Segue abaixo uma compilação feita por mim do artigo "Como a Fundação Ford criou os Estudos da Mulher" de Kimberly Schuld. Esse artigo é bastante esclarecedor, pois mostra como os grandes projetos da esquerda são financiados por grandes corporações, as mesmas que eles dizem atacar e combater em nome da queda do "capitalismo". A grande maioria desses projetos e fóruns de discussão da esquerda tem um gordo financiamento de empresas como a Ford e Fundação Rockefeller. Confesso que para mim os jargões das feministas são muito divertidos e quase todos os trabalhos levam títulos patéticos e mentirosos como "“A Exclusão das Mulheres da Prática das Ciências: Uma Manifestação Sutil da Dominação Masculina”, de Michèle Ferrand. Como uma pessoa pode não se divertir com uma coisa dessas, não é mesmo? Eu teria de ser muitíssimo infeliz. Entender como as coisas chegaram a esse ponto é uma boa maneira de nunca levar esses estudos a sério. Para aqueles que quiserem o artigo traduzido completo, basta deixar o e-mail no comentário que eu envio - infelizmente não poderei deixar o link porque ele foi publicado no MSM há algum tempo, e hoje não consta mais no site (espero que eles coloquem todos os textos antigos o quanto antes).
Como a Fundação Ford criou os estudos da mulher
por Kimberly Schuld em 08 de fevereiro de 2006
[Artigo originalmente publicado no FrontPage Magazine]
Como a Fundação Ford criou os estudos da mulher
por Kimberly Schuld em 08 de fevereiro de 2006
[Artigo originalmente publicado no FrontPage Magazine]
O apoio financeiro da Fundação Ford a grupos e causas esquerdistas está bem documentado no site FrontPage Magazine e em outros como o Capital Research Center. Uma análise de Althea K. Nagai, Robert Lerner e Stanley Rothman relata que durante 1986 e 1987, a FF concedeu 262 financiamentos a projetos da esquerda, resultando em uma razão de $28 para $1 entre projetos da esquerda e projetos conservadores.
Susan M. Hartmann, professora de estudos da mulher e autora feminista, considera a FF como sendo uma força substancial que criou o movimento feminista. Na verdade, o apoio da FF a estudos da mulher e causas feministas é tão extenso que não pode ser resumido em um artigo dessa extensão. É seguro dizer que, sem a FF, o feminismo não teria tido sucesso em ganhar um apoio tão grande nas universidades e, por extensão, na política.
A FF não apenas apóia a esquerda e derrama dinheiro para os seus seguidores. Ela tem se engajado ativamente desde os anos de 1960 em criar inteiramente novas áreas de pesquisa e ativismo político. Quando perguntada como ela media o sucesso dos apoios, a presidente da FF, Susan Berresford, respondeu que há três medidas utilizadas por ela e “a principal é quando a FF auxilia pessoas a construir um campo inteiro do conhecimento – demografia no passado, estudos da mulher mais recentemente”.
Em 1971, um grupo de feministas abordou o então presidente da FF, McGeorge Bundy, pedindo que ele se envolvesse no movimento feminista da mesma maneira que havia se comprometido no movimento de direitos civis, de modo totalmente fictício. O resultado dessas discussões foi um projeto completo para financiar um pequeno número de organizações de advocacia para mulher, e também para criar um campo inteiramente novo dentro da academia conhecido com “Estudos da Mulher”. Em 1972, a FF anunciou o primeiro $1 milhão em um programa para “dissertação de pesquisa sobre o papel da mulher na sociedade e estudos da mulher em sentido amplo”. Um artigo de Heather MacDonald noticiou que esses programas receberam $36 milhões entre 1972-1992 da FF e de outras.
