terça-feira, 30 de junho de 2009

Quiz Tradicional!

You are a 100% traditional Catholic!

Congratulations! You are more knowlegeable than most modern theologians! You have achieved mastery over the most important doctrines of the Catholic Faith! You should share your incredible understanding with others!

Do You Know Your Baltimore Catechism?
Take More Quizzes

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Viva São Josemaría Escrivá

Hoje é dia de São Josemaría Escrivá, Fundador do Opus Dei. Um santo de ilustre memória, amante de Cristo, da Sua Igreja e do Seu Vigário! Exemplo para a modernidade!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Paes de Lira contrário à participação de Minc na “marcha da maconha”

Extraído do blog Pela Legítima Defesa

DEPUTADO PAES DE LIRA AFIRMA EM AUDIÊNCIA PÚBLICA QUE OS USUÁRIOS DE DROGAS ESTÃO COM AS MÃOS SUJAS DE SANGUE POR MORTES DE PM’s

Durante audiência da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado na Câmara dos Deputados, que contou com a presença do Ministro Carlos Minc, o Parlamentar fez uso da palavra para esclarecer que, ao contrário do que é divulgado equivocadamente, ainda é crime o ato de portar ou consumir entorpecente, mesmo em pequena quantidade.

Paes de Lira manifestou-se contrário a participação do Ministro na chamada “marcha da maconha” por ele ser uma figura pública e tal ato pode ser caracterizado como apologia, bem como da decisão do juiz, que autorizou a realização do evento, por ter violado a lei.

O parlamentar ainda afirmou que todos os usuários de drogas estão com as mãos manchadas de sangue pelas mortes de civis e policiais que indiretamente causam ao alimentar o tráfico de entorpecentes.

sábado, 13 de junho de 2009

Pe. Fábio de Melo e as "fabetes": relativistas demais

Pedro Ravazzano

***

Todos nós do Veritatis Splendor ficamos espantados com o teor dos comentários dos fãs de Pe. Fábio quando da publicação de artigos comentando a lastimosa entrevista que o Sacerdote deu ao Jô Soares. Não só nos prendemos aos comentários no talk show, mas aproveitamos e fizemos uma reflexão sobre outras barbaridade ditas pelo cantor em seu programa. Com uma argumentação muito bem estruturada, presa aos fatos e tendo como norte um caráter objetivo, os textos eram extremamente honestos. Entretanto, a ira das “fabetes” – tomo a liberdade de cunhar este termo, inaugurado por uma das nossas irmãs de apostolado, e que define com perfeição a postura das seguidoras do Pe. Fábio, adotando uma mentalidade de seita – estava embasada, unicamente, numa paixão tresloucada e no mesmo sentimentalismo difundido pelo Sacerdote.

Como a argumentação usada pelas fabetes foi irrisória e passional fica difícil contra-argumentar, afinal não há argumentos. Entretanto, vou tentar desmontar algumas das mais comuns afirmações feitas pelas fãs do Pe. Fábio. Dizem, em primeiro lugar, que o Sacerdote leva as pessoas para Cristo. Pois bem, um católico acredita que a Igreja Católica é, de fato, a Igreja de Cristo, ou seja, que foi pensada e construída pelo próprio Jesus com a responsabilidade de guardar todos os Seus ensinamentos e, além disso, pregar com o poder do próprio Cristo. Nosso Senhor não só deixou a Sagrada Escritura e a Sagrada Tradição – a primeira interpretada pela Igreja e a segunda protegida e vivenciada dentro da Igreja – mas instituiu o Sagrada Magistério que é, justamente, o múnus de guiar e apascentar o povo de Deus. O que quero dizer com tudo isso? Para um católico, difundir a mensagem cristã é difundir a Igreja, afinal, para um católico, os ensinamentos da Igreja são os ensinamentos de Cristo. Agora vejamos, quando defendemos o contrário daquilo pregado pela Mater Ecclesia estamos, claramente, obstruindo o triunfo da Verdade em Sua plenitude. As fabetes dizem que Pe. Fábio leva as pessoas para Cristo, entretanto, um ponto deve ser alvo de reflexão; ele fala de Cristo contrariando a Igreja, afinal já disse que a Igreja não é meio de salvação, que a Missa é banquete, que a Igreja não é a Barca de Pedro, etc? Ora, tem como seguir a Cristo e rejeitar os Seus ensinamentos e a Sua Igreja? Para um católico não, para um relativista sim, afinal o relativismo coloca como secundária a doutrina.

Outro argumento utilizado é que Pe. Fábio prega o “amor”. Bem, a noção de amor está totalmente relativizada. Quem ama se entrega e obedece o Amado! Levem em conta toda a minha explicação eclesiológica sobredita e reflitam; alguém pode amar a Cristo e renegar a Sua Igreja? Alguém pode contradizer a Igreja de maneira crassa e dizer que é por amor à Cristo? Ora, que amor herético é este? Só podemos concluir, então, que existe um arraigado espírito relativista, afinal o Sacerdote e seus seguidores não mais entendem a profundidade do conteúdo doutrinário e do papel da Igreja na realidade Cristã. Da forma como se portam parece que existe, num primeiro plano, Cristo, apenas Ele, enxergado de maneira açucarada como um Deus que não condena, só abençoa, que não julga, só releva, que não ensina, só “ama”, e como se fosse diferente do segundo plano, a Igreja. Ora, este cenário é totalmente estranho para o catolicismo, já que cremos que Cristo e a Igreja vivem uma relação essencial.

