quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Tá chovendo freira! Aleluia!
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
A contemplação Adquirida
A contemplação adquirida é resultante da leitura e do estudo da Palavra de Deus, bem como dos artigos da fé. O estudo da Palavra de Deus, que supõe todo o aparato conferido pelo Batismo como a graça santificante, as virtudes infusas e os dons do Espírito Santo deve nos levar à contemplação daquele que É.
A contemplação infusa, diferentemente da contemplação adquirida, não supõe esmero de leitura e estudo, pois é um dom do Espírito Santo que por sua vez poderá conceder ao cristão que algumas verdades de fé se tornem patentes para a alma.
Os mesmos Mestres da espiritualidade Católica e os Padres da Igreja sempre nos exortaram da necessidade de unirmos à leitura, ou ao estudo sagrado o Espírito Santo, verdadeiro Mestre Interior. Existe sim, um perigo de cairmos numa contemplação intelectualizada, seca e sem frutos para a alma. Esta ausência de abertura à Graça Divina, do silêncio e da interiorização que antecedem o estudo das verdades da fé não levam o cristão à conversão sincera, mas o faz crescer intelectualmente acumulando conhecimentos, sem aquela reverência ao sagrado que toda alma piedosa deve conter.
Desta forma, dizia Santo Agostinho, “a exemplo do jardineiro que planta mas não é ele mesmo quem reveste os galhos com a sombra das plantas”, é o Espírito de Deus o responsável pela conversão interior daqueles que se deixam levar pelas exortações do Sagrado Magistério.
Continua Santo Agostinho:
“Não tendes necessidade de que alguém vos ensine: sua unção vos ensina sobre tudo” (1Jo 2,27).No entanto, há de se entender este mestre interior, o Espírito de Deus, como o verdadeiro responsável pela transformação da alma e não como argumento de que não há necessidade de uma autoridade para nos instruirmos na fé. Pensarmos assim, nos faria cair na heresia da Sola Escriptura que nega toda e qualquer autoridade religiosa para a verdadeira interpretação do texto sagrado.
Irmãos, então que estamos nós a fazer? Nós, que vos ensinamos? Se a sua unção é que vos ensina todas as coisas, nós com que trabalhamos sem necessidade! Para que havemos de falar tanto?...Pergunto, pois, a João, ele mesmo: tinham a unção aquelas pessoas a quem pregavas? Pois dizes: ‘A unção ensina sobre tudo’. Então, por que escreveste esta Epístola? Por qual razão? Por que edificas?
Vede aqui um grande mistério (magnum sacramentum). O som de nossas palavras chega a vossos ouvidos, mas o verdadeiro Mestre está dentro. Não penseis que alguém pode ser ensinado por outro homem. Podemos admoestar-vos pelo som de nossa voz, mas, se não está dentro de vós aquele que ensina, são vás as nossas palavras.
Quereis uma prova disso, irmãos? Não ouvistes todos vós este sermão? Quantos, contudo, vão sair daqui sem nada terem aprendido! Quanto dependeu de mim, dirigi-me a todos. Mas aqueles a quem esta unção não fala em seu interior, aqueles a quem o Espírito Santo não instrui no íntimo, esses retiram-se sem nada ter captado.
O ensino exterior é uma ajuda, uma exortação. Mas aquele que instruiu os corações esse possui sua cátedra no céu. E eis por que ele mesmo nos diz no Evangelho: ‘Quanto à vós, não permitais que vos chamem mestres, pois um só é o vosso Mestre, Cristo’(Mt 23, 8.9). Que ele fale pois, no interior.Lá onde nenhum homem penetra, pois, também se alguém está a teu lado ninguém está dentro de teu coração. Que cristo esteja no teu coração, ninguém mais. Que a sua unção esteja no teu coração, a fim de que esse seu coração não se encontre sedento no deserto, sem fonte onde possas saciar a sede. Está, portanto, no interior o Mestre que ensina. É Cristo que ensina. É a sua inspiração que ensina. A sua inspiração é a sua unção. É em vão que da parte de fora ressoam as palavras.
