segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Os peixes oprimidos

De vez em quando eu apelo para mortificação pesada; fico vendo os debates que passam na TVE. O negócio ali é duríssimo. Acho que só para entrar no estúdio você precisa mostrar carteira de filiação sindical/partidária e/ou aparecer vestido como iorubá do séc. XIX. Ontem, passeando pela TV, me deparei com uma discussão aparentemente inocente; a pesca com bomba. Mas não é que tive uma grata surpresa?

A novilíngua esquerdista estava presente firme e forte. Um senhor começou a fazer referência aos "povos tradicionais", numa clara - e velha - visão dialética, alegando que estes mantinham os costumes e formas pacíficas de pesca pois estavam em sintonia com o Meio Ambiente, enfim, aquela divinização já costumeira. Depois, obviamente, começou a alegar que os invasores, estes sim, trouxeram a pesca com bomba. Que os portugueses faziam isso nos rios, na Baía de Todos os Santos e não sei lá mais onde. Eu tive um ataque de risos! Meu Deus! Nem mesma pesca com bomba - que eu também me oponho - passa ilesa? Ideologizam absolutamente tudo.

O mesmo senhor apareceu com uma proposta de criação de zonas especiais pelo Estado, sempre o Estado, para zelar pelos povos tradicionais e pesca artesanal. Não entendi nada muito bem, e talvez tenha sido essa intenção desse senhor.

Mas fiquei curioso; os pescadores que vivem na Ilha de Itaparica, que eu sempre via praticando pesca com bomba, se enquadram onde? Seriam eles membros dos povos tradicionais - o que seriam povos tradicionais? Se portugueses são "estrangeiros" os negros também devem ser, espero - ou herdeiros dos opressores e destruidores da vida marinha dominada por estruturas de alienação?

Desconstruindo a "Heteronormatividade"

Edgard Freitas

O Plano Nacional de Direitos Humanos, parte III, editado recentemente pelo governo Lula, prevê o empenho governamental por um bocado de aberrações. Pressionado pelos militares e pela reação da opinião pública, o governo anuncionou que vai mudar a redação de alguns pontos. A redação, vejam bem, pois do conteúdo implícito não me consta que tenha havido rediscussão.

Um dos pontos que passou sem mudanças é o tal dos direitos da comunidade gay, prevendo a adoção de políticas públicas e formulação de projetos orientados na "desconstrução da heteronormatividade".

O que seria essa "heteronormatividade"? O que seria essa "desconstrução"? Por que a "heteronormatividade" deve ser "desconstruída"?

Sinceramente, não sei. Mas invoco a sabedoria do grupo Monty Python, no seu ótimo "A vida de Brian", para jogar luz sobre a escuridão dessa problemática "colorida".

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Venerável Pierre Toussaint, do Haiti para o mundo!


Pierre Toussaint era conhecido como um homem exemplar na cidade de Nova York durante a primeira metade do século XIX. Mary Ann Schuyler, da rica família Schuyler , ecoou o sentimento popular quando o chamou de "Saint Pierre"

Pierre nasceu escravo no Haiti, por volta de 1778. O Haiti era, então, a mais rica colônia francesa no Caribe, graças às suas plantações numerosas. Pierre e sua família pertenciam ao Sr. Jean Berard. A maioria dos escravos trabalhava nos campos produtores de açúcar, café, anil, tabaco e frutas, mas Sr. Berard, que tinha grande apreço por Pierre, o designou para trabalhar em sua residência. Ali se ensinou a ler e a escrever. Sr. Berard cuidava para que os seus escravos praticassem a fé católica, e escolheu sua filha como madrinha de Pierre.