As fabetes seguem dizendo que Pe. Fábio é apenas ecumênico, que fala para todas as religiões; em primeiro lugar, ele não é ecumênico, é relativista mesmo, até porque o verdadeiro ecumenismo tem como fim a conversão, não é apenas um diálogo amistoso como pinta o Sacerdote. Em segundo lugar, o cantor prega e fala num canal católico para um público católico, o mínimo esperado era que ensinasse de acordo com a fé...católica que, ironicamente, é a mesma que ele e a maioria dos seus telespectadores professam. Pelas afirmações de Pe. Fábio (veja aqui) podemos concluir, facilmente, que para ele o que importa é o "amor relativizado", fazer o bem e seguir a Cristo, mesmo que este seguimento seja através do repúdio à Igreja edificada por Ele e aos Seus ensinamentos contidas nesta Ecclesia que, de fato, existe enquanto instituição clara e com uma objetividade doutrinal. Ensinar num programa com alta audiência dentro da comunidade católica uma exceção doutrinal – a realidade da ignorância invencível - em detrimento da certeza, já é um absurdo, mas Pe. Fábio consegue ir além, ele desabona a própria conversão usando como régua, apenas, um subjetivismo emocional; “fulano se converteu ao catolicismo e tornou-se uma péssima pessoa”. Isto, em nada, desmerece a necessidade de abnegação ao erro protestante, espírita etc e a importância da conversão ao Catolicismo, afinal reconhecemos que na Igreja se encontra a plenitude do conteúdo salvífico, ao menos os que assim pensam, os católicos, sabem da necessidade de pregação em defesa da adesão total à Cristo e à Sua Ecclesia. Não existe caridade sem Verdade, se eu, católico, acredito que a Igreja Católica foi construída pelo próprio Jesus e, além disso, entendo que tem um poder entregue pelo Senhor de guiar e ensinar aos homens, porque, então, em amor ao próximo, não me esforçaria para a sua conversão, porque não me engajaria para que todos conhecessem Cristo em Seu esplendor? Ou seja, aqueles que não crêem na necessidade de conversão ou acreditam que a Verdade possa ser encontrada, totalmente, fora da Igreja – heresia – ou então não amam realmente os próximos e, por isso, não querem que conheçam a Verdade. Seria a mesma coisa que indicar para um viajante um caminho tortuoso e incerto quanto ao destino ao invés de mostrar a estrada asfaltada, segura e livre de complicações.

Pe. Fábio disse no seu programa na Canção Nova que “se nós somos cristãos, não importa que você seja evangélico, que eu seja católico…não importa! O que importa é que a gente descubra o essencial que Jesus nos ensina. Eu por exemplo não concordo com nada de muitas doutrinas que estão por aí, mas eu não vou discutir doutrina com as pessoas porque essa não é a minha missão, a minha missão é anunciar o Evangelho (5:23)" Entretanto, quando Pe. Fábio constrói uma argumentação que coloca como secundária as diferenças doutrinais entre católicos e protestantes e ainda nos induz a acreditar que o essencial de Jesus é um ensinamento acima da eclesiologia, ele claramente quer dizer com isso, ou ao menos é inconsequente com as palavras, que a riqueza doutrinária católica, como o Papado, a devoção aos Santos, a Eucaristia, é irrelevante - o Sacerdote estabelece uma relação dicotômica entre a tal Essência de Jesus e as diferenças doutrinais -, afinal não estaria dentro do "essencial" cristianismo comum a católicos e protestantes. Ora, um Padre católico acredita - ou deveria acreditar - que a edificação da Igreja Católica foi pensada e feita pelo próprio Cristo, que a Eucaristia foi instituída pelo próprio Cristo, que as chaves, e o poder que elas representam, foram dadas pelo próprio Cristo etc, ou seja, tais ensinamentos são essenciais porque, para um católico ortodoxo, vem do próprio Cristo, não existe Cristo sem estes ensinamentos. Não obstante, a afirmação do Sacerdote nos leva ao oposto, que todo o conteúdo contido no catolicismo e deficitário no protestantismo é terceiro frente à essência cristã, que para ele não passa de um amor relativizado.