Assim, irmãos estas palavras que pronunciamos no exterior são o que o jardineiro é para a planta. Ele trabalha no exterior: rega, dedica-lhe todos os cuidados. Mas o que quer que faça no exterior, acaso é ele que reveste os galhos nus coma sombra das folhas? É ele que no interior faz algo de semelhante? Mas que o faz? Escutai o apostolo a se comparar a um jardineiro. Vede o que nós somos e ouvi o Mestre interior: ‘Eu plantei, Apolo regou; mas era Deu quem fazia crescer. Assim, pois, aquele que planta, nada é; aquele que rega, nada é; mas importa tão-somente Deus, que dá o crescimento’(1Cor 3,6.7)
Isso eu vos digo igualmente: quer plantemos, quer reguemos por nossas palavras, não somos nós que fazemos alguma coisa, mas aquele que dá o crescimento, Deus, isto é, a unção daquele que vos ensina todas as coisas.
Abandonai-vos à sua unção e ela vos ensinará”.
Desta forma, atingiremos a contemplação adquirida, mediante a leitura contemplativa e abertura de coração à ação da Graça Santificante. Não permitamos que a recitação dos salmos, do Ofício Divino e tantas outras orações preciosas da Igreja de Deus não frutifiquem nos nossos corações por causa da dureza do nosso intelecto em se dobrar diante das inspirações do mestre interior. Sejamos dóceis e flexíveis.
“Ninguém creia que lhe baste a leitura sem a unção, a especulação sema devoção, a investigação sema admiração, a atenção sem a alegria, a atividade sema piedade, a ciência sema caridade, a inteligência sem a humildade, o estudo sema graça divina, a pesquisa humana sem a sabedoria inspirada por Deus”(São Boaventura – Itinerário da Mente para Deus)
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Antífonas do Ó
Reparação
(Eu não entendi o que o FHC faz no documentário mas tudo bem...)
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Todos somos chamados à santidade
Os Santos são cristãos que se despojaram e se abriram de tal forma à ação da graça divina que permitiram ao Espírito de Deus transformar profundamente suas vidas e as realidades da época. Foram (e são) pessoas que pela força do Espírito, passaram pela história deixando suas marcas e sinais visíveis da presença de Deus. Superaram de tal forma suas limitações e pecados atingindo virtudes heróicas que merecem ser chamados de Santos e por isso inseridos no Canon da Igreja.
Baseando-se em concepções erradas, alguns afirmam que os Santos são criaturas iluminadas e espírito evoluído, que através da caridade conseguiram atingir o mais alto grau da perfeição fraterna. Outros ainda, romantizando a personalidade do Santo, consideram que estes são pessoas predestinadas, nascidas com uma disposição interior à santidade, almas puras, dotadas de simplicidade angélica e bondade descomunal.
No entanto, o contato com as biografias dos Santos, nos possibilita constatar que o título que receberam não foi baseado em determinismos congênitos da personalidade. A vida de um Santo, diferentemente do que pensam e dizem alguns, foi profundamente marcada pelo combate não apenas espiritual, mas contra suas próprias tendências e disposições interiores.
Em 1914, Monsenhor Clementi, historiador em serviço no Vaticano, entregara ao Pe. Girolamo Moretti franciscano conventual e conceituado grafólogo, textos de cerca de cinqüenta santos canonizados para serem submetidos à análise grafológica. Monsenhor Clemente intentava desmistificar a ideia errada que havia por trás da imagem que fora construída ao longo da história acerca da figura dos Santos. Por um lado, a iconografia ajudara no surgimento de uma concepção angelical inerente à figura do Santo por ressaltar nas artes tão somente suas virtudes, no entanto, não podemos condenar a iconografia por apresentar a piedade e a seriedade cristãs nas imagens dos Santos. Por outro lado, os fatos extraordinários que acompanharam a vida de muitos santos, fizeram com que a sociedade e, sobretudo alguns cristãos piedosos supervalorizassem os milagres em detrimento das virtudes heróicas dos Santos.