Em 1791, veio a grande revolta dos escravos no Haiti. Muitas atrocidades foram cometidas em ambos os lados até que as tropas francesas se retirarem, finalmente, em 1797. Jean Jacques Berard, que sucedeu a seu pai, decidiu ir para Nova York esperando que o clima na iha se acalmasse. Levou consigo a esposa, suas duas irmãs, cinco escravos, e fundos suficientes para manter a casa por um ano. Entre os escravos que foram estavam Pierre e sua irmã Rosalie, que nunca mais viram o resto de sua família.

Em Nova York, Berard conseguiu que Pierre se tornasse aprendiz do Sr. Merchant, um dos melhores barbeiros da cidade. Pierre progrediu rapidamente e revelou um grande talento para a elaboração dos penteados da época. Os clientes começaram a designá-lo pelo nome e rapidamente se tornou o estilista das damas famosas das famílias Schuylers, Hamiltons, La Farges, Binsses, Crugers, Hosacks e Livingtons. Pierre era muito estimado por sua discrição e comportamento.
Em 1801, o Sr. Berard queria voltar para a sua plantação tentando salvar o que podia do seu estado, mas logo percebeu que todos os seus bens se encontravam irremediavelmente perdidos. Acabou morrendo de pleurisia.

Os negócios dos Berard, em Nova Iorque, também fracassaram. A viúva, então, se viu em grande pobreza. Desesperada, implorou a Pierre que vendesse as suas jóias. Em vez disso, Pierre, discretamente, sem ninguém saber, assumiu todas as despesas da casa com o seu salário de cabeleireiro.

Em 1802, a viúva de Berard se casou com Gabriel Nicolas, um músico pobre, mas depois de alguns anos caiu enferma. Em seu leito de morte, em 2 de Julho de 1807, concedeu a Pierre a sua liberdade.

Em 1811, Pierre já tinha guardado dinheiro suficiente para pagar a Nicolas a liberdade de Roselie, sua irmã. Só então se sentiu capaz de propor casamento a Juliette Noel, uma mulher vinte anos mais jovem e cuja liberdade havia comprado para evitar que fosse vendida no sul. Eles se casaram em 5 agosto de 1811. Ocuparam, assim, o 3 º andar da casa de Nicolas, enquanto Pierre matinha economicamente todo a residência. Nicolas, posteriormente, foi transferido para o Sul e, alguns anos depois, Pierre comprou uma casa e transferiu a família para a Franklin Street.

Rosalie também se casou, mas o marido a abandonou deixando-a grávida e doente com tuberculose. Pierre e Julieta a receberam em casa, mas acabou morrendo em 1815, logo após o nascimento de sua filha, Eufémia. Os Toussaint adotaram a órfã. Apesar de sobrevier e de ter se tornado na alegria de seus tios, Eufémia também ficou doente com tuberculose e morreu em 1829. Sua morte fez com que Pierre mergulhasse numa grande tristeza. Somente a sua disciplina diária - que incluía Missa todos os dias – o ajudou a continuar.
Ao longo dos anos, Pierre assistiu silenciosamente a várias mulheres que se encontravam em necessidade. Os Toussaint também providenciaram asilo, alimentos e roupas para muitas crianças negras e ajudaram a encontrar treinamento e trabalho. Sua casa era também a casa para os sacerdotes pobres e diversos viajantes. Pierre arrecadava dinheiro para instituições civis de caridade, inclusive para um orfanato dirigido pelas Irmãs de Madre Seton. Ele também ajudou a arrecadar dinheiro para a construção da Catedral de St. Patrick.

Quando, no verão, a cidade de Nova York sofreu com as pragas da febre amarela e cólera, Pierre arriscou ser infectado para cuidar dos doentes. Os Toussaints apoiavam às Oblatas da Providência (ordem religiosa dedicada à educação de crianças negras nos EUA) e mais tarde tornaram-se benfeitores do Colégio de São Vicente de Paulo, a primeira escola católica para meninos afro-americanos em Nova Iorque.