A última afirmação do Sacerdote é correta; "O que importa é que a gente descubra o essencial que Jesus nos ensina." Esta essência, quando descoberta, nos leva ao catolicismo, já que descobrimos nela a Verdade contida na instituição católica, no papado, na devoção aos santos, na Eucaristia, na Virgem Santíssima. Entretanto, existe uma óbvia contradição entre a leitura ortodoxa desta afirmação e a primeira parte da fala do Sacerdote: "se nós somos cristãos, não importa que você seja evangélico, que eu seja católico". Ora, é claro que importa, afinal se você descobriu a essência de Jesus descobriu que ela se encontra na Igreja de Jesus, a Católica, a não ser quando acredita que tal essência nada tem a ver com a doutrina, mas sim com um Jesus que não transmitiu ensinamentos, que não edificou uma Igreja, que não condenou o erro etc. Tal postura pede dois tipos de leitura; ou os ensinamentos católicos não proveriam de Cristo, afinal se fossem originados em Nosso Senhor seriam essenciais, ou então o importante é o relativismo religioso. As duas coisas são estranhas a um católico - ainda mais a um Sacerdote. Desse modo, quando o Padre profere tal afirmação, nos é perfeitamente lícito concluir que ele, realmente, acredita que a doutrina é irrelevante. Na última parte desse trecho nós temos a confirmação do alto grau de relativismo contido na argumentação de Pe. Fábio. Ele diz que não concorda “com nada de muitas doutrinas que estão por aí, mas eu não vou discutir doutrina com as pessoas porque essa não é a minha missão, a minha missão é anunciar o Evangelho”. Ora, o Sacerdote raciocina como se fosse uma contradição anunciar o Evangelho e discutir doutrina, entretanto, como já foi abordado ao longo do texto, a doutrina católica se origina no seio dos ensinamentos de Cristo, nasce na mais pura essência da Revelação. Ou seja, pregar a Boa Nova é pregar, também, a Doutrina, já que nela encontramos a plenitude do conteúdo salvífico. O Sacerdote é católico mas se abstém de ensinar a doutrina porque acredita que não faz parte do que ele considera a anunciação evangélica? Muito estranho!

Pe. Fábio também diz; “como é que nós cristãos podemos organizar a nossa casa, isto é, viver o ecumenismo? Não é a gente começar a pensar igual ao outro não, mas a gente começar a amar o que pensa diferente de nós (…) Eu não deixo de ser católico porque estou diante de um evangélico, mesmo tendo diferenças naquilo que a gente acredita a gente se respeita; eu sou eu, ela é ela, e a gente se completa”. Claro que a Igreja não prega o ódio aos descentres, ao contrário, o nosso amor ao próximo quando submerso no amor à Verdade nos leva ao empenho evangélico, buscando a conversão daqueles que estão foram da plena comunhão, seja por cisma ou heresia. Entretanto, o Sacerdote diz em seguida que “a gente se completa”, pois bem, como podemos nos completar se acreditamos que a Verdade se encontra plenamente no Catolicismo e que aquilo de verdadeiro contido nas outras crenças não passa de heranças católicas indiretas ou as sementes do Verbo? Ou seja, para haver complemento é necessário que haja o que completar, estaria, então, a fé católica incompleta e dividida? A Igreja afirma, categoricamente, que não; É contrário à fé católica considerar as várias religiões do mundo como vias complementares à Igreja em ordem à salvação. (...) mas não tem qualquer fundamento na teologia católica considerar estas religiões, enquanto tais, caminhos de salvação”

De um lado temos Pe. Fábio: “… ah, aquela pessoa se converteu ao protestantismo, que pena! Peraí… se aquilo que ela está acreditando faz bem ao coração dela, se Deus está ali presente, se Jesus está agindo mais no coração dela através da voz do pastor do que da minha, vamos dar graças a Deus que ela encontrou um pastor que falasse ao coração dela. (3:50)” e do outro a Igreja "No vivo debate contemporâneo sobre a relação entre o Cristianismo e as outras religiões, se torna cada vez mais comum a idéia de que todas as religiões sejam para os seus seguidores caminhos igualmente válidos de salvação. Trata-se de uma persuasão cada vez mais difundida, não só em ambientes teológicos, mas também em setores sempre mais vastos da opinião pública católica e não católica, especialmente aquela mais influenciada pela orientação cultural que hoje prevalece no Ocidente, que se pode definir, sem medo de ser desmentido, com a palavra: relativismo (...) deve-se crer firmemente como verdade de fé católica a unicidade da Igreja por Ele fundada. (...) Seria obviamente contrário à fé católica considerar a Igreja como um caminho de salvação ao lado dos constituídos pelas outras religiões”

Vai ver ele aprendeu estas barbaridade no tal Grupo Ecumênico Michel Foucault que ele coloca como o maior exemplo de postura ecumênica. Agora o que esperar de um grupo que se considera crente mas homenageia o filósofo ateu, anticristão, homossexual, defensor da transgressão moral, da explosão sexual, da desordem e da derrubada das estruturas hierárquicas?

