segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O Padre e Lúcifer

Um Padre X, numa paróquia Y, na cidade de Salvador, lançou uma pedrada teológica extrema. Já é sabido que esse Sacerdote tem uma capacidade incomparável de enrolação, com uma retórica vazia e embebida num subjetivismo tão acentuado que ninguém sabe como praticar o que ele prega. Obviamente, parte da mentalidade açucarada da fé. Falar de oração, mortificação, penitência, sacrifício, assusta os fiéis, portanto é melhor se abster desses assuntos desinteressantes. A sua oratória é completamente rarefeita.

O Sacerdote comumente ensina que demônios não existem, que na verdade são metáforas para tudo aquilo que aliena o projeto de Deus (sic) - o que isso representa de fato eu não sei, mui provavelmente nem ele. A descrença na existência das forças demoníacas é não acatar uma verdade de fé, uma posição que tem conseqüências gravíssimas; anjos e demônios são substancialmente iguais, se demônios não existem, logo anjos também não. Se anjos não existem a devoção aos Santos Arcanjos é ilusória e a própria Anunciação mentirosa. Tamanho absurdo não encontra respaldo em textos patrísticos e magisteriais, inclusive S.S Paulo VI, numa alocução na década de 60, frisou a existência do demônio numa sociedade descentre.

Na Liturgia da Palavra do 33º Domingo do Tempo Comum Ano B se aludiu ao Arcanjo São Miguel, numa passagem do Livro de Daniel. O Padre X, comprovando infalivelmente o déficit de conhecimento bíblico, teológico, doutrinário, centralizou a homilia e reflexão Evangélica na idéia de que todos devem ser como Miguel; "como Deus". Exatamente, meu caro! Esse Sacerdote não se tocou para o fato de que o nome do Príncipe da Milícia Celeste não era uma afirmação - o que seria um absurdo -, mas sim um questionamento, feito a Lúcifer, este sim que quis ser "como Deus".

Como ensinou Santo Tomás, "O anjo pecou querendo ser como Deus". "Não servirei! Subirei até o Céu, estabelecerei o meu trono acima dos astros de Deus, sentar-me-ei sobre o monte da aliança! Serei semelhante ao Altíssimo!" ( Is 14,13-14) Em resposta ao "Non serviam!" de Lúcifer veio o "Quis ut Deus?" de Miguel. O questionamento do Arcanjo se dirigia a soberba diabólica do "Portador do Luz" que queria ser como o Senhor. Entretanto, o Padre X, confirmando a sua falta de conhecimento básico, atestando a sua capacidade de enrolação subjetivista, com uma homilia enfadonha, fraca, açucarada e pouco sensata, convidou o povo a ser como Lúcifer, que procurasse ser "como Deus".

sábado, 14 de novembro de 2009

Bispos de São Paulo em Roma

Os Bispos de São Paulo, na visita ad limina, celebraram Missa na Basílica de Santa Maria Maior, no altar de Nossa Senhora Salus Populi Romani. O celebrante foi D. Raymundo Damasceno, Arcebispo de Aparecida. O mais "curioso" da celebração foi a sua posição; versus Deum. Deve ser culpa dos ares romanos!

Versus Deum, casulas, mitras, CNBB! É muita novidade para uma pessoa só!



Revolução e Contra-Revolução em imagens

Algumas imagens da Revolução [ R ] e da Contra-Revolução [ CR ]

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R -A mulher moderna e o micro-comprimento :: CR- A mulher moderna vestida



R -Uma face do jovem de hoje :: CR- Outra face



R - Isto é uma criança :: CR- E isto também

R - Feminista lésbica pró-aborto :: CR - Santa Gianna: preferiu morrer a abortar seu filho

R- Homossexuais adotam criança :: CR - Família natural numerosa


R- Isto é Shakespeare :: CR - E isto também



R- Tendência ao ateísmo :: CR - Linda em qualquer época

R- Banda católica "Adonai" :: CR - Coral Católico da catedral St Paul

R - Evento católico Cristoteca [GO] :: CR - Acampamento e Estudos Católicos [DF]

R -Religiosas Paulinas abolem véu e hábito :: CR- Católicas leigas voltam a usar o véu

sábado, 7 de novembro de 2009

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada



Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

Você sabia que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) está de acordo com essa prática nefanda, em nome do respeito à “cultura indígena”?

Você sabia que o CIMI (Conselho Indigenista Missionário da Igreja Católica) concorda com a atitude da FUNAI e se recusa a ajudar os índios a abandonar tais práticas?

As denúncias são muitas, os fatos são facilmente verificáveis, a verdade está aí diante de todos. Só os que se cegaram voluntariamente não a podem — ou não querem — ver. Muitos dos próprios índios já se opõem ao morticínio. Entretanto, a FUNAI e o CIMI ignoram suas vozes e são contra um projeto de lei que visa acabar com o infanticídio.

O livro eletrônico Infanticídio indígena no Brasil –– a tragédia silenciada, da lavra de Raymond de Souza, visa alertar os brasileiros, as autoridades civis e especialmente religiosas, para que façam um compromisso com a “cultura da vida” e se empenhem para que acabe de uma vez o infanticídio em nossas tribos indígenas.

Para fazer o download gratuito do livro, visite o site:
http://SaintGabriel-International.com/infanticidio.htm

Infanticídio indígena no Brasil –– a tragédia silenciada termina com um apelo ao Papa Bento XVI, pedindo sua intervenção junto aos bispos do Brasil, a fim de que ajam em conjunto para extinguir de uma vez esse crime, que brada aos Céus: o assassinato de crianças recém-nascidas, sob o olhar cúmplice do Conselho Indigenista Missionário, da CNBB.

A obra respeitosamente lembra ao Sumo Pontífice que, há 121 anos, o Papa Leão XIII dirigiu-se aos bispos brasileiros a fim de que trabalhassem em conjunto para terminar a escravidão. Os bispos ouviram o Papa, e a princesa Isabel assinou a Lei Áurea.

Chegou a hora de falar para terminar o morticínio!

Segundo Raymond de Souza:

1) Uma nova ideologia de desrespeito à Constituição do País — a qual garante o direito à vida de todos os brasileiros, inclusive o das crianças índias recém-nascidas — está sendo defendida pela FUNAI, com toda a impunidade;

2) Entre os missionários do CIMI, uma nova religião está sendo promovida, defendendo o paganismo, a superstição, a barbárie e o infanticídio como se fossem expressões culturais autênticas, dignas de um missionário cristão;

3) A Lei natural não conta, os Dez Mandamentos não contam, a grande missão que Jesus Cristo outorgou à Igreja, de ensinar e batizar, não conta;

4) Entrementes, sob o pretexto de procurar manter a “cultura indígena”, milhares de crianças inocentes são assassinadas.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

La marcha de 2 millones de españoles en defensa de la vida



Uma breve reflexão; o projeto do governo Zapatero ainda permite que adolescentes de 16 anos realizem o aborto sem a necessidade de consentimento familiar. Entretanto, no mesmo país, adolescentes de 16 anos não podem fazer tatuagem, piercing ou até mesmo comprar cigarros, sem a autorização da família. Na mentalidade revolucionária uma tatuagem é levada mais a sério do que a vida.