Em 1851, Juliette morreu de câncer e Pierre sofreu muito com a sua partida. Acabou ficando doente, morrendo em 30 de junho de 1853. Esse homem humilde tocou os corações de tantos nova-iorquinos que seu funeral foi acompanhado por milhares de pessoas. Toussaint foi enterrado ao lado de Juliette e Eufémia, no cemitério de St. Patrick, em Mott Street.

Em 1990, seus restos mortais foram transferidos para a cripta da Catedral de St. Patrick. Em 17 de dezembro de 1996, Sua Santidade João Paulo II concedeu o título de "Venerável” a Pierre Toussaint, declarando, assim, que a vida deste notável homem é digna da nossa imitação.

Tradução: Pedro Ravazzano

http://www.corazones.org/santos/pierre_toussaint.htm

Haiti, um país que resiste

O Haiti, que era a colônia mais próspera das Américas e foi o segundo país do continente a conseguir a independência e o único a promover uma frutuosa revolta de escravos, hoje é palco do espetáculo do caos. Uma nação já marcada pela pobreza no sentido mais pleno e universal da palavra agora é abalado por um terremoto que destrói o que já se sustentava com esforço e mata àqueles que já lutavam pela sobrevivência.

O mundo todo chora, seja em solidariedade aos haitianos ou pela morte de compatriotas. O Brasil, que lidera a MINUSTAH, além dos bravos soldados, perdeu a grande Dra. Zilda Arns, paladina da vida. O Arcebispo de Porto Príncipe, Mons. Joseph Serge Miot, também se encontra entre as vítimas fatais do terremoto.

A falta de esperança desumaniza! Os haitianos precisam de água, comida, roupas e, acima de tudo, da esperança cristã!

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é a Padroeira do Haiti! Nunca uma invocação fez tanto sentido a um povo como esta. Os haitianos precisam de socorro e um socorro que parece, de fato, perpétuo.

Notre-Dame du Perpétuel Secours

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Patronne de Haïti

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Priez pour vos enfants Hatian.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Hedonismo, Relativismo e Liturgia

Não sei vocês, mas eu sempre fico perplexo quando vejo, mesmo que seja pela TV, Missas que mais parecem ensaios de Carnaval. Infelizmente, o problema litúrgico atual é uma bola de neve; Sacerdotes mal formados - ou deformados - transmitem os seus erros aos fiéis. Obviamente, tudo começa numa mentalidade revolucionária, de origem relativista e individualista. Explico-me. O relativismo surge sempre que pretendem modificar e transformar a doutrina da Igreja tendo como propósito a adaptação ao mundo, num rebaixamento completo da Revelação; nada é perene e tudo é relativo. Do mesmo modo, a Tradição é atacada, vista como exageros medievais que impedem o acesso do povo aos modos mais comunitários da fé - usei aqui a novilíngua politicamente correta. Já o individualismo, que se une ao relativismo, incita a supervalorizarão do ego, dos prazeres individuais; a Missa tem que ser como EU gosto, a doutrina só é boa quando EU aceito, o Papa só é Papa se EU, assim, o considero.

Não precisa ser um grande gênio para concluir o resultado do individualismo-relativismo na Igreja; fiéis que não ligam para os ensinamentos Magisteriais, outros que pouco se importam com o significado mais profundo da Liturgia etc. Nesse ponto quero frisar a lastimosa contradição entre a fé e a sua prática junto aos muitos católicos que compactuam - direta ou indiretamente - com a revolução. A fé é confirmada e fortalecida através da correta externalização, por meio de atos de adoração, contemplação, piedade, reverência. Por exemplo, nós cremos na Presença Real e, por isso, a Eucaristia é adorada e honrada com grandes e gloriosos gestos. Entretanto, infelizmente, hoje configuramos um atrito muito maléfico que, de fato, destrói a fé. Teoricamente alguns católicos professam a crença na Eucaristia quando, na prática, a tratam como se fosse um simples pedaço de pão. Recordo-me da Missa de Primeira Comunhão que assisti; as crianças passaram dias tendo aulas de catequese onde o Santíssimo Sacramento era louvado e glorificado, não obstante, na Celebração Eucarística, no momento onde a teoria das aulas tomaria corpo, o testemunho dos catequistas e do Padre foi o oposto; descaso em toda Missa, barulho, conversa, músicas inapropriadas, desordem, mau gosto, o contrário de tudo aquilo que seria naturalmente lógico para os crentes da Eucaristia.