Uma das coisas mais irônicas nessa discussão com as fabetes é que não poucas aderiram a uma hipocrisia tamanha. Inicialmente temos a obrigação de dissertar sobre a noção cristã do julgamento. Vamos levar em conta duas afirmações; a primeira faz um julgamento das palavras e dos comentários feitos por um Sacerdote, ou seja, estamos falando de uma estrutura argumentativa externa, a segunda afirmação já é um julgamento que entra na esfera individual, por exemplo, quando alguém diz que fulano não tem uma vivência da fé ou que conhece apenas a teoria da religião, não a prática. Ou seja, um julgamento se prende a pontos objetivos – as palavras – e o outro se prende a pontos subjetivos – a individualidade. Quando alguém diz que Cristo não é Deus, que a Igreja não é Una, que o Papa não é Vigário de Cristo - ensinamentos claros e diretos - defende tais heresias verbalmente, de maneira objetiva. Outra coisa totalmente diferente é o segundo julgamento, afinal entra numa região desconhecida, a da consciência. Você no máximo presume, mas não constata. No primeiro julgamento você julga as afirmações, a esfera externa do indivíduo, no segundo julgamento você julga a própria individualidade, julga algo que desconhece. Exemplificando, quando alguém acredita que Cristo não é Deus mas, por sua vez, não externaliza esta heterodoxia com palavras e atos, o julgamento é ilícito já que não podemos confirmar a heresia, de fato, ela se encontra, apenas, na consciência individual, entretanto, quando a mesma pessoa corrobora com afirmações o erro, a postura se modifica, o julgamento é justo pois não mais se julga a consciência, não mais se presume a heresia, ela se encontra verificada verbalmente.

As fabetes não só ignoraram a licitude do primeiro julgamento como, numa atitude que não pode ser outra coisa que não hipocrisia, passaram a julgar a nossa fé, fazendo afirmações levianas sobre a vida religiosa que cada um levava. Agora vejamos, nós, ao menos, acreditamos – e temos certeza disso – que julgar de maneira objetiva é um ato lícito e legal, entretanto, as fabetes iniciaram o seu contra-ataque às publicações dizendo que eram levianas e injustas porque julgavam o Sacerdote – o que é uma inverdade, afinal nós nos prendemos, unicamente, às afirmações de Pe. Fábio e não à sua fé. Entretanto, a grande ironia da situação foi que não satisfeitas em afirmar de maneira passional e pouco fundamentada o amor que nutriam ao cantor, começaram a julgar a crença de cada um, tentando desmerecer os escritores dos artigos dizendo que não passavam de católicos teóricos que não viviam a religião. Ora, se elas consideravam todo tipo de julgamento ilícito e indigno porque cargas d’água caíram no mais absurdo dos julgamentos, o da consciência? Reclamaram porque nós estávamos fazendo uma sensata reflexão sobre as palavras do Pe. Fábio mas, em compensação, fizeram reflexões sobre a nossa individualidade, sobre a nossa fé. Isso não é outra coisa que não hipocrisia! Condenavam o julgamento objetivo – e, vale frisar, que a maioria das fabetes sequer sabia distinguir o julgamento objetivo do subjetivo – enquanto julgavam a nossa sinceridade na crença? Se tinham tanta certeza da imoralidade do julgamento porque, então, resolveram nos julgar? Será que a defesa do Pe. Fábio era tão relevante que merecia, até mesmo, a contradição de atos, digo, reclamar porque estávamos julgando as afirmações do Sacerdote enquanto, na mesma argumentação, julgavam a nossa fé?

Óbvio que não escrevi este artigo para as fabetes, na verdade não espero que elas milagrosamente entendam as críticas e percebam que a fé não é o sentimentalismo açucarado embebido em relativismo que muitos Sacerdotes pregam. Mesmo sendo extremamente cauteloso e minucioso na dissecação dos comentários realmente não vou me assustar se as “fãs-náticas” de Pe. Fábio, aquelas que colocam as palavras do cantor acima dos ensinamentos da Igreja, continuarem afirmando que estamos julgando de maneira indecorosa o Sacerdote, dizendo que somos fariseus, temos pouco fé e por isso odiamos o Fábio de Melo. Este artigo é mais um protesto contra a ignorância e a decadência civilizacional, onde as pessoas não conseguem enxergar as mais básicas contradições sobre as quais se erguem.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Dica cultural: Instituto Feminino - Salvador, BA

