Agora entendo o que significa em concreto o famoso slogan publicitário da campanha de Obama: "Yes, We Can!". Sem esforço, vê-se que nessa expressão falta malandramente um complemento para indicar o que realmente we can. Pois quem can, can alguma coisa.
Então, We can o quê, Sr. Hussein Obama?
E para responder a pergunta acima, os acontecimentos desse final de semana, nos EUA, começam a indicar o que can o novo presidente.
O padre Norman Weslin, 78, foi preso na sexta-feira passada por entrar no campus da Universidade "Católica" de Notre Dame carregando uma cruz nas costas em protesto ao título Honoris Causa que Hussein Obama, o presidente mais pró-aborto da história dos Estados Unidos, receberia daquele centro acadêmico.
Além do padre foram presos Alan Keyes, ex-candidato à Presidência e outras 19 pessoas por tentar protestar dentro do campus universitário. Ao total compareceram 3.000 pessoas para mostrar ao Obama que No! We can't.
Vejam o vídeo abaixo:
Então, We can o quê, Sr. Hussein Obama?
E para responder a pergunta acima, os acontecimentos desse final de semana, nos EUA, começam a indicar o que can o novo presidente.
O padre Norman Weslin, 78, foi preso na sexta-feira passada por entrar no campus da Universidade "Católica" de Notre Dame carregando uma cruz nas costas em protesto ao título Honoris Causa que Hussein Obama, o presidente mais pró-aborto da história dos Estados Unidos, receberia daquele centro acadêmico.
Além do padre foram presos Alan Keyes, ex-candidato à Presidência e outras 19 pessoas por tentar protestar dentro do campus universitário. Ao total compareceram 3.000 pessoas para mostrar ao Obama que No! We can't.
Vejam o vídeo abaixo:
Um comentário:
Sr. Edson,
PAX,
Se fossem ateus e abortistas protestando na frente de uma Universidade Católica a polícia jamais apareceria, afinal seria uma atitude típica da Idade Média e do fundamentalismo religioso impedir a livre opinião democrática. Agora um protesto em defesa da vida na frente de uma Universidade liberal já é suprimido em nome da segurança e da democracia.
Obama já deixou o que ele considera democracia; combater o aborto é democrático, lutar contra o aborto é anti-democrático, e tais eventos devem ser perseguidos e controlados coercitivamente pelo Estado.
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