sábado, 14 de novembro de 2009

Bispos de São Paulo em Roma

Os Bispos de São Paulo, na visita ad limina, celebraram Missa na Basílica de Santa Maria Maior, no altar de Nossa Senhora Salus Populi Romani. O celebrante foi D. Raymundo Damasceno, Arcebispo de Aparecida. O mais "curioso" da celebração foi a sua posição; versus Deum. Deve ser culpa dos ares romanos!

Versus Deum, casulas, mitras, CNBB! É muita novidade para uma pessoa só!



Revolução e Contra-Revolução em imagens

Algumas imagens da Revolução [ R ] e da Contra-Revolução [ CR ]

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R -A mulher moderna e o micro-comprimento :: CR- A mulher moderna vestida



R -Uma face do jovem de hoje :: CR- Outra face



R - Isto é uma criança :: CR- E isto também

R - Feminista lésbica pró-aborto :: CR - Santa Gianna: preferiu morrer a abortar seu filho

R- Homossexuais adotam criança :: CR - Família natural numerosa


R- Isto é Shakespeare :: CR - E isto também



R- Tendência ao ateísmo :: CR - Linda em qualquer época

R- Banda católica "Adonai" :: CR - Coral Católico da catedral St Paul

R - Evento católico Cristoteca [GO] :: CR - Acampamento e Estudos Católicos [DF]

R -Religiosas Paulinas abolem véu e hábito :: CR- Católicas leigas voltam a usar o véu

sábado, 7 de novembro de 2009

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada



Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

Você sabia que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) está de acordo com essa prática nefanda, em nome do respeito à “cultura indígena”?

Você sabia que o CIMI (Conselho Indigenista Missionário da Igreja Católica) concorda com a atitude da FUNAI e se recusa a ajudar os índios a abandonar tais práticas?

As denúncias são muitas, os fatos são facilmente verificáveis, a verdade está aí diante de todos. Só os que se cegaram voluntariamente não a podem — ou não querem — ver. Muitos dos próprios índios já se opõem ao morticínio. Entretanto, a FUNAI e o CIMI ignoram suas vozes e são contra um projeto de lei que visa acabar com o infanticídio.

O livro eletrônico Infanticídio indígena no Brasil –– a tragédia silenciada, da lavra de Raymond de Souza, visa alertar os brasileiros, as autoridades civis e especialmente religiosas, para que façam um compromisso com a “cultura da vida” e se empenhem para que acabe de uma vez o infanticídio em nossas tribos indígenas.

Para fazer o download gratuito do livro, visite o site:
http://SaintGabriel-International.com/infanticidio.htm

Infanticídio indígena no Brasil –– a tragédia silenciada termina com um apelo ao Papa Bento XVI, pedindo sua intervenção junto aos bispos do Brasil, a fim de que ajam em conjunto para extinguir de uma vez esse crime, que brada aos Céus: o assassinato de crianças recém-nascidas, sob o olhar cúmplice do Conselho Indigenista Missionário, da CNBB.

A obra respeitosamente lembra ao Sumo Pontífice que, há 121 anos, o Papa Leão XIII dirigiu-se aos bispos brasileiros a fim de que trabalhassem em conjunto para terminar a escravidão. Os bispos ouviram o Papa, e a princesa Isabel assinou a Lei Áurea.

Chegou a hora de falar para terminar o morticínio!

Segundo Raymond de Souza:

1) Uma nova ideologia de desrespeito à Constituição do País — a qual garante o direito à vida de todos os brasileiros, inclusive o das crianças índias recém-nascidas — está sendo defendida pela FUNAI, com toda a impunidade;

2) Entre os missionários do CIMI, uma nova religião está sendo promovida, defendendo o paganismo, a superstição, a barbárie e o infanticídio como se fossem expressões culturais autênticas, dignas de um missionário cristão;

3) A Lei natural não conta, os Dez Mandamentos não contam, a grande missão que Jesus Cristo outorgou à Igreja, de ensinar e batizar, não conta;

4) Entrementes, sob o pretexto de procurar manter a “cultura indígena”, milhares de crianças inocentes são assassinadas.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

La marcha de 2 millones de españoles en defensa de la vida



Uma breve reflexão; o projeto do governo Zapatero ainda permite que adolescentes de 16 anos realizem o aborto sem a necessidade de consentimento familiar. Entretanto, no mesmo país, adolescentes de 16 anos não podem fazer tatuagem, piercing ou até mesmo comprar cigarros, sem a autorização da família. Na mentalidade revolucionária uma tatuagem é levada mais a sério do que a vida.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O Circo de Westminster

O anglicanismo ligado à Cantuária não passa de uma grande caricatura do que um dia foi a Igreja da Inglaterra. Isso, sem dúvida alguma, é uma prova inconteste das terríveis conseqüências oriundas do cisma e da heresia. A Abadia de Westminster, que já foi o lar dos beneditinos, se tornou a encarnação do espírito da reforma anglicana. Atualmente, essa belíssima construção sintetiza o ethos modernista fortemente presente na Igreja da Inglaterra. Num dos pórticos de entrada foram colocadas imagens dos mártires do séc. XX. Até então nada demais, se não fosse o fato de que cristãos não-anglicanos foram homenageados e honrados.

Dos 10 "mártires" apenas 3 são anglicanos.
Grã-Duquesa Elisabete da Rússia, piedosa cristã "ortodoxa" convertida, renegou o protestantismo. Sem dúvida alguma acharia demoníaco esse relativismo eclesiológico.

Manche Masemola, catecumeno anglicano da África do Sul.

Maximilian Kolbe, santo católico, martirizado pelos nazistas, fidelíssimo ao Santo Padre e aos ensinamentos da Igreja. Assim, considerava o anglicanismo como um cisma propagador de falsas doutrinas.

Lucian Tapiede, anglicano de Papua Nova Guiné.

Dietrich Bonhoeffer, pastor luterano assassinado pelos nazistas. O fato de ser protestante não quer dizer absolutamente nada, afinal, dentro de uma perspectiva teológica, não há comunhão entre luteranos e anglicanos.

Esther John, evangelizador presbiteriano. Vale lembrar que a teologia calvinista foi um dos grandes problemas internos da confissão anglicana. Os prebisterianos foram perseguidos pela Igreja da Inglaterra.

Martin Luther King, pastor batista, de uma confissão cristã que, partindo de uma honesta postura teológica, condenaria muitas das doutrinas anglicanas.

Wang Zhiming, pastor.

Janani Luwum, Arcebispo da Igreja de Uganda, de confissão anglicana.

Oscar Romero, Arcebispo católico de San Salvador. Mesmo tendo sua memória "sequestrada" pelos adeptos da Teologia da Libertação, era conhecido pelo seu conservadorismo.

Como colocar imagens de "santos" que, mui provavelmente, se estivessem vivos, jamais compactuariam com tamanho absurdo relativista? O ecumenismo - não o falso ecumenismo irenista - deve ter como norte a fidelidade à Verdade. Como invocar como santo alguém que renegou e condenou, por exemplo, crenças basilares da confissão anglicana? Enfim, a Comunhão da Cantuária se tornou o circo dos horrores de qualquer cristão sensato...