Antes de nos determos nas conclusões do grafólogo Pe. Girolamo Moretti façamos algumas considerações acerca da grafologia.
A grafologia é uma ciência que estuda pontos característicos da personalidade através da letra. Por meio do estudo da letra cursiva, os especialistas podem detectar aptidões, limitações e manifestações de caráter, pois, afirmam que escrever é uma ação inconsciente, e por isto não passível de simulações.
A fundamentação filosófica da grafologia, de acordo com Dom Estevão Bittencourt - OSB está no fato desta técnica considerar o ser humano como um composto de corpo e alma, onde a alma é a parte determinante; o corpo a parte determinada. Apoiando-se na Filosofia Clássica, Dom Estevão destaca:
O ser humano, embora composto de corpo e alma, constitui uma unidade; nessa unidade, o corpo é o espelho da alma; o modo de ser do corpo é o espelho do modo de ser da alma. Donde se segue que a linguagem exterior e sensível de alguém é o espelho do modo como as idéias e os afetos são concebidos no íntimo dessa pessoa. Existem, pois, relações bem definidas entre as modalidades da linguagem exterior, gráfica, e o estilo íntimo ou o caráter próprio da mesma pessoa. Aliás, pode-se dizer que qualquer aspecto de uma personalidade é sempre marcado pelo estilo geral da mesma; o modo de agir corresponde ao modo de ser do sujeito. (DOM ESTEVÃO, 2006, pg. 203).
Desta forma, através do estudo da grafologia, Pe. Girolamo pôde apresentar seu relatório á Igreja. Este relatório, posteriormente publicado em um livro intitulado “I Santi dalla Scrittura” apresenta as conclusões da análise grafológica das letras dos santos conforme podemos ver abaixo:
São João da Cruz (1541-1591) – O exame grafológico mostrou que São João da Cruz podia ter sido um homem sensual, requintado nas concessões à carne; teria dissimulado a sensualidade sob o verniz dos sofismas e do cumprimento do dever com esmero “artístico”. Visto que era sujeito a ser atormentado pelo remorso, teria procurado construir “sua” filosofia para sufocar a consciência, baseando-se em críticas extremadas, no ceticismo e no pessimismo.
Considerando sua biografia, podemos ver facilmente o quanto o grande Místico lutou para superar suas inclinações conforme este relato:
No tocante, à sensualidade, São João da Cruz soube ser inflexível, guardando absoluta fidelidade à sua Regra. Certa noite, estando absorvido em oração, a porta da sua cela abriu-se e uma jovem bela e ricamente vestida aproximou-se; o monge já a conhecia, pois era penitente dele; com palavras apaixonadas, ela lhe exprimiu a sua admiração e o seu amor. Disse-lhe que fugira da casa paterna, porque já não podia resistir à paixão que a devorava. O santo sentiu-se estremecer diante do perigo iminente. Certo de que não venceria sem a graça de Deus, voltou o coração para o Senhor em oração. E a sua prece foi atendida, pois não somente João da Cruz escapou á tentação, mas também conseguiu reconduzir a jovem á consciência dos seus deveres.
São Luís Maria Grignion de Montfort (1673-1716) – a sua escrita manifesta a tendência á exterioridade; teria gostado de impressionar os outros para ser admirado. Era também inclinado a dissimular os seus defeitos, o que o faria cair facilmente na hipocrisia. Não tendo grande talento filosófico, podia dar-se ao plágio, a fim de conquistar fama. Ainda no intuito de distinguir-se vaidosamente , era propenso á sátira requintada mediante palavras e sorrisos oportunos.