Nos anos de 1980, sob a direção do presidente Franklin Thomas, o foco de gênero foi colocado em todos os apoios e os analistas dos programas foram instruídos a examinar cada uma das propostas a partir de sua componente de gênero. Isso guiou o financiamento de estudos da mulher e outros empreendimentos feministas, partindo de uma categoria de apoio específica da mulher, para todas outras categorias de auxílio. Em 1985, a FF estabeleceu o Women’s Program Forum, um consórcio de doadores e executivos da FF com a tarefa de acompanhar de perto as decisões feitas mundialmente em benefício dos assuntos da mulher.
A criação da Campus Diversity Initiative em 1990 colocou a FF na direção da mudança curricular. Os financiamentos dados a essa categoria são direcionados a programas e departamentos sexualmente específicos em adição a outros grupos identificados como vítimas. Obviamente, “sexualmente específico” realmente significa estudos da mulher – nenhum executivo da FF jamais consideraria que estudantes homens brancos necessitem de algo além de “treinamento da sensibilidade”. A FF busca ativamente transformar os currículos para impor a ideologia feminista sobre todas as áreas de estudo, incluindo as hard sciences. Não somente a FF criou os estudos Afro-Americanos (inicialmente Black studies) e estudos da mulher, mas também liderou um movimento seguido por todas as fundações denominado “transformação curricular”. Este movimento busca injetar raça, gênero e consciência sexual em toda disciplina acadêmica e departamento. Ele deu origem a cursos que, por exemplo, estudaram a misoginia na Nona Sinfonia de Beethoven e os modos femininos de analisar o metabolismo celular. O conceito é de que toda disciplina, toda função administrativa e toda pedagogia foi projetada por um patriarcado opressivo e deve ser reformada.
É complicado o rastreamento dos financiamentos de estudos da mulher porque os cheques são direcionados às universidades e não aos programas individuais. A FF é a maior doadora da National Women’s Studies Association sediada na Universidade de Maryland; A Universidade de Rutgers é donatária freqüente do dinheiro da FF para estudos da mulher; O Smith College recebeu $259.000 em 2003 para preservação do arquivo dos trabalhos reunidos de Gloria Steinem e para um projeto de história oral sobre feminismo e posterior desenvolvimento de uma coleção sobre o assunto; Outras favoritas em estudos da mulher de 2003 foram a Universidade do Arizona, de Michigan, de Wisconsin em Madison, de Minnesota, Wellesley, Radcliffe (que possui três centros de estudos da mulher) e Harvard. Mais recentemente, a FF foi instrumental em estabelecer um programa desse tipo em universidades historicamente negras, Spelman e Edgar Mevers guiando o caminho. Combinar estudos da mulher com estudos étnicos é uma tentativa de solidificar sua posição no âmbito da diversidade. Em 1995, a FF doou $250.000 à Universidade de Maryland para um seminário de três anos abordando “Os significados e representações da mulher negra e o trabalho” que foi co-guiado pelo diretor do programa de estudos da mulher e diretor do programa de estudos Afro-Americanos.
Susan M. Hartmann, professora de estudos da mulher e autora feminista, considera a FF como sendo uma força substancial que criou o movimento feminista. Na verdade, o apoio da FF a estudos da mulher e causas feministas é tão extenso que não pode ser resumido em um artigo dessa extensão. É seguro dizer que, sem a FF, o feminismo não teria tido sucesso em ganhar um apoio tão grande nas universidades e, por extensão, na política.
A FF não apenas apóia a esquerda e derrama dinheiro para os seus seguidores. Ela tem se engajado ativamente desde os anos de 1960 em criar inteiramente novas áreas de pesquisa e ativismo político. Quando perguntada como ela media o sucesso dos apoios, a presidente da FF, Susan Berresford, respondeu que há três medidas utilizadas por ela e “a principal é quando a FF auxilia pessoas a construir um campo inteiro do conhecimento – demografia no passado, estudos da mulher mais recentemente”.
