O jornal italiano Il Foglio publicou nove fotos da guerra do Iraque sob o título "Qui non è Hollywood". As imagens fazem relação com o tema tratado no filme "Guerra ao Terror" (The Hurt Locker) que venceu o famigerado Avatar no Oscar 2010 na categoria de melhor filme.
Segue as fotos (não são do filme, são reais):
quarta-feira, 10 de março de 2010
Meu twitter
Ainda não aprendi a mexer direito no twitter, mas como teste criei uma conta onde os leitores poderão acompanhar algumas notícias interessantes que por falta de tempo e capacidade fico impossibilitado de emitir minha opinião neste espaço:
http://twitter.com/edsonihs
Criei inclusive um visual próprio para o passarinho ícone do twitter:
http://twitter.com/edsonihs
Criei inclusive um visual próprio para o passarinho ícone do twitter:
sexta-feira, 5 de março de 2010
Governo de Bachelet termina mandato mostrando ao exército chileno quem manda no país
Na próxima quinta-feira, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, deixará a chefia do executivo do país andino ao cargo de Sebastián Piñera, recém-eleito.
Bachelet informou a agência Ansa que, por causa dos terríveis desastres ocorridos, a reconstrução do Chile tomará todo o mandato do novo presidente.
Sem delongas, tudo isso é conhecido e pode-se ler em qualquer jornal brasileiro, mas o que a nossa imprensa não destacou foi a hesitação do governo chileno que pode ter custado várias vítimas fatais e muita desordem.
Leia o título da reportagem do jornal El Mercurio de hoje:
Diz o artigo que os assessores da presidente Bachelet recomendaram não entregar o controle da zona afetada pela catástrofe aos militares. Por quê?
Em outra notícia, o mesmo jornal mencionou que:
Muito bem. Palmas. O governo sai de cabeça erguida. Mostrou aos milicos quem manda no país. (Sim, claro, estou sendo irônico)
Mas enquanto as reuniões com assessores e militares ocorriam nas salas presidenciais e o governo tentava se conformar em manchar sua "honra" recorrendo a ajuda dos militares ...
Bachelet informou a agência Ansa que, por causa dos terríveis desastres ocorridos, a reconstrução do Chile tomará todo o mandato do novo presidente.
Sem delongas, tudo isso é conhecido e pode-se ler em qualquer jornal brasileiro, mas o que a nossa imprensa não destacou foi a hesitação do governo chileno que pode ter custado várias vítimas fatais e muita desordem.
Leia o título da reportagem do jornal El Mercurio de hoje:
"Asesores de la Presidenta le habrían recomendado no recurrir a los militares" (o negrito é meu)
Diz o artigo que os assessores da presidente Bachelet recomendaram não entregar o controle da zona afetada pela catástrofe aos militares. Por quê?
"Para una coalición que luchó contra la dictadura, la idea de tener a los militares en la calle no fue fácil", dijo el miércoles el ministro Bitar.
Em outra notícia, o mesmo jornal mencionou que:
"el comandante en jefe de la Fuerza Aérea, Ricardo Ortega" afirmou "que su institución estaba en disposición de desplegarse a lo largo del país dos horas después de la tragedia, pero que la tardanza se debió a la ausencia de una orden política.
(...) Altas fuentes del Ejecutivo reconocen que en un comienzo pesaron los consejos de los asesores presidenciales por evitar que el término del mandato de Bachelet estuviera marcado por el protagonismo de las FF.AA.
Muito bem. Palmas. O governo sai de cabeça erguida. Mostrou aos milicos quem manda no país. (Sim, claro, estou sendo irônico)
Mas enquanto as reuniões com assessores e militares ocorriam nas salas presidenciais e o governo tentava se conformar em manchar sua "honra" recorrendo a ajuda dos militares ...
Fonte das fotos: http://www.boston.com/bigpicture/2010/03/chile_three_days_later.html http://www.boston.com/bigpicture/2010/02/earthquake_in_chile.html |
quinta-feira, 4 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Franceses interpretam fandango de um italiano
O compositor italiano Luigi Boccherini(1743-1805), que viveu seus últimos 36 anos em Madrid, onde serviu na corte real da Espanha, soube traduzir para as notas musicais a alma espanhola em um de seus mais célebres trabalho: "Fandango".
Boccherini foi discípulo de Giovanni Battista Constanzi, diretor de música da Basílica de São Pedro e amigo próximo de Corelli.
"Fandango" é composta de 4 movimentos. Primeiramente o leitor verá a quarta parte, Fandango, que dá nome a obra.
Neste vídeo, músicos franceses (basta olhar a fisionomia da moça que toca as castanholas) interpretam a obra espanhola do mestre italiano:
Abaixo, o segundo vídeo com o terceiro movimento chamado "Grave assai" e o quarto juntos. Interessante reparar como em certo momento Boccherini consegue colocar certas notas de humor em sua composição. Veja se consegue perceber:
Boccherini foi discípulo de Giovanni Battista Constanzi, diretor de música da Basílica de São Pedro e amigo próximo de Corelli.
"Fandango" é composta de 4 movimentos. Primeiramente o leitor verá a quarta parte, Fandango, que dá nome a obra.
Neste vídeo, músicos franceses (basta olhar a fisionomia da moça que toca as castanholas) interpretam a obra espanhola do mestre italiano:
Abaixo, o segundo vídeo com o terceiro movimento chamado "Grave assai" e o quarto juntos. Interessante reparar como em certo momento Boccherini consegue colocar certas notas de humor em sua composição. Veja se consegue perceber:
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Conta e Tempo
Deus pede estrita conta do meu tempo
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta.
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta;
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo...
(Autor: Frei Antônio das Chagas, Séc. XVII)
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta.
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta;
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo...
(Autor: Frei Antônio das Chagas, Séc. XVII)
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Reparações? Bullshit!!!
Em poucas semanas o STF conduzirá uma audiência pública sobre a questão das cotas raciais. Eu tenho uma monografia escrita sobre o tema, em que me ponho pela declaração da Inconstitucionalidade do Sistema de Cotas, de qualquer tipo.
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Os antagonistas das Cotas, entretanto, tendem a ser frágeis no debate por medo de ferir suscetibilidades ou duvidar dos dogmas do movimento "Afrikakorps". Ficam presos à linguagem hermética acadêmica e, portanto, não ganham as ruas.
Chegam, no cúmulo do politicamente correto, a aceitar as "cotas sociais" e simbolicamente rejeitar as "cotas raciais", não percebendo que o argumento é autocontraditório, pois tanto a "raça" quanto a origem social são igualmente repelidos pela Constituição Federal como fatores de discrímen para o acesso à universidade. Se admitirmos um, admitiremos o outro.
Ao aceitar discutir a questão das cotas dentro dos padrões impostos pelos adversários, o movimento antiracialista está fadado à derrota.
O programa abaixo, "Penn & Teller", que passa no canal FX da Sky, mostra uma abordagem bastante agressiva e original sobre o tema. A conclusão? Reparations are bullshit!
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