
Naquele tempo, 18quando Jesus andava à beira do mar da Galileia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores. 19Jesus disse a eles: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. 20Eles imediatamente deixaram as redes e o seguiram. 21Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam na barca com seu pai Zebedeu, consertando as redes. Jesus os chamou. 22Eles imediatamente deixaram a barca e o pai, e o seguiram.
Quando a Sagrada Escritura deixa de incomodar ou é porque todo o mundo já vive a mensagem evangélica ou porque o homem se encontra apático diante da Boa Nova. De fato o que é nela anunciado e proclamado foi, é e sempre será uma novidade para todos os que não experimentam a vocação mais profunda que Deus colocou em seus corações. O Evangelho da festa de Santo André, contudo, é um convite a meditar sobre o absurdo.
Pedro e André não tinham nem sequer 1/3 do conhecimento a respeito de Jesus Cristo que hoje nós temos. Questões a respeito das naturezas humana e divina, da complexa e sublime realidade do Verbo feito carne, da sua concepção miraculosa etc. Todo esse aparato teológico-ontológico se deu organicamente a partir da necessidade da Igreja de estruturar os fundamentos da fé, então minada pelos hereges e romanos. Não obstante, o chamado de Nosso Senhor foi prontamente atendido.
O que leva, então, dois homens que levavam aparentemente uma vida pacífica, dentro da normalidade contextual da Galiléia, a largar tudo IMEDIATAMENTE, para seguir àquele que diz que os transformará em “pescadores de homens”? A beleza da Escritura está em compreendê-la também mediante o olhar do homem comum, daquilo que de mais humano existe em nós. Ora, quem em sã consciência abriria mão da seguraça coditiana pelo seguimento de um homem? O que tinha naquele olhar? O que de diferente existia naquele chamado? Algo de divino? Certamente, mas para Pedro e André ali estava o seu destino, isto é, a realização da vocação mais íntima e profunda, a plenitude. A rapidez e a força com que aquela Pessoa os fascinou refletiram na imediata abnegação de si. Não que, com isso, Cristo nos peça a autonegação. Muito ao contrário! A Pessoa de Cristo, que é justamente onde a fé se finca, no seu reconhecimento hoje, nos abre para nós mesmos, nos eleva através da busca pela santidade. A força do primeiro encontro plantou a semente da qual brotou o madeiro onde os dois irmãos pregados derramaram o sangue por esse Homem!
Pedro e André foram os primeiros de muitos homens que largaram tudo por Ele!
Pedro e André não tinham nem sequer 1/3 do conhecimento a respeito de Jesus Cristo que hoje nós temos. Questões a respeito das naturezas humana e divina, da complexa e sublime realidade do Verbo feito carne, da sua concepção miraculosa etc. Todo esse aparato teológico-ontológico se deu organicamente a partir da necessidade da Igreja de estruturar os fundamentos da fé, então minada pelos hereges e romanos. Não obstante, o chamado de Nosso Senhor foi prontamente atendido.
O que leva, então, dois homens que levavam aparentemente uma vida pacífica, dentro da normalidade contextual da Galiléia, a largar tudo IMEDIATAMENTE, para seguir àquele que diz que os transformará em “pescadores de homens”? A beleza da Escritura está em compreendê-la também mediante o olhar do homem comum, daquilo que de mais humano existe em nós. Ora, quem em sã consciência abriria mão da seguraça coditiana pelo seguimento de um homem? O que tinha naquele olhar? O que de diferente existia naquele chamado? Algo de divino? Certamente, mas para Pedro e André ali estava o seu destino, isto é, a realização da vocação mais íntima e profunda, a plenitude. A rapidez e a força com que aquela Pessoa os fascinou refletiram na imediata abnegação de si. Não que, com isso, Cristo nos peça a autonegação. Muito ao contrário! A Pessoa de Cristo, que é justamente onde a fé se finca, no seu reconhecimento hoje, nos abre para nós mesmos, nos eleva através da busca pela santidade. A força do primeiro encontro plantou a semente da qual brotou o madeiro onde os dois irmãos pregados derramaram o sangue por esse Homem!
Pedro e André foram os primeiros de muitos homens que largaram tudo por Ele!





