Até agora fiquei em silêncio sobre a tal gripe que, segundo a imprensa deixa transparecer, é o ínicio do fim do mundo.
O que me mantinha no silêncio era por me recriminar pelo ceticismo com que lia as notícias e por achar que isso era sinal de insensibilidade minha para com as vítimas do vírus.
Mas a cada dia que passava meu ceticismo aumentava, e isso graças a imprensa que a cada novo título de artigo não deixava de colocar a palavra "suspeita" ou "suspeita-se" e outras do gênero.
Além do mais, os sintomas que o vírus causa em uma pessoa são os mesmos de uma gripe comum. Resultado, eu que peguei uma gripe não posso contar isso por telefone para minha mãe, pois ela desmaiaria. Que hora para pegar uma gripe, hein!
Outro motivo que me levou ao silêncio foi o sentimento de solidão. Parecia que ninguém suspeitava de nada e só eu, devido a uma crueldade cínica - que mesmo reportagens relatando dezenas de mortes não foram capazes de me comover -, suspeitava de uma possível farsa.
Lembro que, não tão distante no tempo, a imprensa falava numa tal gripe aviária. Qualquer papagaio que morria era motivo para grandes títulos nos maiores jornais do mundo. Hoje mal se fala dela. Mas, até então, a imprensa tocava suas trombetas anunciando o fim do mundo porque cinco galinhas morreram no sul da China.
O que me alegra é ver que já não estou sozinho.
Ugo Braga, jornalista do Correio Braziliense, postou no seu blog um texto em que demonstra sua certeza da farsa da gripe suína. (Confira: A gripe suína é uma farsa)
Mais me alegrou ainda foi ver que os comentários deixados no post indicam que seus leitores também o seguem em seu ponto de vista.
Ufa! Já não estou sozinho e me sinto encorajado a escrever sobre isso.
Não tenho provas, apenas desconfiança. E o meu intuito com este post é lançar aos leitores uma oportunidade para refletirem e debaterem sobre o tema. Caso contrário, poderemos estar diante de uma grande mentira que dará motivo para o Estado nos impedir de irmos aos aeroportos, terminais de ônibus, escolas, as missas (confira: México suspende missas por medo da gripe suína) e a todos os lugares onde possa haver aglomerações de pessoas.
Fica o debate lançado.
Apenas para não esquecermos, leiam:
A invasão dos marcianos: A Guerra dos Mundos que o rádio venceu
O que me mantinha no silêncio era por me recriminar pelo ceticismo com que lia as notícias e por achar que isso era sinal de insensibilidade minha para com as vítimas do vírus.
Mas a cada dia que passava meu ceticismo aumentava, e isso graças a imprensa que a cada novo título de artigo não deixava de colocar a palavra "suspeita" ou "suspeita-se" e outras do gênero.
Além do mais, os sintomas que o vírus causa em uma pessoa são os mesmos de uma gripe comum. Resultado, eu que peguei uma gripe não posso contar isso por telefone para minha mãe, pois ela desmaiaria. Que hora para pegar uma gripe, hein!
Outro motivo que me levou ao silêncio foi o sentimento de solidão. Parecia que ninguém suspeitava de nada e só eu, devido a uma crueldade cínica - que mesmo reportagens relatando dezenas de mortes não foram capazes de me comover -, suspeitava de uma possível farsa.
Lembro que, não tão distante no tempo, a imprensa falava numa tal gripe aviária. Qualquer papagaio que morria era motivo para grandes títulos nos maiores jornais do mundo. Hoje mal se fala dela. Mas, até então, a imprensa tocava suas trombetas anunciando o fim do mundo porque cinco galinhas morreram no sul da China.
O que me alegra é ver que já não estou sozinho.
Ugo Braga, jornalista do Correio Braziliense, postou no seu blog um texto em que demonstra sua certeza da farsa da gripe suína. (Confira: A gripe suína é uma farsa)
Mais me alegrou ainda foi ver que os comentários deixados no post indicam que seus leitores também o seguem em seu ponto de vista.
Ufa! Já não estou sozinho e me sinto encorajado a escrever sobre isso.
Não tenho provas, apenas desconfiança. E o meu intuito com este post é lançar aos leitores uma oportunidade para refletirem e debaterem sobre o tema. Caso contrário, poderemos estar diante de uma grande mentira que dará motivo para o Estado nos impedir de irmos aos aeroportos, terminais de ônibus, escolas, as missas (confira: México suspende missas por medo da gripe suína) e a todos os lugares onde possa haver aglomerações de pessoas.
Fica o debate lançado.
Apenas para não esquecermos, leiam:
A invasão dos marcianos: A Guerra dos Mundos que o rádio venceu