Os dados biográficos de São Luis mostram que sua tendência à exterioridade se concretizou no cultivo das artes, para as quais tinha habilidade. É considerado o mais prendado poeta religioso da sua época. Exerceu também a escultura, a fim de reproduzir com graça um pouco da beleza ideal de Jesus e Maria que, em sua mente, tinham forma viva e atraente. Além disso, São Luis gostava de viajar a pé e fazia de tudo para não ser reconhecido, ficava incógnito.
LETRA:
Santo Inácio de Loyola (1491 ou 1495-1556). Refere-se que Santo Inácio tinha caráter irredutível, propenso ao comando despótico. Não gostava que os subalternos se justificassem ou fizessem valer razões contrárias às suas. Tendia a se vingar de quem censurasse o seu comportamento inclinava-se à ambição e ao desejo de aparecer ostensivamente.
Sua biografia, narra que depois de eleito Preposto Geral da Companhia de Jesus, empenhou-se especialmente por duas linhas de programa: conservar sempre a simplicidade e a humildade, e só fazer uso da sua autoridade para a maior glória de Deus. A princípio, quis exercer as funções de cozinheiro, as quais ainda acrescentou os mais humildes serviços da casa.
LETRA:
São Felipe Néri (1515-1595) os estudos grafológicos demonstram que São Felipe Neri foi uma personalidade original. Apresentava um misto de autoridade e hilaridade, cuja dosagem dificilmente poderia ser analisada. À primeira vista, a hilaridade parecia prevalecer; mas percebia-se que a sua hilaridade estava a serviço de um plano de renovação da Igreja. Esta foi, sem dúvida, marcada pelo cunho que lhe deu S. Filipe Neri.
A sua alegria inata era muitas vezes o fator que equilibrava as suas emoções religiosas íntimas e profundas. Estas repercutiam fortemente em seu físico, que em conseqüência se agitava como se o santo já não pudesse permanecer no corpo. Sabia descobrir o ponto vulnerável dos outros. Mas, em vez de o explorar para a sátira e o sadismo, procurava dar-lhe o remédio oportuno; dissipava escrúpulos e dúvidas, levando os outros por caminhos estreitos a píncaros elevados.
LETRA:
Santo Afonso Maria de Ligório (1695-1787), que seguiu primeiramente a carreira jurídica além de revelar notável firmeza, manifesta forte propensão ao orgulho e à ambição. Tendia a adular os grandes ceder aos favoritos e a intrigar finoriamente. Em suma sabia tendia a ser hábil para atingir os fins almejados. Era simpático ao sexo feminino, e gozava do poder de sedução.
Sua biografia mostra que foi extremamente austero consigo mesmo, passando muitas vezes as noites deitado no chão quando não se entregava à oração até aurora na igreja ou no quarto. Receava levar vida cômoda!
LETRA:
O contato com as limitações de tantos personagens que constituem a história da piedade cristã Católica nos faz depreender através dos estudos da grafologia, que todos somos chamados à santidade e que os Santos não foram figuras de personalidade privilegiada que fosse favorável à Santidade. A grafologia exclui a possibilidade de que existam traços de personalidade ou humores que favoreçam a conquistas de virtudes heróicas. Haja vista que mesmo Santa Tereza do Menino Jesus, doutora da Igreja, cuja ortografia também foi submetida á análise grafológica, apresentara tendências à vaidades. O que não se observa em sua vida, pois seguiu fielmente o pequeno caminho da ‘infância espiritual’ se humilhando pela penitência.
Os Santos, autênticos modelos de perseverança e combate espiritual, nos ensinam conforme a vontade do Pai, que podemos e devemos chegar à Santidade, sem a qual não se entra na Jerusalém celeste. No entanto, a disciplina, a piedade e o despojamento são requisitos chaves para superar aquilo que em nós impede a ação da graça santificante.