Visitem o Instituto Feminino! É impressionante como lá percebemos quão rica era a sociedade brasileira e, refletindo sobre isto, temos noção da profundidade da crise atual; a decadência do espírito civilizacional. O Instituto Feminino foi fundado por Mons. Flaviano Osório Pimentel e D. Henriqueta Catharino; uma senhora de fervorosa formação católica, de tradição monarquista, criada sobre a mais genuína cultura ocidental - dominava a língua inglesa, alemã e francesa, além de saber tocar piano, harpa e ter um delicado dom para artes. Muitos são os historiadores que querem transformar D. Henriqueta numa dessas feministas que queiman sutiã e se levantam contra o que eles consideram a opressão machista. Muito pelo contrário, esta ilustre dama baiana apenas buscava a digna formação das moças da sociedade, dando a elas a pérola do conhecimento. Esta luta em nada se apróxima do fanatismo feminista!
O Instituto Feminino, nos seus cinco andares é totalmente adornado com o simbolismo sacro católico. As imagens de santos, de Nosso Senhor, da Virgem Santíssima, e até mesmo telas e fotos dos Bispos de Salvador, são facilmente encontradas nos ambientes. Além de esculturas barrocas e clássicas, existem muitos quadros feitos pela própria D. Henriqueta, onde a senhora, usando da sua apitadão, montava pequenos altares embelezados com retratos de santos e, em seguida, os emoldurava. E como não falar do espírito monarquista? Uma das salas homenageia a Princesa Isabel, levando seu nome escupido na fronte. Este ambiente é enfeitado com retratos robustos do Imperador D. Pedro II, da Imperatriz Teresa Cristina e, obviamente, com uma belíssima pintura d'A Redentora. Nesta sala ainda encontramos uma fotografia da família imperial e as honrarias recebidas pela família da ilustre dama no período monárquico. Percebemos com clareza esta estima quando, em visita ao museu do vestuário, num dos andares da casa, encontramos o vestido usado pela Princesa Isabel no dia em que assinou a Lei Áurea, peça doada na década de 50 por D. João de Orleans e Bragança à D. Henriqueta.Neste museu do vestuário ainda apreciamos muitas casulas romanas, dalmáticas, uma capa magna cardinalícia, outros paramentos litúrgicos e vasos sagrados. Até mesmo encontramos uma relíquia de São João Bosco e o solidéu de S.S Pio XII. E não podemos nos esquecer, é claro, da belíssima capela particular, de extrema dignidade e honrando com sua beleza a grandeza do Senhor.Visitar o Instituto Feminino é sair da teoria e ir para a prática, é entender visualmente a triste decadência da nossa sociedade e civilização. Percebendo a dignidade e esplendor de um passado não levamos apenas em conta os fatores temporais. Não houve simplesmente uma mudança de estilo arquitetônico, de vestuário etc, mas no cerne da transformação existe um radical rompimento com as noções mais básicas da Civilização. O Instituto ainda guarda um tesouro bibliotecário, em poucos minutos de visita encontrei facilmente obras de Pe. Leonel Franca, Gilberto Freyre, Teodoro Ratisbonne, São Francisco de Sales, Alceu Amoroso Lima, Chateaubriand, Pe. Antonio Vieira, Missais, Breviários etc. Inclusive Bruno Tolentino, quando morava em Salvador, chegou a ministrar palestras no Instituto.Visitar o Instituto Feminino é entender o que perdemos para que, assim, possamos lutar pelo que queremos!

(D. Henriqueta deixou em testamento tudo para a Arquidiocese de São Salvador.)

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Nota de Dom Luiz de Orleans e Bragança sobre o desaparecimento de seu sobrinho

Transcrevo a Nota de S.A.I.R. Dom Luiz de Orleans e Bragança por ocasião da Missa celebrada na intenção de seu sobrinho o Príncipe Dom Pedro Luiz na igreja de Nossa Senhora do Brasil.

Príncipe Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança

Transido de pesar, cabe-me o dever de registrar, enquanto Chefe da Casa Imperial do Brasil, o desaparecimento de meu querido e já saudoso sobrinho, D. Pedro Luiz de Orleans e Bragança, no fatídico acidente do vôo da Air France (Rio-Paris), ocorrido no dia 31 de maio, em pleno Oceano.
Diante da pungente dor de seus pais, D. Antonio e D. Christine, de seus irmãos, D. Amélia, D. Rafael e D. Maria Gabriela, e de minha querida Mãe, D. Maria, volto para eles minha especial solicitude e meu particular afeto. Solicitude e afeto que volto igualmente – e, junto comigo, toda a Família Imperial - para aqueles que perderam seus entes queridos no referido acidente aéreo. A todas estas famílias - de modo muito especial às brasileiras – a Família Imperial estende seus sentimentos e roga a Deus pelo descanso eterno de cada vítima.

Nestes dias, de todo o Brasil e até do exterior, chegaram aos pais de D. Pedro Luiz, bem como a mim e a toda a Família Imperial, numerosas e sinceras manifestações de pesar por tão trágico sucesso. Não posso deixar de ver nessas sentidas manifestações a expressão viva e autêntica do sentimento familiar e dos laços de afeto que sempre uniram a Família Imperial e os brasileiros, monarquistas ou não.

D. Pedro Luiz – até então, 4º na linha de sucessão dinástica – era um jovem Príncipe que despontava na sua geração como uma promessa, suscitando o interesse e a atenção de muitos, por seu modo aprazível, por suas inegáveis qualidades e pela tradição que representava.
Como fruto da exímia formação e do senso do dever, incutidos por seus pais, após se ter formado em Administração de Empresas pelo IBMEC do Rio de Janeiro, e se pós-graduado pela FGV, dava ele os passos iniciais de uma promissora carreira profissional, no BNP Paribas, no Luxemburgo, tendo a preocupação e o empenho de fazer ver aos estrangeiros as grandes potencialidades de nosso País.

Mas sua presença era especialmente querida entre aqueles que acreditam ser o regime monárquico uma solução adequada para o Brasil hodierno.

