Por favor, coloquem Pe. Joãozinho de novo no programa "Direção Espiritual"! Eu gosto de assistir a Canção Nova e mesmo quando estou lendo prefiro deixar nessa emissora e colocar no mute, ao menos não dou audiência para outros canais. Semana passada estava passando o programa de Pe. Fábio de Melo e de relance vi um Sacerdote de colarinho romano. Fiquei intrigado! Resolvi, então, assistir!
Que felicidade! Pe. Joãozinho conseguiu em alguns poucos minutos falar tudo aquilo que Pe. Fábio em horas de programa não conseguiu. O cantor, dissertando sobre o ecumenismo, disse que não devemos perder nossa identidade católica, o que é uma verdade, mas no outro programa em que também havia dito isso comentou, em seguida, que pouco importava se alguém era católico ou protestante. Pe. Joãozinho, então, interviu com caridade e disse claramente que os protestantes não tinham a plenitude do conteúdo salvífico, que não eram cristãos integralmente. E inclusive falou que fiéis que querem ser tão ortodoxos acabam que se tornam hereges, aludindo aos rad-trads, pietistas etc.
Posteriormente, Pe. Fábio disse que um rapaz ficou assustado porque ele havido dito que o dogma evoluia. Tentanto se explicar, o Sacerdote realmente não incidiu em heresias, mas também não foi claro e objetivo. Pe. Joãozinho, novamente ele, apareceu e de forma breve e perfeita falou que não é o dogma que evolui, mas a nossa compreensão que evolui, se desenvolve. Outra vez o presbítero dehoniano - Pe. Fábio também era da Congregação dos Padres do Sagrado Coração, mas se tornou diocesano porque era mais fácil adaptar com a sua agenda cheia - surge para salvar a conversa.
Assumo, sinceramente, que achei engraçado quando Pe. Joãozinho comenteu a respeito da necessidade da oração da Liturgia das Horas por parte dos Sacerdotes, até mesmo as Completas, que é mais esquecida do que as outras horas. Faço uma breve reflexão; Pe. Fábio disse, em pleno "Programa do Jô", que nem sempre tem tempo de celebrar Missa diariamente, o que é obrigação de todo o Padre. Será que ele encontra tempo para rezar o Ofício que é infinitamente inferior à Celebração eucarística?
Pe. Fábio mistura sentimentalismo com academicismo, por isso tanta confusão causada pelas suas falas. O Pe. Joãozinho, que estava lá, conseguia ser muito mais breve e objetivo. O problema do Sacerdote cantor não é nem a heterodoxia em essência, mas a vaidade; tenta ser pomposo no discurso e emotivo na metodologia, mas se atrapalha com as palavras, daí surgem as pérolas como "Grupo Ecumênico Michel Foucault", "não importa a sua religião", "dogma evolui" etc.
Não custava ele falar logo de início que é o nosso entendimento do dogma que se desenvolve? Não custava ele falar logo de início que apenas a Igreja Católica tem a plenitude do conteúdo salvífico? Etc...
Que felicidade! Pe. Joãozinho conseguiu em alguns poucos minutos falar tudo aquilo que Pe. Fábio em horas de programa não conseguiu. O cantor, dissertando sobre o ecumenismo, disse que não devemos perder nossa identidade católica, o que é uma verdade, mas no outro programa em que também havia dito isso comentou, em seguida, que pouco importava se alguém era católico ou protestante. Pe. Joãozinho, então, interviu com caridade e disse claramente que os protestantes não tinham a plenitude do conteúdo salvífico, que não eram cristãos integralmente. E inclusive falou que fiéis que querem ser tão ortodoxos acabam que se tornam hereges, aludindo aos rad-trads, pietistas etc.
Posteriormente, Pe. Fábio disse que um rapaz ficou assustado porque ele havido dito que o dogma evoluia. Tentanto se explicar, o Sacerdote realmente não incidiu em heresias, mas também não foi claro e objetivo. Pe. Joãozinho, novamente ele, apareceu e de forma breve e perfeita falou que não é o dogma que evolui, mas a nossa compreensão que evolui, se desenvolve. Outra vez o presbítero dehoniano - Pe. Fábio também era da Congregação dos Padres do Sagrado Coração, mas se tornou diocesano porque era mais fácil adaptar com a sua agenda cheia - surge para salvar a conversa.
Assumo, sinceramente, que achei engraçado quando Pe. Joãozinho comenteu a respeito da necessidade da oração da Liturgia das Horas por parte dos Sacerdotes, até mesmo as Completas, que é mais esquecida do que as outras horas. Faço uma breve reflexão; Pe. Fábio disse, em pleno "Programa do Jô", que nem sempre tem tempo de celebrar Missa diariamente, o que é obrigação de todo o Padre. Será que ele encontra tempo para rezar o Ofício que é infinitamente inferior à Celebração eucarística?
Pe. Fábio mistura sentimentalismo com academicismo, por isso tanta confusão causada pelas suas falas. O Pe. Joãozinho, que estava lá, conseguia ser muito mais breve e objetivo. O problema do Sacerdote cantor não é nem a heterodoxia em essência, mas a vaidade; tenta ser pomposo no discurso e emotivo na metodologia, mas se atrapalha com as palavras, daí surgem as pérolas como "Grupo Ecumênico Michel Foucault", "não importa a sua religião", "dogma evolui" etc.
Não custava ele falar logo de início que é o nosso entendimento do dogma que se desenvolve? Não custava ele falar logo de início que apenas a Igreja Católica tem a plenitude do conteúdo salvífico? Etc...

