quinta-feira, 4 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Franceses interpretam fandango de um italiano
O compositor italiano Luigi Boccherini(1743-1805), que viveu seus últimos 36 anos em Madrid, onde serviu na corte real da Espanha, soube traduzir para as notas musicais a alma espanhola em um de seus mais célebres trabalho: "Fandango".
Boccherini foi discípulo de Giovanni Battista Constanzi, diretor de música da Basílica de São Pedro e amigo próximo de Corelli.
"Fandango" é composta de 4 movimentos. Primeiramente o leitor verá a quarta parte, Fandango, que dá nome a obra.
Neste vídeo, músicos franceses (basta olhar a fisionomia da moça que toca as castanholas) interpretam a obra espanhola do mestre italiano:
Abaixo, o segundo vídeo com o terceiro movimento chamado "Grave assai" e o quarto juntos. Interessante reparar como em certo momento Boccherini consegue colocar certas notas de humor em sua composição. Veja se consegue perceber:
Boccherini foi discípulo de Giovanni Battista Constanzi, diretor de música da Basílica de São Pedro e amigo próximo de Corelli.
"Fandango" é composta de 4 movimentos. Primeiramente o leitor verá a quarta parte, Fandango, que dá nome a obra.
Neste vídeo, músicos franceses (basta olhar a fisionomia da moça que toca as castanholas) interpretam a obra espanhola do mestre italiano:
Abaixo, o segundo vídeo com o terceiro movimento chamado "Grave assai" e o quarto juntos. Interessante reparar como em certo momento Boccherini consegue colocar certas notas de humor em sua composição. Veja se consegue perceber:
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Conta e Tempo
Deus pede estrita conta do meu tempo
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta.
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta;
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo...
(Autor: Frei Antônio das Chagas, Séc. XVII)
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta.
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta;
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo...
(Autor: Frei Antônio das Chagas, Séc. XVII)
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Reparações? Bullshit!!!
Em poucas semanas o STF conduzirá uma audiência pública sobre a questão das cotas raciais. Eu tenho uma monografia escrita sobre o tema, em que me ponho pela declaração da Inconstitucionalidade do Sistema de Cotas, de qualquer tipo.
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Os antagonistas das Cotas, entretanto, tendem a ser frágeis no debate por medo de ferir suscetibilidades ou duvidar dos dogmas do movimento "Afrikakorps". Ficam presos à linguagem hermética acadêmica e, portanto, não ganham as ruas.
Chegam, no cúmulo do politicamente correto, a aceitar as "cotas sociais" e simbolicamente rejeitar as "cotas raciais", não percebendo que o argumento é autocontraditório, pois tanto a "raça" quanto a origem social são igualmente repelidos pela Constituição Federal como fatores de discrímen para o acesso à universidade. Se admitirmos um, admitiremos o outro.
Ao aceitar discutir a questão das cotas dentro dos padrões impostos pelos adversários, o movimento antiracialista está fadado à derrota.
O programa abaixo, "Penn & Teller", que passa no canal FX da Sky, mostra uma abordagem bastante agressiva e original sobre o tema. A conclusão? Reparations are bullshit!
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Anarquistas e comunistas: a autogestão integral
Anarquista (an, em grego privado de, e arché, governo) é um indivíduo que luta pelo fim de toda autoridade, mesmo quanto legítima, e para isso alguns se utilizam dos crimes praticados pelas ditaduras comunistas para suprimir toda e qualquer superioridade. Exemplo:
O erro desses anarquistas é supor que o marxismo não seja também tão tolo quanto eles anarquista.
Sim, é verdade, houveaçougues humanos ditaduras comunistas onde a autoridade foi utilizada de forma completamente errada (Nuremberg para os comunistas, já!), mas os próprios marxistas consideravam esse período ditatorial como uma transição necessária para impor a igualdade. Quando a liberdade não mais gerasse desigualdades, então eles acabariam com uma das últimas desigualdades, o próprio Estado, pois a simples existência dele supõe que uns mandam e outros obedecem. Aí teríamos, dizem os comunistas, uma sociedade autogestionária.
