quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Congregação religiosa ou Militância feminista?

O que isso parece para você? Uma reunião de condomínio? Quem sabe algum encontro de militantes feministas? Se enganou! Veja as próximas fotos:
Sim, meu caro leitor! Estamos falando de uma congregação religiosa, ou, ao menos, teoricamente religiosa. As fotos geram um impacto visual, mas a diferença vai além do não uso do hábito. De um lado temos uma Congregação piedosa, fiel ao carisma e aos fundadores, que prima pela oração, conversão, santificação dos homens e salvação das almas. Do outro lado uma Congregação que acredita na religião como ferramenta libertadora, que corrompe e modifica o carisma, que esquece os fundadores e deforma a própria história para adaptá-la aos paladares heréticos. Em suma, vai muito além de uma simples veste. Não por menos, hoje em dia, o uso do traje religioso se tornou um selo de qualidade. Até porque, quase todos aqueles que nutrem radical ojeriza ao hábito são defensores de heterodoxias e distantes do tradicional espírito católico.

Notre-Dame de Sion, priez pour nous!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Mãe Stella de Oxóssi e o Sincretismo

A mais famosa iyalorixá do candomblé, na atualidade, Mãe Stella de Oxóssi, tem se levantado em combate ao sincretismo religioso. Mesmo reconhecendo a falsidade essencial da crença afro-brasileira, que não só é mentirosa como de dimensão teológica diminuta, a postura de Mãe Stella é muito pertinente na realidade atual, onde o relativismo força uma comunhão entre religiões que são opostas em suas bases doutrinais. A senhora do candomblé entende que o sincretismo favorece o enfraquecimento das crenças envolvidas, estimulando a formação de uma fé instável e sem qualquer fundamentação.

Que mundo é esse?! Eu assumo que preferia ter publicado uma nota falando que o Cardeal de Salvador havia não só condenado o sincretismo de maneira clara e objetiva - o que ele já fez, mas não com o afinco necessário - como punido e distanciado os Sacerdotes que abriam as portas das Igreja para o candomblé - e todos sabem onde estão essas igrejas.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Vida e Morte de Ir. Sorriso

Por Sem. Diego Ferracini

Jeanne Paule-Marie, nasceu em 17 de outubro, de 1933, na Bélgica. Entrou para as monjas dominicanas no ano de 1959, ficou conhecida mundialmente por uma de suas músicas, “Dominique”, sendo interpretada nas mais diversas línguas. Soeur Luc-Dominique (seu nome religioso) ficou popular em capas de revistas e canais de televisão, era o ano de 1963.

O codinome e a imagem de Soeur Sourire encantaram o mundo pela inocência e simplicidade demonstrada. Aquele violão e sua voz atingiram campos jamais desbravados por uma monja dominicana, mas o caminho de Soeur Sourire logo mostrou-se trágico e, até mesmo, tenebroso.

O seu grande sucesso, uma homenagem ao fundador da Ordem Dominicana, atingiu pessoas das mais diversas idades e culturas. Qual a surpresa ao ver na televisão aquela religiosa com um sorriso no rosto cercada por algumas outras irmãs fazendo coro, cantando as virtudes de São Domingos para pessoas que nem mesmo o Cristo conheciam.
A “monja cantora” ficou semanas em primeiro lugar na Billbord Magazine. Após o grande sucesso retomou aos estudos na Universidade Católica de Louvain, onde, em 1966, após uma crise vocacional, “descobriu” ser o convento e a vida religiosa anacrônicos ao mundo moderno, desistindo da vida religiosa, pedindo a exclaustração.

Em 1967, ainda com o nome de religiosa com o qual fez carreira, lançou músicas fazendo apologias aos contraceptivos. Motivada, segundo ela própria, pelo Vaticano II, tentou encontrar novas formas de “igreja”; rebelou-se contra o “machismo opressor”, contra a Igreja Católica e seus “conservadores” terminando, assim, por assumir a sua homossexualidade.