Foi D. Pedro Luiz presidente de honra da Juventude Monárquica e participou de ações e eventos de relevo em prol dos ideais monárquicos - muitas vezes na companhia de seus pais - chegando até a representar a Casa Imperial, em mais de uma ocasião, sendo-me especialmente grato recordar sua presença, em Portugal, em comemorações dos 500 anos do Descobrimento do Brasil.

Se o momento é de apreensão e de tristeza, não pode ele ser desprovido de esperança. Esperança que se volta, de modo particular, para D. Rafael – irmão do desaparecido – a quem auguro ânimo e determinação diante do infortúnio, e exorto a que seja, na sua geração, um exemplo de verdadeiro Príncipe, voltado para o bem do Brasil e exemplo de virtudes cristãs.

Ao encerrar esta dolorosa comunicação, volto meu olhar a Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, a quem suplico confiante que acolha na eternidade a D. Pedro Luiz. E rogo especiais orações por ele, bem como por seus pais, irmãos e por minha querida Mãe, a todos aqueles que, com espírito de fé, acompanham a Família Imperial neste momento de luto.

São Paulo, 8 de junho de 2009

Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil

Consumismo Comunista

"Maldito capitalismo opressor! Morte aos neoliberais! O capital aliena! A burguesia é estúpida (...) Mãe, eu quero 50 reais para eu comprar a nova camisa do Che?!"
Samba Canção do Che
Incenso do Che

Cachimbos para fumar maconha do CheEstampa do CheCamisas do Che
Bongs para fumar maconha do CheCinzeiros do CheCigarros do Che
Cristal do CheSedas para enrolar maconha do Che
Porta-maconha do Che


Bolsas do CheEmblemas e imãs do Che

domingo, 7 de junho de 2009

“Discriminação” de cunho ideológico

Roger Vargas

ABIM (7/6/2009) - A propósito de um artigo da “Folha de São Paulo”, de 27 abril, sobre a discriminação e as cotas para estudantes universitários, veio-me uma recordação saudosa da época em que não havia quotas raciais nas universidades...

Discriminação é um termo que significa apenas ato de distinguir, separar, apartar. Porém, a palavra discriminação, como é entendida hoje em dia, tomou um sentido acentuadamente ideológico.

Não muito tempo atrás, recordo-me que quando pedíamos –– “Pode me dar uma nota discriminada?” –– isso significava tão somente classificar nela os produtos comprados.

Infelizmente, a significação da palavra mudou, e discriminação com sentido ideológico está atingindo, pouco a pouco, todos os setores da sociedade. No ensino, ela encontrou seu caminho através do sistema de cotas que obriga, por lei, ser reservada uma quantia de vagas nas universidades a alunos considerados “discriminados”.

Baseando-se no modelo de tribunais da Revolução Francesa, o candidato é entrevistado “por uma comissão que inclui professores, técnicos da universidade, estudantes e ativistas de organizações pró-direito dos negros: um autêntico e estapafúrdio tribunal racial”, comenta a “Folha”. Em tal entrevista, são feitas perguntas por essa “banca racial”. Dentre elas, a indagação se a pessoa alguma vez já se declarou negra ou parda, ou mesmo se já foi vítima de preconceito.

Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, uma caloura que afirmara nunca ter sofrido discriminação foi desqualificada pela comissão, por causa dessa afirmação!

Também na Universidade Federal de São Carlos (SP), segundo o matutino paulista, 25% dos alunos que haviam sido aprovados no vestibular por tal sistema tiveram suas matrículas canceladas, após serem questionados pela “banca racial”. E é clamoroso o fato de dois gêmeos univitelinos na UnB de Brasília, onde esse tipo de banca considerou um deles negro e o outro não...

Com a adoção de critério tão absurdo, quem é prejudicado? O próprio negro que, mais cedo ou mais tarde, não se orgulhará de não ter conquistado uma vaga por seu próprio esforço, mas sim por ter sido considerado “discriminado”...

E quem sai lucrando com tal situação? Os movimentos de esquerda que, cada vez mais vão incrementando no Brasil o espírito de revolta. Uma vez que falharam em seu intuito de levar o povo brasileiro à luta de classes, agora tentam induzi-lo à luta das raças. Num País universalmente reconhecido como modelo de miscigenação e de harmonia racial!

A pergunta que resta: até quando a opinião pública brasileira resistirá a esse ataque à ordem e à harmonia de raças vigentes? Quantos inocentes serão perseguidos ou mesmo encarcerados até que as normas da verdadeira justiça e o bom senso do povo brasileiro eliminem a tentativa de implantar maciçamente tal “discriminação” e a luta de raças em nosso País?

Fonte: http://agenciaboaimprensa.blogspot.com

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Derrapadas do padre Fábio/Fashion de Melo

Rafael Vitola Brodbeck
***
Mais uma vez, o padre Fábio vai para a frente das câmeras com seu discurso “humano demais”, como diz um de seus hits. No Programa do Jô, o priest star desfila seu rosário de idéias tresloucadas e heterodoxas. Se, por um lado, há muita coisa boa em suas palavras, há também uma montanha do que não presta.