Essa tal sociedade autogestionária "transportará toda a máquina do Estado para onde, desde então, o corresponde ter seu posto: o museu de antiguidades".(Cfr. Frederich ENGELS, Origem da Família - A propriedade e o Estado, pp. 217)
Um porta-voz dos grupos anarquista congregados na CNT - Confederação Nacional do Trabalho, fundado na Espanha por anarco-sindicalistas -, diz : "Por qual tipo de sociedade lutamos? Por uma sociedade sem classes, igualitária, onde necessáriamente os meios de produção estarão socializados (não estatizados), autogestionados pelos próprios trabalhadores (...). A isto é o que chamamos comunismo libertário: uma sociedade autogestionada federal e igualitária".
Na mesma declaração, acrescenta mais adiante: "Não pensamos que haja muitas diferenças entre a concepção da sociedade final a que aspiramos socialistas, comunistas e libertários. Haveriam diferenças nos meios e nas etapas precedentes" (Cfr. Sergio FANJUL, Modelos de transición ao socialismo, pp. 131-132 e 136).
Gorbachev, em seu livro “Perestroika – Novas idéias para o meu país e o mundo” (Ed. Best Seller, São Paulo, 1987, p. 35), escreve: “A finalidade desta reforma é garantir .... a transição de um sistema de direção excessivamente centralizado e dependente de ordens superiores para um sistema democrático baseado na combinação de centralismo democrático e autogestão”.
A autogestão era “o objetivo supremo do Estado soviético”, segundo estabelecia a própria Constituição da ex-URSS em seu Preâmbulo.
A diferença entre um mundo anarquista e um autogestionário é apenas o rótulo. Suas rivalidades dizem respeito somente aos métodos para atingir o mesmo fim.
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Sim, é verdade, houve
Essa tal sociedade autogestionária "transportará toda a máquina do Estado para onde, desde então, o corresponde ter seu posto: o museu de antiguidades".(Cfr. Frederich ENGELS, Origem da Família - A propriedade e o Estado, pp. 217)
Um porta-voz dos grupos anarquista congregados na CNT - Confederação Nacional do Trabalho, fundado na Espanha por anarco-sindicalistas -, diz : "Por qual tipo de sociedade lutamos? Por uma sociedade sem classes, igualitária, onde necessáriamente os meios de produção estarão socializados (não estatizados), autogestionados pelos próprios trabalhadores (...). A isto é o que chamamos comunismo libertário: uma sociedade autogestionada federal e igualitária".
Na mesma declaração, acrescenta mais adiante: "Não pensamos que haja muitas diferenças entre a concepção da sociedade final a que aspiramos socialistas, comunistas e libertários. Haveriam diferenças nos meios e nas etapas precedentes" (Cfr. Sergio FANJUL, Modelos de transición ao socialismo, pp. 131-132 e 136).
Gorbachev, em seu livro “Perestroika – Novas idéias para o meu país e o mundo” (Ed. Best Seller, São Paulo, 1987, p. 35), escreve: “A finalidade desta reforma é garantir .... a transição de um sistema de direção excessivamente centralizado e dependente de ordens superiores para um sistema democrático baseado na combinação de centralismo democrático e autogestão”.
A autogestão era “o objetivo supremo do Estado soviético”, segundo estabelecia a própria Constituição da ex-URSS em seu Preâmbulo.
A diferença entre um mundo anarquista e um autogestionário é apenas o rótulo. Suas rivalidades dizem respeito somente aos métodos para atingir o mesmo fim.
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Artigo relacionado: Conexão entre Liberalismo e Igualitarismo na utopia marxista
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Brasília reviveu guerra medieval
Não me canso de ver este vídeo, embora o fato seja antigo, vale a pena divulgá-lo.
No final da Marcha do MST,na casa da mãe Joana em Brasília, em maio de 2005, houve um confronto entre os baderneiros manifestantes e a Cavalaria da Polícia Militar do Distrito Federal.
Churchill se orgulha em suas memórias por ter participado da última carga de cavalaria da História, mas acho queas FARC´s o MST conseguiu tirar essa glória do estadista inglês.
No final da Marcha do MST,
Churchill se orgulha em suas memórias por ter participado da última carga de cavalaria da História, mas acho que
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