Infelizmente, esse choque não é apenas uma particularidade, é comum em muitas Missas pelo Brasil e pelo mundo. Até mesmo quando tais fiéis são confrontados com ensinos fidedignos e ortodoxos se colocam em franca oposição, defendendo vigorosamente a algazarra litúrgica e a falta de sobriedade, alegando ser a forma "moderna" de celebrar. Obviamente, estão infectados pela doença revolucionária que impõe falácias como verdades absolutas. Assim, confundem a alegria gloriosa da Santa Missa com a alegria escandalosa do mundo, com gestuais que mais se assemelham a uma festa de Carnaval do que, propriamente, a uma celebração religiosa.

Quero frisar que os argumentos usados na defesa da "aeróbica de Cristo" não tem qualquer fundamento magisterial, tradicional, patrístico, bíblico, histórico e até mesmo sociológico. Vejamos. A Igreja prima pelo desenvolvimento orgânico da Liturgia, isso é um fato inconteste. Entretanto, os arautos da carnavalização litúrgica alegam que as baterias, guitarras e palmas representam a forma jovem e moderna de ser católico. Grande falácia! A Igreja passou 1970 anos rezando com silêncio, sacralidade, piedade para, repentinamente, acordar com um novo olhar e uma nova visão de mundo e da fé?! Não existiu sequer um tempo de transição que justificasse a radical transformação. Muitíssimo ao contrário, passamos dos Padres de batina para os Padres de calça jeans e camisas baby-look, saímos das Missas decorosas para as Missas-afro-sertaneja-crioula-carismática, num processo visivelmente revolucionário, de rompimento integral, propositado e articulado.

O individualismo prático e a fé relativista fazem com que os fiéis, quando confrontados, sequer se sensibilizem. De nada adianta falar que a Missa é Sacrifício, fazer uma abordagem histórica e comparada, mostrando o espírito de sobriedade de outras famílias litúrgicas, citar textos Magisteriais ou fazer uma reflexão meramente lógica. Para eles tudo se resume a uma compressão hedonista e romanceada da fé; me faz bem, me é prazeroso, fico feliz, então pronto. Aqui entra um déficit abissal; a falta da mais básica catequese se une a uma postura mundana que, por não ser combatida por Sacerdotes também infectados, gera a dessacralização da Liturgia.

Não vou aqui me estender falando que a Santa Missa é Sacrifício, que a nossa postura deve ser de silêncio e contemplação, que os grande santos, desde São João Crisóstomo, passando por São Leonardo de Porto Maurício, até o recente São Pio de Pietrelcina, frisam o correto espírito litúrgico, e que dentro da Tradição milenar da Igreja não há precedentes para esse tipo de irreverência. Muita vezes nada disso adianta para despertar os fiéis que transformam a Santa Missa num celebração horizontal.

Quando da Reforma Protestante, as igrejas tomadas pelas propostas luteranas - onde ainda havia a celebração da "Ceia" - iniciaram a desconstrução do rito litúrgico. Com isso, naturalmente, cada paróquia criou uma forma própria e particular de celebrar, com variações diversas, dignas da liberdade descontrolada corada pelos reformistas. Hoje, assim como nas regiões protestantes do séc. XVI, muitas paróquias se tornaram verdadeiras ilhas, com dioceses tendo Missas de todos os gostos; tradicionais, carismáticas, afros, populares, ecumênicas etc, numa feira livre onde o freguês tem sempre razão. Tanto é verdade que, quando alguém critica a Liturgia paroquial, quase sempre é convidado a migrar para uma paróquia que tenha uma Missa que o "agrade" ou que, então, passe a assistir a Liturgia com o Padre Fulano, como se tudo fosse uma questão de escolha. Assim, o rito romano é totalmente descaracterizado e os fiéis se impregnam ainda mais com o seu hedonismo e com o absurdo antropocentrismo "litúrgico". A Celebração passa a ser horizontal, voltada para o povo e não para Deus, e tudo se resume ao prazer gerado, ao sentir-se bem.

