usam turíbulo?"
Não dá idéia, pô!
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