segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Qual é a do Titãs?


Que as novelas são um grande instrumento para disseminar, e porque não, educar, e fomentar uma sociedade indiferente e cheia de contra-valores, isso não é novidade. Cada novela traz consigo as concepções ideológicas dos seus autores, portanto, basta fazer uma rápida e simples pesquisa biográfica para compreender o norte que certas novelas tomam durante sua exibição na televisão.

Lembremo-nos apenas de Benedito Rui Barbosa, que confessou, para o programa Roda Viva, ter tentado manipular a opinião pública acerca da questão agrária durante a exibição da novela O Rei do gado.

Mas por hora, não detenhamos nossos esforços por entender o poder persuasivo e imoral da novela. Quero apenas fazer uma pequena reflexão acerca do grupo musical Titãs.

Há alguns anos o Titãs gravou uma música cujo nome é Igreja. Desde então, por amar a Igreja incondicionalmente e saber que ela é a Coluna e Sustentáculo da Verdade, nutro um sentimento de desprezo por este grupo que numa atitude explicitamente rebelde, canta para os quatro cantos do mundo, não crêr na Graça de Deus. Note-se que existe na letra da música um certo ódio, ou melhor dizendo, um profundo ódio pela Igreja, e aqui entende-se Igreja Católica Apostólica Romana, pois conforme os elementos citados, não há o que duvidar disso. Segue:

IGREJA (Titãs)

Eu não gosto de padre
Eu não gosto de madre
Eu não gosto de frei.
Eu não gosto de bispo
Eu não gosto de Cristo
Eu não digo amém.
Eu não monto presépio
Eu não gosto do vigário
Nem da missa das seis.
Não! Não!
Eu não gosto do terço
Eu não gosto do berço
De Jesus de Belém.
Eu não gosto do papa
Eu não creio na graça
Do milagre de Deus.
Eu não gosto da igreja
Eu não entro na igreja
Não tenho religião.
Não!
Não! Não gosto! Eu não gosto!
Não! Não gosto! Eu não gosto!

Como podemos observar, para cada frase da música, há um elemento explicitamente reprovado pelo grupo. Mas o que me intriga, é: afinal, por que tanto ódio contra a Igreja? Com quais objetivos se compõe a letra de uma música com um teor de repúdio tão explícito?

Mas o Titãs não para por aí. Recentemente, o grupo gravou mais uma música com um teor estranho, e explicitamente rebelde, (É esta a bandeira do rock?), tema de abertura da novela global Cama de Gato.

Segue:

PELO AVESSO – (Titãs)
Vamos deixar que entrem
Que invadam o seu lar
Pedir que quebrem
Que acabem com seu bem-estar
Vamos pedir que quebrem
O que eu construi pra mim
Que joguem lixo
Que destruam o meu jardim
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro
Vamos deixar que entrem
Que invadam o meu quintal
Que sujem a casa
E rasguem as roupas no varal
Vamos pedir que quebrem
Sua sala de jantar
Que quebrem os móveis
E queimem tudo o que restar
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
O mesmo desespero
Vamos deixar que entrem
Como uma interrogação
Até os inocentes
Aqui já não tem perdão
Vamos pedir que quebrem
Destruir qualquer certeza
Até o que é mesmo belo
Aqui já não tem beleza
Vamos deixar que entrem
E fiquem com o que você tem
Até o que é de todos
Já não é de ninguém
Pedir que quebrem
Mendigar pelas esquinas
Até o que é novo
Já esta em ruinas
Vamos deixar que entrem
Nada é como você pensa
Pedir que sentem
Aos que entraram sem licença
Pedir que quebrem
Que derrubem o meu muro
Atrás de tantas cercas
Quem é que pode estar seguro?
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
O mesmo desespero

Pelo visto, a música me parece ter um teor revolucionário e irônico. Ou haveria uma outra interpretação? Qual seria, afinal de contas, o objetivo da letra? Edificar? Bem, o que sei é que as palavras “tão edificantes da música” entram através da novela nos lares, minando gradativamente a fé de tantos. Lendo a letra desta música, me recordo das palavras de Eduardo Alves da Costa no poema “No Caminho, com Maiakóvski”:

...Tu sabes,
conheces melhor do que eu
a velha história.
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada..

20 comentários:

Max Aizner disse...

Fica imaginando se um certo tipo de católico chegasse ao poder.
Músicas censuradas, perseguição a quem pensa diferente...

O trabalho do artista é esse mesmo: polemizar, criticar, fazer pensar.
Se isso mina a fé de alguém, a culpa é da pobre formação dessa pessoa, não da música.

Depois, fica fácil espalhar as mentiras sobre a inquisição...

