Um Padre X, numa paróquia Y, na cidade de Salvador, lançou uma pedrada teológica extrema. Já é sabido que esse Sacerdote tem uma capacidade incomparável de enrolação, com uma retórica vazia e embebida num subjetivismo tão acentuado que ninguém sabe como praticar o que ele prega. Obviamente, parte da mentalidade açucarada da fé. Falar de oração, mortificação, penitência, sacrifício, assusta os fiéis, portanto é melhor se abster desses assuntos desinteressantes. A sua oratória é completamente rarefeita.
O Sacerdote comumente ensina que demônios não existem, que na verdade são metáforas para tudo aquilo que aliena o projeto de Deus (sic) - o que isso representa de fato eu não sei, mui provavelmente nem ele. A descrença na existência das forças demoníacas é não acatar uma verdade de fé, uma posição que tem conseqüências gravíssimas; anjos e demônios são substancialmente iguais, se demônios não existem, logo anjos também não. Se anjos não existem a devoção aos Santos Arcanjos é ilusória e a própria Anunciação mentirosa. Tamanho absurdo não encontra respaldo em textos patrísticos e magisteriais, inclusive S.S Paulo VI, numa alocução na década de 60, frisou a existência do demônio numa sociedade descentre.
Na Liturgia da Palavra do 33º Domingo do Tempo Comum Ano B se aludiu ao Arcanjo São Miguel, numa passagem do Livro de Daniel. O Padre X, comprovando infalivelmente o déficit de conhecimento bíblico, teológico, doutrinário, centralizou a homilia e reflexão Evangélica na idéia de que todos devem ser como Miguel; "como Deus". Exatamente, meu caro! Esse Sacerdote não se tocou para o fato de que o nome do Príncipe da Milícia Celeste não era uma afirmação - o que seria um absurdo -, mas sim um questionamento, feito a Lúcifer, este sim que quis ser "como Deus".
Como ensinou Santo Tomás, "O anjo pecou querendo ser como Deus". "Não servirei! Subirei até o Céu, estabelecerei o meu trono acima dos astros de Deus, sentar-me-ei sobre o monte da aliança! Serei semelhante ao Altíssimo!" ( Is 14,13-14) Em resposta ao "Non serviam!" de Lúcifer veio o "Quis ut Deus?" de Miguel. O questionamento do Arcanjo se dirigia a soberba diabólica do "Portador do Luz" que queria ser como o Senhor. Entretanto, o Padre X, confirmando a sua falta de conhecimento básico, atestando a sua capacidade de enrolação subjetivista, com uma homilia enfadonha, fraca, açucarada e pouco sensata, convidou o povo a ser como Lúcifer, que procurasse ser "como Deus".
O Sacerdote comumente ensina que demônios não existem, que na verdade são metáforas para tudo aquilo que aliena o projeto de Deus (sic) - o que isso representa de fato eu não sei, mui provavelmente nem ele. A descrença na existência das forças demoníacas é não acatar uma verdade de fé, uma posição que tem conseqüências gravíssimas; anjos e demônios são substancialmente iguais, se demônios não existem, logo anjos também não. Se anjos não existem a devoção aos Santos Arcanjos é ilusória e a própria Anunciação mentirosa. Tamanho absurdo não encontra respaldo em textos patrísticos e magisteriais, inclusive S.S Paulo VI, numa alocução na década de 60, frisou a existência do demônio numa sociedade descentre.
Na Liturgia da Palavra do 33º Domingo do Tempo Comum Ano B se aludiu ao Arcanjo São Miguel, numa passagem do Livro de Daniel. O Padre X, comprovando infalivelmente o déficit de conhecimento bíblico, teológico, doutrinário, centralizou a homilia e reflexão Evangélica na idéia de que todos devem ser como Miguel; "como Deus". Exatamente, meu caro! Esse Sacerdote não se tocou para o fato de que o nome do Príncipe da Milícia Celeste não era uma afirmação - o que seria um absurdo -, mas sim um questionamento, feito a Lúcifer, este sim que quis ser "como Deus".
Como ensinou Santo Tomás, "O anjo pecou querendo ser como Deus". "Não servirei! Subirei até o Céu, estabelecerei o meu trono acima dos astros de Deus, sentar-me-ei sobre o monte da aliança! Serei semelhante ao Altíssimo!" ( Is 14,13-14) Em resposta ao "Non serviam!" de Lúcifer veio o "Quis ut Deus?" de Miguel. O questionamento do Arcanjo se dirigia a soberba diabólica do "Portador do Luz" que queria ser como o Senhor. Entretanto, o Padre X, confirmando a sua falta de conhecimento básico, atestando a sua capacidade de enrolação subjetivista, com uma homilia enfadonha, fraca, açucarada e pouco sensata, convidou o povo a ser como Lúcifer, que procurasse ser "como Deus".






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