Caro Adilson, o marxismo moderno, pós Escola de Frankfurt, estendeu o conceito de classes, não subentendo mais, apenas, o critério econômico.
Exemplo: gêneros sexuais - homem e mulher, são tratados como classes e tenta-se enfiar, goela abaixo, uma "terceira" classe nesse critério, os gays, como o eufemismo "homoafetivos". A partir daí, os analistas marxistas tratam da história e da filosofia anotando coisas como opressão de mulheres por homens, ódio conta os "oprimidos" gays, e assim por diante, por mais esdrúxulos que sejam tais construtos.
Outro exemplo: quando você ler em um livro de história afirmações sobre a "opressão" dos "invasores" europeus sobre os "oprimidos" maias, incas e astecas (e, ainda, tupinambás), dados como autóctones e reais donos da América, está em ação o mesmo racioSímio da luta de classes, ora consideradas: os europeus, brancos, cristãos, pré-capitalistas; e os nativos, não brancos, não cristãos, com uma "pureza" de pré-socialismo. Prepara-se, assim, terreno para dar vazão aos recalques raciais, anti-religiosos e anti-capitalistas.
Por outro lado, o termo "socialista" no nome do partido nazista designa um socialismo, sim (embora os esquerdistas tentem fazê-lo um movimento de direita), tanto no que se refere à orientação da produção econômica, como na forte centralização estatal por meio de um Estado planejador ao extremo e regulador da sociedade a níveis até de comportamento individual. Além disso, o notório timbre revolucionário do nazismo e sua agenda nada conservadora, bem ao contrário da descrição que os esquerdistas pretendem vender.
2 comentários:
Só lembrando:
NaZismo = abreviação de NAcional-ZocialIsmo, ou seja, um tipo de socialismo (no caso, mais voltado para a luta de "raças", em vez de classes).
Caro Adilson, o marxismo moderno, pós Escola de Frankfurt, estendeu o conceito de classes, não subentendo mais, apenas, o critério econômico.
Exemplo: gêneros sexuais - homem e mulher, são tratados como classes e tenta-se enfiar, goela abaixo, uma "terceira" classe nesse critério, os gays, como o eufemismo "homoafetivos". A partir daí, os analistas marxistas tratam da história e da filosofia anotando coisas como opressão de mulheres por homens, ódio conta os "oprimidos" gays, e assim por diante, por mais esdrúxulos que sejam tais construtos.
Outro exemplo: quando você ler em um livro de história afirmações sobre a "opressão" dos "invasores" europeus sobre os "oprimidos" maias, incas e astecas (e, ainda, tupinambás), dados como autóctones e reais donos da América, está em ação o mesmo racioSímio da luta de classes, ora consideradas: os europeus, brancos, cristãos, pré-capitalistas; e os nativos, não brancos, não cristãos, com uma "pureza" de pré-socialismo. Prepara-se, assim, terreno para dar vazão aos recalques raciais, anti-religiosos e anti-capitalistas.
Por outro lado, o termo "socialista" no nome do partido nazista designa um socialismo, sim (embora os esquerdistas tentem fazê-lo um movimento de direita), tanto no que se refere à orientação da produção econômica, como na forte centralização estatal por meio de um Estado planejador ao extremo e regulador da sociedade a níveis até de comportamento individual. Além disso, o notório timbre revolucionário do nazismo e sua agenda nada conservadora, bem ao contrário da descrição que os esquerdistas pretendem vender.
Abraços
Eduardo
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