Começa que o padre estava disfarçado de leigo. Sim, com um terno bem cortado, gravata combinando. Mas, clergyman? Batina? Que é isso… coisa “ultrapassada”, de religião retrógrada. O Papa deve ser retrógrado, então, com sua inseparável batina branca que tanto o simboliza. O padre Fábio de Melo se esqueceu de que justamente por sermos “humanos demais” precisamos de símbolos. E a batina é um dos mais significativos e profundos. Ainda que não quisesse usar sempre, que ache que nos seus shows um terno caísse melhor, não seria a ocasião de, ao menos diante de um programa com tanta audiência, usar a roupa apropriada para um sacerdote?? Não precisaria, aliás, nem abrir a boca. Bastaria apresentar-se lá de batina, que seria uma silenciosa pregação, e das mais eloquentes – com todo o aparente paradoxo que isso indique.

Outros padres já foram ao Programa do Jô. Lembro de um frade franciscano: de hábito! Do padre Lodi: de batina! Do padre Léo: de clergyman! Todos vestidos de padre! Mas o padre Fashion de Melo é como o seu nome: fashion. É um padre-agente-secreto, escondido atrás de seu terno bem cortado. E isso que o padre Fashion, ops, padre Fábio, se diz discípulo do padre Léo, e ambos da mesma congregação, os dehonianos…

De que o padre Fábio atraia pessoas a Cristo não há dúvida, mas será que todas as pretensas conversões são realmente conversões? Não basta virar fã e comprar todos os discos. Conversão importa em adesão à verdadeira doutrina. Mas como aderirão à doutrina se o padre Fábio, junto de pérolas realmente bastante piedosas e de frases positivas de motivação, prega justamente o contrário da doutrina católica? No Programa do Jô, o padre Fábio defendeu que seja necessário ter tido uma experiência amorosa antes do sacerdócio, esquecendo a multidão de santos com vocação precoce, inclusive São João, o apóstolo que Jesus amava. Se o padre quis apenas falar em maturidade emocional, e não em namoro, sexo e beijo na boca, ele foi, no mínimo, ambíguo.

Em outra situação, deixou que o Jô proferisse seus habituais absurdos contra a Igreja, pregando uma liturgia mais oba-oba. E o padre Fábio, com sua bela gravata, quieto, como que compactuando. Não fez como o padre Lodi, que, diante das provocações do obeso apresentador, falou abertamente: “defender o aborto é nazismo!” Outra bobagem “jo-soarística” das grandes, passada em silêncio pelo padre, foi a de que ninguém foi cristão exceto Cristo, e que São Francisco foi o que chegou mais perto. Quer dizer, então, que a única virtude a ser imitada é a pobreza? Os milhares de santos e beatos não significam nada? Nem o fundador do instituto do qual o padre Fábio é professo, o padre João Dehon, em processo de beatificação, foi cristão? Que ingratidão, padre Fashion!

Enfim, o Jô Soares, em mais uma de suas demonstrações estéreis de erudição (ele chama trompetista de jazz para ele, Jô, se exibir de seu conhecimento musical; chama ator para ele, Jô, falar de seus textos para teatro que são muito bons etc; chama padre para ele, Jô, se achar teólogo), proferiu uma das maiores besteiras do ano: a Igreja Católica defenderia que o sexo é só para procriação. Mas o pior não é isso: o padre Fábio, em vez de discordar, apenas respondeu que “hoje isso está mudando, a Igreja mudou a sua doutrina nesse ponto.” Opa, opa, peraí, caceta! Nem a Igreja está mudando, porque a doutrina não muda, nem a Igreja ensina que o sexo é só para reprodução. A Igreja nunca ensinou isso. O ensino da Igreja sempre foi esse: o sexo tem dois fins, o procriativo e o unitivo (prazer, amor do casal etc). E o procriativo é o fim primário, ou seja, sempre deve estar presente, ainda que não necessariamente consciente, o que implica em que a pessoa estar aberta à vida sempre que tem relações, não utilizando pílula, camisinha etc. Se alguém, em alguma época da história eclesiástica, resolveu achar que “fim primário” é o mesmo que “fim exclusivo”, isso é falha de interpretação dessa pessoa, não da Igreja. O ensino da Igreja não está mudando para que, agora, se aceite o fim unitivo; ele sempre foi aceito!!! Na ânsia de defender a Igreja, o padre-cantor-da-moda-cheio-de-fãs-e-escritor-de-livros-de-auto-ajuda só piorou a situação. Não se defende a verdade com condescendência, mas com a própria verdade.