Pela internet, estão cheios daqueles que gostariam de um pouquinho só de poder, pra poder fazer coisas indizíveis com os outros.

Tento não acreditar em nada do que leio na mídia sobre a inquisição, mas...
Basta lembrar uma comunidade católica do orkut, na qual se voce diz alguma coisinha que vá contra o que pensa a moderação, você está morto (na comunidade). Imagina esse povo com poder de vida ou morte na vida real...

E a desculpa é a mesma que, dizem os historiadores anticatólicos, utlizarvam os inquisidores para matar as pessoas: a "defesa da fé".

Giovani Rodrigues disse...

Harlei,

antipatizei-me com os Titãs exatamente por causa desta música. Também gostaria de saber por que tanto ódio contra a Igreja. O que fez de tão grave para estes babacas criarem uma música com tal teor?

Talvez pelo fato do Nando Reis ser muito feio, tendo assim algum trauma contra o Criador e a Igreja divina.

Há anos vi também uma entrevista do Lobão e outra com o tal de Fausto Fawcett (auele da Katia Flávia) em que desciam o pau na Igreja e em Deus.

O que eles teem em comum? são roqueiros e feios.

Talvez daí uma rebeldia contra Deus e sua Igreja...

Anônimo disse...

Adilson,

Permita-me uma pergunta: se alguém ofender a sua mãe em uma canção acaso o senhor vai respeitar o direito do artista de "polemizar, criticar, fazer pensar", em outras palavras, você vai deixá-lo dizer mentiras, manipular a opinião pública e difamar a sua mãe?

Eu não deixaria, e do mesmo modo, não deixo que estes sujeitinhos ignorantes fiquem difamando a Igreja Católica, ao seu bel prazer, sem fazer absolutamente nada.

Demais, se eles tem o direito de “polemizar, criticar e fazer pensar” eu também tenho os meus direitos. Você certamente seria um bom ditador, pois defende a liberdade deles e, no entanto, quer acabar com a nossa liberdade de opinar sobre um assunto que nos diz respeito.

No entanto, desejo que o senhor fique, desde já, com a paz do Cristo!

Carlos Fernandes disse...

Carlos Fernandes

Parece que ter opinião contrária aos chamados artistas, autores de novelas e outros promiscuos é um grave atentado contra a liberdade. Só que quando se fala aquilo que eles não gostam nós somos tachados de ditadores. Eles precisam saber que uma parte da sociedade ainda não foram engolidos pelo pensamento único, criado pela grande midia, haja vista, a fraude do aquecimento global e expansão demográfica. Graças a Deus existem pessoas que pensam e andam segundo as suas consciência e não segundo o pensamento de autores de novelas, que são em sua maioria, pederastas e ateus, não se importando com a sociedade,e sim em fazer valer seus valores e pensamentos promiscuos.
Os titãs querem polemizar para ganhar espaço na midia, coisa que ele já perderam faz muito tempo.
Sou evangélico e gosto deste site, que em muitas coisas, representa o que a maioria das pessoas de bem pensam.
Obrigado.

Max Aizner disse...

Um anônimo me perguntou:
"se alguém ofender a sua mãe em uma canção acaso o senhor vai respeitar o direito, etc.etc.".

Respondo:
Não, não vou gostar nem um pouco. Mas, pergunto ao anônimo:
E se esse "alguém" for seu irmão?

Às vezes, esquecemos que aqueles de quem sentimos tanta raiva por ofender a "nossa mãe" são nossos irmãos.

Max Aizner disse...

Além do mais.

A primeira letra citada não ofende a Igreja em absolutamente nada. Se alguém encontrar o trecho que ofende, por favor, me mostre.

O "poeta-cantor" simplesmente diz que não gosta.

"Eu não gosto de Cristo", "não gosto do berço do Jesus de Belém", "não creio na graça do milagre de Deus".

Será que eu devo, mesmo, sentir raiva da pessoa que diz isso?
Sinto muito, mas eu não consigo.

Vladimir Lachance disse...

Adilson,
vamos com calma aí. Não sei que tipo de intenção você tem quando diz que "a primeira letra citada não ofende a Igreja". Para mim, a negação das verdades da fé é ofensa; na Idade Média isso seria tomado muito a sério. É esse tipo de negação que gera a anarquia, as revoluções: leia Donoso Cortés e veja o mal dessas coisas na sociedade. Não tome isso como algo tão pontual e privado: é só uma letra de música e que diz respeito à opinião de quem a escreveu. E todas as pessoas que a ouvem? E as pessoas que são católicas, mas vivem querendo ceder ao mundo, e estão no show de rock que esta música toca? Esse católico irá defender a fé ou irá ceder, rir talvez um pouco desconcertado, depois se render ao ritmo e à pressão dos amigos... daí ao ateísmo, o passo não é muito grande.