Em 1971, um grupo de feministas abordou o então presidente da FF, McGeorge Bundy, pedindo que ele se envolvesse no movimento feminista da mesma maneira que havia se comprometido no movimento de direitos civis, de modo totalmente fictício. O resultado dessas discussões foi um projeto completo para financiar um pequeno número de organizações de advocacia para mulher, e também para criar um campo inteiramente novo dentro da academia conhecido com “Estudos da Mulher”. Em 1972, a FF anunciou o primeiro $1 milhão em um programa para “dissertação de pesquisa sobre o papel da mulher na sociedade e estudos da mulher em sentido amplo”. Um artigo de Heather MacDonald noticiou que esses programas receberam $36 milhões entre 1972-1992 da FF e de outras.
Nos anos de 1980, sob a direção do presidente Franklin Thomas, o foco de gênero foi colocado em todos os apoios e os analistas dos programas foram instruídos a examinar cada uma das propostas a partir de sua componente de gênero. Isso guiou o financiamento de estudos da mulher e outros empreendimentos feministas, partindo de uma categoria de apoio específica da mulher, para todas outras categorias de auxílio. Em 1985, a FF estabeleceu o Women’s Program Forum, um consórcio de doadores e executivos da FF com a tarefa de acompanhar de perto as decisões feitas mundialmente em benefício dos assuntos da mulher.
A criação da Campus Diversity Initiative em 1990 colocou a FF na direção da mudança curricular. Os financiamentos dados a essa categoria são direcionados a programas e departamentos sexualmente específicos em adição a outros grupos identificados como vítimas. Obviamente, “sexualmente específico” realmente significa estudos da mulher – nenhum executivo da FF jamais consideraria que estudantes homens brancos necessitem de algo além de “treinamento da sensibilidade”. A FF busca ativamente transformar os currículos para impor a ideologia feminista sobre todas as áreas de estudo, incluindo as hard sciences. Não somente a FF criou os estudos Afro-Americanos (inicialmente Black studies) e estudos da mulher, mas também liderou um movimento seguido por todas as fundações denominado “transformação curricular”. Este movimento busca injetar raça, gênero e consciência sexual em toda disciplina acadêmica e departamento. Ele deu origem a cursos que, por exemplo, estudaram a misoginia na Nona Sinfonia de Beethoven e os modos femininos de analisar o metabolismo celular. O conceito é de que toda disciplina, toda função administrativa e toda pedagogia foi projetada por um patriarcado opressivo e deve ser reformada.
É complicado o rastreamento dos financiamentos de estudos da mulher porque os cheques são direcionados às universidades e não aos programas individuais. A FF é a maior doadora da National Women’s Studies Association sediada na Universidade de Maryland; A Universidade de Rutgers é donatária freqüente do dinheiro da FF para estudos da mulher; O Smith College recebeu $259.000 em 2003 para preservação do arquivo dos trabalhos reunidos de Gloria Steinem e para um projeto de história oral sobre feminismo e posterior desenvolvimento de uma coleção sobre o assunto; Outras favoritas em estudos da mulher de 2003 foram a Universidade do Arizona, de Michigan, de Wisconsin em Madison, de Minnesota, Wellesley, Radcliffe (que possui três centros de estudos da mulher) e Harvard. Mais recentemente, a FF foi instrumental em estabelecer um programa desse tipo em universidades historicamente negras, Spelman e Edgar Mevers guiando o caminho. Combinar estudos da mulher com estudos étnicos é uma tentativa de solidificar sua posição no âmbito da diversidade. Em 1995, a FF doou $250.000 à Universidade de Maryland para um seminário de três anos abordando “Os significados e representações da mulher negra e o trabalho” que foi co-guiado pelo diretor do programa de estudos da mulher e diretor do programa de estudos Afro-Americanos.
Por que se preocupar?