Sua vida conturbada é ladeada por graves crises financeiras. Em uma tentativa desesperada lançou em 1982 o seu antigo sucesso “Dominique” em uma versão disco, corrente na época. As autoridades fiscais belgas perseguiam Jeanne que não possuia mais como sobreviver diante das dívidas que contraiu e, em uma última cartada, pediu ajuda da antiga congregação da qual fez parte. As religiosas ajudaram de imediato somente com a condição de que Jeanne não acusasse mais publicamente a congregação de seus desastres.
No dia 29 de março de 1985, Jeanne Paule-Marie cometeu suicídio com sua companheira Annie Pécher, após um período intenso sobre efeito de álcool e entorpecentes.

A história de Jeanne (Soeur Sourire) é um exemplo claro e triste, de como a vida religiosa aliada inadequadamente a atividades que não lhe são características pode ser prejudicada e terminar de forma trágica. Quantos não sentiram-se chamados à vida religiosa vendo a alegria de Soeur Sourire cantando e ainda assim sendo religiosa? Os estágios do declínio de Jeanne são perceptíveis, passam do abandono da vida religiosa ao mais extremo desespero humano. Alguns podem alegar que a mudança radical da dominicana foi fruto do “aggiornamento” conciliar, mas não vejo sentido em alegar que arrancar o hábito, defender o aborto, o vício e a pederastia seja viver santamente a fé cristã no mundo moderno.

Pelas fotos percebemos aquilo que, na história da religiosa, é muito nítido; a transformação ocorrida quando da retirada do hábito. A veste dominicana representava a identidade própria de Ir. Sorriso, aquilo que acreditava, seguia e se fiava. Servia como uma verdadeira identidade. Interessante que, quanto a isso, o hábito não serve apenas como testemunho para o próximo, mas também como um constante aviso a quem usa acerca da missão e incumbência recebida quando da vestimenta do traje religioso. Que o hábito não faz o monge, é um tanto óbvio, mas ele lembra ao monge quem ele é!
Seria a Soeur Sourire uma infeliz moça presa em um hábito medieval e cercada por outras mais infelizes religiosas? Sabemos que os casos de suicídio e exclaustração na época imediatamente pós-conciliar são grandes e sérios. O que a motivou nesta derrocada? Um desejo, como ela afirma, de encontrar uma nova “igreja”? Onde ela enterrou aquela singela monja cantora?

A crise pós-conciliar foi sofrida e relatada por muitos religiosos e religiosas que ainda estão entre nós. Se tais exemplos que estavam embebidos de uma mentalidade religiosa profunda sofreram, imaginemos Jeanne que estava cercada pelo mais puro pensamento profano (no sentido tétrico da palavra) e que sem querer abandonou o convento para jogar-se nos braços do mundo que a acolheu e lançou pela estrada da fama.

A glória de Nosso Senhor Jesus Cristo deve ser o fim último da vida religiosa, todas as demais atividades surgem como meios para atingir tal nobre e santificante fim. Deveríamos nos perguntar em qual momento Jeanne esqueceu a Cristo e passou a olhar para si própria, e olhando para si descobriu as mais tristes realidades humanas e, sem o apoio da Santa Igreja e de sua comunidade, caiu no profundo abismo presente no coração humano, sem Deus.

O suicídio, para um religioso, é a negação completa de sua identidade! Aquela que dedicou sua vida plenamente ao Senhor Ressuscitado entrega-se aos vícios e termina com a própria vida nos braços de sua amante. Soeur Sourire é um exemplo real aos atuais padres cantores que pipocam pelos canais de televisão, que já deixaram o hábito talar (lembremos que foi uma das primeiras atitudes de Soeur Sourire) e agora até mesmo o ministério sacerdotal que lhes foi conferido é colocado em segundo plano.

A vida religiosa de Jeanne atrelou-se de forma negativa ao seu sucesso e à sua carreira; quando uma terminou a outra acabou por consequência. Estimados padres, quando vossas músicas deixarem as paradas de sucesso, onde colocarão as vossas estolas?