De fato, a Igreja deve sim dialogar com o mundo moderno tendo consciência, obviamente, dos males que hoje, através da decadência espiritual, são entronizados como verdades absolutas. Entretanto, a própria modernização interna da Igreja, por meio das necessidades que se colocam e, principalmente, de forma natural, não tem como fim a adaptação da doutrina, sempre professada, ao mundo que, cada vez mais, se escandaliza com a mensagem cristã. Afinal, se a doutrina é verdadeira, no sentido de divina, é perene, já que reflete a imutabilidade de Deus, logo, se esta é modificada é porque quem a transmitiu, Deus, também se modificou, entretanto, Deus não muda, e se muda não é Deus.

Os defensores dos abusos litúrgicos, quer queiram quer não, estão ligados ao pensamento revolucionário, carregando uma alta dose de falácias relativistas e concepções individualistas da fé. A única forma de tratar e corrigir tamanhos erros é se colocando em humilde e devotada obediência a Cristo através da Sua Igreja, afinal foi a ela que Nosso Senhor deu o múnus de apascentar e guiar o Seu rebanho.
"Missa afro"

"Missa crioula"

"Missa sertaneja"

"Missa carismática"

"Missa libertadora"

"Missa missa ou rito romano celebrado corretamente"

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A caríssima Catedral de Los Angeles

Visão externa
A Catedral de Nossa Senhora dos Anjos, em Los Angeles, EUA, é o que chamamos de monstruosidade. A Igreja, além de ser naturalmente feia, foi construída para inflamar o ego dos hierarcas que, a todo o custo, querem ostentar o crachá de religiosos modernos. Mui possivelmente, se o Arcebispo de Los Angeles resolvesse construir uma Igreja neogótica, neoclássica, enfim, qualquer coisa com aparência de Igreja, seria chamado de farisaico, retrógrado e defensor de um catolicismo medieval.
Nave e Altar
A Catedral dos Anjos foi construída depois que a Catedral de Santa Bibiana - essa sim com cara de igreja - foi seriamente danificada no terremoto de 1994. A resolução de edificar um novo templo veio após ser revelado o orçamento da reforma; 180 milhões de doláres. Entretanto, a nova Catedral, que foi estimada em 150 milhões, ultrapassou os 250 milhões de doláres! Exatamente, meu caros. Essa coisa que parece que saiu de uma obra de Picasso custou uma verdadeira fortuna. Ainda contrataram para tal trabalho o renomado arquiteto pós-moderno Rafael Moneo. A Catedral foi dedicada em 2 de setembro de 2002

Imagem da Virgem Maria
A arquitetura moderna, além de não prestigiar a beleza, é extremamente antropocêntrica, tanto que uma obra como essa só é "bela" no tempo em que se insere. Quem viaja para Brasília, por exemplo, já considera a cidade envelhecida e parada no tempo. Por outro lado, uma Catedral de Colônia, milenar, sempre será um espetáculo de beleza, contemplada desde sempre.

Pior do que a aparência da Catedral é o espírito relativista que a sustenta...

domingo, 10 de janeiro de 2010

Presente de natal do Governo Lula

Segue abaixo o vídeo da intervenção do deputado federal Paes de Lira sobre o presente do governo Lula ao povo brasileiro: o Plano Nacional de Direitos Humanos.