Há ainda um outro episódio lamentável da entrevista. O padre Fábio definiu a Missa como um banquete, um “comer com os amigos”. Nada de “sacrifício da Cruz tornado presente”, “atualização do Calvário”. Missa é Ceia. Onde ele leu isso? Só pode ser no Boff que ele cita. Pois Papa algum, Concílio algum (nem Trento, nem o Vaticano II) definem a Missa desse modo. Missa também pode ser banquete, em um sentido acidental e secundário. O que a define é o caráter de sacrifício. Das duas, uma. Ou o padre Fábio não sabe doutrina, e, por isso, não poderia dar pregações públicas, ir a programas como o do Jô Soares. Ou ele sabe, mas esconde para ser politicamente correto. De qualquer forma, está errado.

Isso talvez ponha por água abaixo o argumento dos que afirmam que o que importa é que o padre Fábio de Melo traga pessoas à Igreja. Ora, que Igreja? Converter pessoas a uma doutrina pela metade é converter de fato? Levar as pessoas para uma Igreja e dizer que o que ela prega não é o que ela prega, e o que ela não prega é o que ela prega, não seria propaganda enganosa? As pessoas estão indo para a Igreja Católica mesmo, aquela Igreja que sempre ensinou o mesmo, em relação ao sexo também, ou à Igreja Católica que o padre Fábio diz existir?

Uma entrevista relativista, feita como palanque para o Jô atacar a Igreja Católica. E o padre Fábio caiu como um patinho. Talvez por pensar como o apresentador. Isso não soaria estranho. Afinal, o padre Fábio de Melo é o mesmo que cita Boff como um grande teólogo. É o mesmo que diz que a teologia católica é soberba e precisa “se abrir”. É o mesmo que troca o clergyman pelo terno, e a batina pelas calças apertadinhas. É o mesmo que reclama do assédio das fãs que o acham bonito, mas que alimenta, ainda que não queira, esse assédio com suas roupas fashion, suas sobrancelhas aparadas, seu olhar de galã… é o mesmo que diz que não é necessário ser católico, que religião não importa, que um protestante não precisa se converter à Igreja Católica. O mesmo relativista de sempre.

Ninguém é contra o padre Fábio, ou nega alguns frutos de seu apostolado, ou mesmo é um seu perseguidor. Estamos é no dever de denunciar seus equívocos teológicos, vendidos como se doutrina católica fossem! Quantos não foram enganados, e agora pensam exatamente como o padre Fábio (e, logicamente, contrariamente ao que ensina a Igreja)? Ninguém aqui é melhor que o padre, mas é cristalino que ele defende heresias. Não o estamos “julgando”, como faziam os fariseus, mas analisando objetivamente os fatos.

Querem mais uma prova? Confiram alguns trechos:

é que eu acho, minha gente, que a religião mais importante do mundo é a que Jesus ensinou: é o amor. (perto dos 4:49)

se nós somos cristãos, não importa que você seja evangélico, que eu seja católico…não importa! O que importa é que a gente descubra o essencial que Jesus nos ensina. (5:23)

Eu não vou ficar dizendo: “a sua religião está errada, a minha está certa…” Não! (5:45)

Calma que tem mais!

É igual à gente querer evangelizar os índios, que às vezes têm uma vida muito mais saudável do que nós, uma vida muito mais divina do que nós! (3:22)

… ah, aquela pessoa se converteu ao protestantismo, que pena! Peraí… se aquilo que ela está acreditando faz bem ao coração dela, se Deus está ali presente, se Jesus está agindo mais no coração dela através da voz do pastor do que da minha, vamos dar graças a Deus que ela encontrou um pastor que falasse ao coração dela. (3:50)

Pausa para vomitar.

terça-feira, 2 de junho de 2009

O trágico desaparecimento do Príncipe D. Pedro Luiz

Enquanto a sociedade brasileira desconhece o primoroso trabalho da Família Imperial e o seu árduo engajamento na busca pela restauração monárquica - regime que coroou o Brasil de glórias e honras -, em Portugal a devida atenção é dada ao triste acontecimento:



Retirado de http://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Comunicado: Desaparecimento de D. Pedro Luiz

Transmitimos aqui a nota emitida pela Casal Imperial do Brasil:

Cumprimos o doloroso dever de informar que D. Pedro Luiz, filho mais velho de SS.AA.RR. os Príncipes D. Antonio e D. Christine e 4º na linha de sucessão ao Trono brasileiro, encontrava-se no avião da Air France desaparecido no vôo Rio de Janeiro - Paris.

Em razão do trágico desaparecimento do avião da Air France em que se encontrava seu sobrinho o Príncipe Dom Pedro Luiz, o Chefe da Casa Imperial do Brasil, Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança houve por bem cancelar a realização, no sábado dia 6 de junho, no Rio de Janeiro, do XX Encontro Monárquico, o qual fica adiado para nova data ainda a ser marcada. Pela mesma razão Sua Alteza suspendeu a Missa de Ação de Graças e almoço por seu 71º aniversário, que se realizariam no domingo dia 7.

Àqueles que já tenham efetuado pagamento relativo aos dois eventos, perguntamos se desejam a devolução imediata dos valores, ou se os mesmos podem ficar reservados para a nova data. Agradeceremos sua manifestação, preferentemente por e-mail gcprado@monarquia.org.br

Atenciosamente,
Pró Monarquia.

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