Ou Jeanne jamais teve vocação ou no final de sua vida a atitude de assumir uma homossexualidade não foi fruto, isto sim, de uma imposição cultural e até mesmo midiática? Que bonito seria para os jornais e revistas estampar a nova forma da “igreja” na ex-freira lésbica. A negação total de valores cristãos e o “assumir” de uma postura completamente estranha à sua antiga vida. De fato, Jeanne se tornou numa mártir do modernismo, afinal a sua morte foi paga com o alto preço da crise da civilização ocidental. Que a sua vida seja exemplo do triste fim daqueles que abraçam com vigor os males do mundo atual, dando as mãos para os inimigos da fé que apenas incitam o pecado e a destruição da Igreja de Cristo.


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Finalidade do Bolsa Família explicado pelo Lula




“Distribuir comida é moeda de troca em época de eleição. A lógica é manter a política de dominação que é secular no Brasil” (Lula)

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Defensores da vida do mundo todo, uni-vos!

Para quem não sabe, acontecerá amanhã, em Niterói, um "Simpósio em defesa da vida - aborto e direitos humanos." Até então, pelo nome, poderíamos até acreditar que se tratasse de um evento que tem como centro a valorização da vida desde a fecundação. Entretanto, a ilusão acaba quando descobrimos que o encontro é promovido pelo DCE - que ainda acha que vive nos tempos do regime militar e da cortina de ferro para brincar de utopia comunista - da Universidade Federal Fluminense - local do simpósio - e a ONG (que de "Não-Governamental" só tem o nome) "Católicas pelo direito de decidir" (ou mais corretamente "Pagãs pelo direito de matar").

Nós, do Acarajé Conservador, pedimos muita oração e mortificação na intenção dos defensores da vida, que lá estarão bravamente com seus estômagos de aço, para que tenham forças para lutar contra esse oceano de imoralidade e perversão. Além disso, deixamos o convite para o nosso leitor carica participar, ajudando, assim, na defesa da vida em meio a esse encontro que entroniza a cultura de morte.

No simpósio haverá um debate às 10h, uma mostra de filmes às 14h e outra às 18h!

domingo, 30 de agosto de 2009

Qual a função do folheto "O Domingo"?

Tá bom que aquele folheto litúrgico "O Domingo" presta um verdadeiro desserviço à Santa Missa, mas as coisas pioram sempre; o abismo é o limite. Normalmente a podridão ficava nas tais orações da assembléia..comunista ou então nas colunas dos paulinos que só defendem a Teologia da Libertação e a deformação do sentido sacrificial da Missa. Entretanto, nesse Domingo a pedrada começou já no comentário aos ritos iniciais:
"Irmãos e irmãs, neste domingo o Senhor nos convida à caridade, a verdadeira liturgia que agrada a Deus. Religião não é tanto realizar uma série de ritos de purificação, mas, sim, fazer a opção pelo seu projeto, que se concretiza na prática da solidariedade. Celebremos o dia do catequista, agradecendo a evangelização que esses generosos servidores realizam"
Alguém me explique o que é isso?! Primeiro, quando o texto fala que a caridade é a verdadeira liturgia, querendo ou não, faz alusão a uma falsa liturgia, e qual seria esta, por acaso? Não é necessário se esforçar para concluir que há, nesse primeiro comentário, uma subvalorização do esplendor litúrgico em contraste a uma excessiva glorificação do materialismo assistencialista - que não é a verdadeira caridade que não prima pelo reino da matéria.


A maior pérola, sem dúvida alguma, é o papo de que a religião se concretiza na prática de solidariedade. Ora, seria a Igreja uma ONG e eu não sabia? Onde aparece Deus na história? Não aparece, afinal para esse pessoal da pesada a religião tem um fim libertador, apenas uma ferramenta de transformação social. Pode até ser que o nome de Cristo esteja salpicado entre um discurso e outro, mas quase sempre embebido numa certa compreensão de cunho socializante que naturaliza a realidade sobrenatural da Revelação e de todo o cristianismo. Não por menos, quando a Teologia da Libertação foi condenada no documento "Libertatis Nuntius", este afirmou categoricamente que tal heresia "propõe uma interpretação inovadora do conteúdo da fé e da existência cristã, interpretação que se afasta gravemente da fé da Igreja, mais ainda, constitui uma negação prática dessa fé."

Deus nos livre do folheto "O Domingo" e das suas heresias! Temos que pensar numa função melhor para tanto papel! Já sei uma...