Submetamos, pois as nossas limitações à ação do Espírito Santo e da piedade cristã para que o homem novo, nascido das águas do batismo, suplante as más inclinações do homem velho que insiste em bater as portas da nossa vida incitando fraqueza de caráter e desobediência aos mandamentos de Deus.
Referência bibliográfica:
BITTENCOURT, D. Estevão - OSB. Curso de Espiritualidade - Escola Mater Ecclesiae.2006.
BITTENCOURT, D. Estevão - OSB. Curso de Ocultismo - Escola Mater Ecclesiae.2003.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Terreiros e Agulhas
Quando eu soube do caso do menino das agulhas na mesma hora me perguntei; será que o candomblé tem alguma coisa a ver com isso? A dúvida ficou! Não obstante, outro dia, vendo uma reportagem do caso, vi que se referia ao padrasto e duas mulheres envolvidos com "magia negra". Caríssimos leitores, desde já saibam que "magia negra" é a versão politicamente correta de chamar "religiões afro-brasileiras". Obviamente, descobriram que o ritual com as agulhas fora orquestrado por uma mãe-de-santo.A glamourização das religiões afro-brasileiras é assustadora. Aqui na Bahia o candomblé já virou quase religião oficial. Claro que das três vertentes; candomblé, umbanda e quimbanda, a primeira é a mais “leve”, talvez por ser mais mitológica e tradicional, entretanto, não necessariamente menos obscura. Com a supervalorização do candomblé - aqui na Bahia quase não existe umbanda ou quimbanda - os terreiros se tornaram baluartes da cultura "afro". Justamente por isso, esta religião se tornou menos "religiosa" e mais "cultural". De forma prática podemos dizer que existe o candomblé para o povo reverenciar - e o governo financiar - e o candomblé de verdade, oculto, reservado aos iniciados, onde mata-se bodes e bebe-se sangue de galinha.
No meu bairro, que não tem terreiro de macumba, com uma população cristã, considerado de classe média, encontraram, certa vez, o corpo de uma criança recém nascida, sem as mãos, com marcas de esfaqueamento, ainda com o cordal umbilical, jogado numa lata de lixo e, perto dali, um carro com aparentes pais-de-santos. Salvador precisa de uma nova evangelização! Que Deus nos conceda um Arcebispo com espírito missionário!
Achei engraçado quando depois da reportagem, num jornal local, falando do envolvimento da mãe-de-santo no caso, passaram uma outra sobre certa exposição com fotos de várias matriarcas dos terreiros daqui de Salvador. Ou ninguém percebe o óbvio ou a ditadura do politicamente correto, com a intolerância dos tolerantes, impede uma análise sensata dos fatos.
OBS: Se fosse um Padre o autor desse terrível crime, vixe, já teria sido capa de não sei quantas revistas, com alguma montagem se referindo às agulhas e à Cruz na capa. Algum historiador iria aparecer falando da relação da Santa Inquisição com a técnica das agulhas e todos canais de televisão abordariam o caráter opressivo e abusivo do Catolicismo.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Candidatos pró-aborto não podem representar cidadãos honestos, diz arcebispo
Por essa razão, para os que se mantém em silêncio, Dom José lembra que isso "pode ser interpretado como aceitação tácita e pode constituir cumplicidade na prática do aborto."
"Os cidadãos honestos não podem colaborar – através de seu voto democrático - nesta tragédia colaborando para conferir cargos públicos a candidatos que defendem o aborto, o divórcio e outras violações da Lei de Deus", escreve o arcebispo. "Tais candidatos não podem representar os católicos ou cristãos ou qualquer cidadão honesto".
O prelado termina sua missiva recordando o que diz o Catecismo da Igreja Católica: “A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida...” (n. 2270).
Para adquirir o Catecismo Contra o Aborto, acesse:
http://www.fundadores.org.br/abortonao/acao/290609/catecismocontraaborto.htm