Estudos da mulher e seus apoiadores são uma clara e presente ameaça à liberdade acadêmica. Em um artigo de 1992 para The New Republic, a autora Christina Hoff Sommers relatou o que realmente acontece quando a National Women’s Studies Association se reúne. Ela escreve:
“Chiliques e terapia coletiva são mais a regra do que exceção no feminismo acadêmico. No ano passado, em um encontro de diretores dos programas de estudos da mulher, todos se deram as mãos para formar um ‘círculo de cura’. Eles também assumem a pose de árvores experimentando enraizamento e tranqüilidade. Testemunhos de vítimas e rituais de cura New Age rotineiramente tumultuam as leituras de artigos acadêmicos nas conferências da NWSA. De aproximadamente 100 workshops e palestras nos encontros em Austin, contei não mais de 16 que podem muito generosamente serem chamados de eruditos”.
Cursos de estudos da mulher são projetados para compelir estudantes a adquirir novas revelações e colocá-las a serviço da política. Daphne Patai, outrora professora de assuntos da mulher, enfatizou a evidência convincente de que a batalha para retomar nossas universidades deve ser empenhada e vencida. Ela escreve em seu livro Heterophobia:
“minhas próprias observações de estudantes em aulas de estudos da mulher levaram-me a acreditar que anos de exposição às táticas de amedrontamento promovidas pelas feministas tiveram sucesso em imbuir muitas mulheres jovens do pressentimento de estar sob constante ameaça de homens predadores”.
A FF tem assim triturado não somente a Academia, mas vidas de mulheres jovens vítimas da esperteza de professoras feministas. Por causa de seus recursos imensos, não podemos contar com sua reforma ou mudanças nas direções políticas em resposta à opinião pública americana. O foco de luz deve ser apontado para ela de modo que todos os contribuintes que financiam as universidades públicas e pais que pagam instrução possam tomar decisões informados sobre a cultura a que eles querem que seus estudantes se submetam. O capitalismo que erigiu a fortuna da Ford e agora é tão desprezado por ela deveria ser utilizado para afastá-la de nossas escolas.
“Chiliques e terapia coletiva são mais a regra do que exceção no feminismo acadêmico. No ano passado, em um encontro de diretores dos programas de estudos da mulher, todos se deram as mãos para formar um ‘círculo de cura’. Eles também assumem a pose de árvores experimentando enraizamento e tranqüilidade. Testemunhos de vítimas e rituais de cura New Age rotineiramente tumultuam as leituras de artigos acadêmicos nas conferências da NWSA. De aproximadamente 100 workshops e palestras nos encontros em Austin, contei não mais de 16 que podem muito generosamente serem chamados de eruditos”.
Cursos de estudos da mulher são projetados para compelir estudantes a adquirir novas revelações e colocá-las a serviço da política. Daphne Patai, outrora professora de assuntos da mulher, enfatizou a evidência convincente de que a batalha para retomar nossas universidades deve ser empenhada e vencida. Ela escreve em seu livro Heterophobia:
“minhas próprias observações de estudantes em aulas de estudos da mulher levaram-me a acreditar que anos de exposição às táticas de amedrontamento promovidas pelas feministas tiveram sucesso em imbuir muitas mulheres jovens do pressentimento de estar sob constante ameaça de homens predadores”.
A FF tem assim triturado não somente a Academia, mas vidas de mulheres jovens vítimas da esperteza de professoras feministas. Por causa de seus recursos imensos, não podemos contar com sua reforma ou mudanças nas direções políticas em resposta à opinião pública americana. O foco de luz deve ser apontado para ela de modo que todos os contribuintes que financiam as universidades públicas e pais que pagam instrução possam tomar decisões informados sobre a cultura a que eles querem que seus estudantes se submetam. O capitalismo que erigiu a fortuna da Ford e agora é tão desprezado por ela deveria ser utilizado para afastá-la de nossas escolas.
2 comentários:
Muito bom Luciana.vemos o quanto que objetivos excusos ewetsão por trás disso.E fico muito contente quando vejo mulheres desprovidas dessa ideologia barata que é o feminismo.parabéns!
Gostaria que me enviasse o livro tratuzido para mim pelo e-mail m-d-a@bol.com.br ficaria muito grato.
Um abraço
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