Antonio Gramsci, marxista italiano nascido em 1891, passou os onze últimos anos de sua vida na prisão onde havia sido jogado pelo regime fascista de Mussolini. Tuberculoso e hipertenso, morreu de hemorragia cerebral em 27 avril 1937 numa clínica religiosa, seis dias após ter sido posto em liberdade.
Segundo Monsenhor De Magistris, o filósofo "tinha no quarto a imagem de santa Teresa do Menino Jesus", e durante os últimos dias da doença pediu aos religiosos "que lhe levassem a imagem do Menino Jesus" para que pudesse beijá-la.
"Gramsci recebeu os sacramentos ao morrer, quando retornou à fé de sua infância", afirmou o prelado.
Antonio Gramsci é uma grande figura intelectual italiana cuja influência ultrapassou as fronteiras de seu país. Uma de suas teorias mais conhecidas está relacionada ao papel dos intelectuais no mundo, que não se limita a produzir o discurso mas passa pela organização de práticas sociais.
O filósofo e ex-parlamentar comunista Beppe Vacca, presidente do Instituto Gramsci, rejeitou as revelações de Monsenhor De Magistris.
"Nenhum dos numerosos documentos editados e inéditos sobre as últimas horas de Antonio Gramsci não dá crédito à tese da conversão", declarou ele à agência Ansa.
As cinzas de Antonio Gramsci, que foi incinerado, repousam no "cemitério acatólico" de Roma, criado no século 19.
http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/081125/mundo/it__lia_religi__o_hist__ria
Um comentário:
Nenhum dos numerosos documentos editados e inéditos sobre as últimas horas de Antonio Gramsci não dá crédito à tese da conversão", declarou ele à agência Ansa.
Nenhum dos documentos não dá? Modus Tollens nele!
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