Percebo que quando se trata de rock alguns católicos se tornam os maiores defensores do laicismo, da indepencia do mundo e da Igreja, do natural e do sobrenatural. Isso é uma coisa grave a se analisar.

(tenho muito mais a dizer, mas me falta tempo... num outro momento continuo).

Max Aizner disse...

Aguardo ansioso esse "outro momento".

Principalmente em relação ao laicismo e da independência do mundo em relação à igreja.

São temas sensíveis na atualidade.

O laicismo propriamente dito não parece de todo ruim, mas o que vem sendo defendido é, na verdade, um anticatolicismo de Estado.

A meu ver, um Estado católico poderia (deveria!) permitir a total liberdade de expressão. Não vejo motivo para se censurar toda e qualquer obra de arte.

A livre exposição das idéias e o debate sem medo levam à Verdade. Como a Verdade é Cristo, não há o que temer.

Pedro Ravazzano disse...

Adilson,

Eu não sei qual é a tua! Você deve partir de um pensamento extremamente inocente. Se assusta com críticas ao Pe. Fábio como se este não fizesse por onde. Claro que a Verdade deve ser dita com caridade, mas a Verdade não pode ser deformada por conta da caridade. O Sacerdote proferiu absurdos assustadores, entretanto, parece que, para ti, só o fato dele ser Padre, formado numa faculdade católica, tem aval para nos apedrejar com verdadeiras barbaridades. E o que você faz? Procura um jeito de justificar os atos de Pe. Fábio. Ou não tem idéia do grau de seriedade daquilo que o ex-dehoniano respondeu ou tem uma visão romanceada da Igreja; Monges, Padres, Bispos, Patriarcas, já caíram em heresia. Com isso não estou dizendo que Pe. Fábio seja, ao contrário. Acho muito mais provável que ele reproduza apenas o que aprendeu na sua formação, lançando mão da novilíngua politicamente correta. Para ter uma idéia, até mesmo quando Pe. Fábio fala da Eucaristia fica confuso, não é preciso.

Já quanto a esse artigo. Eu realmente não te entendo. Você parece advogado do politicamente correto. Que o grupo Titãs tem liberdade para escrever a música que quiser, isso é fato, mas o que me deixa perplexo é a tua capacidade de justificar a composição de uma letra que agride a nossa fé. Que um estudante esquerdista de Letras da UFBA apareça aqui falando de "polemizar, criticar, fazer pensar.", eu até "entendo", mas você, um católico?

"E se esse "alguém" for seu irmão?"

Se um irmão xinga tua mãe o xingamento é menos xingamento? Para mim é o contrário, se um irmão xinga a mãe é motivo de mais perplexidade. Entretanto, parece que para você é o oposto, o que é absolutamente estranho, para não dizer surreal.

Anônimo disse...

Caríssimos,

Eu entendo que quando uma pessoa não tem argumentos, ela polemiza e se faz de vítima. Vira o super herói dos fracos e oprimidos segundo sua ótica, defende todos os coitadinhos que de coitado não tem nada, mas se coloca no lugar de Juiz para dizer: vcs são maus, ditadores, perversos e inquisitores.

Vai discutir com gente assim? Pra quê? O sujeito vem armado de sentimentalismos parasitas. O que os Titãs e sua clã fez e faz nesta letra não é novidade. É apenas mais uma forma de anarquimo inútil do rebelde sem causa querendo tumultar por não ter inteligência pra mudar.

Mas tudo bem... eles podem dizer o que quiserem da Igreja. Eu não! Por que eu sou da Igreja, e isso me faz alguém má, mto má...

Anônimo disse...

"Fica imaginando se um certo tipo de católico chegasse ao poder."

Desde que este católico não fosse vc ou qualquer TL, não vejo problema algum. Até porque, ser verdadeiramente católico não é ser puritano muito menos defensor do erro.

E ah! O PT tem banalizado, ditatoriado e privado a liberdade de expressão mto mais do que qualquer cristão que pra tua fuça não serve...

Max Aizner disse...

"A minha" é a total e irrestrita liberdade de expressão.

O próprio conceito de liberdade de expressão só existe em países de orientação ou influência cristã. A liberdade de expressão é um bem que foi construído a duras penas pela PRÓPRIA IGREJA CATÓLICA.

A conversão deve vir pelo convencimento, e nunca pela proibição de expressões contrárias à fé.

A negação de verdades da fé pode até ser uma ofensa, mas que agride principalmente a própria alma de quem a profere, que terá mais essa chaga para sanar no purgatório (ou, nunca mais, no inferno).

Pode agredir meu coração de católico apaixonado pela Igreja?Com certeza.
Por isso, devo sequer PENSAR em coibí-la?
Absolutamente NÃO.
Por quê?
Justamente por que sou católico; e devo cuidar com muito afinco de mais essa importante herança da Igreja Católica para o desenvolvimento da civilização ocidental.

Max Aizner disse...

Quanto à "minha", no caso do padre Fábio: reli meu primeiro comentário no post sobre o mesmo, e percebi que já expus com bastante clareza os meus motivos, que não têm nada de defesa do erro, nem de seu acobertamento, nem de defesa do padre em si.

Só não entende quem não quer.

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"O mundo só será livre quando o último rei for enforcado nas tripas do último padre".

Essa frase mostra que o ato de ofender e ridicularizar o clero faz parte de uma tradição socialista (jacobina), para a qual vocês NÃO podem contar comigo.

Não adianta tentar me convencer. Não farei isso. Eles já tem muito com o que lidar de ruim no mundo de hoje, acusações levianas de todos os lados e de todos os tipos.

Se não puderem contar com um mínimo de HOMBRIDADE sequer da parte dos próprios fiéis...

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Imagine a cena.
O sujeito levanta e diz: "poxa, estou cansado de ler pessoas esculhambando os padres, chamando-os todos de pedófilos e não sei mais o quê de ruim. vou ler um site católico pra variar."

Quando abre qualquer página católica, o que ele encontra?

O de sempre, ora:
"Padre Fulano é herege!
Pe Sicrano está automaticamente excomungado!
Pe Beltrano devia ser expulso!
Que raiva desse padre!"

É ridículo, mas é o que acontece hoje.

Pedro Ravazzano disse...

Adilson,

Deixe desse papo politicamente correto. Onde no texto eu ofendi o Pe. Fábio?! Me desculpe, mas o teu escrúpulo é MUITO estranho. Se escandaliza quando fiéis ficam perplexos com as palavras de Pe. Fábio - e o que eu fiz aqui foi apenas refletir, com toda a caridade, sobre os trechos da entrevsta - mas não mostra nenhuma preocupação com o fato de um Sacerdote defender publicamente absurdos concretos.

Um Sacerdote pode se colocar contra a Igreja, mas se fiéis se escandaliam aí você já aparece para advogar na defesa do dito Presbitero.

Concordo que muitos exageram e começam a fazer acusações de heresia, excomunhão, o que não cabe - e nesse sentido, por exemplo, o Olavo de Carvalho só atrapalha com a interpretação amadora e forçada que fez do Decreto contra o Comunismo - entretanto, você parece que erra no sentido contrário, não vendo motivo para tanto escândalo quando, na verdade, Pe. Fábio nos brinda com pérolas fabulosas.

Elton Quadros disse...

Existem coisas curiosas no mundo.

O Harlei expressa um juízo sobre umas músicas de uma banda. Aí aparece alguém em nome da liberdade "total e irrestrida" de expressão dizer que o Harlei não pode expressar o que ele pensa.

Será que eu desaprendi a ler ou o Adilson só acredita em liberdade de expressão para os não católicos?

Unknown disse...

E olha que esse Adilson é católico (??) e inclusive conhece pessoalmente as pessoas deste blog.

Max Aizner disse...

"Esse Adilson" é católico, absolutamente, e sem as duas interrogações.

Tenho o grande prazer de conhecer pessoalmente as pessoas deste blog.

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A liberdade de expressão é, desde sempre, uma orientação da Igreja, que sempre primou por, e resguardou, a liberdade de pensamento e de crença, em todas as épocas.

As pessoas devem ser convertidas pelo convencimento e pela reflexão interior, num encontro pessoal e coletivo com Cristo.

Nunca pela força, ou pela obrigação, social ou legal.

Por isso, por sua absoluta cristandade, o livre=pensamento é um princípio mais do que conservador.

Anônimo disse...

Deus não existe então esse debate é uma grande perda de tempo.

Anônimo disse...

o autor da letra, Nando Reis é ateu. Na música não há nenhuma incitação ao ódio, tampouco manda alguem acreditar ou não. |Da mesma forma que um religioso diz eu acredito, sim, os Titãs dizem não. Irônico é um religioso cristão não tolerar o fato de que as pessoas tem o direito ao livre arbitrio,que o próprio Deus deu aos seres humanos.

Anônimo disse...

Quem leva serio o q titas diz ,aprecio muito mais uma musica como pais e filhos do legiao que e uma banda que tem muito mais importancia para musica brasileira